Fotos que tomamos mi esposa y yo, tratando de darle un toque erotico
Total libertad para comentar lo que quieran
Espero sean de vuestro agrado
http://www.poringa.net/posts/imagenes/5909834/Erotismo-en-B-N---01.html
http://www.poringa.net/posts/imagenes/5930158/Erotismo-en-B-N---02.html
http://www.poringa.net/posts/imagenes/5944758/Erotismo-en-B-N---03.html
SU ESPOSA, MI ESPOSA
Mi historia empieza fácil unos diez o quince atrás aproximadamente, cuando junto a Cristian montamos una pequeña empresita que con el tiempo se haría enorme
En esos días, Cristian terminaba sus estudios de electricidad mientras en paralelo yo hacía lo mismo, solo que con orientación mecánica, nos conocíamos por cruces casuales en los pasillos de la universidad, situaciones de momento, y recuerdo que comenzamos a tener una relación cercana por un amigo en común
Teníamos visiones parecidas de la vida, o sabíamos que queríamos para nuestro futuro, y fue como sin querer, fuimos cocinando una misma idea, dar servicios electro mecánicos a las empresas del parque industrial de la ciudad
Recuerdo que empezamos en la nada misma, una sociedad 'puro nombre', porque trabajábamos muchas horas en un pequeño tallercito que tenía su papá en el fondo de su casa
Pero fuimos astutos y rápidos para los negocios, pusimos un local, conseguimos representaciones exclusivas de varias firmas extranjeras, ampliamos las instalaciones, tomamos gente, para el taller, para el cuerpo de oficinas, la parte técnica, facturación, y los mas importante, marketing
Nuestra firma trascendió de empresa en empresa, de boca en boca, cuando nos dimos cuenta habíamos puesto representaciones en varias provincias y por decirlo de alguna manera, nos sobraban los billetes
Y nuestra sociedad era perfecta, cincuenta y cincuenta, todo se manejaba así, en los ingresos y en los egresos y lo que hacíamos por fuera de la empresa era asunto de cada uno, nadie metía las narices donde no nos llamaban, aunque después de tanto tiempo de convivencia, naturalmente había nacido una amistad
Habíamos pasado los treinta con creces, y ambos éramos unos solterones empedernidos, y todo parecía fluir naturalmente, Cristian solía criticarme por el empeño enfermizo que yo ponía según su criterio en la empresa, y en la obsesión en guardar cada peso que me llegaba, por mi desmedido interés por todo lo capital, viviendas, tierras, autos, en especial mi debilidad por las cupés importadas
En contrapartida, me molestaba la manera de vida de mi socio, solo viviendo el presente, gastando cada moneda hoy como si mañana se terminara el mundo
Así era él, vivía de viaje en viaje, con mujeres de alquiler, y todo lo bueno que pasaba dentro de la sociedad, era exponencialmente opuesto en nuestras vidas privadas
Por si fuera poco, Cristian tenía un problema, su adicción a los juegos, algo que había empezado como una sonsera y se transformaría en un enorme problema, evidente a mis ojos, invisible a los suyos, él tiraba pilas y pilas de dinero en casinos, juegos de cartas, apuestas y parecía no darse cuenta que nuestra empresa, a pesar de todo lo bueno, era un trabajo de día a día, pero él, como dije, no pensaba en el mañana
Y ahí entraría Olivia en nuestro mundo, y quién era Olivia?
Olivia na verdade se chamava Virgínia, embora quase ninguém soubesse disso. Virgínia soava muito como "virga", e não era esse o perfil dela, então acho que era o pior dos seus segredos.
Ela era uma morena com um corpo privilegiado e uma bunda de cair o cu, com quase trinta primaveras nas costas. A única virtude ou qualidade conhecida era vender o corpo em qualquer rede que existisse, aparecendo em fotos e vídeos do jeito mais provocante possível, e com o mínimo de roupa, melhor.
A típica mulher que se acha uma rainha, com os cabelos perfeitos, o rosto maquiado, as unhas esculpidas, sem nunca fazer nada além de alimentar o próprio ego insaciável.
E muita gente tem um hobby ao longo da vida; o dela era colecionar seguidores. Claro, homens, e mais de um já tinha levado ela pra cama.
E Cristian cairia nas redes dela, e quando eu a conheci, soube que tipo de mulher ela era.
Porque Olivia, obviamente, também não se apaixonaria por qualquer homem. Tipicamente, ela se apaixonava por alguém que atendesse às necessidades dela, alguém que tivesse muita grana pra ela gastar, alguém que não fizesse questionamentos nem reclamações, alguém que de alguma forma fizesse um pacto não escrito: trocar o corpo dela à noite por uma vida de luxo durante o dia.
E meu sócio parecia se encaixar perfeitamente.
O bom de toda essa história é que Cristian sabia com que tipo de mulher estava se metendo, e que o amor de Olivia tinha preço. Pra ela também estava claro esse tipo de amor condicional, porque não importava a aparência, nem como ele a tratava, nem os sentimentos, nem sequer exigia fidelidade, só os bilhetes da conta bancária dele. E, claro, meu papel como terceiro era assistir ao filme diário que passava diante dos meus olhos.
Passaram-se quase dois anos, dois anos em que vivi toda a história de fora, uma tragicomédia onde eles se tratavam como cachorro e puta, porque era óbvio que Cristian só estava com ela pelo corpo gostoso que ela tinha, pela bunda que ela tinha e pela puta que ela era. Também era óbvio que ela amaria ele enquanto ele tivesse dinheiro, mas meu parceiro não era burro, e dava a ela só o básico, por isso as reclamações, as brigas, porque Cristian colocava limites em todas as extravagâncias de uma mulher que era só uma aspiradora de notas.
Algo meio cômico ia rolar, algo que de uma piada mudaria a história.
Naqueles dias, iam me entregar uma nova cupê italiana, importada, muitos cavalos de força, e como eu costumava fazer, toda vez que comprava um carro, Cristian era um dos primeiros a saber, então naquela mesma tarde fui até a casa dele pra mostrar meu presente novo.
Meu parceiro e a mulher dele ficaram de boca aberta, não acreditaram, demos uma volta pelo bairro e quando acabou, ele me convidou pra ficar um pouco, queria discutir umas ideias de investimento que tinha em mente e queria me atualizar.
Já era um pouco tarde, mas era assim nossa vida, então aceitei e fomos pra mesa principal, cada um com seu notebook, e começamos a conversar enquanto o sol começava a se esconder no horizonte.
De quebra, eu não conseguia parar de olhar disfarçadamente pra mulher dele, ela usava um top bem curto e justo, vermelho sangue, com os peitos saindo pelo decote como dois balões, uma saia jeans, daquelas rasgadas e desbotadas, tão curta que mal cobria a bunda e a intimidade, deixando ver as pernas intermináveis e perfeitas, e uns sapatos de salto fino que davam uns vinte centímetros a mais, um visual desnecessário pra uma mulher normal, mas ela era assim, o rosto dela tava jovial e os cabelos perfeitamente arrumados, um por um.
Ela se sentou de lado, com o notebook, num banquinho que dava um ar mais de puta, como se precisasse, e não teve problema em comentar que tava interagindo com alguns seguidores, porque tinha postado um novo portfólio de fotos, me perguntou se eu tinha visto, mas o parceiro dela, balançando a cabeça, me fez entender que ela ignorou
Já tinha ficado tarde, tarde demais, Cristian, sem me consultar, ligou e pediu jantar para três, sem me dar escolha, e entre uma coisa e outra, entre um drink e outro, já tinha batido meia-noite
— Bom, galera... — falei, fazendo uma pausa — amanhã vai ser um dia longo...
— Mas espera... — ele respondeu — de que adianta trabalhar tanto se a gente não pode curtir uma noite...
Mais uma vez ficava claro o jeito que cada um pensava a vida
Ele me pegou pelo ombro, uma garrafa do melhor uísque, e fomos pros sofás da sala. Ele tirou um baralho novo e me disse:
— Vamos jogar uma partida, e depois você vai embora.
Eu falei que sabia bem que não era jogador, mas ele aumentou a aposta:
— Olha, vamos fazer o seguinte: se eu ganhar, e obviamente vou ganhar, fico com a sua cupê nova. O que acha?
— Acho que não. E o que eu ganharia? — respondi desafiador.
— Que tal uma noite comigo? — ela jogou de repente, que até então tinha ficado de fora de tudo.
— Olha, Olivia — respondi tentando ser educado — não quero ser ofensivo, você é gostosa, nem preciso falar, mas esse carro vale pelo menos dois anos de sexo seguido.
Cristian, rindo, esticou a mão direita e disse:
— Vamos, vamos, parceiro, aceito o desafio. Até porque sei que você não tem chance de ganhar, e essa cupê hoje à noite vai ficar aqui em casa.
Nos acomodamos frente a frente da mesinha de centro, e enquanto ele embaralhava o baralho como um profissional, percebi que minha putaria tinha me levado a tomar uma decisão errada. Meu parceiro era um jogador experiente, e se eu não ganhasse na boa, ele certamente trapacearia pra conseguir o que queria.
Mas eu não contava com o que estava prestes a rolar. Olivia tinha se sentado ao lado do parceiro dela, bem pertinho, como a parceira dele, e estava de olho em tudo que acontecia. Ela começou a me dar sinais das cartas que Cristian tinha, então eu sabia quando avançar e quando recuar.
E com essa ajuda extra, a sorte do meu parceiro estava selada.
Hoje, olhando pra trás, nunca vou saber o quanto foi verdade e o quanto foi mentira. Se tudo foi como eu contei, ou se em algum momento foi tudo planejado, e desde quando? Desde a partida? Desde o jantar? Desde a reunião? Desde o momento em que eu cheguei? Ou era algo que eles já estavam tramando? Cristian sempre nega...
De qualquer forma, em alguns minutos, Olivia pegou uma bolsa de mão, uma jaquetinha leve por causa do friozinho lá fora, e se preparou pra me acompanhar do jeito que estava: de salto alto, minissaia e top.
Nos despedimos do meu parceiro, e senti que estava fazendo um favor pra ele, que estava tirando um peso das costas dele. Liguei o carro e partimos pro meu apartamento.
E o que dizer... Eu entenderia o motivo pelo qual Cristian aguentava ela.
Fomos direto pro quarto, sem enrolação, enroscados em beijos, caímos na cama. Eu fiquei por baixo, olhando pro teto, ela por cima, como se estivesse montando em mim, sentada em cima de mim, com as pernas abertas. Ela disse que queria meu pau, que há tempos imaginava aquele momento, enquanto apertava os próprios peitos por cima do top. Minhas mãos foram pros músculos dela, e até procurei a bunda dela, já que com aquela posição a saia dela tinha subido naturalmente, deixando parte do rabo dela de fora.
Ela pegou minhas mãos e mudou elas de lugar. Colocou uma num dos peitos dela, me fazendo enfiar a mão por baixo do sutiã. que a outra levou à boca, para chupar meus dedos indicador e anelar juntos, como se fosse fálico, fazendo com que eu observasse e ficasse com tesão na situação
Obviamente meu pau cresceu de onde estava e ela, notando isso, começou a rebolhar a buceta sobre ele, pra frente e pra trás, uma e outra vez, enquanto os gemidos enchiam o quarto
Olivia tirou o top, e depois o sutiã, seus peitos ficaram nus, eram lindos e meus dedos se divertiram percorrendo suas formas, mas foi só por alguns minutos, ela desceu pra me beijar bem fundo, abrindo os botões da minha camisa pra esfregar as tetas dela no meu peito, pele com pele, enquanto minhas mãos se deliciavam com aquela bunda que me parecia infinita
Ela desceu um pouco, soltou a fivela do meu cinto com pressa, depois o botão da calça jeans, o zíper, e com um pouco de esforço arrastou tudo pra baixo, até minha cueca.
Começou a chupar meu pau com muita vontade, com penetrações profundas até o impossível, eu gostava, porque via e sentia meu pau sumir inteiro dentro da boca dela e acariciar a garganta, depois saía, depois de garantir que estivesse todo babado pela saliva dela, ela enfiava entre as tetas e me masturbava gostoso, era uma delícia, e voltava a chupar, e as tetas também
Ela se afastou, tirou a saia e a calcinha, contra a luz notei a rachinha dela toda depilada, algo que já tinha imaginado, porque ela era desse tipo de mulher, puta em todos os sentidos, eu ainda estava deitado e ela puxando a calça acabou me deixar pelado
Ela montou em mim de novo, mas dessa vez, de costas pra mim, sentando no meu pau com a buceta encharcada, e rebolando os quadris como se estivesse possuída, gritando, me deixando ver aquela bunda enorme que tantas vezes tinha visto em fotos, mas que agora parecia real pra caralho
Ela jogou a mão direita pra trás e começou a se acariciar o cuzinho, primeiro a ponta de um dedinho, depois a falange, depois o primeiro dedo e depois um segundo, porra, ela estava se dilatando toda pro que vinha
Fechei os olhos e desviei meus pensamentos, já não conseguia mais olhar, não queria chegar, é que aquela bunda era perfeita, seus movimentos, e seus gemidos e suas palavras que chegavam aos meus ouvidos, e infelizmente, eu podia fechar os olhos, mas não os ouvidos
Senti como ela pegava meu pau entre os dedos e agora se sentava fazendo com que eu a penetrasse por trás, abri os olhos, meu pau entrava todo na bunda dilatada dela, até o fundo, muito gostoso, bem apertadinho, mas Olivia era uma puta que assumia um papel muito ativo na cama, onde eu era só um passageiro que se deixava levar nessa viagem de loucura
E só gozei, não consegui segurar mais, e entre gemidos e mais gemidos enchi toda a retaguarda dela de porra
Ela continuou se movendo, até meu pau começar a perder a rigidez e a penetração não ser mais possível
Então ela, virou e veio pra cima de mim, novamente, agora de frente, quase montando as pernas em volta do meu pescoço, e diretamente colocou a buceta dela na minha boca pra eu fazer sexo oral
Assim fiquei um bom tempo, chupando aquela buceta toda depilada, olhando de baixo como as mãos dela e as minhas se misturavam acariciando os peitos dela, e o rosto dela se desfigurava num orgasmo enorme
O problema era que meu pau estava duro de novo, então me levantei, ergui ela nos meus braços fazendo com que ela me abraçasse pelo pescoço pra não cair, levei ela contra a parede do fundo, me equilibrando, aguentando todo o peso dela com meus braços, encurralei ela e meti de novo, comendo ela com vontade, os peitos nus dela pareciam rasgar meu peito e só beijei ela na boca, fundo, tão fundo e tão quente que gozei de novo, agora pelo lugar natural, enchendo ela toda pra cairmos exaustos poucos minutos depois
Como continuou a história?
Depois daquela noite, Olivia voltou com o Cristian, e tudo ficou normal entre os três, e pouco depois eu transaria com ela de novo, é que ela era gostosa demais e aos poucos começava a me envolver na teia dela
Se Isso criou um intervalo de tempo onde ela estava com ele, mas também comigo, embora cada vez menos com ele, e mais comigo.
Meu sócio parecia feliz com a nova situação, e era como se ele estivesse mesmo tirando um peso das costas.
Ela, cada vez mais confidente comigo, me dizia que a história dela com o Cristian era caso encerrado, já estava cansada de conviver com um jogador compulsivo.
Em pouco tempo, ela se mudou pra minha casa, e sem querer, a esposa dele virou minha esposa.
Por sorte pra mim, sempre tive muito claro na cabeça a situação: ela transava pra caralho, mas nunca deixaria de ser uma interesseira, e se sentia mais à vontade com um cara que guardava cada centavo que ganhava do que com outro que apostava até o que não tinha.
Como uma ironia do destino, nosso relacionamento duraria exatamente dois anos, o tempo que aquela noite de cartas tinha jogado ao acaso, e tudo seria como deveria ser.
Com o tempo, Olivia viu em mim o que estava procurando: um cara sério, centrado, e que poderia ser o provedor eterno de todas as suas notas. E claro, só transar não bastava, ela precisava de um contrato que nos unisse pra ficar tranquila, e começou a me encurralar pra um casamento civil. Era uma víbora, sempre foi.
E a melhor forma de acabar com ela ilesa, era que ela se arrependesse, e não eu.
Naquela manhã, levei ela escondida pra um lugar que pra ela era surpresa, porque não falei pra onde estava levando. Daniel Insaurralde estava nos esperando no escritório dele. Daniel era nosso advogado de confiança e, em parte, meu amigo. Ele nos esperava pra assinar o contrato pré-nupcial que eu tinha encomendado, onde ficava claro que ela não tinha nada, e eu tinha tudo, e que a parte dela continuava sendo dela, e a minha parte continuava sendo minha.
Olivia me xingou em todos os idiomas. Pela primeira vez falou de amor, de confiança, de traição — uma história de poetas que nunca foi crível. Só me restou o prazer íntimo de sempre ter tido isso claro, e de ter comido ela até cansar, igual meu sócio tinha feito.
Hoje, Cristian e eu continuamos sendo sócios e melhores amigos. Ele continua gastando cada moeda do mesmo jeito que eu guardo. Somos assim, nada vai nos mudar, nem mesmo uma mulher, uma puta que foi esposa dele e foi minha esposa.
Se você gostou dessa história, pode me escrever com o título SUA ESPOSA, MINHA ESPOSA para dulces.placeres@live.com
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Espero sean de vuestro agrado
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SU ESPOSA, MI ESPOSA
Mi historia empieza fácil unos diez o quince atrás aproximadamente, cuando junto a Cristian montamos una pequeña empresita que con el tiempo se haría enorme
En esos días, Cristian terminaba sus estudios de electricidad mientras en paralelo yo hacía lo mismo, solo que con orientación mecánica, nos conocíamos por cruces casuales en los pasillos de la universidad, situaciones de momento, y recuerdo que comenzamos a tener una relación cercana por un amigo en común
Teníamos visiones parecidas de la vida, o sabíamos que queríamos para nuestro futuro, y fue como sin querer, fuimos cocinando una misma idea, dar servicios electro mecánicos a las empresas del parque industrial de la ciudad
Recuerdo que empezamos en la nada misma, una sociedad 'puro nombre', porque trabajábamos muchas horas en un pequeño tallercito que tenía su papá en el fondo de su casa
Pero fuimos astutos y rápidos para los negocios, pusimos un local, conseguimos representaciones exclusivas de varias firmas extranjeras, ampliamos las instalaciones, tomamos gente, para el taller, para el cuerpo de oficinas, la parte técnica, facturación, y los mas importante, marketing
Nuestra firma trascendió de empresa en empresa, de boca en boca, cuando nos dimos cuenta habíamos puesto representaciones en varias provincias y por decirlo de alguna manera, nos sobraban los billetes
Y nuestra sociedad era perfecta, cincuenta y cincuenta, todo se manejaba así, en los ingresos y en los egresos y lo que hacíamos por fuera de la empresa era asunto de cada uno, nadie metía las narices donde no nos llamaban, aunque después de tanto tiempo de convivencia, naturalmente había nacido una amistad
Habíamos pasado los treinta con creces, y ambos éramos unos solterones empedernidos, y todo parecía fluir naturalmente, Cristian solía criticarme por el empeño enfermizo que yo ponía según su criterio en la empresa, y en la obsesión en guardar cada peso que me llegaba, por mi desmedido interés por todo lo capital, viviendas, tierras, autos, en especial mi debilidad por las cupés importadas
En contrapartida, me molestaba la manera de vida de mi socio, solo viviendo el presente, gastando cada moneda hoy como si mañana se terminara el mundo
Así era él, vivía de viaje en viaje, con mujeres de alquiler, y todo lo bueno que pasaba dentro de la sociedad, era exponencialmente opuesto en nuestras vidas privadas
Por si fuera poco, Cristian tenía un problema, su adicción a los juegos, algo que había empezado como una sonsera y se transformaría en un enorme problema, evidente a mis ojos, invisible a los suyos, él tiraba pilas y pilas de dinero en casinos, juegos de cartas, apuestas y parecía no darse cuenta que nuestra empresa, a pesar de todo lo bueno, era un trabajo de día a día, pero él, como dije, no pensaba en el mañana
Y ahí entraría Olivia en nuestro mundo, y quién era Olivia?
Olivia na verdade se chamava Virgínia, embora quase ninguém soubesse disso. Virgínia soava muito como "virga", e não era esse o perfil dela, então acho que era o pior dos seus segredos.Ela era uma morena com um corpo privilegiado e uma bunda de cair o cu, com quase trinta primaveras nas costas. A única virtude ou qualidade conhecida era vender o corpo em qualquer rede que existisse, aparecendo em fotos e vídeos do jeito mais provocante possível, e com o mínimo de roupa, melhor.
A típica mulher que se acha uma rainha, com os cabelos perfeitos, o rosto maquiado, as unhas esculpidas, sem nunca fazer nada além de alimentar o próprio ego insaciável.
E muita gente tem um hobby ao longo da vida; o dela era colecionar seguidores. Claro, homens, e mais de um já tinha levado ela pra cama.
E Cristian cairia nas redes dela, e quando eu a conheci, soube que tipo de mulher ela era.
Porque Olivia, obviamente, também não se apaixonaria por qualquer homem. Tipicamente, ela se apaixonava por alguém que atendesse às necessidades dela, alguém que tivesse muita grana pra ela gastar, alguém que não fizesse questionamentos nem reclamações, alguém que de alguma forma fizesse um pacto não escrito: trocar o corpo dela à noite por uma vida de luxo durante o dia.
E meu sócio parecia se encaixar perfeitamente.
O bom de toda essa história é que Cristian sabia com que tipo de mulher estava se metendo, e que o amor de Olivia tinha preço. Pra ela também estava claro esse tipo de amor condicional, porque não importava a aparência, nem como ele a tratava, nem os sentimentos, nem sequer exigia fidelidade, só os bilhetes da conta bancária dele. E, claro, meu papel como terceiro era assistir ao filme diário que passava diante dos meus olhos.
Passaram-se quase dois anos, dois anos em que vivi toda a história de fora, uma tragicomédia onde eles se tratavam como cachorro e puta, porque era óbvio que Cristian só estava com ela pelo corpo gostoso que ela tinha, pela bunda que ela tinha e pela puta que ela era. Também era óbvio que ela amaria ele enquanto ele tivesse dinheiro, mas meu parceiro não era burro, e dava a ela só o básico, por isso as reclamações, as brigas, porque Cristian colocava limites em todas as extravagâncias de uma mulher que era só uma aspiradora de notas.
Algo meio cômico ia rolar, algo que de uma piada mudaria a história.
Naqueles dias, iam me entregar uma nova cupê italiana, importada, muitos cavalos de força, e como eu costumava fazer, toda vez que comprava um carro, Cristian era um dos primeiros a saber, então naquela mesma tarde fui até a casa dele pra mostrar meu presente novo.
Meu parceiro e a mulher dele ficaram de boca aberta, não acreditaram, demos uma volta pelo bairro e quando acabou, ele me convidou pra ficar um pouco, queria discutir umas ideias de investimento que tinha em mente e queria me atualizar.
Já era um pouco tarde, mas era assim nossa vida, então aceitei e fomos pra mesa principal, cada um com seu notebook, e começamos a conversar enquanto o sol começava a se esconder no horizonte.
De quebra, eu não conseguia parar de olhar disfarçadamente pra mulher dele, ela usava um top bem curto e justo, vermelho sangue, com os peitos saindo pelo decote como dois balões, uma saia jeans, daquelas rasgadas e desbotadas, tão curta que mal cobria a bunda e a intimidade, deixando ver as pernas intermináveis e perfeitas, e uns sapatos de salto fino que davam uns vinte centímetros a mais, um visual desnecessário pra uma mulher normal, mas ela era assim, o rosto dela tava jovial e os cabelos perfeitamente arrumados, um por um.
Ela se sentou de lado, com o notebook, num banquinho que dava um ar mais de puta, como se precisasse, e não teve problema em comentar que tava interagindo com alguns seguidores, porque tinha postado um novo portfólio de fotos, me perguntou se eu tinha visto, mas o parceiro dela, balançando a cabeça, me fez entender que ela ignorou
Já tinha ficado tarde, tarde demais, Cristian, sem me consultar, ligou e pediu jantar para três, sem me dar escolha, e entre uma coisa e outra, entre um drink e outro, já tinha batido meia-noite
— Bom, galera... — falei, fazendo uma pausa — amanhã vai ser um dia longo...
— Mas espera... — ele respondeu — de que adianta trabalhar tanto se a gente não pode curtir uma noite...
Mais uma vez ficava claro o jeito que cada um pensava a vida
Ele me pegou pelo ombro, uma garrafa do melhor uísque, e fomos pros sofás da sala. Ele tirou um baralho novo e me disse:
— Vamos jogar uma partida, e depois você vai embora.
Eu falei que sabia bem que não era jogador, mas ele aumentou a aposta:
— Olha, vamos fazer o seguinte: se eu ganhar, e obviamente vou ganhar, fico com a sua cupê nova. O que acha?
— Acho que não. E o que eu ganharia? — respondi desafiador.
— Que tal uma noite comigo? — ela jogou de repente, que até então tinha ficado de fora de tudo.
— Olha, Olivia — respondi tentando ser educado — não quero ser ofensivo, você é gostosa, nem preciso falar, mas esse carro vale pelo menos dois anos de sexo seguido.
Cristian, rindo, esticou a mão direita e disse:
— Vamos, vamos, parceiro, aceito o desafio. Até porque sei que você não tem chance de ganhar, e essa cupê hoje à noite vai ficar aqui em casa.
Nos acomodamos frente a frente da mesinha de centro, e enquanto ele embaralhava o baralho como um profissional, percebi que minha putaria tinha me levado a tomar uma decisão errada. Meu parceiro era um jogador experiente, e se eu não ganhasse na boa, ele certamente trapacearia pra conseguir o que queria.Mas eu não contava com o que estava prestes a rolar. Olivia tinha se sentado ao lado do parceiro dela, bem pertinho, como a parceira dele, e estava de olho em tudo que acontecia. Ela começou a me dar sinais das cartas que Cristian tinha, então eu sabia quando avançar e quando recuar.
E com essa ajuda extra, a sorte do meu parceiro estava selada.
Hoje, olhando pra trás, nunca vou saber o quanto foi verdade e o quanto foi mentira. Se tudo foi como eu contei, ou se em algum momento foi tudo planejado, e desde quando? Desde a partida? Desde o jantar? Desde a reunião? Desde o momento em que eu cheguei? Ou era algo que eles já estavam tramando? Cristian sempre nega...
De qualquer forma, em alguns minutos, Olivia pegou uma bolsa de mão, uma jaquetinha leve por causa do friozinho lá fora, e se preparou pra me acompanhar do jeito que estava: de salto alto, minissaia e top.
Nos despedimos do meu parceiro, e senti que estava fazendo um favor pra ele, que estava tirando um peso das costas dele. Liguei o carro e partimos pro meu apartamento.
E o que dizer... Eu entenderia o motivo pelo qual Cristian aguentava ela.
Fomos direto pro quarto, sem enrolação, enroscados em beijos, caímos na cama. Eu fiquei por baixo, olhando pro teto, ela por cima, como se estivesse montando em mim, sentada em cima de mim, com as pernas abertas. Ela disse que queria meu pau, que há tempos imaginava aquele momento, enquanto apertava os próprios peitos por cima do top. Minhas mãos foram pros músculos dela, e até procurei a bunda dela, já que com aquela posição a saia dela tinha subido naturalmente, deixando parte do rabo dela de fora.
Ela pegou minhas mãos e mudou elas de lugar. Colocou uma num dos peitos dela, me fazendo enfiar a mão por baixo do sutiã. que a outra levou à boca, para chupar meus dedos indicador e anelar juntos, como se fosse fálico, fazendo com que eu observasse e ficasse com tesão na situação
Obviamente meu pau cresceu de onde estava e ela, notando isso, começou a rebolhar a buceta sobre ele, pra frente e pra trás, uma e outra vez, enquanto os gemidos enchiam o quarto
Olivia tirou o top, e depois o sutiã, seus peitos ficaram nus, eram lindos e meus dedos se divertiram percorrendo suas formas, mas foi só por alguns minutos, ela desceu pra me beijar bem fundo, abrindo os botões da minha camisa pra esfregar as tetas dela no meu peito, pele com pele, enquanto minhas mãos se deliciavam com aquela bunda que me parecia infinita
Ela desceu um pouco, soltou a fivela do meu cinto com pressa, depois o botão da calça jeans, o zíper, e com um pouco de esforço arrastou tudo pra baixo, até minha cueca.
Começou a chupar meu pau com muita vontade, com penetrações profundas até o impossível, eu gostava, porque via e sentia meu pau sumir inteiro dentro da boca dela e acariciar a garganta, depois saía, depois de garantir que estivesse todo babado pela saliva dela, ela enfiava entre as tetas e me masturbava gostoso, era uma delícia, e voltava a chupar, e as tetas também
Ela se afastou, tirou a saia e a calcinha, contra a luz notei a rachinha dela toda depilada, algo que já tinha imaginado, porque ela era desse tipo de mulher, puta em todos os sentidos, eu ainda estava deitado e ela puxando a calça acabou me deixar pelado
Ela montou em mim de novo, mas dessa vez, de costas pra mim, sentando no meu pau com a buceta encharcada, e rebolando os quadris como se estivesse possuída, gritando, me deixando ver aquela bunda enorme que tantas vezes tinha visto em fotos, mas que agora parecia real pra caralho
Ela jogou a mão direita pra trás e começou a se acariciar o cuzinho, primeiro a ponta de um dedinho, depois a falange, depois o primeiro dedo e depois um segundo, porra, ela estava se dilatando toda pro que vinha
Fechei os olhos e desviei meus pensamentos, já não conseguia mais olhar, não queria chegar, é que aquela bunda era perfeita, seus movimentos, e seus gemidos e suas palavras que chegavam aos meus ouvidos, e infelizmente, eu podia fechar os olhos, mas não os ouvidos
Senti como ela pegava meu pau entre os dedos e agora se sentava fazendo com que eu a penetrasse por trás, abri os olhos, meu pau entrava todo na bunda dilatada dela, até o fundo, muito gostoso, bem apertadinho, mas Olivia era uma puta que assumia um papel muito ativo na cama, onde eu era só um passageiro que se deixava levar nessa viagem de loucura
E só gozei, não consegui segurar mais, e entre gemidos e mais gemidos enchi toda a retaguarda dela de porra
Ela continuou se movendo, até meu pau começar a perder a rigidez e a penetração não ser mais possível
Então ela, virou e veio pra cima de mim, novamente, agora de frente, quase montando as pernas em volta do meu pescoço, e diretamente colocou a buceta dela na minha boca pra eu fazer sexo oral
Assim fiquei um bom tempo, chupando aquela buceta toda depilada, olhando de baixo como as mãos dela e as minhas se misturavam acariciando os peitos dela, e o rosto dela se desfigurava num orgasmo enorme
O problema era que meu pau estava duro de novo, então me levantei, ergui ela nos meus braços fazendo com que ela me abraçasse pelo pescoço pra não cair, levei ela contra a parede do fundo, me equilibrando, aguentando todo o peso dela com meus braços, encurralei ela e meti de novo, comendo ela com vontade, os peitos nus dela pareciam rasgar meu peito e só beijei ela na boca, fundo, tão fundo e tão quente que gozei de novo, agora pelo lugar natural, enchendo ela toda pra cairmos exaustos poucos minutos depois
Como continuou a história?
Depois daquela noite, Olivia voltou com o Cristian, e tudo ficou normal entre os três, e pouco depois eu transaria com ela de novo, é que ela era gostosa demais e aos poucos começava a me envolver na teia dela
Se Isso criou um intervalo de tempo onde ela estava com ele, mas também comigo, embora cada vez menos com ele, e mais comigo.
Meu sócio parecia feliz com a nova situação, e era como se ele estivesse mesmo tirando um peso das costas.
Ela, cada vez mais confidente comigo, me dizia que a história dela com o Cristian era caso encerrado, já estava cansada de conviver com um jogador compulsivo.
Em pouco tempo, ela se mudou pra minha casa, e sem querer, a esposa dele virou minha esposa.
Por sorte pra mim, sempre tive muito claro na cabeça a situação: ela transava pra caralho, mas nunca deixaria de ser uma interesseira, e se sentia mais à vontade com um cara que guardava cada centavo que ganhava do que com outro que apostava até o que não tinha.
Como uma ironia do destino, nosso relacionamento duraria exatamente dois anos, o tempo que aquela noite de cartas tinha jogado ao acaso, e tudo seria como deveria ser.
Com o tempo, Olivia viu em mim o que estava procurando: um cara sério, centrado, e que poderia ser o provedor eterno de todas as suas notas. E claro, só transar não bastava, ela precisava de um contrato que nos unisse pra ficar tranquila, e começou a me encurralar pra um casamento civil. Era uma víbora, sempre foi.
E a melhor forma de acabar com ela ilesa, era que ela se arrependesse, e não eu. Naquela manhã, levei ela escondida pra um lugar que pra ela era surpresa, porque não falei pra onde estava levando. Daniel Insaurralde estava nos esperando no escritório dele. Daniel era nosso advogado de confiança e, em parte, meu amigo. Ele nos esperava pra assinar o contrato pré-nupcial que eu tinha encomendado, onde ficava claro que ela não tinha nada, e eu tinha tudo, e que a parte dela continuava sendo dela, e a minha parte continuava sendo minha.
Olivia me xingou em todos os idiomas. Pela primeira vez falou de amor, de confiança, de traição — uma história de poetas que nunca foi crível. Só me restou o prazer íntimo de sempre ter tido isso claro, e de ter comido ela até cansar, igual meu sócio tinha feito.
Hoje, Cristian e eu continuamos sendo sócios e melhores amigos. Ele continua gastando cada moeda do mesmo jeito que eu guardo. Somos assim, nada vai nos mudar, nem mesmo uma mulher, uma puta que foi esposa dele e foi minha esposa.
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