Enquanto dava de mamar pro meu bebê Felipe, senti a umidade entre minhas pernas e não consegui evitar de começar a me esfregar na buceta por cima da calcinha pós-parto que eu tava usando esses dias.
Por algum motivo, amamentar me deixava com tesão de um jeito que eu não podia contar pra ninguém sem me chamarem de doente. A única que sabia era minha psicóloga, que, graças a ela e a uma colega ginecologista dela, me tranquilizou dizendo que não sou a única que passa por isso, que é bem normal e que não tem nada de errado comigo.
Agradeci por isso.
Meu marido, Pedro, faz seis meses que não me come. Por algum motivo, ele tá com medo de me machucar, mesmo meu ginecologista tendo dito que tá tudo bem e que a gente podia transar sem problema nenhum. Mesmo assim, ele se recusava, e agora usa a desculpa de que, se a gente fizer, vai incomodar meu sogro, que tá passando uns dias aqui em casa.
Os pais do meu marido tinham brigado, então Pedro ofereceu pro meu sogro ficar uns dias com a gente, assim ele também me ajudava com o bebê enquanto meu marido trabalhava. Eu não odiava meu sogro, mas com a vontade de ser muito garchada que eu tava e agora meu esposo usando ele de desculpa pra não fazer, preferia que ele fosse pra outro lugar.
Até porque também não tava me ajudando muito com o bebê, digamos assim.
Meus peitos ficam duros quando eu visto a regata de novo sem nenhum sutiã por baixo. Felipe dormiu bem cheio, coisa que faz toda manhã depois do café dele. Percebo que, mesmo esvaziando os dois peitos, ainda sai leite dos mamilos, manchando minha regata branca. Fica bem visível, então vou ter que trocar de roupa.
Por causa da gravidez, meus peitos cresceram mais que o normal. Eu gosto deles, mas quando acontece isso de não poder usar nenhuma roupa sem sutiã porque mancha tudo, queria não tê-los.
Sem perceber, eu e meu sogro tínhamos batido de frente, então nossos corpos estavam um em cima do outro, e um dos Meus braços tinham ficado presos entre nossos corpos, minha mão bem em cima do... pau dele. E por deus, que pau! Senti ele tão duro e grosso que por um momento fiquei paralisada.
Também me paralisa o fato de uma das mãos do meu sogro estar sobre uma das minhas tetas, molhada e nua, já que eu tinha tirado a camiseta pra ir no banheiro tomar um banho rápido antes do meu bebê acordar.
Nenhum dos dois se mexeu ou tentou se afastar e parar com o que a gente tava fazendo. Na verdade, por alguma razão que eu não queria pensar, comecei a acariciar o pau duro do meu sogro por cima da calça de pijama dele. E ele começou a beliscar meu mamilo, apertando pra sair leite. Quando saiu uma boa quantidade, ele levou os dedos à boca e lambeu.
Só isso já foi o suficiente pra minha buceta voltar a jorrar sucos de tesão.
A gente nem pensou, só sei que de repente nossos corpos se unem e somos só mãos se acariciando e beijos barulhentos com muita língua, saliva e dentes batendo. A gente se beijava com urgência e vontade. Com muito tesão, dá pra ver que os dois queriam muito transar.
Eu tava morrendo de vontade, e não tava nem aí que fosse meu sogro.
— Meu deus, sogrão, você tá duríssimo. E tem o pau bem grosso. — falei entre beijos e mordidas enquanto agora acariciava o pau dele por dentro da calça.
— E você tem as tetas cheias de leite, norinha. Tão vazando.
— Sim, desde que seu neto nasceu eu tô assim. Preciso esvaziar pelo menos a cada duas horas. Tô com elas bem gordas.
— Amo. São perfeitas. Adoro umas tetas gordas boas e nunca tinha provado com leite.
A boca do meu sogro se fecha no meu biquinho rosa. Minhas tetas são gordas agora, mas meus mamilos continuam pequenininhos e rosados, e isso parece agradar ele.
Ele aperta e mordisca pra sair leite, e quando sai, ele mama como se fosse um bebê sendo amamentado. Suga tão forte e gostoso que minha buceta começa a arder de vontade de ser arrombada. Toda com uma boa cock igual a dele.
Segurando na cock dele, levo ele até o quarto onde ele está hospedado. Sento na beira da cama e coloco ele na minha frente, abaixando a calça dele. A cock dele é marrom, grossa e cheia de veias, com a cabeça roxa brilhando por causa do líquido pré-seminal que escorre na ponta.
Meu Deus, é melhor que a do filho dele.
Pego a cock dele e pego uma das minhas tetas, e apertando o mamilo começo a esguichar toda a cock grossa dele com meu leite. O leite é tanto que cai na cock dele, na barriga dele, na cama, no chão e em mim. Tamo fazendo uma bagunça, mas eu adoro.
— Uf, Sarita, que puta que você é. Nunca fizeram isso comigo. Que puta. Chupa agora, vai. Quero ver por que meu filho casou com você.
Pego a cock dele e levo até a boca. Primeiro brinco com a ponta, passando a língua pelo buraquinho e provando o suco salgado que escorre por ali. Tava há tanto tempo sem comer uma cock que não consigo me fazer de santa quando tenho uma tão gorda e gostosa pra minha boquinha.
Mando ela de uma vez na boca, provando meu leite e o salgado da pele dele. Amo o sabor, por isso chupo sem parar. Babo ela toda e mando até a garganta. Não ligo se sinto que tô ficando sem ar.
— Você tem uma boca de head master incrível, por isso meu filho te ama tanto.
— Seu filho é um idiota, sogrão.
— Por que, norinha?
— Desde que o Felipe nasceu, ele não quer me comer.
— Como você vai ter uma puta dessas em casa e não vai foder todo dia? Pelo amor de Deus, olha como você tá chupando minha cock. Se fosse minha mulher, te deixava de joelhos de noite até de manhã comendo minhas bolas. Vai, vai, faz isso. Chupa minhas bolas.
As bolas do meu sogro, pesadas, cheias e balançando, enfio as duas na boca, deixando elas todas babadas também. Ele revira os olhos e joga a cabeça pra trás enquanto me chama de puta e fala que o filho dele é um imbecil.
A puta que tem em mim se sente orgulhosa de estar chupando a cock do pai do meu marido. Marido que também podia ser meu pai.
Com o pau dele molhado da minha saliva, coloco ele entre meus peitos e os lambuzo com meu gozo também. Enquanto faço um Boobs fuck, chupo a cabeça do pau dele cada vez que ele bate no meu queixo.
— Quero que você goze na minha boca, sogrão. — olho nos olhos dele enquanto falo. — Você não faz ideia da vontade que eu tô de sentir o gozo quente de um pau bom na minha garganta. Quero engolir tudo.
— Siim, continua assim, que vou te dar. Vou encher sua boca de porra.
Volto a chupar ele e sinto o pau dele pulsando contra minha língua e as veias inchando. Quando ele goza, começa a grunhir enquanto inunda minha boca de gozo quentinho, que eu engulo como a maior puta de todas. Nem uma gota deixo cair.
Minha buceta treme de vontade e de inveja.
— Ai, sogrão, era exatamente o que eu precisava.
— E eu? Você não tem noção. Você é uma puta boa, hein. Um cuzão de chupar pau. Que sortudo é meu filho, mas pelo que você me conta, ele é meio burro.
— Ele é um idiota, já te falei. Você não sabe o tesão que eu tô sempre, passo o dia enfiando os dedos ou qualquer coisa que tiver perto. É terrível.
— Então, norinha, aproveita que eu tô aqui, e já que a gente começou isso, vamos curtir. Deita que vou te dar o que você precisa.
Quase comecei a chorar quando me deito na cama, abro as pernas e meu sogrão se ajoelha, passando a língua na minha buceta molhada como se fosse a melhor sobremesa que ele já provou na vida.
— Ah, meu Deus, sogrão, eu amo isso! — nem ligava se o Felipe acordasse ou se os vizinhos me ouvissem. Tavam comendo minha buceta do jeito que eu mais precisava e eu ia aproveitar.
Mordi os lábios pra me controlar, mas era impossível. Meu sogrão chupava meu clitóris como um expert, definitivamente melhor que o filho dele, que eu tive que ensinar onde era. Meu sogrão lambia como se fosse sorvete e sugava igual ao sugador que guardo na gaveta. E ainda enfiava três dedos de uma vez.
— Deus, vou gozar toda… sogrão, vou te Encher de suco… ah… que gostoso, meu Deus.
Não é meu primeiro squirt, mas foi o mais forte e o mais molhado, e a prova era a cama toda encharcada e a cara do meu sogro também.
— Ufa, você tem uma buceta linda. Que delícia, olha como você gozou, sua filha da puta. Me molhou todo, mas nunca provei algo tão doce.
— Você gostou?
— Adorei. Agora vou te foder toda.
— Deus, sim, sogro. Por favor, me come. Quero sentir o quanto seu pau é grosso dentro de mim, você não faz ideia da vontade que eu tenho. Quero ser sua puta.
Nem nos preocupamos em usar camisinha. Assim, sem mais, meu sogro enfia o pau até o fundo da minha buceta. E a investida é tão forte que um grito desgarrador escapa de mim. Essa é a palavra, desgarrador. Sinto ele me rasgando toda, mas da forma mais deliciosa.
— Cala a boca que você vai acordar o bebê.
— Não tô nem aí, pelo amor de Deus. Não tô nem aí! Continua, continua. Me rasga toda essa buceta. Você não sabe o quanto eu precisava disso. Deeeeus.
O pau dele me destrói. Sinto ele tão fundo que até dói, mas não deixo ele se afastar nem um segundo. Ele me enforca enquanto mete, não tem pena nenhuma, porque eu começo a chorar de prazer. Ele só continua me fodendo como uma puta e fica lembrando no meu ouvido. A puta da mulher do filho dele que também dá pro pai. E isso me excita ainda mais. Tanto que não demora muito pra eu ter outro orgasmo, e meu sogro me inunda toda essa buceta de porra.(E na manhã seguinte…)-Bom dia, sogrão. Quer café?
-Bom dia, sim, por favor… cadê meu filho?
-Foi cedo pra uma reunião… e o Felipe tá tirando um cochilo. Quer leite?
-Sempre quero leite com café, e você, quer leite?
Eu concordo. -Sempre é bom um pouco de leite.
Sem ele esperar, tiro a camiseta do pijama e fico de peitos de fora. Pego um, aperto o mamilo e deixo o leite cair na xícara de café dele.
-Mmm, adoro esse leite. Posso beber direto da fonte?
-Claro, é todo seu.
A boca dele se fechou no meu mamilo enquanto a mão dele brincava com a outra teta, fazendo ela jorrar também.
-Nossa, sogrão, o de ontem foi incrível. Fiquei o dia todo com a pussy molhada pensando no seu pau. E seu filho nem percebeu, mesmo quase nos vendo.
-Ele nunca vai perceber. Eu te foderia na frente dele e ele não notaria. Nem se ligou ontem como você tava escorrendo leite pelas pernas quando foi cumprimentá-lo, ou como sua boca cheirava a pau. -ele ri do próprio filho. -É como você diz, ele é um idiota.
-Então, vamos aproveitar antes que ele chegue ou o Felipe acorde. Quero que você meta o pau no meu cu. Faz tempo que não arrombam minha bunda.
-Ah, então, você é uma puta mesmo, hein? Já tá com o cu preparado?
-Sim, e não foi pelo seu filho. Ele nunca quis meter lá. Dizia que era anti-higiênico.
-Bom, pra mim não importa se é. Melhor ainda se você deixar tudo sujo, isso me excita mais.
-Uf, sogrinho, você é o homem perfeito.
Tirei a roupa, ficando completamente nua pra meu sogro me admirar. Ele beijou meu corpo todo e depois me colocou de quatro no chão da cozinha. Senti ele se despir e foi direto lamber meu cu.
Sem nenhum nojo, diferente do filho dele.
-Ah, sim, sogrão. Adoro isso. Mete a língua no meu cu… aaah, Deus, siiiim.
-Porra, você tá toda aberta, puta de merda. Você enfia coisas aqui?
-Sim, tudo que entrar.
-Você é tão puta, nora, eu te adoro.
Ele cuspiu no meu cu e cuspiu no pau dele, lubrificando a gente. Primeiro, ele enfiou um dedo, mas como entra com facilidade, ele tenta com outro e mais outro até que tenho três dedos enfiados na minha buceta. Adoro e enquanto me masturbo o clitóris.
—Vou arrebentar teu cu como você pediu, putinha, não grita.
—Sim, por favor.
Já desde que senti a ponta, sabia que ia doer, mas adorava do mesmo jeito. Aguentaria qualquer coisa pra ter meu cu comido do jeito que eu gosto.
—Uf, nora, como esse cu aperta minha pica. Não grita, putinha, ou o prédio inteiro vai saber que teu marido é corno.
—Sim, sim. Que saibam que ninguém come meu cu como o pai dele. Que saibam que ele é corno. Ah, Deus, me come assim, sim! Adoro como você arrebenta meu cu, como entra tudo.
—Sim, putinha, mas adoro. Como entra me deixa louco. Vou encher você de porra, assim como você me dá porra.
Sentir a porra quente do meu sogro inundando meu cu enquanto meu dedo esfregava meu clitóris com força foi o suficiente pra eu gozar gostoso. Não foi um squirt, mas me fez tremer e revirar os olhos.
Por algum motivo, amamentar me deixava com tesão de um jeito que eu não podia contar pra ninguém sem me chamarem de doente. A única que sabia era minha psicóloga, que, graças a ela e a uma colega ginecologista dela, me tranquilizou dizendo que não sou a única que passa por isso, que é bem normal e que não tem nada de errado comigo.
Agradeci por isso.
Meu marido, Pedro, faz seis meses que não me come. Por algum motivo, ele tá com medo de me machucar, mesmo meu ginecologista tendo dito que tá tudo bem e que a gente podia transar sem problema nenhum. Mesmo assim, ele se recusava, e agora usa a desculpa de que, se a gente fizer, vai incomodar meu sogro, que tá passando uns dias aqui em casa.
Os pais do meu marido tinham brigado, então Pedro ofereceu pro meu sogro ficar uns dias com a gente, assim ele também me ajudava com o bebê enquanto meu marido trabalhava. Eu não odiava meu sogro, mas com a vontade de ser muito garchada que eu tava e agora meu esposo usando ele de desculpa pra não fazer, preferia que ele fosse pra outro lugar.
Até porque também não tava me ajudando muito com o bebê, digamos assim.
Meus peitos ficam duros quando eu visto a regata de novo sem nenhum sutiã por baixo. Felipe dormiu bem cheio, coisa que faz toda manhã depois do café dele. Percebo que, mesmo esvaziando os dois peitos, ainda sai leite dos mamilos, manchando minha regata branca. Fica bem visível, então vou ter que trocar de roupa.
Por causa da gravidez, meus peitos cresceram mais que o normal. Eu gosto deles, mas quando acontece isso de não poder usar nenhuma roupa sem sutiã porque mancha tudo, queria não tê-los.
Sem perceber, eu e meu sogro tínhamos batido de frente, então nossos corpos estavam um em cima do outro, e um dos Meus braços tinham ficado presos entre nossos corpos, minha mão bem em cima do... pau dele. E por deus, que pau! Senti ele tão duro e grosso que por um momento fiquei paralisada.
Também me paralisa o fato de uma das mãos do meu sogro estar sobre uma das minhas tetas, molhada e nua, já que eu tinha tirado a camiseta pra ir no banheiro tomar um banho rápido antes do meu bebê acordar.
Nenhum dos dois se mexeu ou tentou se afastar e parar com o que a gente tava fazendo. Na verdade, por alguma razão que eu não queria pensar, comecei a acariciar o pau duro do meu sogro por cima da calça de pijama dele. E ele começou a beliscar meu mamilo, apertando pra sair leite. Quando saiu uma boa quantidade, ele levou os dedos à boca e lambeu.
Só isso já foi o suficiente pra minha buceta voltar a jorrar sucos de tesão.
A gente nem pensou, só sei que de repente nossos corpos se unem e somos só mãos se acariciando e beijos barulhentos com muita língua, saliva e dentes batendo. A gente se beijava com urgência e vontade. Com muito tesão, dá pra ver que os dois queriam muito transar.
Eu tava morrendo de vontade, e não tava nem aí que fosse meu sogro.
— Meu deus, sogrão, você tá duríssimo. E tem o pau bem grosso. — falei entre beijos e mordidas enquanto agora acariciava o pau dele por dentro da calça.
— E você tem as tetas cheias de leite, norinha. Tão vazando.
— Sim, desde que seu neto nasceu eu tô assim. Preciso esvaziar pelo menos a cada duas horas. Tô com elas bem gordas.
— Amo. São perfeitas. Adoro umas tetas gordas boas e nunca tinha provado com leite.
A boca do meu sogro se fecha no meu biquinho rosa. Minhas tetas são gordas agora, mas meus mamilos continuam pequenininhos e rosados, e isso parece agradar ele.
Ele aperta e mordisca pra sair leite, e quando sai, ele mama como se fosse um bebê sendo amamentado. Suga tão forte e gostoso que minha buceta começa a arder de vontade de ser arrombada. Toda com uma boa cock igual a dele.
Segurando na cock dele, levo ele até o quarto onde ele está hospedado. Sento na beira da cama e coloco ele na minha frente, abaixando a calça dele. A cock dele é marrom, grossa e cheia de veias, com a cabeça roxa brilhando por causa do líquido pré-seminal que escorre na ponta.
Meu Deus, é melhor que a do filho dele.
Pego a cock dele e pego uma das minhas tetas, e apertando o mamilo começo a esguichar toda a cock grossa dele com meu leite. O leite é tanto que cai na cock dele, na barriga dele, na cama, no chão e em mim. Tamo fazendo uma bagunça, mas eu adoro.
— Uf, Sarita, que puta que você é. Nunca fizeram isso comigo. Que puta. Chupa agora, vai. Quero ver por que meu filho casou com você.
Pego a cock dele e levo até a boca. Primeiro brinco com a ponta, passando a língua pelo buraquinho e provando o suco salgado que escorre por ali. Tava há tanto tempo sem comer uma cock que não consigo me fazer de santa quando tenho uma tão gorda e gostosa pra minha boquinha.
Mando ela de uma vez na boca, provando meu leite e o salgado da pele dele. Amo o sabor, por isso chupo sem parar. Babo ela toda e mando até a garganta. Não ligo se sinto que tô ficando sem ar.
— Você tem uma boca de head master incrível, por isso meu filho te ama tanto.
— Seu filho é um idiota, sogrão.
— Por que, norinha?
— Desde que o Felipe nasceu, ele não quer me comer.
— Como você vai ter uma puta dessas em casa e não vai foder todo dia? Pelo amor de Deus, olha como você tá chupando minha cock. Se fosse minha mulher, te deixava de joelhos de noite até de manhã comendo minhas bolas. Vai, vai, faz isso. Chupa minhas bolas.
As bolas do meu sogro, pesadas, cheias e balançando, enfio as duas na boca, deixando elas todas babadas também. Ele revira os olhos e joga a cabeça pra trás enquanto me chama de puta e fala que o filho dele é um imbecil.
A puta que tem em mim se sente orgulhosa de estar chupando a cock do pai do meu marido. Marido que também podia ser meu pai.
Com o pau dele molhado da minha saliva, coloco ele entre meus peitos e os lambuzo com meu gozo também. Enquanto faço um Boobs fuck, chupo a cabeça do pau dele cada vez que ele bate no meu queixo.
— Quero que você goze na minha boca, sogrão. — olho nos olhos dele enquanto falo. — Você não faz ideia da vontade que eu tô de sentir o gozo quente de um pau bom na minha garganta. Quero engolir tudo.
— Siim, continua assim, que vou te dar. Vou encher sua boca de porra.
Volto a chupar ele e sinto o pau dele pulsando contra minha língua e as veias inchando. Quando ele goza, começa a grunhir enquanto inunda minha boca de gozo quentinho, que eu engulo como a maior puta de todas. Nem uma gota deixo cair.
Minha buceta treme de vontade e de inveja.
— Ai, sogrão, era exatamente o que eu precisava.
— E eu? Você não tem noção. Você é uma puta boa, hein. Um cuzão de chupar pau. Que sortudo é meu filho, mas pelo que você me conta, ele é meio burro.
— Ele é um idiota, já te falei. Você não sabe o tesão que eu tô sempre, passo o dia enfiando os dedos ou qualquer coisa que tiver perto. É terrível.
— Então, norinha, aproveita que eu tô aqui, e já que a gente começou isso, vamos curtir. Deita que vou te dar o que você precisa.
Quase comecei a chorar quando me deito na cama, abro as pernas e meu sogrão se ajoelha, passando a língua na minha buceta molhada como se fosse a melhor sobremesa que ele já provou na vida.
— Ah, meu Deus, sogrão, eu amo isso! — nem ligava se o Felipe acordasse ou se os vizinhos me ouvissem. Tavam comendo minha buceta do jeito que eu mais precisava e eu ia aproveitar.
Mordi os lábios pra me controlar, mas era impossível. Meu sogrão chupava meu clitóris como um expert, definitivamente melhor que o filho dele, que eu tive que ensinar onde era. Meu sogrão lambia como se fosse sorvete e sugava igual ao sugador que guardo na gaveta. E ainda enfiava três dedos de uma vez.
— Deus, vou gozar toda… sogrão, vou te Encher de suco… ah… que gostoso, meu Deus.
Não é meu primeiro squirt, mas foi o mais forte e o mais molhado, e a prova era a cama toda encharcada e a cara do meu sogro também.
— Ufa, você tem uma buceta linda. Que delícia, olha como você gozou, sua filha da puta. Me molhou todo, mas nunca provei algo tão doce.
— Você gostou?
— Adorei. Agora vou te foder toda.
— Deus, sim, sogro. Por favor, me come. Quero sentir o quanto seu pau é grosso dentro de mim, você não faz ideia da vontade que eu tenho. Quero ser sua puta.
Nem nos preocupamos em usar camisinha. Assim, sem mais, meu sogro enfia o pau até o fundo da minha buceta. E a investida é tão forte que um grito desgarrador escapa de mim. Essa é a palavra, desgarrador. Sinto ele me rasgando toda, mas da forma mais deliciosa.
— Cala a boca que você vai acordar o bebê.
— Não tô nem aí, pelo amor de Deus. Não tô nem aí! Continua, continua. Me rasga toda essa buceta. Você não sabe o quanto eu precisava disso. Deeeeus.
O pau dele me destrói. Sinto ele tão fundo que até dói, mas não deixo ele se afastar nem um segundo. Ele me enforca enquanto mete, não tem pena nenhuma, porque eu começo a chorar de prazer. Ele só continua me fodendo como uma puta e fica lembrando no meu ouvido. A puta da mulher do filho dele que também dá pro pai. E isso me excita ainda mais. Tanto que não demora muito pra eu ter outro orgasmo, e meu sogro me inunda toda essa buceta de porra.(E na manhã seguinte…)-Bom dia, sogrão. Quer café?
-Bom dia, sim, por favor… cadê meu filho?
-Foi cedo pra uma reunião… e o Felipe tá tirando um cochilo. Quer leite?
-Sempre quero leite com café, e você, quer leite?
Eu concordo. -Sempre é bom um pouco de leite.
Sem ele esperar, tiro a camiseta do pijama e fico de peitos de fora. Pego um, aperto o mamilo e deixo o leite cair na xícara de café dele.
-Mmm, adoro esse leite. Posso beber direto da fonte?
-Claro, é todo seu.
A boca dele se fechou no meu mamilo enquanto a mão dele brincava com a outra teta, fazendo ela jorrar também.
-Nossa, sogrão, o de ontem foi incrível. Fiquei o dia todo com a pussy molhada pensando no seu pau. E seu filho nem percebeu, mesmo quase nos vendo.
-Ele nunca vai perceber. Eu te foderia na frente dele e ele não notaria. Nem se ligou ontem como você tava escorrendo leite pelas pernas quando foi cumprimentá-lo, ou como sua boca cheirava a pau. -ele ri do próprio filho. -É como você diz, ele é um idiota.
-Então, vamos aproveitar antes que ele chegue ou o Felipe acorde. Quero que você meta o pau no meu cu. Faz tempo que não arrombam minha bunda.
-Ah, então, você é uma puta mesmo, hein? Já tá com o cu preparado?
-Sim, e não foi pelo seu filho. Ele nunca quis meter lá. Dizia que era anti-higiênico.
-Bom, pra mim não importa se é. Melhor ainda se você deixar tudo sujo, isso me excita mais.
-Uf, sogrinho, você é o homem perfeito.
Tirei a roupa, ficando completamente nua pra meu sogro me admirar. Ele beijou meu corpo todo e depois me colocou de quatro no chão da cozinha. Senti ele se despir e foi direto lamber meu cu.
Sem nenhum nojo, diferente do filho dele.
-Ah, sim, sogrão. Adoro isso. Mete a língua no meu cu… aaah, Deus, siiiim.
-Porra, você tá toda aberta, puta de merda. Você enfia coisas aqui?
-Sim, tudo que entrar.
-Você é tão puta, nora, eu te adoro.
Ele cuspiu no meu cu e cuspiu no pau dele, lubrificando a gente. Primeiro, ele enfiou um dedo, mas como entra com facilidade, ele tenta com outro e mais outro até que tenho três dedos enfiados na minha buceta. Adoro e enquanto me masturbo o clitóris.
—Vou arrebentar teu cu como você pediu, putinha, não grita.
—Sim, por favor.
Já desde que senti a ponta, sabia que ia doer, mas adorava do mesmo jeito. Aguentaria qualquer coisa pra ter meu cu comido do jeito que eu gosto.
—Uf, nora, como esse cu aperta minha pica. Não grita, putinha, ou o prédio inteiro vai saber que teu marido é corno.
—Sim, sim. Que saibam que ninguém come meu cu como o pai dele. Que saibam que ele é corno. Ah, Deus, me come assim, sim! Adoro como você arrebenta meu cu, como entra tudo.
—Sim, putinha, mas adoro. Como entra me deixa louco. Vou encher você de porra, assim como você me dá porra.
Sentir a porra quente do meu sogro inundando meu cu enquanto meu dedo esfregava meu clitóris com força foi o suficiente pra eu gozar gostoso. Não foi um squirt, mas me fez tremer e revirar os olhos.
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