Uma das coisas mais gostosas do mundo turro é que, mesmo sendo muito difícil entrar naquela época — quase impossível —, uma vez que você está dentro, uma vez que você se transforma em um deles, é como ter um cartão de ouro para o mundo do prazer. Uma vez dentro do mundo turro, percebi que ter engravidado a Jesi, ter transformado ela numa lutadora e ter me mudado para o barraco significava ter ganhado aquela credencial de turro, aquele passe, aquele reconhecimento de aceitação por parte do resto do bairro. Assim, fui me dando conta com o passar dos anos e das benditas que chegavam dos nossos fodes com a Jesi que as minas também começavam a botar os olhos em mim. Eu não sou um Brad Pitt, um cara super gostoso, e com certeza teria custado centenas de horas de conversa no Facebook tentar conquistar alguma mina de novo. No entanto, sendo para elas um bandido, um vagabundo, aquele que — e cito textualmente — "engravidou a Jesi três vezes", "deve ter um pauzão, amiga, fez três filho na Jesi", a coisa era muito mais interessante e, principalmente, muito mais fácil conseguir uma foda quando eu quisesse. É tipo aquela frase: dinheiro atrai dinheiro. Pois bem, engravidar a mina atrai mais minas. Tem umas associações de minas que na rua são verdades irrefutáveis; depende de que lado da moeda você está, pode sair muito favorecido. Por exemplo, para as minas, um cara de mais de 20 anos que não tem filhos significa automaticamente que tem o pinto pequeno. Mas, pelo contrário, e para o momento em que vai acontecer essa história que vou contar, um cara de menos de 20 anos que já tinha feito dois filhos na Jesi (leia-se quem vos fala) automaticamente é o negão do WhatsApp, um big cock de lei. As minas correm a fofoca sozinhas, quase que você senta e espera elas virem te comer. Não foi difícil, então, começar a comer a minha cunhada, que era mais nova que a Jesi, o que fez com que logo todo o assunto — digo, que engravidei duas vezes a irmã, etcétera e tal. Vocês podem ler vários relatos de fodas com minha cunhada. Alguns eu não contei porque achei que não tinham tanta importância, mas como pediram mais fodas com minha cunhada por mensagem privada, vou contar um deles. Espero que curtam. Como vocês sabem, o barraco onde a gente morava era extremamente pobre. Bom, não sei por que falo "morava", porque na verdade continua a mesma zona hoje. Pra dar um contexto, principalmente pra quem não leu os primeiros relatos, o barraco era bem pequeno, caindo aos pedaços, em péssimo estado, e tinha só um banheiro. Um banheiro só que tinha que atender um monte de gente: a Jessi, meus dois pimpolhos, minha sogra, minhas cunhadas — incluindo essa garota gostosa pra caralho —, o irmão mais novo da Jessie, e uma alternância de caras, ficantes, rolos e fodas da minha sogra e da minha outra cunhada. Isso sem contar algum fim de semana que as tias vinham dormir no barraco. Claro que ser tanta gente dá uma adrenalina especial na hora da foda. Não existe privacidade ou intimidade total. Então é foder sabendo que vão te ouvir, que podem te ver, que você tem que foder dividindo o quarto com suas cunhadas — tudo isso dá um fogo, um toque muito especial. E pra quem me perguntou, tem um cheiro especial no barraco, um cheiro de buceta de mulher, uma mistura de pouca higiene, sujeira, e um "foda-se" pra tudo. É um cheiro de buceta forte que, por algum motivo, posso garantir que endurece a pica. Bom, a questão é que eu tava tomando banho, claro, com um balde e uma chaleira quente, quando de repente a porta do banheiro abre. Uma observação importante: no lugar onde você toma banho, onde seria o suposto chuveiro que não existe, não tem cortina nem nada. Ou seja, você toma banho sem nada te cobrindo, só com a porta do banheiro fechada — embora ela também não feche direito. A porta do banheiro abre e... entra na minha cunhada com uma calcinha cinza perfeitamente pelada, uma fio dental e um topzinho branco de barriga de fora. Não leva a mal, mas acho que a única coisa boa que minha família fez por mim foi me dar uma bela pica. Sempre tive ela bem grande, e embora os caras tenham fama de ter pauzão, o que é verdade, digamos que eu não destoava. Podia passar por mais um deles de boa, pelo menos um qualquer. Minha cunhada cravou os olhos na minha pica, mordeu o lábio. Vamos esclarecer que a gente já tava transando com uma certa frequência, mas eu também tinha meus rolos e comia outras. Cunhada: "ai papai, me dá essa pica" Eu: "não me provoca, fala sério, tão todo mundo lá fora" Cunhada: "e eu lá tô ligando? Se eu quero pica, você me dá ou não gosta mais da minha buceta?" ela disse enquanto puxava a calcinha pra baixo, ficando só com a fio dental minúscula tampando a bucetinha depilada e carnuda dela, algo surpreendente pra idade dela. Eu: "como que não vou gostar? olha como você me deixa" mostrei então que já tava dura, levantada e com a cabeça aparecendo forte. Minha cunhada mordeu o lábio de novo, sem dizer nada, tirou a parte de cima, deixando as tetinhas dela no ar. Cunhada: "assim papai, quer foder toda essa buceta? agora não liga pra sua mulherzinha? não quer essa neném só pra você?" Como eu disse antes, uma vez que você tem a credencial de um bandido, tem que agir como tal. O bom é que sai naturalmente. E talvez você fale coisas que não diria na sua vida normal, a menos que sua vida seja a de um malandro. Eu: "vem cá que vou arrebentar toda sua buceta, não tô nem aí" Minha cunhada então entrou na área do chuveiro comigo e começou a devorar minha boca. Eram beijos muito quentes, duas mãos apertando as nádegas dela, e minha pica dura e ereta contra a buceta dela, contida por aquela fio dental. Ela me beijava como louca, mordia meu lábio, apertava a buceta dela contra minha pica. Tirei a tanga fio dental em dois movimentos rápidos, virei ela e mandei apoiar as mãos na parede de tijolo furado sem reboco do banheiro. Abri um pouquinho as bandas da raba e enfiei a pica até o fundo da buceta dela. Minha cunhada gemeu de prazer ao sentir, sem camisinha, pele com pele, minha pica entrando até o fundo da buceta dela, toda molhada. Já sei, antes eu falei que ela dava pra outros caras e que era mina, e isso podia ser perigoso, mas ou você é bandido e come sem camisinha ou é um otário. Então, me sentindo um verdadeiro bandido, dei uma enfiada foda sem camisinha, sem me importar com nada. Enquanto eu metia a pica, a buceta dela ficava cada vez mais molhada, e eu tinha que tampar a boca dela com uma mão pra evitar que gritasse. A porta tinha ficado um pouquinho aberta, e lá fora do banheiro estava todo mundo, a adrenalina era total.
Cunhada: cê gosta que eu sou sua menina, pai? quer me arrebentar toda, pai?
Eu: (metendo mais forte) toda minha, sua puta, fica ligado.
Cunhada: ah sim, o que importa mais, a buceta da sua menina ou a sua mulherzinha?
Eu: você, sua puta, olha como me deixa de pica dura. vou te arrebentar toda.
Visualiza a cena: o chão de cimento sem cerâmica, a parede de tijolo furado sem reboco, nós pelados, ela apoiada na parede e eu enfiando a pica até o fundo da buceta dela.
Cunhada: me dá pica, pai, me dá tudo.
Em cada enfiada, minha cunhada gemia. Eu tinha a pica pulsando dentro dela, prestes a explodir numa mistura de fogo, adrenalina, tesão, loucura, tudo junto. Além disso, quando eu parava meio segundo pra ver aquela raba perfeita, divina, redondinha, firme, um espetáculo.
Cunhada: eu importo mais pra você ou seu filho?
Eu: você, meu amor, adoro sua buceta (Dylan, se um dia ler isso, me desculpa, haha, mas a buceta da sua tia valia mais, haha).
Cunhada: me dá todo o leite, pai, me dá tudo.
Pensar que podia dar merda? Impossível não pensar, a gente é bandido. modo que eu enfiei uma porrada de porra violenta nela, foi uma metida bem forte, bem carregada, com três jatos potentes de porra que minha cunhada recebeu com prazer. Ela ficou respirando meio ofegante, curtindo com muito tesão a enxurrada de porra até que se virou e me deu um baita beijo na boca. Sem nem se limpar, ela usou a pussy, vestiu a legging de volta mas sem a calcinha fio dental e disse: "vamos ver como você come a trouxa da sua mulherzinha sem porra hoje". Até aqui a história de hoje, como sempre, se quiserem contribuir com o que puderem e quiserem, aqui está o alias r11.206xs.clio97, muito obrigado, esperem a próxima. Foto ilustrativa.

Cunhada: cê gosta que eu sou sua menina, pai? quer me arrebentar toda, pai?
Eu: (metendo mais forte) toda minha, sua puta, fica ligado.
Cunhada: ah sim, o que importa mais, a buceta da sua menina ou a sua mulherzinha?
Eu: você, sua puta, olha como me deixa de pica dura. vou te arrebentar toda.
Visualiza a cena: o chão de cimento sem cerâmica, a parede de tijolo furado sem reboco, nós pelados, ela apoiada na parede e eu enfiando a pica até o fundo da buceta dela.
Cunhada: me dá pica, pai, me dá tudo.
Em cada enfiada, minha cunhada gemia. Eu tinha a pica pulsando dentro dela, prestes a explodir numa mistura de fogo, adrenalina, tesão, loucura, tudo junto. Além disso, quando eu parava meio segundo pra ver aquela raba perfeita, divina, redondinha, firme, um espetáculo.
Cunhada: eu importo mais pra você ou seu filho?
Eu: você, meu amor, adoro sua buceta (Dylan, se um dia ler isso, me desculpa, haha, mas a buceta da sua tia valia mais, haha).
Cunhada: me dá todo o leite, pai, me dá tudo.
Pensar que podia dar merda? Impossível não pensar, a gente é bandido. modo que eu enfiei uma porrada de porra violenta nela, foi uma metida bem forte, bem carregada, com três jatos potentes de porra que minha cunhada recebeu com prazer. Ela ficou respirando meio ofegante, curtindo com muito tesão a enxurrada de porra até que se virou e me deu um baita beijo na boca. Sem nem se limpar, ela usou a pussy, vestiu a legging de volta mas sem a calcinha fio dental e disse: "vamos ver como você come a trouxa da sua mulherzinha sem porra hoje". Até aqui a história de hoje, como sempre, se quiserem contribuir com o que puderem e quiserem, aqui está o alias r11.206xs.clio97, muito obrigado, esperem a próxima. Foto ilustrativa.


2 comentários - Sou o Turro bandido: minha cunhada me come no banho