Às vezes me parecia estranho meu tio virar bem disfarçado pra olhar minhas pernas, minha saia era curta, mas eu tava de short por baixo, então não me preocupava nem um pouco porque não dava pra ver minha calcinha. [[[Foi difícil pra mim decidir escrever essa história pro público, espero conselhos e críticas construtivas]]] —Que look bonito pra malhar. —Sim, mas além de bonito, é confortável pras posições de yoga. —Yoga é tipo fazer posição de exorcista?? —Hahaha não tio!!! Para de ser palhaço!! —E você não tem vergonha de mostrar a calcinha com essa saia tão curta? —Não dá pra ver minha calcinha porque essa saia tem um short costurado nela. Então só aparece o short. —Ah tá, achei que tava mostrando a calcinha! —Assim que eu juntar uma grana, vou comprar mais roupa de academia, tal uns leggings pra cobrir tudo. —E não te incomoda o povo ficar te olhando na rua com essa saia curta mostrando a calcinha?? —Ah tio!! De novo com isso! Não dá pra ver minha calcinha porque eu tô de short, e mesmo que me incomode os olhares, essa roupa é a única que tenho pra fazer yoga. —Bom, não te cai mal, pelo contrário, te cai muito muito bem, por isso achei que te incomodava os homens ficarem te encarando na rua. —Tio, o senhor já tá exagerando, quem vai reparar em mim —Qualquer homem que goste de mulher gostosa. Me senti lisonjeada ao saber que o Tio Adrián, além de ser meu tio, também é homem e ele acha que sou gostosa, na escola tem uns colegas que ficam me olhando, mas não me interessam, são muito bobos e também já me falaram que sou bonita, mas não me sinto lisonjeada. —Bom tio, já tenho que ir, já são 5 e minhas aulas de yoga vão começar. —Tem razão, já são 5, como o tempo passou rápido. Que nem mágico e de um jeito engraçado, ele mostrou uma nota e perguntou se eu queria, enquanto piscava um olho. Uau! Meu tio sempre fazendo esse truque, desde sempre ele faz isso pra me dar dinheiro. Quero muito!! —Você quer? Já sabe o que fazer. Eu, meio sem graça, me aproximei dele e dei um beijo em cada bochecha, como sempre fiz desde que me lembro. —Tchau, tio, obrigada por me trazer e pelo meu dinheiro. Você me deixou muito feliz. —É um prazer, compra o que quiser e amanhã se prepara porque vou te levar pra comprar roupa, como é possível que minha sobrinha favorita só tenha uma troca de roupa pra malhar?? —É sério, tio?? Meus olhinhos se encheram de alegria. —Mas amanhã não, tio, lembra? Só tenho aula de yoga segunda, quarta e sexta. —Então quarta-feira, tá bom pra você? Desci do carro dele e fui embora super feliz, não lembro direito, mas tenho certeza de que tava dançando de tanta alegria kkkk Na quarta-feira, meia hora antes das 5, meu tio já tava me esperando no ponto de ônibus onde eu pegava o transporte pro centro da cidade pra fazer yoga, e como se a gente tivesse algo pendente, ele já me perguntou pra onde eu queria ir comprar a roupa, eu também tava doida pra falar sobre isso!! —Não sei, tio, não conheço muitas lojas, o senhor me leva onde achar melhor. Eu tava meio insegura, não sabia como reagir ou o que sentir com meu tio me levando pra comprar roupa, quem sempre vai comigo é minha mãe. Meu tio dirigiu até o centro. Chegamos na pracinha comercial e quando a gente ia descer, vi que uma vizinha e os filhos dela estavam nos canteiros e eu, no automático, tentei me esconder no carro, me encolhi toda —O que foi? De quem você tá se escondendo? —De ninguém, tio, de ninguém, melhor a gente vazar, tio, a gente volta outro dia. —Ok... No caminho de volta pras aulas de yoga, expliquei sobre a vizinha e falei que não achava que fosse uma boa ideia, porque a vizinha é muito fofoqueira e tagarela —Mas o que tem de errado em te verem comigo? Além do mais, sou seu tio. —Sim, tio, mas o senhor faz anos que não vinha na cidade, a vizinha não sabe que o senhor é meu tio e vai começar a inventar um monte de coisa. —Tem razão, bom, então não vou Não esquenta, não quero causar problema. Foda-se o dinheiro, vai você sozinha comprar as coisas do seu jeito. — Tio!!! Você é demais!! Tem solução pra tudo. Naquele dia cheguei um pouco atrasada na aula de yoga, mas não liguei, valeu a pena. No dia seguinte, pra não ir sozinha na praça, pedi pra minha amiga Karina me acompanhar e comprei uma legging branca, uma saia vermelha meio curta tipo de cheerleader, e também peguei uma lycra e um short... Uau, roupa suficiente pras minhas aulas de yoga. Já tava ansiosa pra mostrar as roupas pro meu tio. Naquele dia, feliz e contente, tava no ponto de ônibus com minha saia de cheerleader vermelha e uma blusa cinza justa sem manga, minhas meias brancas e tênis cinza. Meu tio chegou logo e eu corri pro carro dele pra entrar. Na hora ele começou a falar como a roupa ficava bem em mim e que eu tava muito gostosa e essas coisas, mas de novo veio com aquele papo de que dava pra ver minha calcinha. — Essa saia é mais curta que a outra, tenho certeza que se levantar um pouquinho mais aparece sua calcinha. Não imagino como você consegue sentar no transporte público mostrando a calcinha. — Tio! Já vai começar? Olha, olha o que comprei: uma legging, uma lycra, um short e essa saia que estreiei hoje. Gostou? — Claro! Qualquer coisa que você veste fica linda. E cadê o short? Sem pensar, levantei minha saia e falei: é este... Meu tio ficou sério olhando pro meu short. — Não gostou? — Hum... sim, claro, é bonito, mas tá muito grande, não acha? Acho que o short é maior que a saia, hehe. — Acho que você tem razão... a lycra! A lycra é bem mais fina e curta. Cê acha que fica melhor com essa saia? Com a lycra, também não vou ficar mostrando a calcinha igual você fala. — É, talvez a lycra fique melhor em você. — Então vou vestir e você me diz como fica, o que acha? — Sim... tá bom. — Vou passar pros bancos de trás pra me trocar, mas não vai olhar, ok? Nessa hora já tínhamos chegado na... unidade esportiva perto das quadras de basquete onde não tinha ninguém por perto. Fui pra trás, levantei a saia até a cintura, tirei os tênis e, antes de descer o short, virei pra olhar meu tio. E sim, ele tava cumprindo a palavra, não tava olhando pra mim. Tirei o short e fiquei só de calcinha, peguei a lycra e vesti rapidinho. A lycra era mais justa mesmo, mas acho que até demais, porque grudava tanto que dava pra ver o volume da minha bucetinha. Abri as pernas e com a mão tentei puxar o tecido da lycra pelos lados pra esticar na região da minha xereca e assim não aparecer o volume. Parece que ajudou um pouco. Levantei a vista enquanto arrumava a saia, olhei pra frente e no espelho retrovisor vi o olhar do meu tio. Instintivamente, fechei as pernas e abaixei a saia pra cobrir o máximo que pude. Virei pra todos os lados pra garantir que não tinha ninguém perto e agi normal pra ele não saber que eu já tinha descoberto. — Já, tio, já pode virar, já troquei a lycra. Ele virou o rosto e ficou me olhando de cima a baixo, parando o olhar no meio de mim. Eu peguei minha saia e comecei a levantar devagar, olhando pra ele, e ele não tirava os olhos das minhas pernas e da minha lycra. Assim, com a saia totalmente levantada, fiz uma travessura que não devia. — O que acha, tio? Fica melhor assim a roupa que o senhor me comprou? Fica melhor o short ou a lycra? — Acho que a lycra, fica melhor em você. Sem tirar os olhos do rosto dele, abri minhas perninhas. Ele deu um pulo e arregalou os olhos como se tivesse visto um fantasma, hahaha, me deu risada ver a reação dele. Mas uns segundos depois me arrependi e fechei as pernas, porque lembrei que com aquela lycra tão justa dava pra ver o volume da minha buceta. Que vergonha! Meu tio vai pensar que tenho uma buceta gorda e feia, e o pior é que o tecido é muito fino. Eu só ria que nem uma bobinha, e falei que já tinha que ir. — Não vai, não, não vê que quando você fizer seus exercícios de yoga vai aparecer tudo? essa... —Senti minhas bochechas quentes, quentes pra caralho e não sabia onde enfiar a cara, tava com tanta vergonha que meu tio percebeu que minha buceta parecia gorda. Porra, isso é o que dá ser levada, eu mesma me ferrei. Eu ainda tava muito nervosa e com vontade de chorar. —É, tio, você tem razão, por favor se vira, vou colocar o short de novo, não quero que na aula pensem que eu tenho uma coisa gorda e feia. —Hahaha, não, como assim, me desculpa, não tô me explicando direito, o que quero dizer é que a lycra parece inchada, hum... em certas partes porque por baixo tem algo que faz ela ficar assim... quer dizer, provavelmente sua calcinha faz a lycra parecer inchada, entendeu? —É, tio, acho que sim. —Não fica assim, eu nunca faria ou diria algo pra te machucar. Por favor, me perdoa. Olha, se você se sente confortável com o short, então usa o short, no fim das contas o que os outros falam ou pensam não importa, você é gostosa de qualquer jeito que se vista. Se quiser, coloca duas calcinhas, duas lycras, dois shorts, uma calça e uma saia por cima, se assim você se sentir confortável, ninguém tem que falar nada. —Hahaha, para, tio, como é que vou usar tudo isso, não sou um espantalho. Meu tio facilmente me fez ficar feliz de novo, ele era tão doce e sabia me animar. —Tio, já tá tarde pra minha aula, melhor eu ir, e no banheiro colocar o short de novo. —Tá bom, só tenta não usar calcinha de vó quando vestir a lycra, hahaha. —O quêêêê???? Calcinha de vó??? Eu não uso calcinha de vó!!! Uso de menina boazinha, bem, as que minha mãe compra, essas, mas não são de vó. —Calma, calma, se não fossem de vó você não ficaria assim... —Não são de vó, disso tenho certeza. —Hum, eu tenho certeza que são de vó. —Eu nãooooo. —Aposto que são de vó? —Fechou, sim!! Uma aposta, o que você quer apostar? Dinheiro não, porque não tenho. hahahaha tenho — Ok... Olha, se você estiver usando calcinha de vovó, eu ganho; se não for de vovó, você ganha... Se você ganhar, escolhe uma nota, qualquer uma que quiser da minha carteira, mas se perder, tira essa calcinha de vovó e joga pela janela. — Perfeito, sim!!! Aceito, não importa o que eu aposte, porque tenho certeza que vou ganhar. — Fechado então! Ficamos nos olhando em silêncio; na minha cabeça, eu pensava em como ia provar que minha calcinha não era de vovó. — Você vai perder, tio, porque por baixo da lycra está minha calcinha. Já ganhei a aposta!! — E como você vai me provar o que está dizendo? — Tio!!! Você não vai querer que eu mostre a calcinha... quer? Não acredita na minha palavra? — Então como a gente faz?? — Mmmm, tá bom, acho que não tem outro jeito de provar. Droga!! Para ganhar a aposta, tenho que mostrar minha calcinha. No campo esportivo, bem onde a gente estava estacionado, não tinha ninguém perto. Eu ainda estava na parte de trás do carro, e meu tio Adrián estava no banco do motorista, mas dessa vez ele estava virado para me olhar. Eu precisava ganhar essa aposta de qualquer jeito. Levantei a saia até a cintura, virei um pouco o quadril para a esquerda e abaixei a lycra para mostrar a lateral da minha calcinha amarela clara. Ele disse que não dava para ver direito, que não era o suficiente para eu ganhar a aposta. Me senti meio estranha ali no carro do meu tio, tentando mostrar a calcinha... Já estava com um pouco de vergonha, e ainda por cima minha calcinha tinha uns desenhos de borboletas. Fiquei envergonhada porque agora meu tio ia pensar que minha calcinha não era de vovó, mas sim de uma menina puberta imatura. Fiquei ansiosa para ele ver aqueles desenhinhos, mas a verdade é que eu não tinha muitas calcinhas, e todas eram compradas pela minha mãe. — Viu, tio?!!! Essa calcinha não é de vovó!!! Já ganhei, paga a aposta. — Não tão rápido, vovozinha. Essa parte da calcinha poderia muito bem ser de uma avó ou de um homem. Isso não esclarece nada. Ele puxou A carteira dele era bem gorda e ele abriu, tinha um monte de notas de todo valor, mas na beirada tinha umas que me chamaram a atenção, com uma daquelas dava pra comprar mais roupa. Eu tinha que ganhar aquela aposta, mesmo que tivesse que mostrar as borboletas da minha calcinha. Mas pra mostrar minha calcinha, eu precisava tirar a legging, então com as duas mãos puxei ela um pouco pra frente, virei pra olhar ele e ele só balançou a cabeça de um lado pro outro, desaprovando a ação... aí peguei a legging, levantei a bunda e puxei ela até a metade das pernas, virei pra olhar ele de novo e ele, sem tirar o olho da minha calcinha, balançou a cara de novo de um lado pro outro, eu fiquei surpresa e baixei o olhar porque a saia tinha descido e não deixava ver minha calcinha. Eu, desesperada com a situação, peguei a saia pelos lados e puxei ela junto com a legging e, pra não ter mais problema, peguei as duas peças e puxei elas completamente até os tornozelos. E lá estava eu, sentada no banco de trás do carro do meu tio Adriano, sem tênis, com a saia e a legging abaixadas até os tornozelos, mostrando minha calcinha amarela com figuras de borboletas. Hahaha meu tio ficou mudo e besta. Parecia que tinha congelado. Sem pensar muito, comecei a abrir minhas pernas devagar, igual tinha feito antes com a legging vestida, fiquei completamente de pernas abertas mostrando minha calcinha de borboletas. No fim das contas, acho que ele já tinha visto aquilo pelo retrovisor, era muito engraçado como meu tio ficava paralisado. Nisso, notei que ele passou a língua devagar pelos lábios, senti uma coisa estranha no meu corpo, uns tremeliques elétricos nas costas... a pele ficou toda arrepiada.
—Sobrinha, você tá com uma cara tão gostosa e toda fofinha. —Tio, não me fala essas coisas que me dá muita vergonha. —É que sério, você tá tão apetitosa, aposto que é cor-de-rosinha... —Tiooo, para de falar essas coisas que me envergonha. O que ele tava dizendo??? Eu fiquei pálida na hora, tava entre nervosa e estranha, minha calcinha não era de boa qualidade, era fina, tenho certeza que não tava transparentando nada, mas era muito fina, e era tamanho normal, cobria minha bucetinha inteira, então por quê? Por que ele disse que eu tava gostosa??? Senti uns tremeliques elétricos de novo, mas agora ali na minha entreperna, sentia um calorzinho também... minha respiração ficou um pouco mais rápida. Me senti insegura, nervosa e safada ao mesmo tempo, do jeito que deu peguei minha saia e vesti. A pasta do meu tio tava no meio de nós dois, abri e sem olhar peguei uma nota, apertei forte na minha mão e com a outra peguei minha legging, desci do carro e saí correndo pro banheiro do prédio. —Tchau, tio. Meu tio nem mexeu os lábios nem falou nada. Cheguei no banheiro e coloquei a legging como deu, eu preferia vestir o short, mas tinha esquecido e não ia voltar pro meu tio. Minhas mãos atrapalhadas não conseguiam nem colocar uma legging simples, não acreditava no que tinha acontecido, minha buceta tava a centímetros do olhar do meu tio e o único obstáculo era um pano fino... e ainda por cima ele tinha gostado da minha buceta, nem mencionou nada sobre minha calcinha de borboletinhas, e mais, como é que ele sabe que minha buceta é rosadinha?? Tirei a legging e a saia de novo, literalmente tava só de calcinha num banheiro público de um prédio público, sentei no vaso, abri as pernas e me curvei pra ver minha entreperna, com os dedos esticava o tecido da minha calcinha de um lado pro outro e não... não dava pra ver minha buceta, no máximo dava pra ver um escurinho e isso era por causa dos poucos pelinhos que já tinham nascido ali. Minha parte íntima, mas acho que meu tio não percebeu, já que ele não estava tão perto da minha buceta quanto eu estava agora... Apoiei os cotovelos nas pernas e as mãos no queixo, pensando no que meu tio tinha dito. Por que ele falou essas coisas sobre a minha coisinha...? Também vinha a imagem do rosto dele, parecia surpreso e talvez um pouco assustado também, mas o rosto dele mudou completamente quando ele passou a língua nos lábios. Lembrei do zelador da escola, aquele velho barrigudo que faz aquela olhadinha e movimento com a língua quando nos vê. Será que meu tio ficou com vontade da minha coisinha??? Eu não sentia a mesma coisa... o olhar do zelador me dava nojo, mas o do meu tio não... Naquele momento no carro do meu tio, eu me sentia muito nervosa e insegura, mas ali no banheiro, com mais calma, me senti lisonjeada, me senti um pouco feliz e ao mesmo tempo com um pouco de vergonha de pensar que meu tio tinha visto minha calcinha. Eu estava tão ocupada nos meus pensamentos que fui interrompida, ouvi barulhos e vozes de duas garotas que tinham entrado no banheiro. Coloquei minha legging e minha saia. Parece que a aula de ioga já tinha acabado. Não sei o que vou fazer na próxima vez que ver meu tio... Continua...
—Sobrinha, você tá com uma cara tão gostosa e toda fofinha. —Tio, não me fala essas coisas que me dá muita vergonha. —É que sério, você tá tão apetitosa, aposto que é cor-de-rosinha... —Tiooo, para de falar essas coisas que me envergonha. O que ele tava dizendo??? Eu fiquei pálida na hora, tava entre nervosa e estranha, minha calcinha não era de boa qualidade, era fina, tenho certeza que não tava transparentando nada, mas era muito fina, e era tamanho normal, cobria minha bucetinha inteira, então por quê? Por que ele disse que eu tava gostosa??? Senti uns tremeliques elétricos de novo, mas agora ali na minha entreperna, sentia um calorzinho também... minha respiração ficou um pouco mais rápida. Me senti insegura, nervosa e safada ao mesmo tempo, do jeito que deu peguei minha saia e vesti. A pasta do meu tio tava no meio de nós dois, abri e sem olhar peguei uma nota, apertei forte na minha mão e com a outra peguei minha legging, desci do carro e saí correndo pro banheiro do prédio. —Tchau, tio. Meu tio nem mexeu os lábios nem falou nada. Cheguei no banheiro e coloquei a legging como deu, eu preferia vestir o short, mas tinha esquecido e não ia voltar pro meu tio. Minhas mãos atrapalhadas não conseguiam nem colocar uma legging simples, não acreditava no que tinha acontecido, minha buceta tava a centímetros do olhar do meu tio e o único obstáculo era um pano fino... e ainda por cima ele tinha gostado da minha buceta, nem mencionou nada sobre minha calcinha de borboletinhas, e mais, como é que ele sabe que minha buceta é rosadinha?? Tirei a legging e a saia de novo, literalmente tava só de calcinha num banheiro público de um prédio público, sentei no vaso, abri as pernas e me curvei pra ver minha entreperna, com os dedos esticava o tecido da minha calcinha de um lado pro outro e não... não dava pra ver minha buceta, no máximo dava pra ver um escurinho e isso era por causa dos poucos pelinhos que já tinham nascido ali. Minha parte íntima, mas acho que meu tio não percebeu, já que ele não estava tão perto da minha buceta quanto eu estava agora... Apoiei os cotovelos nas pernas e as mãos no queixo, pensando no que meu tio tinha dito. Por que ele falou essas coisas sobre a minha coisinha...? Também vinha a imagem do rosto dele, parecia surpreso e talvez um pouco assustado também, mas o rosto dele mudou completamente quando ele passou a língua nos lábios. Lembrei do zelador da escola, aquele velho barrigudo que faz aquela olhadinha e movimento com a língua quando nos vê. Será que meu tio ficou com vontade da minha coisinha??? Eu não sentia a mesma coisa... o olhar do zelador me dava nojo, mas o do meu tio não... Naquele momento no carro do meu tio, eu me sentia muito nervosa e insegura, mas ali no banheiro, com mais calma, me senti lisonjeada, me senti um pouco feliz e ao mesmo tempo com um pouco de vergonha de pensar que meu tio tinha visto minha calcinha. Eu estava tão ocupada nos meus pensamentos que fui interrompida, ouvi barulhos e vozes de duas garotas que tinham entrado no banheiro. Coloquei minha legging e minha saia. Parece que a aula de ioga já tinha acabado. Não sei o que vou fazer na próxima vez que ver meu tio... Continua...
3 comentários - Não, cara... Assim não, tô com vergonha. cap 1
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