Vamos com a continuação das minhas andanças no ensino médio. Como comentei no relato anterior, essas histórias estão conectadas, porque se você leu o relato anterior, deve ter lido sobre minha melhor amiga Paty e sobre um momento constrangedor que passei com ela, mas que acabou resultando em algo bom para mim. Desta vez, vou usar essa gostosa para ilustrar meu relato e vamos começar.
Não lembro muito bem como a gente se conheceu, mas viramos grandes amigos porque tínhamos muita coisa em comum, tipo ter nascido no mesmo dia, adorar filmes de terror e contar tudo o que acontecia na nossa vida. Eu ia muito na casa dela e ela vinha na minha na mesma frequência. A gente se reunia principalmente pra ver filmes de terror com um lanchinho e refrigerante. Na minha casa todo mundo já conhecia ela e não tinha problema nenhum se ela me visitasse com meus pais em casa ou não, porque sabiam que éramos muito amigos.
Mas aconteceu uma coisa muito engraçada que me fez perceber o que ela realmente sentia por mim. Essa história tem a ver com minhas visitas constantes à casa do meu colega de classe Israel e a putona da mãe dele, e isso deixou ela com muito ciúme. Por um momento achei que era só ciúme de amiga, porque é verdade que parei de vê-la por um tempão, já que a gente não se encontrava mais como antes. Um dia ela me abordou porque queria conversar sobre algo bem "sério":
— Ei, já consegui A Morte de Freddy, o Pesadelo Final. Vamos assistir ou você tem coisa melhor pra fazer?
— Pode ser, mas a gente se encontra na minha casa porque meus pais vão sair pra uma festa e, se eu não quiser ir, tenho que ficar em casa e não vou poder sair.
— Também quero te contar uma coisa que descobri sobre alguém e você precisa saber, mas não vou dizer de quem se trata até amanhã, quando for na sua casa — ela falou num tom de mistério e ao mesmo tempo preocupado.
Mas na real, eu não gostava de fofoca nem de saber da vida dos outros. O bom é que a gente ia assistir até então o último filme do Freddy Krueger.
Chegou o sábado, meus pais saíram cedo e sabiam da visita da Paty. Fui à lojinha buscar os salgadinhos e os refris pra ver o filme. Tava um pouco frio, então tava de calça e moletom. Pouco depois chegou a Paty, toda sorridente como de costume, porque ela era assim mesmo. Era muito bagunceira. Só o sobrepeso dela que às vezes deixava ela desconfortável. Tipo quando os peitos dela começaram a crescer, os suéteres não fechavam e meus amigos e eu dávamos risada de como ela sofria pra subir o zíper, que logo descia de novo por causa do tamanho dos peitões dela. Ela sempre nos xingava por causa disso, mas a gente não via com maldade, porque ela era nossa amiga e tinha outras minas que a gente via com muito mais malícia.
Aí a gente começou a ver o filme e ficamos conversando sobre coisas da escola e detalhes do filme. Foi só quando me deu na telha de mencionar Israel que a atitude dela mudou completamente.
No último domingo, vimos na casa do Israel o despertar do diabo e a mãe dele ficou o tempo todo abraçando o Israel e não queria nem ir ao banheiro sozinha, acredita? A senhora é muito medrosa — comentei enquanto ria, mas ela não achou a menor graça. Houve um silêncio de alguns minutos que foi interrompido pelo que ela queria me contar e me fazer entender.
— Ultimamente você passa muito tempo na casa do cara novo, quase não vem me ver nem me chama pra sua casa — ela disse, meio de reclamação. — É que tô passando uns apontamentos e explicando umas coisas pra ele... — tentei explicar o motivo, mas ela não me deixou terminar. — Pensei que era por causa da mãe dele que você não saía de lá — e a expressão dela estava dura, coisa rara nela que sempre tá sorrindo. — Por que por causa da mãe dele? E a verdade é que não era por causa da mãe (piscadela, piscadela) — Ah, para de graça! Você não acha ela gostosa? — ela realmente parecia irritada, porque até levantou o tom de voz.
Por um momento divaguei pensando em algumas situações que tinham acontecido e isso me deu um tesão. Que nessa idade são muito comuns e difíceis de controlar.
— Que porco do caralho! Tô te dizendo que você só fica na casa do Israel por causa da mãe dele. Mas você não sabe como é essa mulher — ela disse meio irritada, e eu continuava espantado com a atitude, porque essa não era a Paty com quem eu estava acostumado a lidar. — E como ela é? — perguntei, porque realmente não sabia de nada, embora o incômodo da Paty tivesse me deixado cheio de dúvida e curiosidade. — Ah, para de fazer de bobo, você sabe muito bem. Essa mulher traiu o pai do Israel com vários caras do trabalho dela, incluindo o chefe, por isso ele largou ela e foi morar com a mãe. Foi o que uma vizinha contou pra minha mãe enquanto eu lavava a louça — eu realmente não conhecia a história, porque não sou de me meter onde não sou chamado, mas essa informação despertou meu interesse, né. — Pra falar a verdade, eu não sabia de nada disso, a Rita é muito atenciosa e gentil... — Não defende ela! Você gosta dela, né? Para de bancar o idiota — ela me interrompeu de novo, irritada e até com o rosto corado.
Eu balancei a cabeça de um lado pro outro pra deixar claro que não — Já te falei que ela é muito atenciosa e quase não a vejo, porque ela fica na loja e nós na sala dela. — E era assim mesmo.
- Pelo menos se cobre, porco - ela disse, enquanto olhava de novo para o volume na minha calça. Eu tinha esquecido completamente que estava de pau duro. - Acho que você quer sentir meu volume, né? - e me aproximei abraçando-a. Pensei que isso mudaria sua atitude e, como sempre, ela me bateria até cansar para depois rir e me consolar pelas pancadas que tinha me dado, mas dessa vez não foi assim. - Sai daqui, seu porco nojento - ela falava enquanto me empurrava, e pude notar que estava corada e com a respiração um pouco ofegante, por isso decidi parar e mudar de assunto. - Tá bom, desculpa. Ultimamente isso tem acontecido sem eu pensar em nada. Sei que não acredita, mas vou me esforçar para não acontecer de novo. Quer pipoca salgada ou doce? - perguntei, indo em direção à cozinha. - É melhor eu ir - ela disse, levantando-se do sofá. - Só te digo que ela não é uma boa mulher, mas você que sabe - abriu a porta e foi embora, me deixando pensativo.
Depois daquele dia, ficou um clima estranho entre a gente. Ela parou de zoar comigo na escola e nem me dava mais moral quando a gente tirava sarro de alguém. A gente deixou de se ver nos fins de semana pra ver filme, e lá em casa até perceberam, porque ela sempre aparecia ou eu ficava falando dela.
Já tinha passado aquela história da Rita comigo e seguimos para a próxima série. Teve muita mudança porque entraram alunos de outras turmas e vários da nossa sala foram transferidos para outros grupos. Entre os que saíram estava o Israel, que fez amigos rapidão e simplesmente paramos de nos falar, só nos cumprimentávamos de vez em quando.
Passaram várias semanas até que finalmente Paty e eu quebramos o gelo, era nosso último ano do ensino médio e a nostalgia nos invadia, pois queríamos recuperar o tempo perdido. Fomos assistir ao cinema o filme Drácula de Bram Stoker e, como moramos numa cidade pequena, tivemos que ir até o centro da cidade para poder ver. Na volta, o metrô estava lotadíssimo, então nossos corpos ficaram bem colados. Mesmo se a gente quisesse se afastar um pouco, não teria como. A gente se mexia no ritmo do vagão e das pessoas. Eu conseguia sentir os peitinhos macios dela roçando no meu peito, ela estava usando uma camiseta preta e uma jaqueta jeans que, assim como os suéteres da escola, ficava apertada nela e os peitos saltavam bastante pra fora da jaqueta. Eu tentava não olhar, mas era inevitável não ver que a cada solavanco e balanço eles balançavam bastante e esfregavam em mim, o que deixou ela desconfortável e, de forma brincalhona, ela disse: — Vai gozar só de olhar, é, cara? — Fiquei muito envergonhado, mas não tinha pra onde me mexer nem pra onde olhar, porque continuava lotado. Fiquei sem falar até chegar na estação final do metrô para pegar o próximo transporte que nos levaria até nossa casa.
— Que pervertido a mãe de Israel te deixou! — ele comentou quando já estávamos sentados no ônibus — Para com isso e desculpa, não quis te incomodar e não quero que isso nos separe de novo. — Não se preocupa, já sei que você é um porco dos piores, as garotas com quem você anda falam coisas que nem me surpreendem — ele falava, mas não virava para me olhar, só encarava a frente e a janela — Não tem nada que você não saiba sobre mim, pois te contei tudo, e se elas falam demais não é problema meu... — Se não é problema seu, mas elas falam e não é agradável ouvir tudo que dizem de você — ele disse me interrompendo — Mas o que podem dizer de mim? Além disso, não me importo com o que pensam, já que conto tudo para você... — É, pois não quero mais que me conte nada do que faz, nem de quem gosta ou com quem pensa em ficar — ele continuava me interrompendo cada vez que eu tentava explicar algo.
Ela se encostou na janela e o sono venceu. Havia muito trânsito e ela decidiu dormir para não me ouvir. Em uma lombada ou buraco, não lembro bem, ela bateu a cabeça e eu a abracei para que se encostasse no meu ombro e pudesse continuar dormindo. Ela não se opôs e se apoiou em mim. Eu olhava para cima, encostado no banco, tentando dormir também, pois ainda tinha muito caminho pela frente, quando senti sua mão acariciando minha perna. Ela fazia isso com frequência, só que dessa vez foi se aproximando aos poucos até meu pau. Tentei me mexer um pouco para evitar que continuasse, pois estava gostando do toque da mão dela, mas isso não impediu que ela seguisse. Não é que eu não estivesse gostando, só que não era confortável porque minha calça estava apertada. A escuridão do ônibus permitiu que ela manobrasse um tempo, e eu estava prestes a explodir, por isso segurei sua mão para que não continuasse, o que novamente a incomodou. Chegando ao nosso destino, ela não quis que eu a levasse até em casa. Ela foi em outro transporte e, obviamente, eu em outro. Passaram-se algumas semanas em que nos evitamos de novo, e isso não passou despercebido pelos nossos amigos em comum.
- Por que você não fala mais com a gordinha? - me perguntou Carlos.
- Falo sim, cara, só que com a carga de trabalhos ela tem ficado muito ocupada.
- Não me fode, a gente tem as mesmas aulas e tá bem de boa isso. Dá uma investida, cara, talvez ela perca a má vontade.
- Para de falar merda, ela é minha melhor amiga, como você acha que eu faria algo com ela.
- Só tô dizendo que essa gordinha ficou uma gostosa e se não fosse um caráter de merda eu tentaria algo com ela.
- Cala a boca, cara! - e simplesmente me afastei.
- Tão igualmente de mau humor, melhor vocês transarem - ele gritou e soltou uma risada.
Estava indo para minha oficina quando a encontrei, pensei que ela ia passar direto como tinha feito outras vezes, mas ela me abordou.
— Oi, porco, vamos ver filmes neste sábado? — me perguntou como se nada tivesse acontecido e como se nunca tivesse ficado brava comigo.
— Me emprestaram O Silêncio dos Inocentes. Tá bom ou prefere outro?
— Seus pais vão estar? — ela perguntou.
— Acho que vão na casa da minha tia, mas não tenho certeza.
— Bom, eu levo um filme que, se seus pais não estiverem, a gente vê, e se estiverem, a gente vê O Silêncio dos Inocentes mesmo.
Como de costume, eu saí para comprar os salgadinhos e as bebidas e, quase chegando em casa, ouvi a voz dela:
— Já foram seus pais, porco?
Virei para olhar e disse:
— Para com esse negócio de porco, e sim, meus pais não estão.
— Ok, não vou te chamar de porco de novo, mas você também não pode mais ficar me olhando as tetas — ela falou enquanto ria.
Na real, me surpreendeu a atitude dela, porque ela voltou a ser a mesma garota sorridente e descontraída de antes.
— Não fala besteira.
Entramos em casa e fomos até a sala, conversando sobre outras coisas enquanto ríamos e arrumávamos tudo.
Colocamos os salgadinhos numa tigela, pegamos os copos e ela me entregou o filme para botar no VHS.
Não tinha capa nem nada, e quando perguntei do que se tratava, ela só sorriu.
— Não é de terror, mas vai te deixar de boca aberta.
Quando dei play, me surpreendi com o filme que ela tinha levado naquele dia.
Era As Idades de Lulu.
Já tínhamos visto filmes em que os protagonistas transavam e tinha nudez, porque era comum na maioria dos filmes de terror da época, mas nunca tínhamos visto um filme totalmente erótico juntos.
Até pornô eu já tinha visto, mas sozinho, e dava pausa para me masturbar no banheiro e voltar a ver o filme.
— O que você achou do filme? — ela me perguntou.
— Não sabia que você gostava desse gênero — respondi sem olhar para ela, porque estava com vergonha.
— Eu não gosto, mas parece que o porquinho do meu amigo gosta de mulheres ardentes — ela falou, enquanto... sorria. — Pensei que já tínhamos deixado esse assunto esquecido, melhor eu tirar e colocar no mudo... — Deixa, vai ficar boa — no momento em que ela tirava o moletom, mostrando que usava uma camiseta de manga curta e muito decotada, que deixava ver parte dos seus enormes e lindos seios. — O que foi? Ficou mudo? — Nada, é que falta molho nisso — e me levantei para pegar o molho na cozinha. Tentava não pensar em nada, porque naquele momento estava prestes a ter uma ereção enorme. A parte visual do filme e o fato de ela estar ali com aquele decote eram demais para mim. Quando consegui me acalmar um pouco, decidi voltar com o molho na mão, mas ela já não estava na sala. Pensei que talvez tivesse ido ao banheiro, então respirei fundo para evitar que a cock ficasse dura de novo. Estava prestes a me sentar quando ela me chamou, mas não estava no banheiro, e sim no meu quarto. Caminhei pelo corredor até chegar lá e, ao abrir a porta, lá estava ela com os peitos à mostra, sentada na minha cama. — Oi, você, por que não gosta que eu te chame de porco? Vem. Quero te dar um presente. Fiquei atônito, mas caminhei até ela. Ela me pegou pelas nádegas para me aproximar e abaixou minha calça. Não disse uma palavra, só tirou minha cock e começou a acariciá-la enquanto via como ela ficava cada vez mais dura. Eu olhava para ela, mas ela só olhava para minha cock. De repente, ela se abaixou para levá-la à boca. Não foi como o boquete que a Rita me deu, era mais como se estivesse beijando. Com a mão, ela subia e descia a pele que cobria minha cock e com a língua lambia minha glande. Era uma sensação muito estranha, muitas coisas passavam pela minha cabeça, como o que nos levou até aquilo e o quanto eu estava excitado. Queria segurar sua cabeça para que ela engasgasse com minha cock, mas sabia que seria um grande erro, pois sendo nossa primeira vez, ficaria mais estranho e talvez a assustasse. Deixei que ela seguisse seu ritmo. momento em que eu ofegava por quão gostoso estava começando a ficar. Ela continuou massageando meu pau da base até antes da glande e parou de lamber para colocá-lo na boca e chupar como se fosse um sorvete. Ela não dizia nada, só chupava e fechava os olhos enquanto fazia isso. Comecei a acariciar seu cabelo e juro que me segurei para não empurrar seu rosto contra meu pau. Arquei um pouco para pegar seus peitos, queria sentir sua pele e vê-los em todo o esplendor. Ela se levantou e os tirou para fora. Sua roupa parecia estourar ao se esticar quando libertou seus lindos seios. Eram redondos e muito quentes, com um mamilo rosado e não tão grande ou ereto. Há muita diferença entre quando já amamentaram e quando não, porque o mamilo fica pequeno. Comecei a massageá-los e ela gemeu ao mesmo tempo que ficou toda corada. Comecei a beijá-los com ternura, era sua primeira vez, eu pensava, e a experiência tinha que ser boa se eu quisesse que acontecesse de novo. Tentei baixar minha mão para acariciar sua buceta, mas ela não deixou. Entendi que não aconteceria naquele dia. Então ela preferiu sentar novamente e continuar chupando meu pau. A experiência estava sendo muito diferente da que tive com Rita, porque ela estava muito excitada e tinha muita experiência, mas a Paty fazia com muito amor e cuidado, é difícil explicar isso porque é uma experiência muito gostosa que sua melhor amiga de anos chega um dia na sua casa com a única missão de tirar seu leite. Ela continuou batendo uma enquanto me chupava como se fosse um sorvete, não me olhava, mas isso tornou a experiência mais suportável. Não trocamos nenhuma palavra, ela só aumentava o ritmo e apertava meu pau e chupava ao mesmo tempo que lambia, já que pouco a pouco ia perdendo a vergonha; em um momento, ela se aproximou mais e esfregou-o em seus peitos. Isso me deixou ainda mais excitado, já que sua pele era macia e quente. Ela puxava e esfregava minha glande em seu mamilo enquanto acariciava o outro com a mão e começava a gemer. Eu não queria gozar ainda, pois estava curtindo muito, só me limitava a morder meu lábio para não disse uma palavra e acariciava sua cabeça. De repente, ela quebrou o silêncio.
— Já está pronto? Quero que você encha meus peitos de sua porra.
Eu apenas balancei a cabeça confirmando e me deixei levar, foi maravilhoso esvaziar-me em seus lindos peitos enquanto ela com a mão apertava meu pau e fazia uns gemidos de prazer. Levei as mãos ao rosto porque senti minha cabeça explodir de tão gostoso que foi. Não pude dizer com certeza quanto tempo levamos. Ela se levantou sem me dizer nada e foi ao banheiro se limpar. Demorou um pouco e ao voltar só me olhou enquanto eu esperava sentado na cama. Na verdade, pensei que talvez teria mais ação naquele dia, mas ela só disse:
— Já vou indo, tenho que sair com meus pais e só me deram algumas horas. Te vejo segunda na escola. Me traz meu filme porque com certeza você vai querer terminar de ver pra continuar se batendo.
Ela virou as costas e eu fiquei ali tentando assimilar o que tinha acontecido. Não rolou mais nada entre ela e eu. Saímos da escola e nos vimos poucas vezes, e parei de saber dela até alguns dias atrás, quando ela me mandou uma mensagem no Messenger.
E aí, como tá? Talvez role de novo. Boas punhetas.
Não lembro muito bem como a gente se conheceu, mas viramos grandes amigos porque tínhamos muita coisa em comum, tipo ter nascido no mesmo dia, adorar filmes de terror e contar tudo o que acontecia na nossa vida. Eu ia muito na casa dela e ela vinha na minha na mesma frequência. A gente se reunia principalmente pra ver filmes de terror com um lanchinho e refrigerante. Na minha casa todo mundo já conhecia ela e não tinha problema nenhum se ela me visitasse com meus pais em casa ou não, porque sabiam que éramos muito amigos.
Mas aconteceu uma coisa muito engraçada que me fez perceber o que ela realmente sentia por mim. Essa história tem a ver com minhas visitas constantes à casa do meu colega de classe Israel e a putona da mãe dele, e isso deixou ela com muito ciúme. Por um momento achei que era só ciúme de amiga, porque é verdade que parei de vê-la por um tempão, já que a gente não se encontrava mais como antes. Um dia ela me abordou porque queria conversar sobre algo bem "sério":— Ei, já consegui A Morte de Freddy, o Pesadelo Final. Vamos assistir ou você tem coisa melhor pra fazer?
— Pode ser, mas a gente se encontra na minha casa porque meus pais vão sair pra uma festa e, se eu não quiser ir, tenho que ficar em casa e não vou poder sair.
— Também quero te contar uma coisa que descobri sobre alguém e você precisa saber, mas não vou dizer de quem se trata até amanhã, quando for na sua casa — ela falou num tom de mistério e ao mesmo tempo preocupado.
Mas na real, eu não gostava de fofoca nem de saber da vida dos outros. O bom é que a gente ia assistir até então o último filme do Freddy Krueger.
Chegou o sábado, meus pais saíram cedo e sabiam da visita da Paty. Fui à lojinha buscar os salgadinhos e os refris pra ver o filme. Tava um pouco frio, então tava de calça e moletom. Pouco depois chegou a Paty, toda sorridente como de costume, porque ela era assim mesmo. Era muito bagunceira. Só o sobrepeso dela que às vezes deixava ela desconfortável. Tipo quando os peitos dela começaram a crescer, os suéteres não fechavam e meus amigos e eu dávamos risada de como ela sofria pra subir o zíper, que logo descia de novo por causa do tamanho dos peitões dela. Ela sempre nos xingava por causa disso, mas a gente não via com maldade, porque ela era nossa amiga e tinha outras minas que a gente via com muito mais malícia.
Aí a gente começou a ver o filme e ficamos conversando sobre coisas da escola e detalhes do filme. Foi só quando me deu na telha de mencionar Israel que a atitude dela mudou completamente.
No último domingo, vimos na casa do Israel o despertar do diabo e a mãe dele ficou o tempo todo abraçando o Israel e não queria nem ir ao banheiro sozinha, acredita? A senhora é muito medrosa — comentei enquanto ria, mas ela não achou a menor graça. Houve um silêncio de alguns minutos que foi interrompido pelo que ela queria me contar e me fazer entender.
— Ultimamente você passa muito tempo na casa do cara novo, quase não vem me ver nem me chama pra sua casa — ela disse, meio de reclamação. — É que tô passando uns apontamentos e explicando umas coisas pra ele... — tentei explicar o motivo, mas ela não me deixou terminar. — Pensei que era por causa da mãe dele que você não saía de lá — e a expressão dela estava dura, coisa rara nela que sempre tá sorrindo. — Por que por causa da mãe dele? E a verdade é que não era por causa da mãe (piscadela, piscadela) — Ah, para de graça! Você não acha ela gostosa? — ela realmente parecia irritada, porque até levantou o tom de voz.
Por um momento divaguei pensando em algumas situações que tinham acontecido e isso me deu um tesão. Que nessa idade são muito comuns e difíceis de controlar.
— Que porco do caralho! Tô te dizendo que você só fica na casa do Israel por causa da mãe dele. Mas você não sabe como é essa mulher — ela disse meio irritada, e eu continuava espantado com a atitude, porque essa não era a Paty com quem eu estava acostumado a lidar. — E como ela é? — perguntei, porque realmente não sabia de nada, embora o incômodo da Paty tivesse me deixado cheio de dúvida e curiosidade. — Ah, para de fazer de bobo, você sabe muito bem. Essa mulher traiu o pai do Israel com vários caras do trabalho dela, incluindo o chefe, por isso ele largou ela e foi morar com a mãe. Foi o que uma vizinha contou pra minha mãe enquanto eu lavava a louça — eu realmente não conhecia a história, porque não sou de me meter onde não sou chamado, mas essa informação despertou meu interesse, né. — Pra falar a verdade, eu não sabia de nada disso, a Rita é muito atenciosa e gentil... — Não defende ela! Você gosta dela, né? Para de bancar o idiota — ela me interrompeu de novo, irritada e até com o rosto corado.
Eu balancei a cabeça de um lado pro outro pra deixar claro que não — Já te falei que ela é muito atenciosa e quase não a vejo, porque ela fica na loja e nós na sala dela. — E era assim mesmo.
- Pelo menos se cobre, porco - ela disse, enquanto olhava de novo para o volume na minha calça. Eu tinha esquecido completamente que estava de pau duro. - Acho que você quer sentir meu volume, né? - e me aproximei abraçando-a. Pensei que isso mudaria sua atitude e, como sempre, ela me bateria até cansar para depois rir e me consolar pelas pancadas que tinha me dado, mas dessa vez não foi assim. - Sai daqui, seu porco nojento - ela falava enquanto me empurrava, e pude notar que estava corada e com a respiração um pouco ofegante, por isso decidi parar e mudar de assunto. - Tá bom, desculpa. Ultimamente isso tem acontecido sem eu pensar em nada. Sei que não acredita, mas vou me esforçar para não acontecer de novo. Quer pipoca salgada ou doce? - perguntei, indo em direção à cozinha. - É melhor eu ir - ela disse, levantando-se do sofá. - Só te digo que ela não é uma boa mulher, mas você que sabe - abriu a porta e foi embora, me deixando pensativo.
Depois daquele dia, ficou um clima estranho entre a gente. Ela parou de zoar comigo na escola e nem me dava mais moral quando a gente tirava sarro de alguém. A gente deixou de se ver nos fins de semana pra ver filme, e lá em casa até perceberam, porque ela sempre aparecia ou eu ficava falando dela.
Já tinha passado aquela história da Rita comigo e seguimos para a próxima série. Teve muita mudança porque entraram alunos de outras turmas e vários da nossa sala foram transferidos para outros grupos. Entre os que saíram estava o Israel, que fez amigos rapidão e simplesmente paramos de nos falar, só nos cumprimentávamos de vez em quando.
Passaram várias semanas até que finalmente Paty e eu quebramos o gelo, era nosso último ano do ensino médio e a nostalgia nos invadia, pois queríamos recuperar o tempo perdido. Fomos assistir ao cinema o filme Drácula de Bram Stoker e, como moramos numa cidade pequena, tivemos que ir até o centro da cidade para poder ver. Na volta, o metrô estava lotadíssimo, então nossos corpos ficaram bem colados. Mesmo se a gente quisesse se afastar um pouco, não teria como. A gente se mexia no ritmo do vagão e das pessoas. Eu conseguia sentir os peitinhos macios dela roçando no meu peito, ela estava usando uma camiseta preta e uma jaqueta jeans que, assim como os suéteres da escola, ficava apertada nela e os peitos saltavam bastante pra fora da jaqueta. Eu tentava não olhar, mas era inevitável não ver que a cada solavanco e balanço eles balançavam bastante e esfregavam em mim, o que deixou ela desconfortável e, de forma brincalhona, ela disse: — Vai gozar só de olhar, é, cara? — Fiquei muito envergonhado, mas não tinha pra onde me mexer nem pra onde olhar, porque continuava lotado. Fiquei sem falar até chegar na estação final do metrô para pegar o próximo transporte que nos levaria até nossa casa.
— Que pervertido a mãe de Israel te deixou! — ele comentou quando já estávamos sentados no ônibus — Para com isso e desculpa, não quis te incomodar e não quero que isso nos separe de novo. — Não se preocupa, já sei que você é um porco dos piores, as garotas com quem você anda falam coisas que nem me surpreendem — ele falava, mas não virava para me olhar, só encarava a frente e a janela — Não tem nada que você não saiba sobre mim, pois te contei tudo, e se elas falam demais não é problema meu... — Se não é problema seu, mas elas falam e não é agradável ouvir tudo que dizem de você — ele disse me interrompendo — Mas o que podem dizer de mim? Além disso, não me importo com o que pensam, já que conto tudo para você... — É, pois não quero mais que me conte nada do que faz, nem de quem gosta ou com quem pensa em ficar — ele continuava me interrompendo cada vez que eu tentava explicar algo.
Ela se encostou na janela e o sono venceu. Havia muito trânsito e ela decidiu dormir para não me ouvir. Em uma lombada ou buraco, não lembro bem, ela bateu a cabeça e eu a abracei para que se encostasse no meu ombro e pudesse continuar dormindo. Ela não se opôs e se apoiou em mim. Eu olhava para cima, encostado no banco, tentando dormir também, pois ainda tinha muito caminho pela frente, quando senti sua mão acariciando minha perna. Ela fazia isso com frequência, só que dessa vez foi se aproximando aos poucos até meu pau. Tentei me mexer um pouco para evitar que continuasse, pois estava gostando do toque da mão dela, mas isso não impediu que ela seguisse. Não é que eu não estivesse gostando, só que não era confortável porque minha calça estava apertada. A escuridão do ônibus permitiu que ela manobrasse um tempo, e eu estava prestes a explodir, por isso segurei sua mão para que não continuasse, o que novamente a incomodou. Chegando ao nosso destino, ela não quis que eu a levasse até em casa. Ela foi em outro transporte e, obviamente, eu em outro. Passaram-se algumas semanas em que nos evitamos de novo, e isso não passou despercebido pelos nossos amigos em comum.
- Por que você não fala mais com a gordinha? - me perguntou Carlos.- Falo sim, cara, só que com a carga de trabalhos ela tem ficado muito ocupada.
- Não me fode, a gente tem as mesmas aulas e tá bem de boa isso. Dá uma investida, cara, talvez ela perca a má vontade.
- Para de falar merda, ela é minha melhor amiga, como você acha que eu faria algo com ela.
- Só tô dizendo que essa gordinha ficou uma gostosa e se não fosse um caráter de merda eu tentaria algo com ela.
- Cala a boca, cara! - e simplesmente me afastei.
- Tão igualmente de mau humor, melhor vocês transarem - ele gritou e soltou uma risada.
Estava indo para minha oficina quando a encontrei, pensei que ela ia passar direto como tinha feito outras vezes, mas ela me abordou. — Oi, porco, vamos ver filmes neste sábado? — me perguntou como se nada tivesse acontecido e como se nunca tivesse ficado brava comigo.
— Me emprestaram O Silêncio dos Inocentes. Tá bom ou prefere outro?
— Seus pais vão estar? — ela perguntou.
— Acho que vão na casa da minha tia, mas não tenho certeza.
— Bom, eu levo um filme que, se seus pais não estiverem, a gente vê, e se estiverem, a gente vê O Silêncio dos Inocentes mesmo.
Como de costume, eu saí para comprar os salgadinhos e as bebidas e, quase chegando em casa, ouvi a voz dela:
— Já foram seus pais, porco?
Virei para olhar e disse:
— Para com esse negócio de porco, e sim, meus pais não estão.
— Ok, não vou te chamar de porco de novo, mas você também não pode mais ficar me olhando as tetas — ela falou enquanto ria.
Na real, me surpreendeu a atitude dela, porque ela voltou a ser a mesma garota sorridente e descontraída de antes.
— Não fala besteira.
Entramos em casa e fomos até a sala, conversando sobre outras coisas enquanto ríamos e arrumávamos tudo.
Colocamos os salgadinhos numa tigela, pegamos os copos e ela me entregou o filme para botar no VHS.
Não tinha capa nem nada, e quando perguntei do que se tratava, ela só sorriu.
— Não é de terror, mas vai te deixar de boca aberta.
Quando dei play, me surpreendi com o filme que ela tinha levado naquele dia.
Era As Idades de Lulu.
Já tínhamos visto filmes em que os protagonistas transavam e tinha nudez, porque era comum na maioria dos filmes de terror da época, mas nunca tínhamos visto um filme totalmente erótico juntos.
Até pornô eu já tinha visto, mas sozinho, e dava pausa para me masturbar no banheiro e voltar a ver o filme.
— O que você achou do filme? — ela me perguntou.
— Não sabia que você gostava desse gênero — respondi sem olhar para ela, porque estava com vergonha.
— Eu não gosto, mas parece que o porquinho do meu amigo gosta de mulheres ardentes — ela falou, enquanto... sorria. — Pensei que já tínhamos deixado esse assunto esquecido, melhor eu tirar e colocar no mudo... — Deixa, vai ficar boa — no momento em que ela tirava o moletom, mostrando que usava uma camiseta de manga curta e muito decotada, que deixava ver parte dos seus enormes e lindos seios. — O que foi? Ficou mudo? — Nada, é que falta molho nisso — e me levantei para pegar o molho na cozinha. Tentava não pensar em nada, porque naquele momento estava prestes a ter uma ereção enorme. A parte visual do filme e o fato de ela estar ali com aquele decote eram demais para mim. Quando consegui me acalmar um pouco, decidi voltar com o molho na mão, mas ela já não estava na sala. Pensei que talvez tivesse ido ao banheiro, então respirei fundo para evitar que a cock ficasse dura de novo. Estava prestes a me sentar quando ela me chamou, mas não estava no banheiro, e sim no meu quarto. Caminhei pelo corredor até chegar lá e, ao abrir a porta, lá estava ela com os peitos à mostra, sentada na minha cama. — Oi, você, por que não gosta que eu te chame de porco? Vem. Quero te dar um presente. Fiquei atônito, mas caminhei até ela. Ela me pegou pelas nádegas para me aproximar e abaixou minha calça. Não disse uma palavra, só tirou minha cock e começou a acariciá-la enquanto via como ela ficava cada vez mais dura. Eu olhava para ela, mas ela só olhava para minha cock. De repente, ela se abaixou para levá-la à boca. Não foi como o boquete que a Rita me deu, era mais como se estivesse beijando. Com a mão, ela subia e descia a pele que cobria minha cock e com a língua lambia minha glande. Era uma sensação muito estranha, muitas coisas passavam pela minha cabeça, como o que nos levou até aquilo e o quanto eu estava excitado. Queria segurar sua cabeça para que ela engasgasse com minha cock, mas sabia que seria um grande erro, pois sendo nossa primeira vez, ficaria mais estranho e talvez a assustasse. Deixei que ela seguisse seu ritmo. momento em que eu ofegava por quão gostoso estava começando a ficar. Ela continuou massageando meu pau da base até antes da glande e parou de lamber para colocá-lo na boca e chupar como se fosse um sorvete. Ela não dizia nada, só chupava e fechava os olhos enquanto fazia isso. Comecei a acariciar seu cabelo e juro que me segurei para não empurrar seu rosto contra meu pau. Arquei um pouco para pegar seus peitos, queria sentir sua pele e vê-los em todo o esplendor. Ela se levantou e os tirou para fora. Sua roupa parecia estourar ao se esticar quando libertou seus lindos seios. Eram redondos e muito quentes, com um mamilo rosado e não tão grande ou ereto. Há muita diferença entre quando já amamentaram e quando não, porque o mamilo fica pequeno. Comecei a massageá-los e ela gemeu ao mesmo tempo que ficou toda corada. Comecei a beijá-los com ternura, era sua primeira vez, eu pensava, e a experiência tinha que ser boa se eu quisesse que acontecesse de novo. Tentei baixar minha mão para acariciar sua buceta, mas ela não deixou. Entendi que não aconteceria naquele dia. Então ela preferiu sentar novamente e continuar chupando meu pau. A experiência estava sendo muito diferente da que tive com Rita, porque ela estava muito excitada e tinha muita experiência, mas a Paty fazia com muito amor e cuidado, é difícil explicar isso porque é uma experiência muito gostosa que sua melhor amiga de anos chega um dia na sua casa com a única missão de tirar seu leite. Ela continuou batendo uma enquanto me chupava como se fosse um sorvete, não me olhava, mas isso tornou a experiência mais suportável. Não trocamos nenhuma palavra, ela só aumentava o ritmo e apertava meu pau e chupava ao mesmo tempo que lambia, já que pouco a pouco ia perdendo a vergonha; em um momento, ela se aproximou mais e esfregou-o em seus peitos. Isso me deixou ainda mais excitado, já que sua pele era macia e quente. Ela puxava e esfregava minha glande em seu mamilo enquanto acariciava o outro com a mão e começava a gemer. Eu não queria gozar ainda, pois estava curtindo muito, só me limitava a morder meu lábio para não disse uma palavra e acariciava sua cabeça. De repente, ela quebrou o silêncio.
— Já está pronto? Quero que você encha meus peitos de sua porra.
Eu apenas balancei a cabeça confirmando e me deixei levar, foi maravilhoso esvaziar-me em seus lindos peitos enquanto ela com a mão apertava meu pau e fazia uns gemidos de prazer. Levei as mãos ao rosto porque senti minha cabeça explodir de tão gostoso que foi. Não pude dizer com certeza quanto tempo levamos. Ela se levantou sem me dizer nada e foi ao banheiro se limpar. Demorou um pouco e ao voltar só me olhou enquanto eu esperava sentado na cama. Na verdade, pensei que talvez teria mais ação naquele dia, mas ela só disse:
— Já vou indo, tenho que sair com meus pais e só me deram algumas horas. Te vejo segunda na escola. Me traz meu filme porque com certeza você vai querer terminar de ver pra continuar se batendo.
Ela virou as costas e eu fiquei ali tentando assimilar o que tinha acontecido. Não rolou mais nada entre ela e eu. Saímos da escola e nos vimos poucas vezes, e parei de saber dela até alguns dias atrás, quando ela me mandou uma mensagem no Messenger.
E aí, como tá? Talvez role de novo. Boas punhetas.
1 comentários - Minha amiga Paty