
Terminada a linda cerimônia que selou meu destino pra sempre, eu andava de quatro com meu "vestido de noiva", a coleira de puta no pescoço e minha buceta cheia de porra presa pelo plug, enquanto meu amo levava a guia triunfante na mão. No meio de aplausos e gritos, fomos pra outro salão, onde ele tirou a guia da coleira e me deixou ficar de pé. No meio do salão, começou a tocar música e, no meio de todo mundo, a gente começou a dançar. Começou como uma dança romântica, mas rapidinho ficou mais erótica e, no final, pornográfica. O amo aproveitava a dança pra esfregar o volume dele na minha bunda, me virava, beijava meus peitinhos, levantava meu vestido e apalpava minha bunda, me derrubava e esfregava o volume dele na minha cara. Ele me apalpava toda, e a excitação tava me dominando de novo. Depois da dança humilhante, era hora de tirar umas fotos. Nas primeiras, eu tinha que me inclinar pra frente, e meu amo apoiava o pau dele na minha bunda; nas seguintes, eu tinha que ficar de quatro no chão, e ele simulava uma penetração; depois, eu posava de joelhos com meu rosto colado na virilha dele; e, finalmente, ele tirou o pau pra fora e tiraram fotos minhas beijando o membro dele. Não aguentei muito e meti uma boa parte do pau dele na minha boca. Todo mundo vibrou, e muitas fotos foram tiradas. Aí o amo disse que já era o suficiente, pra eu me preparar pra comida. Foi assim que ele sentou numa cadeira na frente de uma mesa com vários pratos, e eu fui pra um quartinho me trocar. No quartinho, várias sissies me ajudaram, tiraram minha roupa, removeram o plug anal e tomaram a porra do meu amo direto da minha bunda. Isso me excitou pra caralho, meu clitóris doía preso na gaiolinha rosa e já tava escorrendo um pouco. Eu fervia de tesão. Depois de nua e limpa, as outras sissies, que já estavam todas prontas, me vestiram igual a elas: calcinha fio dental branca, micro saia preta com aventalzinho branco que deixava boa parte da bunda de fora e, na frente, mostrava boa parte da fio dental.

Uma camisa preta com branco ridiculamente curta que deixava nossas tetinhas expostas. Meias brancas altas e sapatinhos pretos. Éramos umas putinhas empregadas pornográficas. As outras sissies usavam toucas de empregada, mas me deixavam usar o véu de noiva pra me diferenciar das outras. Depois fomos pra cozinha pegar as bandejas e servir nossos amos. Foi difícil chegar na mesa que era minha com tanta gente passando a mão na minha bunda enquanto eu passava. Quando cheguei na mesa do meu amo, servi as bebidas pra todos os cavalheiros da mesa. Meu amo me sentou momentaneamente no colo dele e lambeu meus mamilos. "Gosto que estejam durinhos, espero que você os mantenha assim a festa inteira, quero que você esteja com vontade de rola e bem disposta." Ele disse. "Sim, amo" eu gemi abraçada no pescoço dele. "Boa garota, continua" ele respondeu me dando um tapa na bunda quando me levantei. Eu tava descarregando a bandeja de copos vazios quando sinto um dedo cutucando meu buraquinho. Me arrepiei, mas deixei eles brincarem comigo um pouco, aquela sensação dentro de mim ficava muito gostosa, primeiro mordi meu lábio inferior, depois comecei a gemer e quando percebi tava mexendo minha cintura pra trás e pra frente enquanto massageava meus mamilos, bem antes de me dar um orgasmo, a intrusão parou. Depois de respirar fundo, continuei com meu trabalho.

Meu dono mandou me chamar, eu me aproximei rapidinho. "Vejo que você me obedece em ficar excitada", ele disse enquanto via minha calcinha fio dental já molhada, que aparecia demais porque a saia não me cobria. Ao ver o quanto estava suja, fiquei com uma vergonha danada e minha cara ficou vermelha. "Adoro te ver assim, mas hoje tô de bom humor e vou deixar você se esconder debaixo da mesa", ele falou e me fez ajoelhar embaixo da mesa. Todos os colegas do meu dono tinham tirado os paus pra fora e eu sabia o que tinha que fazer. Foi aí que comecei com um aleatório, comecei a lamber o pau dele enquanto masturbava outros dois. Quando vi que tava duro, meti na boca sem precisar usar as mãos e chupei que nem uma puta safada. Minha calcinha nessa altura já era pura umidade. Eu alternava entre um pinto e outro, chupava com vontade ou deixava eles dentro da minha boca e brincava com a língua explorando aqueles mastros maravilhosos. Conforme eles gozavam, eu ia engolindo o precioso leite deles pra não desperdiçar nada. Depois saí triunfante de debaixo da mesa e já não ligava mais que desse pra ver que eu era uma puta no cio. Muitos me aplaudiram e outros se aproximaram pra eu atender também. Meu clitóris doía na sua gaiola e meu corpo era puro fogo. Meu dono finalmente disse: "é hora dos convidados expressarem seus bons desejos pra sua nova vida". Nesse momento, dois caras arrancaram minha saia e camisa à força e todo mundo escrevia coisas no meu corpo. Legendas tipo "puta", "depósito de sêmen", "engole porra", "beta", "lixo", "propriedade do Roman" e várias mensagens degradantes e humilhantes. Depois, vários donos apontaram seus paus pra mim e mijaram no meu corpo, me molhando toda. Depois disso, as sissies que não tinham gaiola de castidade se aproximaram e se satisfizeram me usando. Metendo no meu cu e na minha boca ao mesmo tempo. Mas gozando no chão, não nos meus buracos. Eu já tava toda acabada. Depois que isso terminou, me deixaram comer num prato de cachorro uma mistura de ração. e sêmen. Comi como a putinha que sou, sem usar as mãos. Depois que terminei, me coloquei na entrada pra servir de tapete humano pra todos os amos saírem. Meu amo avisou que iam levá-lo pra casa de carro porque ele não tava em condições de dirigir, mas, pelo meu estado nojento e deplorável, não dava pra entrar num carro sem sujar tudo. Tive que ir andando, não era tão longe, mas tava preocupada se alguém me veria. Ainda não tinha amanhecido. Então saí andando só de meias e sapatos, quase completamente nua, com meu clitóris pequeno preso na gaiolinha rosa de castidade e uma coleira rosa de cachorra no pescoço. Ainda por cima, fedendo a sêmen e urina. Era um espetáculo nojento. Continua... Espero que tenham gostado e me desculpem se não tiver a mesma qualidade do relato anterior. Foi difícil sentar pra escrever essa segunda parte, mas não queria deixar vocês na vontade. Espero que tenham gostado, beijinhos onde vocês mais gostam.
0 comentários - Nova vida sissy II: A festa (s/T)