Sem tetas não tem paraíso cap 5

Albeiro estava na sala, já que tinha a Hilda trancada num quarto e a Catalina trancada no cômodo, mas a Hilda tava pior, porque ele a deixou isolada num quartinho pequeno que só tinha uma cama. Era feio. Quando ele ouviu uns gritos, foi ver o que era.

Albeiro: Que foi? Por que você tá gritando tanto?
Hilda: Pelo amor de Deus, me tira daqui! Esse quarto é horrível, tá muito frio e ainda tô pelada!
Albeiro: Claro que não, você vai ficar trancada aí por um bom tempo.
Hilda: Quanto tempo você vai me deixar presa?
Albeiro: Uma semana, Hilda.
Hilda: Uma semana é tempo demais!
Albeiro: Uma semana. Isso é o que você ganha por desafiar minha autoridade. Eu não deixei a Catalina sair, e você se deu ao luxo. Agora aguenta as consequências.
Hilda: E a Laura? Quando ela não ver a mãe dela, o que vai acontecer?
Albeiro: Com a Laura não precisa se preocupar, já cuidei disso.
Hilda: Como assim?
Albeiro: Do jeito que você ouviu. A Laura tá na casa da minha mãe. Liguei pra ela e falei pra ficar uma semana lá. Então ela não vai saber que você tá de castigo.
Hilda: Não vou ver minha filha por uma semana? 😢 😢
Albeiro: É isso aí, Hilda. E se você começar a chorar, vai virar duas semanas.
Hilda: Duas semanas não, pelo amor de Deus!
Albeiro: Então cala a boca.
Hilda: Tá bom, Albeiro. Mas posso te pedir uma coisa?
Albeiro: O que você quer?
Hilda: Dá pra trazer uma roupa? Tô morrendo de frio.
Albeiro: Não, você vai ficar aí só de fralda mesmo.
Hilda: Ok. Mas pode chamar a Catalina?
Albeiro: Pra quê, Hilda?
Hilda: É que eu fiz cocô.
Albeiro: Porca. Já vou mandar ela aí pra te trocar.

Nisso, ele vai até o quarto e vê a Catalina coberta, vendo TV. Quando ele entra, fala:

Albeiro: Catalina.
Catalina: Sim, Albeiro? O que você quer?
Albeiro: Vai lá trocar sua mãe, que ela fez cocô.
Catalina: Ok, já vou trocar ela.
Albeiro: Sabe como é: troca e leva ela de volta pro quarto.
Catalina: Sim, Albeiro.

Aí a Catalina pega tudo e vai até a mãe. Entra no quarto e abraça ela.

Catalina: Oi, mãe. Como você tá?
Hilda: Oi, filha. Tô muito envergonhada... fiz cocô.
Catalina: É, eu já sei. Foi pra isso que vim. Deita, mãe.
Hilda: Sim, filha.

E a Hilda se deita. Enquanto Catalina troca a Hilda, elas conversam:

Hilda: Catalina, o que você acha disso tudo que tá rolando?

Catalina: Muito ruim, mãe. Quem diria que ir numa festa ia dar nisso? Você apanhada e trancada, e eu também trancada, mas você tá pior.

Hilda: Por quê, filha?

Catalina: Olha, ele te prendeu num quarto todo feio, onde só tem uma cama, e ainda por cima você tá pelada e usando fralda.

Hilda: É, Cata, mas o que dá pra fazer? Eu errei e agora tô pagando as consequências.

Cata: Sim, mãe, mas talvez seja só por hoje.

Hilda: Não, filha, não vai ser assim.

Catalina: Por quê, mãe?

Hilda: Albeiro disse que vou ficar trancada uma semana.

Catalina: Uma semana? Mas é muito tempo! Vou falar com ele.

Hilda: Não, filha. Ele disse que se eu reclamasse, seriam duas semanas.

Catalina: Duas semanas? Que filho da puta!

Hilda: É, filha.

Catalina: E o que vai acontecer com a Laura? Ela vai te ver trancada?

Hilda: Não, Albeiro ligou pra mãe dele e levou ela pra lá. Então a Laura vai ficar a semana toda fora.

Catalina: Ainda bem, porque seria muito feio ela ver a mãe trancada e a irmã andando pelada pela casa toda.

Hilda: É, filha, você tem razão.

Nisso, Catalina termina de colocar a fralda na Hilda.

Catalina: Pronto, mãe, já coloquei.

Hilda: Obrigada, filha.

Catalina: De nada, é o mínimo que posso fazer por você. Agora fica tranquila, quem sabe essa semana passa rápido.

Hilda: Tomara, filha, mas não acredito. Ficar nesse quarto trancada, pelada e com frio vai ser um inferno.

Catalina: Mãe, fica calma. Vou vir te visitar. Tchau.

Hilda: Tchau, Cata.

Nisso, Catalina sai do quarto e tranca a porta, pensando na mãe.

Catalina: Coitada da minha mãe, trancada naquele quarto horrível e pelada. E saber que é uma semana... pobrezinha. Vou falar com Albeiro pra ver se ele suspende o castigo.

Ela vai até onde Albeiro está, tomando uma cerveja.

Catalina: Albeiro.

Albeiro: O que você quer, Catalina? Já trocou sua mãe?

Catalina: Sim, já troquei, mas quero falar com você.

Albeiro: O que você quer?

Nisso, ela se... Senta do lado dele e diz Catalina: quero que você tire o castigo da minha mãe. Albeiro: não vou tirar. Catalina: por favor, Albeiro, tira ele, minha mãe tá muito mal, aquele quarto é muito pequeno, faz muito frio e ela tá pelada. Albeiro: não, sua mãe vacilou ao desobedecer minha ordem. Quando eu falei que você não tinha permissão pra sair, ela te deu e desafiou minha autoridade. Agora que aguente as consequências. Catalina: sim, mas você não acha que é muito pesado? Albeiro: é um castigo bem merecido e não se fala mais nisso. A Hilda vai ficar trancada uma semana, e você vai pra cozinha fazer a comida. Catalina: tá bom, Albeiro. Nisso, Catalina vai pra cozinha enquanto pensa na mãe dela, que tá naquele quarto trancada. Passam duas horas e Catalina já fez a comida e serve na mesa. Catalina: Albeiro, a comida tá pronta. Nisso, ele vai pra mesa. Albeiro: que beleza, tá com uma cara gostosa, Catalina. Aonde você vai? Catalina: vou levar comida pra minha mãe. Albeiro: assim mesmo, leva. Catalina: mãe, aqui tá sua comida. E passa pela janela. Hilda: obrigada, filha. Nisso, ela volta pra mesa e enquanto come, diz: Catalina: Albeiro, posso te pedir uma coisa? Albeiro: não me diga que é pra soltar a Hilda, já falei que não. Catalina: não é isso. Albeiro: então o quê? Catalina: se eu posso levar roupa pra minha mãe, nem que seja um pijama. Albeiro: tá bom, Catalina, mas com uma condição: a gente transar. Catalina: cê quer dormir comigo? Albeiro: sim, Catalina. Catalina: não, como é que você acha que vou dormir com você, Albeiro? Albeiro: por que não, Catalina? Você e eu fomos namorados. Catalina: sim, mas faz muito tempo, além disso você é marido da minha mãe e pai da minha irmãzinha. Albeiro: sim, mas eu sou o homem da casa, quem manda. Catalina: não vou dormir com você, então vou lavar os pratos. Nisso, ele diz: Albeiro: escuta, Catalina, se você não transar comigo, vou deixar sua mãe trancada por duas semanas. Catalina: cê tá me chantageando? Albeiro: sim, Catalina, então já sabe. Se você não dormir comigo, vou deixar a Hilda trancada por duas semanas e ainda sem roupa. Nisso, a Catalina, preocupada, vai lavar a louça enquanto pensa:
Catalina: O que eu vou fazer? Tô na maior dúvida. Não quero dormir com o Albeiro, mas se eu não fizer, ele vai deixar minha mãe trancada por duas semanas. E ela, tanto tempo presa naquele quarto horrível, coitadinha. Vou fazer isso. Vou deixar ele me comer. Faço isso pela minha mãe. Além disso, é minha culpa. Se eu não tivesse ido naquela festa, nada disso tava acontecendo.

Nisso, ela termina de lavar a louça e vai até onde o Albeiro está e diz:
Catalina: Albeiro, tá bom, eu aceito.
Albeiro: Sério, Catalina?
Catalina: Sim, Albeiro, aceito dormir com você, mas com a condição de levar roupa pra minha mãe e não deixar ela trancada por duas semanas.
Albeiro: Pra mim tá de boa, Catalina. Então vai lá, leva a roupa pra Hilda e te espero no meu quarto.

Nisso, a Catalina vai e leva uma pijama pra mãe dela e vai pro quarto onde o Albeiro tava esperando.
Albeiro: Tá pronta, Catalina?
Catalina: Sim, Albeiro. Faz comigo o que você quiser.

Nisso, o Albeiro se aproxima da Catalina e começa a beijar o pescoço dela e o corpo todo. Depois de um tempo, joga ela na cama e começa a foder ela, enquanto metia, eles diziam:
Albeiro: Ah, Catalina, que gostoso que é, toma!
Catalina: Ai, Albeiro, ai, ai... 😢 😢 Dói.
Albeiro: Calma, Catalina, calma.

Os dois continuaram a noite toda, e o Albeiro se divertiu pra caralho, enquanto a Catalina passou a noite chorando. E num quarto separado, uma mãe não sabia de nada.
Hilda: O que será que tá acontecendo lá fora? Enquanto eu tô trancada aqui, nunca vou saber.

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