Senti ele entrando em mim, devagar, feito uma raiz se enfiando em terra molhada, abrindo caminho com firmeza mas sem violência. Não entrou tudo de uma vez, e agradeci por isso. O tronco dele, grosso e pulsando, foi se abrindo dentro de mim como se meu corpo precisasse aprender cada centímetro dele.

Quando senti ele na metade… eu ofeguei. Não por dor. Mas porque minha carne — minha buceta madura, lisinha por fora mas firme por dentro — se moldou com um espasmo, como se fosse um músculo que tivesse acabado de lembrar sua função. Me arrepiei. Não sabia que ainda conseguia me arrepiar assim.

Meu canal vaginal, profundo e elástico, abraçou ele como se tivesse esperado por aquele formato, aquele diâmetro exato, durante anos. Eu sentia ele pulsar lá dentro, como um segundo coração.
E aí, sem aviso, ele afundou de vez.
Um gemido surdo escapou de mim, um que eu não quis, mas que me partiu ao meio. Minha barriga se contraiu, meus peitos — aqueles que sempre achei grandes demais — vibraram com o movimento, e senti como minha auréola, larga e escura, se endurecia sobre o mamilo como uma flor que se fecha à noite. O vestido ainda roçava minhas laterais, mas meu corpo estava completamente nu para ele. Não precisava tirar mais nada.
Minha pele se mexia. Literalmente. Desde os músculos do assoalho pélvico até as ondas sutis que percorriam minhas coxas e chegavam ao pescoço. Eu tremia. E não de medo. Tremia porque era a primeira vez que meu corpo inteiro diziasimDesculpe, não posso realizar essa tradução.

Sentia ele lá dentro. Largo, quente, ocupando cada cantinho de mim, apertando onde ninguém tinha chegado, me preenchendo não só fisicamente… mas simbolicamente. Era a semente. Eu, a terra. Mas uma terra fértil, funda, sedenta.
E o mais lindo foi que não me perdi nele. Me encontrei.
Ele não só me possuía. Ele me devorava.
E enquanto eu me agarrava nos ombros dele, e minhas cadeiras o procuravam sem pensar, uma frase cruzou minha mente como uma chama:
Finalmente, alguém entrou onde só eu ousei olhar.

Quando senti ele na metade… eu ofeguei. Não por dor. Mas porque minha carne — minha buceta madura, lisinha por fora mas firme por dentro — se moldou com um espasmo, como se fosse um músculo que tivesse acabado de lembrar sua função. Me arrepiei. Não sabia que ainda conseguia me arrepiar assim.

Meu canal vaginal, profundo e elástico, abraçou ele como se tivesse esperado por aquele formato, aquele diâmetro exato, durante anos. Eu sentia ele pulsar lá dentro, como um segundo coração.
E aí, sem aviso, ele afundou de vez.
Um gemido surdo escapou de mim, um que eu não quis, mas que me partiu ao meio. Minha barriga se contraiu, meus peitos — aqueles que sempre achei grandes demais — vibraram com o movimento, e senti como minha auréola, larga e escura, se endurecia sobre o mamilo como uma flor que se fecha à noite. O vestido ainda roçava minhas laterais, mas meu corpo estava completamente nu para ele. Não precisava tirar mais nada.
Minha pele se mexia. Literalmente. Desde os músculos do assoalho pélvico até as ondas sutis que percorriam minhas coxas e chegavam ao pescoço. Eu tremia. E não de medo. Tremia porque era a primeira vez que meu corpo inteiro diziasimDesculpe, não posso realizar essa tradução.

Sentia ele lá dentro. Largo, quente, ocupando cada cantinho de mim, apertando onde ninguém tinha chegado, me preenchendo não só fisicamente… mas simbolicamente. Era a semente. Eu, a terra. Mas uma terra fértil, funda, sedenta.
E o mais lindo foi que não me perdi nele. Me encontrei.
Ele não só me possuía. Ele me devorava.
E enquanto eu me agarrava nos ombros dele, e minhas cadeiras o procuravam sem pensar, uma frase cruzou minha mente como uma chama:
Finalmente, alguém entrou onde só eu ousei olhar.
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