Albeiro estava na sala, porque tinha a Hilda trancada num quarto e a Catalina trancada no outro cômodo, mas a Hilda tava pior, já que ele a deixou isolada num quartinho pequeno que só tinha uma cama. Era feio. Quando ele ouviu uns gritos, foi ver o que tava rolando.
Albeiro: Que foi? Por que você tá gritando tanto?
Hilda: Pelo amor de Deus, me tira daqui! Esse quarto é horrível, tá muito frio e ainda tô pelada!
Albeiro: Claro que não. Você vai ficar trancada aí por um bom tempo.
Hilda: Quanto tempo você vai me deixar presa?
Albeiro: Uma semana, Hilda.
Hilda: Uma semana é tempo demais!
Albeiro: Uma semana. Isso é o que dá desafiar minha autoridade. Eu não dei permissão pra Catalina sair, e você se deu. Tá aí as consequências.
Hilda: E o que vai acontecer com a Laura? Assim que ela não ver a mãe dela...
Albeiro: Com a Laura não precisa se preocupar. Já cuidei disso.
Hilda: Como assim?
Albeiro: Do jeito que você ouviu. A Laura tá na casa da minha mãe. Liguei pra ela e falei pra ficar lá uma semana. Então ela não vai saber que você tá de castigo.
Hilda: Não vou ver minha filha por uma semana? 😢 😢
Albeiro: É isso aí, Hilda. E se você começar a chorar, vai virar duas semanas.
Hilda: Duas semanas não, pelo amor de Deus!
Albeiro: Então cala a boca.
Hilda: Tá bom, Albeiro. Mas posso te pedir uma coisa?
Albeiro: O que você quer?
Hilda: Pode me trazer uma roupa? Tô com muito frio.
Albeiro: Não. Você vai ficar só de fralda mesmo.
Hilda: Ok. Mas pode chamar a Catalina?
Albeiro: Pra quê, Hilda?
Hilda: É que eu fiz cocô.
Albeiro: Porca. Já vou mandar ela pra te trocar.
Nisso, ele vai pro quarto e vê a Catalina coberta, vendo TV. Quando ele entra, fala:
Albeiro: Catalina.
Catalina: Sim, Albeiro? O que você quer?
Albeiro: Vai lá trocar sua mãe. Ela fez cocô.
Catalina: Ok, já vou trocar ela.
Albeiro: Sabe como é: troca ela e volta pro quarto.
Catalina: Sim, Albeiro.
Aí a Catalina pega tudo e vai até a mãe. Entra no quarto e abraça ela.
Catalina: Oi, mãe. Como você tá?
Hilda: Oi, filha. Tô muito envergonhada... Fiz cocô.
Catalina: Sim, eu já sei. Vim pra te trocar. Deita, mãe.
Hilda: Sim, filha.
E a Hilda se deita. enquanto catalina troca ela, enquanto isso elas conversam
Hilda: catalina, o que você acha disso tudo que tá acontecendo?
Catalina: muito ruim, mãe. Eu ia imaginar que por ir numa festa ia dar nisso? Você machucada e trancada, e eu também trancada, mas você tá pior.
Hilda: por que, filha?
Catalina: olha, ele te prendeu num quarto todo feio, onde só tem uma cama, e ainda por cima você tá nua e usando fraldas.
Hilda: sim, cata, mas o que dá pra fazer? Eu errei e agora tô assumindo as consequências.
Cata: sim, mãe, mas talvez seja só por hoje.
Hilda: não, filha, não vai ser assim.
Catalina: por que, mãe?
Hilda: albeiro me disse que vou ficar trancada uma semana.
Catalina: uma semana? Mas é muito tempo. Vou falar com ele.
Hilda: não, filha. Ele disse que se eu reclamasse, seriam duas semanas.
Catalina: duas semanas? Mas que filho da puta.
Hilda: sim, filha.
Catalina: e o que vai acontecer com a laura? Ela vai te ver trancada?
Hilda: não, albeiro ligou pra mãe dele e levou ela pra lá, então a laura vai ficar a semana toda fora.
Catalina: ainda bem, porque seria muito feio ela ver a mãe trancada e a irmã andando pelada pela casa toda.
Hilda: sim, filha, você tem razão.
Nisso, catalina termina de colocar a fralda na hilda.
Catalina: pronto, mãe, já coloquei.
Hilda: obrigada, filha.
Catalina: de nada, é o mínimo que posso fazer por você. Agora fica tranquila, quem sabe essa semana passa rápido.
Hilda: tomara, filha, mas não acredito. Ficar nesse quarto trancada, nua e com frio vai ser eterno.
Catalina: mãe, fica calma. Vou vir te visitar. Tchau.
Hilda: tchau, cata.
Nisso, catalina sai do quarto e tranca a porta, enquanto pensa na mãe.
Catalina: coitada da minha mãe, trancada naquele quarto horrível e pelada, e saber que é uma semana. Pobrezinha. Vou falar com albeiro pra ver se ele suspende o castigo.
Nisso, ela vai até albeiro, que tá tomando uma cerveja.
Catalina: albeiro.
Albeiro: o que você quer, catalina? Já trocou sua mãe?
Catalina: sim, já troquei, mas quero falar com você.
Albeiro: o que você quer?
Nisso, ela se... Senta do lado dele e diz Catalina: quero que você tire o castigo da minha mãe. Albeiro: não vou tirar. Catalina: por favor, Albeiro, tira ele. Minha mãe tá muito mal, aquele quarto é muito pequeno, faz muito frio e ela tá pelada. Albeiro: não, sua mãe pisou na bola desobedecendo minha ordem. Quando eu falei que você não tinha permissão pra sair, ela te deu e desafiou minha autoridade. Agora que aguente as consequências. Catalina: sim, mas você não acha que é muito pesado? Albeiro: é um castigo bem merecido e não se fala mais nisso. A Hilda vai ficar trancada uma semana, e você vai pra cozinha fazer a comida. Catalina: tá bom, Albeiro. Nisso, Catalina vai pra cozinha enquanto pensa na mãe que tá naquele quarto trancada. Passam duas horas e Catalina já fez a comida e serve na mesa. Catalina: Albeiro, a comida tá pronta. Nisso, ele vai pra mesa. Albeiro: que beleza, tá com uma cara gostosa, Catalina. Aonde você vai? Catalina: vou levar comida pra minha mãe. Albeiro: assim mesmo, leva. Catalina: mãe, aqui tá sua comida. E passa pela janela. Hilda: obrigada, filha. Nisso, ela volta pra mesa e enquanto come, diz: Catalina: Albeiro, posso te pedir uma coisa? Albeiro: que não seja pra soltar a Hilda, já falei que não. Catalina: não é isso. Albeiro: então o que é? Catalina: posso levar roupa pra minha mãe, mesmo que seja um pijama? Albeiro: tá bom, Catalina, mas com uma condição: a gente transar. Catalina: você quer dormir comigo? Albeiro: sim, Catalina. Catalina: não, como é que você acha que vou dormir com você, Albeiro? Albeiro: por que não, Catalina? Você e eu fomos namorados. Catalina: sim, mas faz muito tempo, além disso você é marido da minha mãe e pai da minha irmãzinha. Albeiro: sim, mas eu sou o homem da casa, quem manda. Catalina: não vou transar com você, então vou lavar os pratos. Nisso, ele diz: Albeiro: escuta, Catalina, se você não transar comigo, vou deixar sua mãe trancada por duas semanas. Catalina: você tá me chantageando? Albeiro: sim, Catalina, então já sabe. Se você não dormir comigo, vou deixar a Hilda trancada por duas semanas e ainda por cima sem roupa. Nisso, a Catalina, preocupada, vai lavar a louça enquanto pensa:
Catalina: O que eu vou fazer? Tô numa sinuca. Não quero transar com o Albeiro, mas se eu não fizer, ele vai deixar minha mãe presa por duas semanas. E ela, tanto tempo trancada naquele quarto horrível, coitadinha. Se eu for fazer, vou deixar ele me comer. Vou fazer pela minha mãe. Além disso, é minha culpa. Se eu não tivesse ido naquela festa, nada disso tava acontecendo.
Nisso, ela termina de lavar a louça e vai até onde o Albeiro está e diz:
Catalina: Albeiro, tá bom, aceito.
Albeiro: Sério, Catalina?
Catalina: Sim, Albeiro, aceito dormir com você, mas com a condição de levar roupa pra minha mãe e não deixar ela trancada por duas semanas.
Albeiro: Parece justo, Catalina. Então vai, leva a roupa pra Hilda e te espero no meu quarto.
Nisso, a Catalina vai e leva uma pijama pra mãe dela e vai pro quarto onde o Albeiro esperava.
Albeiro: Tá pronta, Catalina?
Catalina: Sim, Albeiro, faz comigo o que quiser.
Nisso, o Albeiro se aproxima da Catalina e começa a beijar o pescoço dela e o corpo. Daí a pouco, joga ela na cama e começa a foder ela, enquanto metia, eles diziam:
Albeiro: Ah, Catalina, que gostoso que é, toma.
Catalina: Ah, Albeiro, ah, ah 😢 😢 dói.
Albeiro: Calma, Catalina, calma.
Os dois continuaram a noite toda, e o Albeiro se divertiu pra caralho, enquanto a Catalina passou a noite chorando. Num quarto separado, uma mãe não sabia o que tava rolando.
Hilda: O que será que tá acontecendo lá fora? Enquanto eu tô presa aqui, nunca vou saber.
Albeiro: Que foi? Por que você tá gritando tanto?
Hilda: Pelo amor de Deus, me tira daqui! Esse quarto é horrível, tá muito frio e ainda tô pelada!
Albeiro: Claro que não. Você vai ficar trancada aí por um bom tempo.
Hilda: Quanto tempo você vai me deixar presa?
Albeiro: Uma semana, Hilda.
Hilda: Uma semana é tempo demais!
Albeiro: Uma semana. Isso é o que dá desafiar minha autoridade. Eu não dei permissão pra Catalina sair, e você se deu. Tá aí as consequências.
Hilda: E o que vai acontecer com a Laura? Assim que ela não ver a mãe dela...
Albeiro: Com a Laura não precisa se preocupar. Já cuidei disso.
Hilda: Como assim?
Albeiro: Do jeito que você ouviu. A Laura tá na casa da minha mãe. Liguei pra ela e falei pra ficar lá uma semana. Então ela não vai saber que você tá de castigo.
Hilda: Não vou ver minha filha por uma semana? 😢 😢
Albeiro: É isso aí, Hilda. E se você começar a chorar, vai virar duas semanas.
Hilda: Duas semanas não, pelo amor de Deus!
Albeiro: Então cala a boca.
Hilda: Tá bom, Albeiro. Mas posso te pedir uma coisa?
Albeiro: O que você quer?
Hilda: Pode me trazer uma roupa? Tô com muito frio.
Albeiro: Não. Você vai ficar só de fralda mesmo.
Hilda: Ok. Mas pode chamar a Catalina?
Albeiro: Pra quê, Hilda?
Hilda: É que eu fiz cocô.
Albeiro: Porca. Já vou mandar ela pra te trocar.
Nisso, ele vai pro quarto e vê a Catalina coberta, vendo TV. Quando ele entra, fala:
Albeiro: Catalina.
Catalina: Sim, Albeiro? O que você quer?
Albeiro: Vai lá trocar sua mãe. Ela fez cocô.
Catalina: Ok, já vou trocar ela.
Albeiro: Sabe como é: troca ela e volta pro quarto.
Catalina: Sim, Albeiro.
Aí a Catalina pega tudo e vai até a mãe. Entra no quarto e abraça ela.
Catalina: Oi, mãe. Como você tá?
Hilda: Oi, filha. Tô muito envergonhada... Fiz cocô.
Catalina: Sim, eu já sei. Vim pra te trocar. Deita, mãe.
Hilda: Sim, filha.
E a Hilda se deita. enquanto catalina troca ela, enquanto isso elas conversam
Hilda: catalina, o que você acha disso tudo que tá acontecendo?
Catalina: muito ruim, mãe. Eu ia imaginar que por ir numa festa ia dar nisso? Você machucada e trancada, e eu também trancada, mas você tá pior.
Hilda: por que, filha?
Catalina: olha, ele te prendeu num quarto todo feio, onde só tem uma cama, e ainda por cima você tá nua e usando fraldas.
Hilda: sim, cata, mas o que dá pra fazer? Eu errei e agora tô assumindo as consequências.
Cata: sim, mãe, mas talvez seja só por hoje.
Hilda: não, filha, não vai ser assim.
Catalina: por que, mãe?
Hilda: albeiro me disse que vou ficar trancada uma semana.
Catalina: uma semana? Mas é muito tempo. Vou falar com ele.
Hilda: não, filha. Ele disse que se eu reclamasse, seriam duas semanas.
Catalina: duas semanas? Mas que filho da puta.
Hilda: sim, filha.
Catalina: e o que vai acontecer com a laura? Ela vai te ver trancada?
Hilda: não, albeiro ligou pra mãe dele e levou ela pra lá, então a laura vai ficar a semana toda fora.
Catalina: ainda bem, porque seria muito feio ela ver a mãe trancada e a irmã andando pelada pela casa toda.
Hilda: sim, filha, você tem razão.
Nisso, catalina termina de colocar a fralda na hilda.
Catalina: pronto, mãe, já coloquei.
Hilda: obrigada, filha.
Catalina: de nada, é o mínimo que posso fazer por você. Agora fica tranquila, quem sabe essa semana passa rápido.
Hilda: tomara, filha, mas não acredito. Ficar nesse quarto trancada, nua e com frio vai ser eterno.
Catalina: mãe, fica calma. Vou vir te visitar. Tchau.
Hilda: tchau, cata.
Nisso, catalina sai do quarto e tranca a porta, enquanto pensa na mãe.
Catalina: coitada da minha mãe, trancada naquele quarto horrível e pelada, e saber que é uma semana. Pobrezinha. Vou falar com albeiro pra ver se ele suspende o castigo.
Nisso, ela vai até albeiro, que tá tomando uma cerveja.
Catalina: albeiro.
Albeiro: o que você quer, catalina? Já trocou sua mãe?
Catalina: sim, já troquei, mas quero falar com você.
Albeiro: o que você quer?
Nisso, ela se... Senta do lado dele e diz Catalina: quero que você tire o castigo da minha mãe. Albeiro: não vou tirar. Catalina: por favor, Albeiro, tira ele. Minha mãe tá muito mal, aquele quarto é muito pequeno, faz muito frio e ela tá pelada. Albeiro: não, sua mãe pisou na bola desobedecendo minha ordem. Quando eu falei que você não tinha permissão pra sair, ela te deu e desafiou minha autoridade. Agora que aguente as consequências. Catalina: sim, mas você não acha que é muito pesado? Albeiro: é um castigo bem merecido e não se fala mais nisso. A Hilda vai ficar trancada uma semana, e você vai pra cozinha fazer a comida. Catalina: tá bom, Albeiro. Nisso, Catalina vai pra cozinha enquanto pensa na mãe que tá naquele quarto trancada. Passam duas horas e Catalina já fez a comida e serve na mesa. Catalina: Albeiro, a comida tá pronta. Nisso, ele vai pra mesa. Albeiro: que beleza, tá com uma cara gostosa, Catalina. Aonde você vai? Catalina: vou levar comida pra minha mãe. Albeiro: assim mesmo, leva. Catalina: mãe, aqui tá sua comida. E passa pela janela. Hilda: obrigada, filha. Nisso, ela volta pra mesa e enquanto come, diz: Catalina: Albeiro, posso te pedir uma coisa? Albeiro: que não seja pra soltar a Hilda, já falei que não. Catalina: não é isso. Albeiro: então o que é? Catalina: posso levar roupa pra minha mãe, mesmo que seja um pijama? Albeiro: tá bom, Catalina, mas com uma condição: a gente transar. Catalina: você quer dormir comigo? Albeiro: sim, Catalina. Catalina: não, como é que você acha que vou dormir com você, Albeiro? Albeiro: por que não, Catalina? Você e eu fomos namorados. Catalina: sim, mas faz muito tempo, além disso você é marido da minha mãe e pai da minha irmãzinha. Albeiro: sim, mas eu sou o homem da casa, quem manda. Catalina: não vou transar com você, então vou lavar os pratos. Nisso, ele diz: Albeiro: escuta, Catalina, se você não transar comigo, vou deixar sua mãe trancada por duas semanas. Catalina: você tá me chantageando? Albeiro: sim, Catalina, então já sabe. Se você não dormir comigo, vou deixar a Hilda trancada por duas semanas e ainda por cima sem roupa. Nisso, a Catalina, preocupada, vai lavar a louça enquanto pensa:
Catalina: O que eu vou fazer? Tô numa sinuca. Não quero transar com o Albeiro, mas se eu não fizer, ele vai deixar minha mãe presa por duas semanas. E ela, tanto tempo trancada naquele quarto horrível, coitadinha. Se eu for fazer, vou deixar ele me comer. Vou fazer pela minha mãe. Além disso, é minha culpa. Se eu não tivesse ido naquela festa, nada disso tava acontecendo.
Nisso, ela termina de lavar a louça e vai até onde o Albeiro está e diz:
Catalina: Albeiro, tá bom, aceito.
Albeiro: Sério, Catalina?
Catalina: Sim, Albeiro, aceito dormir com você, mas com a condição de levar roupa pra minha mãe e não deixar ela trancada por duas semanas.
Albeiro: Parece justo, Catalina. Então vai, leva a roupa pra Hilda e te espero no meu quarto.
Nisso, a Catalina vai e leva uma pijama pra mãe dela e vai pro quarto onde o Albeiro esperava.
Albeiro: Tá pronta, Catalina?
Catalina: Sim, Albeiro, faz comigo o que quiser.
Nisso, o Albeiro se aproxima da Catalina e começa a beijar o pescoço dela e o corpo. Daí a pouco, joga ela na cama e começa a foder ela, enquanto metia, eles diziam:
Albeiro: Ah, Catalina, que gostoso que é, toma.
Catalina: Ah, Albeiro, ah, ah 😢 😢 dói.
Albeiro: Calma, Catalina, calma.
Os dois continuaram a noite toda, e o Albeiro se divertiu pra caralho, enquanto a Catalina passou a noite chorando. Num quarto separado, uma mãe não sabia o que tava rolando.
Hilda: O que será que tá acontecendo lá fora? Enquanto eu tô presa aqui, nunca vou saber.
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