11 anos depois... (XII)




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Compêndio IIIA PROMESSA II

❤️ Quem é a Sonia? – minha cunhada perguntou de novo, ao notar nosso silêncio.
Once años después… (XII)Violeta não poderia ter entrado em hora pior.

A tensão na cozinha subiu ao limite num instante só. Me retesou instintivamente, pegando o mesmo nível de pânico que minutos antes eu zoava nas caras da Pamela e da Marisol. Perfeitamente, podia ter quebrado o vitrô no quarto da Verônica e nós três estaríamos igualmente pálidos…

Porque explicar pra Violeta de quem a Sonia era significava revelar segredos que a gente guardava por mais de uma década…

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Onze anos atrás, logo depois que eu e a Marisol casamos e mudamos pro exterior, a Pamela caiu numa depressão pesada. A Marisol era irmã e companheira dela, e a Pamela tinha se apaixonado perdidamente por mim.

Mas foi ao perceber a tristeza da Pamela que a Verônica e a irmã dela, a Lucía, a mãe da Pamela, decidiram chegar a um acordo. As duas mulheres resolveram encarar a verdade horrível que as mantinha separadas: que o merda do Diego não só tinha sido um monstro com a própria filha, mas também, por puro despeito durante o divórcio com a Lucía, tinha seduzido a Verônica e engravidado ela de uma filha: a Violeta.
Sexo analEmbora a notícia tenha chocado a Pamela quando ela descobriu, o baque foi mais leve quando ela percebeu que todas as vezes que eu pedia pra ela cuidar da Violeta e se aproximar mais dela era porque eu já sabia da verdade. Eu e a Marisol descobrimos aquele segredo por acaso e sabíamos que, mais cedo ou mais tarde, ia vir à tona.

Mas, curiosamente, a revelação dolorosa trouxe um alívio inesperado pra Pamela. Ela nunca nos contou que sentia uma inveja secreta da prima por ter duas irmãs, e naquele momento, ela percebeu que agora também tinha uma irmãzinha que precisava dela. Com certeza, nossa partida deixou um vazio na vida da Pamela, mas descobrir que a Violeta era irmã dela devolveu as esperanças de abrir o coração pra outra pessoa.
fazer amorE foi assim que a Violeta se tornou a pessoa maravilhosa que é hoje: a Amélia ensinou disciplina física, forçando ela a se manter ativa e saudável; a Pamela deu pra ela as verdades cruas que aprendeu com as próprias experiências amargas, dando à Violeta uma visão direta de como os homens pensam e agem; a Verónica trouxe a diversão da confeitaria e da cozinha. Como alguns biscoitos podiam salvar o dia…esposa putaE também, tinham meus pais. Meu pai, firme mas comprometido, se tornou a figura paterna que a Violeta desesperadamente precisava, preenchendo o vazio que minha partida deixou, enquanto minha mãe trabalhava silenciosamente na consciência dela, do mesmo jeito que fez comigo e com meus irmãos.

Toda vez que a Violeta se desviava, minha mãe a corrigia sutilmente, dizendo que "Marco não teria feito isso assim..." ou que "Se Marco soubesse, não teria gostado de saber que a Violeta agiu desse jeito", mantendo minha importância na vida dela.

Todas essas contribuições ajudaram no desenvolvimento da Violeta, fazendo ela crescer nessa mulher incrível, carismática, forte e inteligente.

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Mas quando a Violeta estava na porta da cozinha, eu sentia aquele frio na espinha de ansiedade. Porque, assim como tinha acontecido comigo onze anos atrás, a Pamela, a Marisol e eu sabíamos um segredo que não era nosso pra contar e, pra piorar, a Verônica não estava presente pra explicar. E não importava que agora a Violeta fosse adulta, a verdade crua do que aconteceu uma década atrás era difícil de engolir.

Eu tive que começar, dizendo que a Sônia era minha colega de trabalho, que eu tinha engravidado do Bastião, porque, igual a Pamela, ela queria ter um filho.

A Violeta nos olhava horrorizada, nunca acreditando que eu pudesse ter um filho fora do casamento. Foi então que a Marisol confessou o segredo dela, que gosta de ser corna, e finalmente, a Pamela se juntou a nós, admitindo que, na época em que morávamos juntos, minha "Amazona espanhola" foi minha amante.

❤️ É por isso que o Marco lavava seus peitos quando eu era pequena? – Violeta nos perguntou, intrigada.

•O quê? – exclamou a Pamela, ficando vermelha de vergonha.

Uma vez, a Violeta nos pegou transando enquanto a Pamela e eu tomávamos banho, e a desculpa que a Marisol deu foi que eu estava ajudando ela a lavar os peitos dela.

❤️ Depois disso, comecei a Tomar banho sozinha – confessou Violeta com vergonha. – Não quis ficar grande e precisar que alguém lavasse meus peitos. Inclusive, tomei muito cuidado com eles toda vez que me banhava."

E realmente, dava pra ver que Violeta tinha se preocupado bastante com eles…

• Mas não era só que Marco fosse o tio que melhor me comeu – exclamou Pamela, sem entusiasmo, fazendo com que Marisol e eu ficássemos de cara iluminada.

Minha esposa, porque finalmente tinha algo que a prima dela invejava, e eu, porque conhecia a trajetória que a Pamela tinha tido.

No entanto, Pamela me olhou de forma cortante, já que, assim como a Emma, ela também se incomoda quando eu digo que faço amor com ela, em vez de comer.

• Marco me fazia sentir… coisas – continuou Pamela, num tom bem genuíno. – Não saberia te explicar direito, Violeta… mas eu sentia que o Marco olhava além das minhas tetas… e isso me agradava… então, quando a gente trepava e dormia junto… era gostoso e eu não me sentia tão vazia como antes.
infidelidade consentidaTanto minha esposa quanto a Violeta estavam me olhando. Minha mulher me encarava orgulhosa, por ter sido a primeira a experimentar aquilo, enquanto minha cunhada estava vivendo algo novo.
• Por isso queria te perguntar, Marco… se você topava… me engravidar.

O tom de voz da Pamela era sofrido. Triste. Tanto a Marisol quanto a Violeta me olhavam na expectativa, porque qualquer outro cara na minha situação teria aceitado na hora.

Mas pra mim, que já tinha passado pelas dificuldades de criar o Bastián, não era uma decisão fácil de aceitar.

— Não sei, Pamela. — respondi pra ela, sobrecarregado, sentindo o mundo desabar nas minhas costas. — Não é fácil de responder.

E como um reflexo, sem entender meus sentimentos, a “Amazona espanhola” se manifestou em toda sua intensidade.

• Filho da puta! — gritou num choro desesperado, desabando em lágrimas. — Não me faça implorar!

Marisol pulou num segundo pra consolar e segurar ela.

+ Não, não, Pamela! Não é isso! — disse meu rouxinol pra Pamela, abraçando ela como se fosse irmã. — Pame, é que é realmente difícil pra ele decidir isso. Até a Sonia, que era a melhor amiga dele, custou a aceitar.

Pamela levantou o olhar, contemplando a beleza angelical e honesta da minha esposa, o que trouxe calma pra ela.

+ Pame, você e eu conhecemos ele. — reafirmou meu rouxinol. — E nós duas sabemos o quanto ele queria ser pai.

As duas me olharam, me deixando desconfortável. Violeta, por outro lado, nos observava confusa, sem entender direito o que tinha rolado.

— Você pode me dar uns dias? — perguntei, hesitante. — Preciso pensar um pouco e tirar um tempo.

Entre lágrimas, o sorriso da Pamela apareceu.

• Você é um cara estranho, pichón! — comentou rindo de forma brincalhona. — Qualquer outro cara teria pulado e você, você precisa pensar… Tá bem!… Essa semana eu tô livre… mas quero que me responda, hein?… Não quero que você suma pra Austrália de novo e me deixe sem resposta.

E aquela noite foi especialmente longa. pelas emoções que vivemos. Ao deitar, Marisol sabia que eu estava inquieto. Tava tenso, duro, pensando em decisões que venho adiando há um tempo.
Once años después… (XII)+ Por que você fica pensando tanto nisso, meu amor? Sabe que a Pamela vai querer e cuidar bem. O que te preocupa? – perguntou meu rouxinol, já imaginando minha resposta.

Foi então que olhei pra minha linda esposa com medo, tocando num dos poucos assuntos que nos fazem discutir.

- Tava pensando que… depois disso… devia fazer uma vasectomia. – respondi pro meu rouxinol de forma seca.

Em relacionamentos como o nosso, essa frase de "meu corpo, minha escolha" (my body, my choice) não faz sentido. A gente se comprometeu mutuamente com os interesses um do outro: eu me barbeio todo dia porque a Marisol não gosta que eu arranhe ela com a barba quando a gente se beija; ela usa saias porque, além de eu adorar olhar as pernas dela, também facilita a gente se agarrar de surpresa; eu malho porque ela gosta que meu peito fique firme e eu mantenha um shape atlético, enquanto eu prefiro que ela use pouca maquiagem, porque acho que tira a beleza natural dela. Nossas decisões não são exatamente exigências. São jeitos de mostrar nosso amor, respeitando nossos gostos.

Então, tomar esse tipo de decisão de forma unilateral era algo que a Marisol não curtia.

+ Por que você tá dizendo isso? Você adora ser pai! – exigiu com uma voz tensa e sofrida, quase chorando.
Sexo analMe sentia envergonhado, sabendo a dor que estava causando na minha melhor amiga, mas precisava seguir em frente.

- Mas tô preocupado que tô ficando velho... e que possa engravidar outra mulher... além disso, já temos vários filhos. – falei com o coração na mão.

Mesmo tentando ser responsável quando tô com outras mulheres, sempre fica aquele medo de que a Emma não se cuide ou que a Izzie tente me enganar e, de repente, eu engravide alguém sem perceber.

Mas é um assunto que a Marisol não entendia razão...

+ Mas você me prometeu mais dois filhos! – reclamou já chorando. – Não pode voltar atrás!

Ela me deixou sem palavras. O Jacinto ainda é um bebê. As gêmeas e a Alicia já tão dando conta do recado. Mas, assim como ela, não podia negar: independente do caos e da bagunça, das noites em claro, da algazarra constante, criar nossos filhos tinha sido uma das maiores conquistas das nossas vidas.

E também tem minhas manias, que a Marisol conhece e valoriza. Em especial, gosto de cumprir o que prometo. Pras gêmeas, prometi um cachorro quando fizessem 5 anos e cumpri. Prometi pra Marisol que ela seria uma boa mãe quando a gente tava namorando e se preparando pra casar, e conseguimos. Garanti que ela aprenderia inglês se praticasse comigo, e conseguimos.

Então, quando ela me disse que não posso voltar atrás, me deixou desconfortável.

E aí, a Marisol ficou mais meiga...

+ Você sabe que uma das razões pelas quais me apaixonei por você é porque você é um pussy tão lindo! – comentou com ternura, com uma voz safada e um sorriso mais doce entre as lágrimas que escorriam pelo rosto.

Por trás daquele sorriso bonito, eu entendia a tristeza que a Marisol escondia. O Sergio tinha sido um pai ausente, que deu o básico do material, mas deixou um vazio no afeto e na emoção.

Quando a Marisol me conheceu, não tava procurando um namorado. Ela precisava de um amigo: alguém que a escutasse. que ela acreditasse em si mesma, que lembrasse ela de que podia pegar o que merece do mundo. E eu dei esse apoio pra ela, me contentando só com a amizade dela em troca.

Talvez tenha sido isso que fez ela me dar o coração inteiro dela.

E foi aí que ela começou a tentar me convencer.

+ O que eu posso fazer pra você mudar de ideia? – ela me perguntou, acariciando meu peito.

Eu demorei um pouco pra processar as palavras dela, sentindo o calor das mãos gostosas dela se espalhando pelo meu corpo. Olhei nos olhos dela, vendo ela tão radiante quanto um anjo, fazendo minhas convicções tremerem.

- Do que você tá falando? – perguntei, soltando um suspiro.
fazer amorMarisol sorriu, sabendo que já tinha me enganchado. Deslizou a mão macia e quentinha por dentro da minha calça e apertou meu pau com delicadeza, cortando minha respiração.

— Que tal isso? — perguntou, os olhos verdes brilhando de safadeza. — Vou te mostrar o quanto quero esses dois filhos teus que você me deve.

E eu me deixei levar. Na cama, Marisol não tem rival. Praticamente não tem tabu pra ela, e muitas vezes me perguntei se minha "esposa doce e inocente" não tem uma mente de esgoto.
esposa putaSeus lábios macios e doces deslizavam pela ponta do meu pau, começando a engolir ele como ela sempre fazia. Eu me sentia nas nuvens enquanto a cabeça do meu passarinho começava a subir e descer.

Minha esposa foi com calma, saboreando cada centímetro de mim, a língua dela brincando em volta do meu tronco enquanto soltava mais e mais a garganta. Conhecia meu gosto perfeitamente e era fascinada por ele. Dava pra sentir como eu tava ficando duro e ela sabia bem que me deixava no fogo.

Mas pra ela, não bastava. Ela precisava de mim preenchendo ela. Fazendo ela se sentir completa. Uma mulher maravilhosa. Então ela buscou meus lábios, pegou minhas mãos pra eu acariciar os peitos dela. A boceta molhada dela pulsava, já faminta procurando minha vara.
infidelidade consentidaNos beijamos apaixonadamente, nossos corpos se tornando um só. A dor de sentir ela se esticando e meu prazer ao sentir o quão apertada e quente a buceta dela estava era intoxicante para nós dois. Começamos a nos mover, nosso ritmo aumentando vertiginosamente. Minhas mãos agarravam os peitos dela com desespero, enquanto as mãos dela vagavam pela minha cintura. Ela me queria dentro e fundo dela, como sempre amou.

Marisol gemeu na minha boca, sentindo meu pau encher ela completamente. Ela envolveu as pernas na minha cintura, me puxando ainda mais para perto. Nos movíamos como um só, o ritmo dos nossos corpos nus ficando mais intenso. O som dos nossos corpos se chocando se misturava com nossos gemidos e suspiros de prazer.

Chupei os peitos dela como um bebê faminto, fazendo o corpo inteiro dela tremer. Para Marisol, a simples ideia de que eu nunca mais a engravidaria de novo era enlouquecedora, então ela estava me castigando com prazer, batendo violentamente com a cintura no meu pau. Meu rouxinol gemia de prazer, me sentindo implacável. Enorme. Como sempre sentiu.

Da minha parte, sentia uma tempestade de emoções. Amava a dedicação e paixão da minha esposa pela minha família, mas a ideia de ter mais filhos era esmagadora. Ainda assim, olhava nos olhos dela, cheios de amor e carentes de carinho, de um jeito que não podia decepcioná-la.

Trocamos de posição, com Marisol de costas, as pernas para o alto. Meu pau deslizava com facilidade, como se a buceta dela fosse feita sob medida para mim. Aproveitei o tempo para apreciar a beleza da minha esposa, os peitos carnudos dela balançando a cada estocada, a respiração dela ficando mais ofegante com as sacudidas fortes, me incentivando a continuar mais forte.

+ Uhm! Ungh! – meu rouxinol soltava uns gemidos de prazer que aceleravam meu coração. Comecei a meter mais forte, segurando a cintura dela com mais força.

Marisol podia sentir a pressão dentro dela. aumentando. O prazer era tão intenso, uma mistura de amor e tesão que fazia o corpo todo dela tremer a cada estocada. Minha esposa sabia o que queria de mim e não ia desistir sem dar uma boa briga.

Os tecidos dela começaram a se apertar em volta de mim, o corpo dela implorando pela minha gozada. Parecia que ela queria me mostrar com o corpo inteiro o quanto precisava de mim. A desesperação dela em querer carregar meus filhos no ventre.

Os olhos da Marisol começaram a semicerrar, sentindo o calor familiar da onda de orgasmos que estava sentindo até a medula.

+ Marco, por favor! – ela soltou num gemido misturado de prazer e desespero. – Meu amor, por favor, não faz isso!

E eu olhava pra ela, deliciosa, toda bagunçada. Os peitos dela balançando, o cabelo se desmanchando. Mas a paixão e o amor dela prevaleciam, imperturbáveis.

- Marisol! – eu implorava, sentindo meus quadris se moverem na velocidade da luz. – Só estou sendo prático!

E então, Marisol soltou um gemido intenso…

+ Oh, Deus! – ela exclamou num suspiro de prazer forte demais pra ser contido. – Marco… por favor… não faz isso… aahhh…

E apesar de tudo, eu sentia remorso. Sabia o quanto a Marisol queria aqueles dois filhos extras, e vê-la assim, chegando a esses extremos naquele estado de desejo, era algo que tornava difícil recusar. Não queria decepcioná-la, mas a preocupação e o medo de eventualmente engravidar outra pessoa pesavam nas minhas convicções.

Enquanto nosso amor atingia o ponto mais alto, fiz o compromisso de pensar mais nos sentimentos dela antes de tomar uma decisão tão permanente. Não queria quebrar a relação que temos, o amor e a paixão que queimam com tanta força no nosso casamento.

Minha esposa podia sentir que eu estava me convencendo e usou isso a seu favor. Um orgasmo a atingiu como uma onda e ela me apertou entre as pernas, me puxando mais pra perto enquanto cavalgávamos juntos até o clímax. + Marco! – Ela implorou entre gemidos, os olhos fixos na tempestade do nosso prazer. – Me engravida de novo! Me dá os filhos que você me prometeu!

E ver aquela convicção nos olhos dela. Os olhos da minha amiga, que quando a conheci, eram tão medrosos, fez meu coração se encher. Não queria decepcioná-la e, se dependesse de mim, teria engravidado ela na hora. O prazer que sentia naqueles momentos me dominava, e o rostinho angelical da Marisol, os peitos dela ardendo e suados, e o ritmo das nossas investidas, já estavam me deixando quase no limite.

Com uma última estocada, me descarreguei inteiro, enchendo ela com o calor do meu gozo. Ficamos ali, exaustos, ofegantes e enroscados, a tensão do assunto temporariamente esquecida pela paixão do momento.

Mas contemplei minha melhor amiga, meu coração batendo forte dentro do peito enquanto acariciava os cabelos dela.

– Marisol! – Sussurrei, com a voz ofegante, mas rendida. – Eu juro que vou pensar direitinho!

Mas Marisol me deu um sorriso celestial, recusando minha decisão.
Once años después… (XII)— Não, você não vai! — respondeu ela, firme e confiante. — Vou tirar essa ideia besta da sua cabeça, custe o que custar!Sexo analE sem me dar tempo de processar, começou a me chupar de novo assim que nos separamos. A sensação era impressionante. Marisol engolia meu gozo e os sucos dela sem um pingo de remorso. Eu podia sentir ela literalmente adorando meu pau. E quando me deixou duro e pronto, me ofereceu a bundinha dela.

Quando a gente namorava, Marisol não fazia a menor ideia de como o sexo anal era gostoso. Minha esposa era virgem de cu e já ficava intimidada com meu pau nas primeiras vezes que a gente transava, deixando a buceta dela dolorida. Mas na primeira vez que ela deixou eu comer a bundinha dela, foi como se uma nova linha de prazer tivesse sido traçada na mente dela.

Eu sei o quanto ela adora, a ponto de, idealmente, amar sentir isso toda noite, então eu tomei meu tempo. Beijei o pescoço dela, respirando na pele dela pra deixá-la ainda mais excitada.

— Sabe que eu te amo, né? — sussurrei no ouvido dela com carinho.

Meu rouxinol concordou, os olhinhos dela se fechando ao sentir meu pau flertando com o anel mais apertado dela.

+ Eu sei! — respondeu, rebolando as costas como uma gatinha no cio querendo empalar no macho dela. — Mas também sei que você nos ama muito, e a ideia de pararmos de ter filhos... isso não tá certo.

Acariciei a bunda redonda dela, beijando as costas dela, aplicando uma pressão suave no cuzinho dela. A ideia de eu dominar, submeter e amar ela ao mesmo tempo a fazia tremer toda. Comecei a empurrar devagar, centímetro por centímetro, os músculos dela se tensionando pra me receber. A coitada teve que morder o lábio pra não gemer mais, embora naquela altura, Verônica e Violeta já deviam saber que a Marisol tava levando forte, com o corpo dela se ajustando à sensação viciante.
fazer amorSeus olhinhos marejaram de alegria quando sentiram eu preencher ela por completo.

+ Meu amor! – sussurrou bem meiga.

E embora já tivéssemos feito várias vezes, naquela noite foi diferente. Era como uma briga silenciosa de vontades, com o corpo dela implorando pelos desejos dela enquanto minha mente lutava com meus medos. A pressão entre nós cresceu, a dor no coração dela refletindo os próprios sentimentos.

Comecei a meter com tudo, meus movimentos profundos e potentes. A sensação da bunda apertada e quentinha dela envolvendo meu pau era viciante, tirando todos os pensamentos da minha cabeça. Mas apesar de tudo, sabia que não podia ignorar as dores da minha amada pra sempre.

A respiração do meu rouxinol ficou acelerada enquanto ela ia recebendo tudo, o corpo dela se tensionando e relaxando a cada estocada suave. Marisol sabia bem que podia me convencer com o amor e a paixão dela, se entregando de corpo. Então ela se esforçou mais, enfiando meu pau sozinha, pra me mostrar que, apesar de tudo, aguentava.

Ela pegou minhas mãos e levou aos peitos dela, enchendo ela de êxtase. Marisol se sentia tão feliz que as gestações tinham dado a ela os peitões carnudos que eu sempre desejei quando solteiro.

+ Ai, meu amor! – gemeu gostoso, com uma voz sedosa de prazer. – Tá metendo tão gostoso!

Mas apesar de tudo, eu continuava negociando.

- Ai, Marisol! – falei com minha voz pesarosa, fechando os olhos sentindo meu orgasmo se aproximar. – Não sei se consigo... mais dois filhos... é muita responsabilidade...

Mas ela não ouvia razões. Naqueles momentos de romance, eu disse que ao ver nos olhos dela, via mais dois filhos nos esperando no futuro e naquela hora, ela se agarrava às minhas palavras, sem me deixar voltar atrás. Então, apesar de sentir um prazer incrível nos peitos dela e na bunda apertada, minha esposa estava decidida.

+ Você consegue, meu amor! – me incentivou com uma voz lasciva, sedutora e decidida, cheia de amor. – A gente consegue, te juro Juro!

E senti algo na medula. Custava acreditar que a Marisol me amasse tanto. Os peitos dela estavam macios e quentinhos, e a bundinha dela ainda continuava bem apertada. Enquanto eu metia forte e duro, percebia o quão puta a Marisol podia ficar pra conseguir o que queria.

Mas, apesar de tudo, meu amor por ela era mais forte que qualquer dúvida. Sempre soube que seria a mulher da minha vida. A mãe "oficial" dos meus filhos. A amiga amorosa pra quem eu tinha prometido mais 2 filhos...

As nádegas enormes e carnudas dela balançavam como um sonho. A pele branquinha era macia como seda. Os gemidos de prazer dela eram cantos de anjo. E a bunda dela estava tão apertada e quentinha quanto eu desejava.

Comecei a meter como um louco, minha paixão guiada pela dedicação forte dela. Senti meu corpo e meu pau incharem mais por ela, um amor tão puro e desenfreado quanto nosso relacionamento. E sabia que a Marisol tinha razão.

Que não podíamos terminar ali.

E, mesmo assim, sabia que a Marisol não ia me deixar fazer isso. Ela se entregaria uma e outra vez pra satisfazer meus desejos, até que eu finalmente cedesse.

Senti a cabeça do pau inchando, já me segurando com tudo. Ela se cravava em mim com toda a força dela, aguentando todo o meu tamanho, sentindo o cu dela esticar ao redor de mim.

+ Marco, meu amor! – Ela implorou de novo, a voz cheia de paixão. – Me dá mais dois filhos! Por favor! Vou ser a melhor mãe! Vamos ser os melhores pais!

E a voz dela saiu tão cantante, meus quadris se movendo freneticamente, meu orgasmo me acertando de repente.

Gozei dentro do cu dela como um burro, nós dois berrando de prazer. Meu pau derramando dentro dela como porra quente.

- Vou pensar! – falei, aproveitando a bundinha gostosa dela.

Mas a Marisol, brava, apertou mais...

+ Pensar nada! Você vai encher minha bundinha de porra!... e quem sabe... quem sabe... a gente vai começar a falar de ter nosso quinto filho. – proclamou com autoridade.

Ficamos cansados e exaustos, mas sorrindo felizes. Tirei da bunda dela, ainda brilhando com nossos fluidos. Marisol se virou, o cu dela ainda aberto pela experiência. Embora soubesse que ia doer gostoso, valeu a pena.
Ela se aproximou de mim e me beijou apaixonada.
esposa puta+ Eu te amo. – ela disse, me olhando com puro amor. – Mas só espera mais quatro anos… é só o que te peço.

- Quatro anos? – perguntei, intrigado com a data específica. Em particular, sou eu quem se compromete com prazos definidos, enquanto meu rouxinol é mais impulsiva.

+ Sim! – admitiu ela, se mostrando toda linda e decidida. – Eu também tô ficando velha. Mas ter nossos filhos, criá-los com você… foi a coisa mais linda de toda a minha vida. Tipo, as pequenas já são quase adolescentes. A Alicia ainda pede pra você ler histórias pra ela e eu sei que ainda amamento o Jacintinho… mas a ideia de você não ser o pai de mais filhos me choca. Me choca pra caralho.

Ela pegou minha mão e apertou com delicadeza.

+ Então, por favor… não se apresse na sua decisão. Nos dá mais um tempinho.
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