Lucia se olhou no espelho do banheiro do hotel com uma mistura de resignação e nervosismo. A camisa branca justa que usava como parte do uniforme marcava seus peitos tensos, e a saia preta não conseguia disfarçar o leve tremor de suas pernas. Lá fora, o corredor cheirava a desinfetante barato e suor seco. Era quarta-feira, o dia da limpeza profunda… e de pagar mais uma parte da dívida. Ela trabalhava no Hotel Imperial havia oito meses, desde que seu ex a deixou com uma filha e o aluguel atrasado. O dono, Seu Gregório, era um homem obeso, suarento, com mãos úmidas e olhos de réptil, que a olhava desde o primeiro dia como se já a tivesse despido. —Não precisa ir embora —ele disse há dois meses, quando chegou a notificação de despejo—. Podemos chegar a um acordo. Ela sabia o que aquilo significava. Soube desde antes de ele fechar a porta do escritório, baixar as persianas e desabotoar o cinto sem qualquer pudor. Desde então, toda semana, ela subia para o quarto 307. Não por prazer, mas por sobrevivência. Mas em algum canto do seu corpo, escondido entre a vergonha e o nojo, também havia um formigamento que ela não conseguia ignorar. Ela bateu duas vezes. Ele abriu de roupão, com um sorriso lascivo. O ar cheirava a perfume barato e desejo rançoso. —Entra, gostosa. Hoje você demorou. Lucia não disse nada. Entrou. Deixou o carrinho de limpeza junto à parede e tirou lentamente a camisa, sabendo que seus peitos grandes e mamilos duros chamavam a atenção daquele porco que já estava se tocando sob o roupão. —É assim que me recebe? Que delícia você está hoje… Ela se aproximou, ajoelhou-se como ele queria. Abriu o roupão dele, acariciou a barriga redonda, olhou-o nos olhos com raiva disfarçada de submissão. Ele gemeu quando ela o beijou. Ele tinha um pau grosso, úmido, daqueles que não parecem merecer o prazer que dão. Mas Lucia sabia mexer a língua. Sabia chupar e engolir paus. Era seu bilhete para mais um mês sem ameaças. Depois, ele levantou sua saia, Ele puxou a calcinha fio-dental para baixo e a pegou por trás sobre a cama sem fazer perguntas, apertando suas nádegas com força enquanto seu pênis duro e babado entrava em sua buceta. O peso dele a afundava no colchão, e cada investida era um grito mudo em sua garganta. Mas algo dentro dela, entre o nojo e a resistência, começou a esquentar. Era resignação, era poder? Ou era simplesmente seu corpo a traindo? Don Gregório acabou como um animal satisfeito. Deitou-se ao lado, suando, ofegante.
—Você é uma joiazinha, Lúcia. Se se comportar assim, talvez eu quite sua dívida completa…
Ela se levantou devagar, pegou sua calcinha do chão. Vestiu-se em silêncio, mas ao sair, parou na porta, olhou para ele com uma mistura de ódio e desejo, e disse:
—Da próxima vez, quero que me lamba primeiro. Não sou sua escrava.
E bateu a porta com força, deixando o velho na cama de boca aberta e o pênis mole.
Na semana seguinte, Lúcia não esperou a ligação. Às onze em ponto, subiu pelo elevador até o terceiro andar. Não estava usando calcinha. Sentia a umidade entre as pernas como um lembrete sujo do que faria… e também do que tinha começado a gostar.
Bateu na porta do 307. Desta vez, entrou sem pedir permissão.
Don Gregório estava deitado na cama, com o roupão entreaberto, o peito peludo coberto de suor. Sentou-se devagar, seus olhos fixos nela como se visse um banquete.
—Você de novo? Pensei que estivesse brava…
—Estou. E desta vez quero fazer do meu jeito.
Aproximou-se com passos felinos, e quando ele foi tocá-la, o impediu. Empurrou-o com força para a cama, deixando o velho deitado, desajeitado, mas completamente fascinado.
Lúcia se despiu e subiu na cama. Sentou-se em seu rosto, sem dar-lhe tempo para protestar.
—Você disse que sou uma joiazinha —sussurrou—. Então me come como se eu fosse seu tesouro.
Don Gregório gemeu surpreso, mas obedeceu. Sua língua, desajeitada no início, tornou-se voraz ao sentir o gosto quente da buceta. A buceta dela. Lucía gemía, se movia devagar sobre sua boca, a usava. Cada lambida era um chicote de prazer que lhe abria a garganta.
—Assim… mais… —ela ofegava, apertando o rosto dele contra sua vagina —. Faz direito ou eu não vou gozar.
O velho chupava com desespero, as mãos trêmulas agarradas às suas nádegas. Lucía sentiu o orgasmo subir pela coluna como uma maré fervendo. Gritou sem pudor, gozou tremendo sobre sua boca, enquanto ele engolia como um cachorro faminto.
Mas não tinha terminado.
Ela se virou, tirou o roupão dele, e o montou com fúria. Enfiou todo o pau dele de uma vez, use a palavra: buceta molhada, aberta, ardente. Se movia como uma fera, cavalgando-o com uma mistura de raiva, prazer e poder. Seus peitos saltavam, suas unhas arranhavam seu peito.
—Gosta dessa puta endividada, hein? —ela gritou —. Então me olha bem, porque é a última vez que vai me ter de graça.
Ele tentou falar, mas não conseguiu. Ofegava, se sacudia sob ela como uma gelatina suada.
Lucía gozou de novo, mais forte. E isso bastou. Don Gregorio ejaculou, como um animal derrotado, tremendo todo o corpo, com lágrimas nos olhos.
Ela desceu devagar, se vestiu com calma, sem dizer nada. Caminhou até a porta.
—Lucía…! —ele balbuciou, quase suplicando —. Porra… Nunca… ninguém me fez sentir isso.
—Então lembra disso.
—Te cancelo a dívida. Toda. E a partir de hoje… você ganha o dobro. O triplo se voltar na sexta.
Ela sorriu, apenas.
—Me dá uma suíte. E um cartão chave. Se vou continuar usando esse hotel… prefiro escolher eu com quem me deito.
E saiu, deixando o velho ofegando entre lençóis suados, com o pau mole… e um sorriso de idiota extasiado no rosto.
—Você é uma joiazinha, Lúcia. Se se comportar assim, talvez eu quite sua dívida completa…
Ela se levantou devagar, pegou sua calcinha do chão. Vestiu-se em silêncio, mas ao sair, parou na porta, olhou para ele com uma mistura de ódio e desejo, e disse:
—Da próxima vez, quero que me lamba primeiro. Não sou sua escrava.
E bateu a porta com força, deixando o velho na cama de boca aberta e o pênis mole.
Na semana seguinte, Lúcia não esperou a ligação. Às onze em ponto, subiu pelo elevador até o terceiro andar. Não estava usando calcinha. Sentia a umidade entre as pernas como um lembrete sujo do que faria… e também do que tinha começado a gostar.
Bateu na porta do 307. Desta vez, entrou sem pedir permissão.
Don Gregório estava deitado na cama, com o roupão entreaberto, o peito peludo coberto de suor. Sentou-se devagar, seus olhos fixos nela como se visse um banquete.
—Você de novo? Pensei que estivesse brava…
—Estou. E desta vez quero fazer do meu jeito.
Aproximou-se com passos felinos, e quando ele foi tocá-la, o impediu. Empurrou-o com força para a cama, deixando o velho deitado, desajeitado, mas completamente fascinado.
Lúcia se despiu e subiu na cama. Sentou-se em seu rosto, sem dar-lhe tempo para protestar.
—Você disse que sou uma joiazinha —sussurrou—. Então me come como se eu fosse seu tesouro.
Don Gregório gemeu surpreso, mas obedeceu. Sua língua, desajeitada no início, tornou-se voraz ao sentir o gosto quente da buceta. A buceta dela. Lucía gemía, se movia devagar sobre sua boca, a usava. Cada lambida era um chicote de prazer que lhe abria a garganta.
—Assim… mais… —ela ofegava, apertando o rosto dele contra sua vagina —. Faz direito ou eu não vou gozar.
O velho chupava com desespero, as mãos trêmulas agarradas às suas nádegas. Lucía sentiu o orgasmo subir pela coluna como uma maré fervendo. Gritou sem pudor, gozou tremendo sobre sua boca, enquanto ele engolia como um cachorro faminto.
Mas não tinha terminado.
Ela se virou, tirou o roupão dele, e o montou com fúria. Enfiou todo o pau dele de uma vez, use a palavra: buceta molhada, aberta, ardente. Se movia como uma fera, cavalgando-o com uma mistura de raiva, prazer e poder. Seus peitos saltavam, suas unhas arranhavam seu peito.
—Gosta dessa puta endividada, hein? —ela gritou —. Então me olha bem, porque é a última vez que vai me ter de graça.
Ele tentou falar, mas não conseguiu. Ofegava, se sacudia sob ela como uma gelatina suada.
Lucía gozou de novo, mais forte. E isso bastou. Don Gregorio ejaculou, como um animal derrotado, tremendo todo o corpo, com lágrimas nos olhos.
Ela desceu devagar, se vestiu com calma, sem dizer nada. Caminhou até a porta.
—Lucía…! —ele balbuciou, quase suplicando —. Porra… Nunca… ninguém me fez sentir isso.
—Então lembra disso.
—Te cancelo a dívida. Toda. E a partir de hoje… você ganha o dobro. O triplo se voltar na sexta.
Ela sorriu, apenas.
—Me dá uma suíte. E um cartão chave. Se vou continuar usando esse hotel… prefiro escolher eu com quem me deito.
E saiu, deixando o velho ofegando entre lençóis suados, com o pau mole… e um sorriso de idiota extasiado no rosto.
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