11 anos depois... (XII)




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Compêndio IIIA PROMESSA II

❤️ Quem é a Sonia? – minha cunhada perguntou de novo, ao notar nosso silêncio.
11 anos depois... (XII)Violeta não poderia ter entrado em hora pior.

A tensão na cozinha subiu ao limite num instante só. Me retesei instintivamente, pegando o mesmo nível de pânico que minutos antes eu zoava nos rostos de Pamela e Marisol. Perfeitamente, o vitrô do quarto da Verónica poderia ter quebrado e nós três estaríamos igualmente pálidos…

Porque explicar pra Violeta de quem a Sonia era significava revelar segredos que guardávamos por mais de uma década…

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Onze anos atrás, logo depois que eu e a Marisol casamos e fomos morar no exterior, a Pamela caiu numa depressão forte. A Marisol era a irmã e companheira dela, e a Pamela tinha se apaixonado perdidamente por mim.

Mas foi ao notar a tristeza da Pamela que a Verónica e a irmã dela, Lucía, a mãe da Pamela, decidiram chegar a um acordo. As duas mulheres resolveram encarar a verdade horrível que as mantinha separadas: que aquele merda do Diego não só tinha sido um monstro com a própria filha, mas também, por puro despeito durante o divórcio da Lucía, tinha seduzido a Verónica e engravidado ela de uma filha: a Violeta.
Sexo analEmbora a notícia tenha abalado a Pamela quando ela descobriu, o baque foi mais leve quando ela percebeu que todas as vezes que eu pedia pra ela cuidar da Violeta e se aproximar mais dela era porque eu já sabia a verdade. Eu e a Marisol descobrimos aquele segredo por acaso e sabíamos que, mais cedo ou mais tarde, ia vir à tona.

Mas, curiosamente, a revelação dolorosa trouxe um alívio inesperado pra Pamela. Ela nunca nos contou que sentia uma inveja secreta da prima por ter duas irmãs, e naquele momento, ela percebeu que agora a Pamela também tinha uma irmãzinha que precisava dela. Com certeza, nossa partida deixou um vazio na vida da Pamela, mas descobrir que a Violeta era irmã dela devolveu as esperanças de abrir o coração pra outra pessoa.
fazer amorE foi assim que a Violeta se tornou a pessoa maravilhosa que é hoje: a Amélia ensinou disciplina física, forçando ela a se manter ativa e saudável; a Pamela deu a ela as verdades cruas que aprendeu com suas próprias experiências amargas, dando pra Violeta um entendimento direto de como os homens pensam e agem; a Verónica trouxe a diversão da confeitaria e da cozinha. Como alguns biscoitos podiam salvar o dia…esposa putaE também, tinham meus pais. Meu pai, firme mas comprometido, se tornou a figura paterna que a Violeta desesperadamente precisava, preenchendo o vazio que minha partida deixou, enquanto minha mãe trabalhava silenciosamente na consciência dela, do mesmo jeito que fez comigo e com meus irmãos.

Toda vez que a Violeta se desviava, minha mãe a corrigia sutilmente, dizendo que "o Marco não teria feito isso assim..." ou que "Se o Marco soubesse, não teria gostado de saber que a Violeta agiu desse jeito", mantendo minha importância na vida dela.

Todas essas contribuições ajudaram no desenvolvimento da Violeta, fazendo ela crescer nessa mulher incrível, carismática, forte e inteligente.

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Mas quando a Violeta estava na porta da cozinha, sentia aquele frio na espinha de ansiedade. Porque, assim como tinha acontecido comigo onze anos atrás, a Pamela, a Marisol e eu sabíamos um segredo que não era nosso pra contar e, pra piorar, a Verônica não estava presente pra explicar. E não importava que agora a Violeta fosse adulta, a verdade nua e crua do que aconteceu uma década atrás era difícil de engolir.

Eu tive que dar o primeiro passo, dizendo que a Sônia era minha colega de trabalho, que eu tinha engravidado do Bastião, porque, assim como a Pamela, ela queria ter um filho.

A Violeta nos olhava horrorizada, nunca acreditando que eu pudesse ter um filho fora do casamento. Foi aí que a Marisol confessou o segredo dela, que gosta de ser corna, e finalmente, a Pamela se juntou a nós, admitindo que, na época em que morávamos juntos, minha "Amazona espanhola" foi minha amante.

❤️ É por isso que o Marco lavava seus peitos quando eu era pequena? – a Violeta nos perguntou, intrigada.

•O quê? – exclamou a Pamela, ficando vermelha de vergonha.

Uma vez, a Violeta nos pegou transando enquanto a Pamela e eu tomávamos banho, e a desculpa que a Marisol deu foi que eu estava ajudando ela a lavar os peitos dela.

❤️ Depois disso, comecei a Tomar banho sozinha – confessou Violeta, envergonhada. – Não quis ficar grande e precisar que alguém lavasse meus peitos. Inclusive, tomei muito cuidado com eles toda vez que me banhava."
E realmente, dava pra ver que Violeta tinha se preocupado bastante com eles…

• Mas não era só que Marco fosse o tio que melhor me comeu – exclamou Pamela, sem entusiasmo, fazendo com que Marisol e eu ficássemos de cara iluminada.
Minha esposa, porque finalmente tinha algo que a prima dela invejava, e eu, porque conhecia a trajetória que a Pamela tinha tido.

No entanto, Pamela me olhou de forma cortante, já que, assim como a Emma, ela também se incomoda quando eu digo que faço amor com ela, em vez de comer.

• Marco me fazia sentir… coisas – continuou Pamela, num tom bem genuíno. – Não saberia te explicar direito, Violeta… mas eu sentia que o Marco olhava além das minhas tetas… e isso me agradava… então, quando a gente comia e dormia junto… era gostoso e eu não me sentia tão vazia como antes.
infidelidade consentidaTanto minha esposa quanto a Violeta estavam me olhando. Minha cônjuge me olhava orgulhosa, por ter sido a primeira a experimentar aquilo, enquanto que, pra minha cunhada, era algo que ela tava vivendo agora.

• Por isso que eu queria te perguntar, Marco… se por acaso você toparia… me engravidar.

O tom de voz da Pamela era de dor. Triste. Tanto a Marisol quanto a Violeta me olhavam na expectativa, porque qualquer outro cara na minha situação teria aceitado na hora.

Mas pra mim, que já tinha passado pelas dificuldades criando o Bastián, não era uma decisão fácil de aceitar.

— Não sei, Pamela. — respondi pra Pamela, sobrecarregado, sentindo o mundo desabar nas minhas costas. — Não é fácil de responder.

E como um reflexo, sem entender meus sentimentos, a “Amazona espanhola” se manifestou em toda sua plenitude.

• Filho da puta! — exclamou num grito desolador, desabando em lágrimas. — Não me faça implorar!

A Marisol pulou num segundo pra consolar ela e segurá-la.

+ Não, não, Pamela! Não é isso! — disse meu rouxinol pra Pamela, abraçando ela como se fosse sua irmã. — Pame, é que é realmente difícil pra ele decidir isso. Até a Sônia, que era a melhor amiga dele, custou a aceitar.

Pamela ergueu o olhar, contemplando a beleza angelical e honesta da minha esposa, que trouxe calma pra ela.

+ Pame, você e eu conhecemos ele. — reafirmou meu rouxinol. — E nós duas sabemos o quanto ele queria ser pai.

As duas me olharam, me deixando desconfortável. Violeta, por outro lado, nos observava confusa, sem saber direito o que tinha rolado.

— Você pode me dar uns dias? — perguntei, hesitante. — Preciso pensar um pouco e tirar um tempo.

Entre lágrimas, o sorriso da Pamela apareceu.

• Você é um cara estranho, meu bem! — comentou rindo, brincando. — Qualquer outro cara teria pulado e você, você precisa pensar… Tá bom!… Essa semana eu tô de folga… mas quero que você me responda, hein?… não quero que você suma pra Austrália de novo e me deixe sem resposta.

E aquela noite foi especialmente longa. pelas emoções que vivemos. Ao deitarmos, a Marisol sabia que eu estava inquieto. Tava tenso, duro, pensando em decisões que venho adiando há um tempo.
11 anos depois... (XII)+ Por que você fica pensando tanto nisso, meu amor? Sabe que a Pamela vai querer e cuidar bem. O que te preocupa? – perguntou meu rouxinol, já imaginando minha resposta.

Foi então que olhei pra minha linda esposa com medo, tocando num dos poucos assuntos que nos fazem discutir.

- Tava pensando que… depois disso… devia fazer uma vasectomia. – respondi pro meu rouxinol de forma seca.

Em relacionamentos como o nosso, essa frase de "meu corpo, minha escolha" (my body, my choice) não faz sentido. Nós nos comprometemos mutuamente com os interesses um do outro: me barbeio todo dia porque a Marisol não gosta que eu arranhe ela com a barba quando nos beijamos; ela usa saias porque além de eu adorar olhar as pernas dela, também facilita a gente se agarrar de surpresa; malho porque ela gosta que meu peito fique firme e eu mantenha um shape atlético, enquanto eu prefiro que ela use pouca maquiagem, porque acho que tira a beleza natural dela. Nossas decisões não são exatamente exigências. São jeitos de mostrar nosso amor, respeitando nossos gostos.

Então tomar esse tipo de decisão, de forma unilateral, era algo que a Marisol não curtia.

+ Por que você diz isso? Você adora ser um papai! – exigiu com uma voz tensa e sofrida, prestes a chorar.
Sexo analMe sentia envergonhado, sabendo a dor que estava causando à minha melhor amiga, mas tinha que seguir em frente.

- Mas me preocupa que estou ficando velho… e que possa engravidar outra mulher… além disso, já temos vários filhos. – falei com o coração partido.

Embora tente ser responsável quando estou com outras mulheres, sempre fica aquele medo de que Emma não se cuide ou que Izzie tente me enganar e, de repente, eu engravide alguém sem perceber.

Mas é um assunto que Marisol não entendia razões…

+ Mas você me prometeu mais dois filhos! – reclamou já chorando. – Não pode voltar atrás!

Ela me deixou sem palavras. Jacinto ainda é um bebê. As gêmeas e a Alicia já nos deixam ocupados. Mas, assim como ela, não podia negar: não importava o caos e a bagunça, as noites em claro, a algazarra constante, criar nossos filhos tinha sido uma das grandes realizações das nossas vidas.

E também, tem minhas manias, que Marisol conhece e aprecia. Em especial, gosto de cumprir o que prometo. Para as gêmeas, prometi um cachorro quando fizessem 5 anos e cumpri. Prometi a Marisol que seria uma boa mãe quando estávamos namorando e nos preparando para casar, e conseguimos. Garanti que ela poderia aprender inglês se praticasse comigo, e conseguimos.

Então, quando ela me disse que não posso voltar atrás, me senti desconfortável.

E então, Marisol ficou mais meiga…

+ Você sabe que uma das razões pelas quais me apaixonei por você é porque você é um pussy tão lindo! – comentou com ternura, com uma voz safada e um sorriso mais doce entre as lágrimas que escorriam pelo rosto.

Por trás daquele sorriso bonito, eu entendia a tristeza que Marisol escondia. Sergio tinha sido um pai ausente, que deu o mínimo necessário no material, mas deixou um vazio no afeto e na emoção.

Quando Marisol me conheceu, não estava procurando um namorado. Ela precisava de um amigo: alguém que a ouvisse, que ela acreditasse em si mesma, que lembrasse a ela que podia pegar o que merece do mundo. E eu dei esse apoio, me contentando só com a amizade dela em troca.

Talvez tenha sido isso que fez ela me dar o coração inteiro.

E aí que ela começou a tentar me convencer.

+ O que eu posso fazer pra você mudar de ideia? – ela me perguntou, acariciando meu peito.

Eu demorei pra processar as palavras dela, sentindo o calor das mãozinhas gostosas dela se espalhando pelo meu corpo. Olhei nos olhos dela, achando ela tão radiante quanto um anjo, fazendo minhas convicções tremerem.

- Do que você tá falando? – perguntei, soltando um suspiro.
fazer amorMarisol sorriu, sabendo que já tinha me enganchado. Deslizou a mão macia e quentinha por dentro da minha calça e apertou meu pau com delicadeza, cortando minha respiração.

— O que acha disso? — perguntou, os olhos verdes brilhando de safadeza. — Vou te mostrar o quanto quero esses dois filhos teus que você me deve.

E eu me deixei levar. Na cama, Marisol não tem rival. Praticamente não tem tabu pra ela, e muitas vezes me perguntei se minha "dócil e inocente esposa" não tem uma mente de esgoto.
esposa putaSeus lábios macios e doces deslizavam pela ponta do meu pau, começando a engolir ele como ela sempre fazia. Eu me sentia nas nuvens enquanto a cabeça do meu passarinho começava a subir e descer.

Minha esposa foi com calma, saboreando cada centímetro de mim, a língua dela brincando em volta do meu tronco enquanto ela soltava mais e mais a garganta. Conhecia meu gosto perfeitamente e era fascinada por ele. Dava pra sentir como eu tava ficando duro e ela sabia bem que me deixava no fogo.

Mas pra ela, não bastava. Ela precisava de mim preenchendo ela. Fazendo ela se sentir completa. Uma mulher maravilhosa. Então ela buscou meus lábios, pegou minhas mãos pra eu acariciar os peitos dela. A boceta molhada dela pulsava, já faminta procurando minha vara.
infidelidade consentidaNos beijamos apaixonadamente, nossos corpos se tornando um só. A dor de sentir ela se esticando e meu prazer ao sentir o quão apertada e quente sua buceta estava era intoxicante para nós dois. Começamos a nos mover, nosso ritmo aumentando vertiginosamente. Minhas mãos agarravam seus peitos com desespero, enquanto as mãos dela vagavam pela minha cintura. Ela me queria dentro e fundo dela, como sempre amou.

Marisol gemeu na minha boca, sentindo meu pau encher ela completamente. Ela envolveu as pernas na minha cintura, me puxando ainda mais para perto. Nos movíamos como um só, o ritmo dos nossos corpos nus ficando mais intenso. O som dos nossos corpos se chocando se misturava com nossos gemidos e suspiros de prazer.

Chupei os peitos dela como um bebê faminto, fazendo o corpo todo dela tremer. Para Marisol, a simples ideia de que eu nunca mais a engravidaria de novo era enlouquecedora, então ela estava me castigando com prazer, batendo violentamente com a cintura no meu pau. Meu rouxinol gemia de prazer, me sentindo implacável. Enorme. Como sempre sentiu.

Da minha parte, sentia uma tempestade de emoções. Amava a dedicação e paixão da minha esposa pela minha família, mas a ideia de ter mais filhos era avassaladora. Ainda assim, olhava nos olhos dela, cheios de amor e carentes de carinho, de um jeito que não podia decepcioná-la.

Mudamos de posição, com Marisol de costas, as pernas para o alto. Meu pau deslizava com facilidade, como se a buceta dela fosse feita sob medida para mim. Tirei um tempo para apreciar a beleza da minha esposa, seus peitos carnudos quicando a cada estocada, a respiração dela ficando mais ofegante com as sacudidas fortes, me incentivando a continuar mais forte.

+ Uhm! Ungh! – meu rouxinol soltava uns gemidos de prazer que aceleravam meu coração. Comecei a meter mais forte, segurando a cintura dela com mais força.

Marisol podia sentir a pressão dentro dela. aumentando. O prazer era tão intenso, uma mistura de amor e tesão que fazia o corpo inteiro dela tremer a cada estocada. Minha esposa sabia o que queria de mim e não ia desistir sem dar uma boa briga.

Os tecidos dela começaram a se apertar em volta de mim, o corpo suplicando pela minha gozada. Parecia que ela queria me mostrar com o corpo inteiro o quanto precisava de mim. A desesperação dela em querer carregar meus filhos no ventre.

Os olhos da Marisol começaram a semicerrar, sentindo o calor familiar da onda de orgasmos que estava sentindo até a medula.

+ Marco, por favor! – deixou escapar num gemido misturado de prazer e desespero. – Meu amor, por favor, não faz isso!

E eu olhava pra ela, deliciosa, toda bagunçada. Os peitos dela quicando, o cabelo se desmanchando. Mas a paixão e o amor dela prevaleciam, imperturbáveis.

- Marisol! – implorava pra ela, sentindo meus quadris se moverem na velocidade da luz. – Só tô sendo prático!

E então, Marisol soltou um gemido intenso…

+ Ai, Deus! – exclamou num suspiro de prazer forte demais pra ser contido. – Marco… por favor… não faz isso… aahhh…

E apesar de tudo, eu sentia remorso. Sabia o quanto a Marisol queria aqueles dois filhos extras, e vê-la daquele jeito, chegando a esses extremos naquele estado de desejo, era algo que dificultava recusar. Não queria decepcioná-la, mas a preocupação e o medo de acabar engravidando outra pessoa pesavam nas minhas convicções.

Enquanto nosso amor atingia o ponto mais alto, assumi o compromisso de pensar mais nos sentimentos dela antes de tomar uma decisão tão permanente. Não queria quebrar a relação que temos, o amor e a paixão que queimam com tanta força no nosso casamento.

Minha esposa podia sentir que eu estava me convencendo e usou isso a seu favor. Um orgasmo a atingiu como uma onda e ela me apertou entre as pernas, me puxando mais pra perto enquanto cavalgávamos juntos rumo ao clímax. + Marco! – Ela implorou entre gemidos, os olhos fixos na tempestade do nosso prazer. – Me engravida de novo! Me dá os filhos que você me prometeu!

E ver aquela convicção nos olhos dela. Os olhos da minha amiga, que quando a conheci, eram tão medrosos, fez meu coração se encher. Não queria decepcioná-la e, se dependesse de mim, teria engravidado ela na hora. O prazer que sentia naqueles momentos me dominava, e o rostinho angelical da Marisol, os peitos ardentes e suados, e o ritmo das nossas investidas, já estavam me levando ao limite.

Com uma última estocada, me esvaziei por completo, enchendo ela com o calor do meu gozo. Ficamos ali, exaustos, ofegantes e enroscados, a tensão do assunto temporariamente esquecida pela paixão do momento.

Mas contemplei minha melhor amiga, meu coração batendo forte no peito enquanto acariciava os cabelos dela.

– Marisol! – Sussurrei, com a voz trêmula, mas rendida. – Eu prometo que vou pensar direito!

Mas Marisol me deu um sorriso celestial, recusando a minha decisão.
11 anos depois... (XII)— Não, você não vai! — respondeu ela, firme e confiante. — Vou tirar essa ideia idiota da sua cabeça, custe o que custar!Sexo analE sem me dar tempo de processar, ela começou a me chupar de novo assim que nos separamos. A sensação era incrível. Marisol engolia meu gozo e os sucos dela sem um pingo de remorso. Eu podia sentir ela literalmente adorando meu pau. E quando me deixou duro e pronto, ela me ofereceu a bundinha dela.

Quando a gente namorava, Marisol não fazia a menor ideia do quão gostoso era o sexo anal. Minha esposa era virgem de cu e já ficava intimidada com meu pau nas primeiras vezes que a gente transava, deixando a buceta dela dolorida. Mas a primeira vez que ela deixou eu comer a bundinha dela foi como se uma nova linha de prazer tivesse sido traçada na mente dela.

Eu sei o quanto ela adora, a ponto de, idealmente, ela amar sentir isso toda noite, então eu fui com calma. Beijei o pescoço dela, respirando na pele dela pra deixá-la ainda mais excitada.

— Você sabe que eu te amo, né? — sussurrei no ouvido dela com carinho.

Meu rouxinol concordou, os olhinhos semicerrando ao sentir meu pau flertando com o anel mais apertado dela.

+ Eu sei! — respondeu, rebolando as costas como uma gatinha no cio querendo sentar no macho dela. — Mas também sei que você ama muito a gente, e a ideia de parar de ter filhos... isso não tá certo.

Acariciei a bunda redonda dela, beijando as costas, aplicando uma pressão suave no cuzinho dela. A ideia de eu dominar, submeter e amar ela ao mesmo tempo a fazia tremer toda. Comecei a empurrar devagar, centímetro por centímetro, os músculos dela se tensando pra me receber. A coitada teve que morder o lábio pra não gemer mais, embora naquela altura, Verônica e Violeta já deviam saber que Marisol tava levando forte, com o corpo dela se ajustando à sensação viciante.
fazer amorSeus olhinhos marejaram de alegria quando sentiram eu preencher ela por completo.

+ Meu amor! – sussurrou bem terna.

E embora já tivéssemos feito várias vezes, naquela noite foi diferente. Era como uma briga silenciosa de vontades, com o corpo dela implorando pelos desejos dela enquanto minha mente lutava com meus medos. A pressão entre nós cresceu, a dor no coração dela refletindo os próprios sentimentos.

Comecei a meter com tudo, meus movimentos profundos e potentes. A sensação da bunda apertada e quentinha dela envolvendo meu pau era viciante, tirando todos os pensamentos da minha cabeça. Mas apesar de tudo, sabia que não podia ignorar as dores da minha amada pra sempre.

A respiração do meu rouxinol ficou acelerada enquanto ela ia recebendo tudo, o corpo dela se tensionando e relaxando a cada estocada suave. Marisol sabia bem que podia me convencer com o amor e a paixão dela, se entregando de corpo. Então ela se esforçou mais, enfiando meu pau sozinha, pra me mostrar que, apesar de tudo, aguentava.

Ela pegou minhas mãos e levou aos peitos dela, me enchendo de êxtase. Marisol se sentia tão feliz que as gestações tinham dado a ela os peitos grandes e carnudos que eu sempre desejei quando solteiro.

+ Ai, meu amor! – gemeu gostoso, com uma voz sedosa de prazer. – Você mete tão gostoso!

Mas apesar de tudo, eu continuava negociando.

- Ai, Marisol! – falei com minha voz compungida, fechando os olhos sentindo meu orgasmo se aproximar. – Não sei se consigo… mais dois filhos… é muita responsabilidade…

Mas ela não ouvia razões. Naqueles momentos de romance, eu disse que ao ver nos olhos dela, via mais dois filhos nos esperando no futuro e naquela hora, ela se agarrava às minhas palavras, sem me deixar voltar atrás. Então, apesar de sentir um prazer incrível nos peitos dela e na bunda apertada, minha esposa estava decidida.

+ Você consegue, meu amor! – me animou com uma voz lasciva, sedutora e decidida, cheia de amor. – A gente consegue, eu te juro!

E senti algo na medula. Custava acreditar que a Marisol me amasse tanto. Os peitos dela estavam macios e quentinhos, e a bunda dela ainda continuava bem apertadinha. Enquanto eu metia forte e gostoso, percebia o quanto a Marisol podia ficar putinha pra conseguir o que queria.

Mas, apesar de tudo, meu amor por ela era mais forte que qualquer dúvida. Sempre soube que seria a mulher da minha vida. A mãe "oficial" dos meus filhos. A amiga amorosa pra quem eu tinha prometido mais 2 filhos...

As nádegas enormes e carnudas dela balançavam como um sonho. A pele branquinha era macia como seda. Os gemidos de prazer dela eram cantos de anjo. E a bunda dela estava tão apertadinha e quentinha quanto eu desejava.

Comecei a meter como um louco, minha paixão guiada pela dedicação forte dela. Senti meu corpo e meu pau incharem mais por ela, um amor tão puro e desenfreado quanto nossa relação. E sabia que a Marisol tinha razão.

Que não podíamos parar por ali.

E, mesmo assim, sabia que a Marisol não ia me deixar fazer isso. Ela se entregaria uma e outra vez pra satisfazer meus desejos, até que finalmente eu cedesse.

Senti a cabeça do pau inchando, já me segurando com tudo. Ela se enfiava em mim com toda a força, aguentando todo o meu tamanho, sentindo o cu dela se esticar ao meu redor.

+ Marco, meu amor! – Ela implorou de novo, a voz cheia de paixão. – Me dá mais dois filhos! Por favor! Vou ser a melhor mãe! Vamos ser os melhores pais!

E a voz dela saiu tão cantante, minhas cadeiras se movendo freneticamente, meu orgasmo batendo de repente.

Gozei dentro do cu dela como um burro, nós dois berrando de prazer. Meu pau derramando dentro dela como porra quente.

- Vou pensar! – falei, aproveitando a bundinha gostosa dela.

Mas a Marisol, brava, apertou mais...

+ Pensar nada! Você vai encher minha bundinha de porra!... e quem sabe... quem sabe... a gente vai começar a falar de ter nosso quinto filho. – proclamou com autoridade.

Ficamos cansados e exaustos, mas sorrindo felizes. Tirei da bunda dela, ainda brilhando com nossos fluidos. Marisol se virou, o cu dela ainda aberto pela experiência. Embora soubesse que ia doer gostoso, o sentimento valeu a pena.

Ela se aproximou do meu lado e me beijou apaixonada.
esposa puta+ Eu te amo. – ela disse, me olhando com puro amor. – Mas só espera mais quatro anos… é a única coisa que te peço.

- Quatro anos? – perguntei, intrigado com a data específica. Em geral, sou eu quem se compromete com prazos definidos, enquanto meu rouxinol é mais impulsiva.

+ Sim! – admitiu ela, se mostrando toda linda e decidida. – Eu também tô ficando velha. Mas ter nossos filhos, criá-los com você… foi a coisa mais linda de toda a minha vida. Tipo, as pequenas já são quase adolescentes. Ainda Alicia te pede pra ler histórias pra ela e sei que ainda amamento o Jacintinho… mas a ideia de você não ser o pai de mais filhos me choca. Me choca pra caralho.

Ela pegou minha mão e apertou com delicadeza.

+ Então, por favor… não se apresse na sua decisão. Nos dá mais um tempinho.
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