Brittany entrou em casa, os pés descalços batendo de leve nos azulejos frios da cozinha e depois no carpete da sala. — Dante? Querido? Cadê você? — Ela deu uma olhada no banheiro de baixo e viu que estava vazio. Subindo as escadas, espiou o lavabo e depois o banheiro completo. Os dois também estavam vazios. Foi quando ouviu barulhos vindo do fundo do corredor, na direção do quarto do Nicholas. Ela foi até lá e viu a porta do quarto do filho entreaberta, ouvindo um baque lá dentro. — Ah, não! Será que o Dante se machucou? — Correu até a porta do quarto do filho, com os peitões enormes balançando tanto que ameaçavam pular do biquíni e dar um tapa nela. Abriu a porta e entrou. — Dante? Cê tá bem...? — A voz falhou ao ver Dante de pé ao lado da cama do Nicholas; o quarto do filho estava uma zona completa. Dante tinha quebrado o espelho do Nicholas, destruído vários brinquedos, rasgado os gibis e, no geral, tinha acabado com o quarto do pequeno. Esse moleque era um pestinha mesmo, né? Como ele podia ser tão cruel com o filho dela? Então os olhos dela se fixaram em Dante, que estava de costas para ela, e ela ouviu o som dele abrindo a braguilha. O coração dela disparou. O que esse garoto tava fazendo? Por que ele tava abaixando a braguilha? E... como seria aquilo? Da posição privilegiada dela, não dava pra ver, mas a mente dela tava cheia de imagens de como devia ser. Enquanto observava as costas dele, viu as mãos dele descendo, claramente com dificuldade pra tirar o equipamento da calça jeans. — D-Dante, o que cê tá fazendo? — perguntou timidamente, sentindo quase como se estivesse invadindo a privacidade dele, embora aquele nem fosse o quarto dele, muito menos a casa dele. Ele olhou por cima do ombro. — Hã? Vou mijar na cama do Nicholas! — respondeu naturalmente. Então Brittany ouviu um *PLAF* alto quando algo grande e pesado bateu na cama do filho. — Cê vai fazer... o quê? Por “O quê?” Porque ele é um filho da puta, por isso. Vou marcar a cama dele como meu território porque posso. Enquanto dizia isso, os olhos dele percorreram o corpo dela de novo, e Brittany jurou ter ouvido um estrondo denso e gorgolejante. Ele sorriu pra ela. “O quê? Vai me impedir?” perguntou, e antes que ela pudesse responder, ele se virou de lado e os olhos de Brittany saltaram das órbitas. Ali, se estendendo pela braguilha desabotoada do garoto e sobre a cama do filho dela, estava a maior buceta de pau que ela já tinha visto na vida! Parecia ter uns quinze centímetros de comprimento e era tão grosso quanto uma lata de refrigerante. A cabeça carnuda estava quase completamente coberta pelo prepúcio, e a ponta que aparecia tinha uma abertura enorme pra porra, grande o suficiente pra enfiar um dedo. E não só isso, mas pelo jeito que estava largado na cama do Nicholas, parecia que o pau do Dante nem estava completamente duro! Esse moleque tava carregando um pau de cavalo, e nem tava completamente duro! Brittany levou quase dez segundos pra perceber que tinha ficado olhando pro pau do Dante sem falar nada. Quando de algum jeito conseguiu desviar o olhar daquela mangueira de carne magnífica, encarou o rosto do Dante e viu que ele tava dando aquele sorriso cúmplice de novo. Tentou pensar no que dizer, mas a mente dela ficou em branco. Dante não respondeu com palavras; em vez disso, começou a acariciar lentamente o pauzão de burro meio duro dele, a grande cabeça encapuzada roçando no edredom do filho dela. Os olhos dela voltaram praquele membro divino, olhando paralisada enquanto o jovem puxava devagar. Ela ouviu o gorgolejo de novo, e Dante soltou um pequeno grunhido quando a fenda de mijar dele se abriu de par em par e arrotou um verme grande e grosso de porra gelatinosa na cama do filho dela. Fez um som molhado suave ao sair do buraco do pau dele e cair na cama do Nicholas. Dante grunhiu de novo, e um segundo jato de geleia de esperma escorreu. sobre o edredom de cores vibrantes. Pela atitude do Dante e pelo jeito que o pau dele se mexia, a Brittany percebeu que ele nem tava gozando, era só a porra do líquido pré-ejaculatório dele! Esse garanhãozinho soltava cargas de pré-gozo maiores e mais grossas do que as dos homens adultos com quem ela já tinha estado! —Dante! P-por favor, você não pode fazer isso — ela ouviu a si mesma protestando fraquinho enquanto olhava pasma pra aquelas cordas grossas de porra pré. O Dante só riu. “Tá de boa”, falou, e levantou o pau enorme e mole dele e dobrou pra enfiar de volta na braguilha e descer pela perna da calça, fechando o zíper. “Mas tô morrendo de vontade de mijar. Cadê o banheiro?” “É, hã... uuummmm...” A Brittany continuou olhando pros vermes de geleia, atordoada por uns segundos, sem conseguir fazer o cérebro pensar nem a boca falar. Finalmente, disse: “É no fim do corredor... à esquerda”. O Dante simplesmente passou por ela, observando o corpo dela mais de perto enquanto passava. “Que rabão gostoso, mamãe”, falou, dando um tapa na bunda enorme dela ao sair, fazendo ela gritar e ficar vermelha. Mas ela nem protestou, paralisada pela demonstração incrível de virilidade que acabava de ver. Assim que o Dante saiu do quarto, ela correu pra cama do Nicholas. Uma mãe melhor que ela teria ficado horrorizada com tudo que acabou de rolar e estaria pensando, antes de tudo, em como limpar aquela bagunça. A Brittany, porém, não era uma mãe melhor, e o interesse dela não era limpar, mas sim testemunhar aquele desfile de potencial reprodutivo. Ela se inclinou de um jeito que a cara dela ficou a poucos centímetros daquelas hebras grossas e peroladas de geleia coalhada que esse moleque tinha acabado de soltar nos lençóis do filho dela com o pau enorme. As narinas dela se dilataram ao aspirar o fedor forte do sêmen dele e ela apertou as coxas, gemendo ao sentir o cheiro. Parecia que a manteiga de A porra dele era tão grossa e concentrada que uma única gota daquilo já deixaria ela grávida de trigêmeos! Ela nunca tinha visto um esperma tão denso na vida! Ela jurou que até conseguia ver aquelas cordas grossas se contorcendo com a força e a vontade dos nadadores procurando um ovo pra fecundar. "Ei, gordona", ela ouviu Dante chamar do fundo do corredor, "Vem aqui e me ajuda". — Sim, querido — ela ouviu a própria voz responder como se estivesse sonhando, sem nem se dar ao trabalho de repreendê-lo por usar uma linguagem tão ofensiva. Quando chegou na porta do banheiro, viu que estava aberta e entrou. Ai, meu Deus! — gemeu ao ver Dante de pé na frente do vaso, com a braguilha aberta e o pau de cavalo pra fora. Era claramente maior e mais grosso do que há um minuto, quando ele esfregava na cama do filho dela. Parecia que tinha entrado mais aço, mas ainda não estava totalmente duro, embora já pendesse até abaixo do joelho! Dante apontou pro pau enorme. "Vem aqui e segura isso, porra. Você deixou ele meio duro com essa bunda enorme e esses peitões, então devia ajudar a segurar enquanto eu mijo." "Eu... eu...", Brittany começou, com o rosto e o pescoço vermelhos enquanto encarava maravilhada o maior pau que já tinha visto. "Tá bom", respondeu finalmente, se sentindo num transe. Aquele moleque tinha tanta rola que ela não conseguia se afastar, e ele tava convidando ela pra chegar perto, pra tocar. Mesmo sabendo o quão errado isso era, ela não conseguia deixar passar a chance de ficar mais perto de um pedaço de carne tão magnífico, mesmo que estivesse preso num menino de sete anos. Ela andou até o banheiro, bem menos segura do que antes, com os olhos fixos naquele pau pendurado. Parecia que tava crescendo e engrossando enquanto ela olhava. "Não fica só olhando, peituda. Segura ele e aponta pro vaso antes que eu urine no chão todo, caralho!" Brittany ficou sem palavras. Nunca ninguém tinha falado com ela daquele jeito, muito menos um garotinho. Mas esse garoto tinha uma presença tão imponente e tanta pica, que ela sentiu que seria errado desobedecê-lo. Tentou se justificar pensando que só não queria que o banheiro ficasse uma bagunça, mas sabia a verdade. “B-bom, não quero que você faça sujeira, então… acho que posso te ajudar”. Dante riu. “Fala o que quiser, raposinha. Segura firme. Tô com uma vontade de mijar que nem um cavalo de corrida”. Brittany percebeu que não conseguiria ajudá-lo em pé, então se ajoelhou ao lado do vaso, com os joelhos nus no piso frio do banheiro. A pica enorme de cavalo de Dante agora balançava bem na frente do rosto dela. Agora que estava tão perto, ela podia sentir o cheiro, porra! As narinas dela se dilataram e ela gemeu enquanto absorvia o fedor poderoso da pica dele. Cheirava a suor, almíscar, urina e até a geleia de esperma dele. Sentiu a buceta ficar molhada só de testemunhar uma pica tão poderosa, crua e fedida! Fazia tempo demais desde que ela tinha uma pica realmente grande, e essa porra era ainda mais enorme do que ela imaginava. Era, de alguma forma, vergonhosamente, ainda mais sexy pendurada no corpo desse garoto bonito que nem tinha terminado o ensino fundamental. Ela se inclinou para frente e segurou com cuidado com as duas mãos, ofegando com o quão grossa e quente era na mão dela. Parecia quente o suficiente para queimar a pele quando ela levantou aquela pica incrivelmente grande e apontou para o vaso. — Tá pronto, Dante! Solta tudo! PORRA! Foi interrompida pelos grunhidos de Dante e pela fenda grande de mijar dele se dilatando para começar a jorrar um jato de urina grosso como um dedo no vaso com tanta força que ela jurou ter ouvido a porcelana rachar um pouco sob a pressão. Espirrou como uma mangueira de incêndio dentro da privada, os sons da urina inundando o vaso tão altos que quase machucaram os ouvidos dela. Ela ficou De boca aberta e olhos arregalados, ela observou aquele garoto mijar com tanta força que sentiu que, se não segurasse direito, o pau dele ia balançar pra todo lado só com a potência daquela descarga absurda da bexiga. O banheiro foi enchendo com o cheiro daquela mijada monstruosa do moleque superdotado. —Ai, meu Deus! Você mija tão forte! —soltou, sem conseguir esconder o espanto. Dante simplesmente colocou a mão na cabeça dela enquanto ela se ajoelhava ali, segurando o pau dele. "Fecha essa boca e segura meu pau", falou, rosnando de novo enquanto o jato de urina ficava ainda mais forte. Brittany viu a água do vaso ficando mais escura e amarela conforme a mijada urgente dele enchia a bacia até quase transbordar, mas o jato de Dante não diminuía nem um pouco. —Porra! Você mijou até encher o vaso e ainda tá indo! —Mmm, porra. O que eu falei sobre falar? Brittany não queria que o banheiro dela inundasse com a mijada potente daquele moleque, e era exatamente isso que ia acontecer se ela não agisse rápido. Já tinham avisado pra ela não falar, então, sem dizer nada, continuou segurando o pau mijando dele com uma mão enquanto com a outra pegava a descarga do vaso. Teve que se inclinar pra caramba naquela posição pra alcançar, e quando fez isso, os peitões dela entraram na frente do jato de urina, e ele simplesmente mijou em cima deles, molhando o decote dela, encharcando o biquíni com aquele mijo quente. —HHnnnhhhh pporrrraaa! —gemeu enquanto o mijo quente batia nos peitos dela e a mão finalmente alcançava a descarga, puxando e fazendo o vaso esvaziar. —Jesus, você é uma puta viciada em mijo, não é? —riu Dante. —N-não, eu só tava tentando dar descarga —protestou ela. —É por isso que você ainda tá com os peitos debaixo do meu pau mijando? Ela corou ao perceber que ele tinha razão, não tinha se afastado e estava ativamente deixando aquele moleque Ela passou a língua por todo o decote dela e sobre os peitões dela. Ela se afastou e deixou o jato de mijo dela voltar a encher a privada que ainda tava funcionando. Dante só deu uma risadinha e continuou mijando que nem um cavalo. Brittany ficou olhando aquele garanhão pendurado de um moleque inundar a privada de novo com a mijo incrivelmente volumoso dele. Ela se esticou pra dar descarga uma segunda vez, na esperança de levar um mijão nos peitos no processo, mas antes que a mão dela alcançasse a alavanca ou os peitos dela alcançassem o jato de mijo, o Dante usou a mão na cabeça dela pra empurrar a cabeça dela pra dentro da porra da privada! A cara dela afundou na privada cheia de mijo e o Dante simplesmente deu um tapão com a rola gorda dele na nuca dela e continuou mijando no vaso. Ela ouviu ele bater na alavanca da privada e a descarga começou, fazendo um redemoinho com a água da privada e o mijo quente dele por toda a cara e cabeça dela, encharcando os fios ruivos dela no mijo contínuo dele enquanto a cabaça enorme descansava na nuca dela e derramava mais e mais mijo na privada. Aquele valentão bem-dotado tava dando um redemoinho de mijo na própria privada dela! Não só isso, mas enquanto ela gorgolejava debaixo do aguaceiro de mijo e água de privada batendo na cara dela, ela se sentiu vergonhosamente perto de gozar. Nunca ninguém tinha usado ela tão por completo na vida, e aqui estava esse moleque tratando ela como uma putinha mijona de um jeito que nenhum homem com quem ela tinha estado tinha coragem nem de tentar. Brittany tava assustada com o quanto ela tava excitada com aquilo. "Tá aí, toma tudo como uma boa putinha mijona", disse Dante, segurando a cabeça dela na privada com a mão dele e a rola gorda mijona. Finalmente, a privada soltou o gorgolejo característico do esvaziamento e o Dante grunhiu enquanto soltava os últimos jatos de mijo no cabelo encharcado da Brittany. Ele soltou a mão dela. da cabeça e ela se sentou, ofegante e tossindo urina e água da privada. Minha nossa! Minha nossa! Minha nossa! Quase me afogou na sua maldita urina! —É, é assim que você fica, né? Você é uma puta de mictório sem jeito, né? —Eu... eu não... não, você me obrigou a fazer isso —gemeu ela. Ah, é? Eu obriguei? Mmm, tá bom. Bem, vamos ver o que você faz quando eu não obrigo. Dito isso, Dante se virou e levantou o pau, de modo que a enorme protuberância incircuncisa apontasse direto na cara da Brittany, a só alguns centímetros de distância. Os olhos dela se arregalaram ao ver o cu apertado dele de perto pela primeira vez. As narinas dela se dilataram de novo ao sentir o aroma almiscarado da glande dele, molhada e úmida. Então, enquanto ela observava pasma, Dante abaixou devagar o eixo do pau e desenrolou o prepúcio comprido dele. Quando puxou, Brittany ficou de boca aberta e soltou um gemido vergonhoso e sensual. A cabeça do pau do Dante estava toda coberta de esmegma grosso, amanteigado e fedorento. O fedor de queijo de pau era tão forte que fez ela chorar e até tossir umas duas vezes ao sentir as ondas quentes de fedor de sujeira de glande entrando na boca e nos seios paranasais dela. Ela continuou desenrolando o prepúcio dele até que a cabeça inteira do pau dele ficasse exposta. Mesmo no estado semirrígido, era grande pra caralho, do tamanho de uma ameixa, e desde mais ou menos a metade da glande até a crista alargada da base estava escondido sob uma camada grossa de sujeira de pau acumulada. Debaixo dessa crista tinha basicamente um anel sólido de queijo de pau envolvendo toda a circunferência do eixo. Brittany ofegava, cada respiração aspirando mais do cheiro de urina acumulada, suor, porra e sujeira de pau dele. —Bem, não vou te obrigar a nada, gostosa de banheiro. Tenho meu pau sujo na sua cara. Tá vendo todo esse maldito queijo de pau? Não limpei ele por um mês. Se você fosse uma boa mãe, ou mesmo se não fosse uma puta sem jeito, você se levantaria e Você vai embora, né? Então vai. Vaza. Não vou te impedir. Brittany ficou encarando aquele volume enorme e nojento a centímetros do rosto dela, com o pau de Dante ainda pingando urina. Ela sabia que ele tinha razão: se fosse uma boa mãe, ou uma mulher decente, levantava e ia embora. E não só isso, provavelmente chamava a porra da polícia ou algo assim! Mas... ela tinha vergonha de descobrir que não era uma boa mãe nem uma mulher decente. Pelo visto, ela era uma puta foxy que mijava no pau sem cortar e nojento de um garoto do ensino fundamental. A inação dela foi toda a resposta que Dante precisava. — É o que eu pensei, vagabunda. Já que você é uma foxy tão suja, por que não para de enrrolar e limpa minha cabeça? Lágrimas escorreram dos olhos de Brittany enquanto ela balançava a cabeça devagar. "S-sim, Dante." Ela começou a se inclinar para frente, e ele se abaixou e agarrou o cabelo ruivo encharcado de urina dela, puxando a cabeça dela alguns centímetros para longe do membro fedorento coberto de esmegma. Brittany gemeu de forma lastimável, não tanto pela puxada no cabelo, mas por ter o rosto afastado da ponta suja e cheia de queijo de Dante. Ela olhou para ele com olhos suplicantes. "Quero que você peça", ele disse simplesmente. "P-por favor, Dante." — Não. Implora direito, senão vou enfiar o pau de volta na calça e dar esse queijo pra outra foxy. — NÃO! — ela soltou, surpresa com o próprio entusiasmo depravado —. Não, por favor. Não faz isso. Por favor, Dante. Por favor, deixa eu limpar a ponta do seu pau com a boca. Por favor... por favor, me dá seu maldito queijo de menino. Eu... eu preciso. Faz tanto tempo que não vejo um pau de verdade, e o seu é o maior, mais grosso e mais fedorento que já vi ou cheirei na vida! Eu quero... engolir cada pedacinho do seu maldito queijo de bairro! Porra. Nunca pensei que Nicholas tivesse uma mãe tão foxy de banheiro. Então vai, foxy desesperada. Come o queijo do meu pau como um bom vaso sanitário humano. "Obrigada!", ela disse com sinceridade, então Ela se inclinou pra frente e segurou o pau do Dante com reverência, usando as duas mãos. Aproximou o nariz bem em cima da cabeça da rola dele e respirou fundo, gemendo alto enquanto as narinas se enchiam do fedor forte de um mês de porra masculina acumulada. Imaginou tudo que ele devia ter feito durante aquele mês, suando enquanto jogava beisebol, mijando onde queria, dormindo com aquela rola enorme e grossa enroscada na cueca em noites quentes e suadas. Um mês inteiro com aquele pau de touro marinando no próprio suco. Se sentiu genuinamente honrada por poder aproveitar um banquete inteiro do queijo de pica dele só pra ela. Virou a cabeça e, olhando nos olhos dele, plantou os lábios carnudos na lateral da rola enorme, enfiando devagar uma pilha imensa de pasta de esmegma amanteigada na boca. Os olhos dela piscaram e ela gemeu quando o gosto salgado atacou os sentidos. O queijo de pica dele era mais forte que qualquer coisa que ela já tinha comido antes, aquela sujeira concentrada de rola reforçando ainda mais as imagens mentais que ela tinha daquele pau perfeito cozinhando no próprio fedor, suor e mijo. Começou a plantar beijos por toda a cabeça da rola gorda dele, movendo o rosto em volta dela pra catar o máximo de esmegma que conseguisse enfiar na boca, esticando a língua pra lamber todo o pinto queijudo e recolher o máximo daquela substância fedida que ele deixasse. Ela pressionou a ponta da língua contra o anel de esmegma acumulado embaixo da base do pau dele pra cavar delicadamente por baixo, depois curvou a ponta da língua e começou a catar com cuidado o grosso anel de pasta de prepúcio. "UUnnnnhhhhhh", gemeu enquanto se humilhava por aquele cara pauzudo e recolhia todo o esmegma fedido dele na boca como se fosse a iguaria mais fina do mundo. O pau do Dante reagia na hora ao banho de língua sujo que aquela mulher adulta tava dando, a rola já enorme inchando ainda mais. ainda mais para ficar mais comprido e grosso até atingir sua ereção completa de vinte e cinco polegadas de comprimento pulsante. Veias enormes e latejantes envolviam seu rompedor de bucetas grosso como um braço e seu cano de sêmen se intumescia na parte inferior do eixo, seu buraco do pau se abria de par em par para urinar um jato de pré-gozo que espirrava por toda a parede e o chão do banheiro. Não era tão grosso quanto os grandes vermes de geleia que ele tinha depositado na cama de Nicholas, mas seu pré-gozo estava turvo com todo o esperma empacotado lá dentro. Brittany gemeu com a boca cheia de queijo de pau enquanto observava o cock dele marcar o banheiro com pré-gozo leitoso. Me mostra o quão boa comedora de queijo você é. Me mostra quanto você juntou. Brittany olhou para Dante e abriu a boca de par em par, esticando lentamente a língua para mostrar a ele o enorme monte de coalhadas de pau de garoto, branco-amareladas. De joelhos ao lado do vaso sanitário, com a boca cheia de esmegma de segundo ano, ela já não parecia mais uma mãe carinhosa, mas sim uma putinha imunda. Ela manteve a boca aberta e a língua para fora para que Dante pudesse observar o resultado do seu trabalho. Ele olhou da boca dela cheia de esmegma para a sua glande brilhante e lustrosa, e riu. Meu Deus, você levou tudo! Você gosta de comer meu cock, queijo, e minhas tetas gordas? Ela gemeu através da grande bocada e assentiu. — Boa raposinha. Agora mastiga e engole. Brittany levou a língua de volta à boca e depositou os grossos pedaços de cheddar na bochecha. Começou a mastigá-los, com os olhos piscando enquanto a mastigação desfazia aqueles grumos fedorentos e liberava mais do seu sabor penetrante e envelhecido. Ela apertou as coxas e gemeu ao ter um orgasmo trêmulo e vergonhoso ali mesmo, no chão do banheiro. Dante riu de novo ao ouvir o suco da buceta dela espirrar no chão de azulejo e se acumular debaixo dela. Você realmente goza por comer meu nojento queijo de pau? Porra, você não tem jeito. O abuso verbal de Dante só fez com que Brittany gozou mais forte, com os olhos revirando enquanto tremia de felicidade orgásmica. Nunca antes tinha comido um queijo de pinto tão potente e concentrado, e estava no céu ao poder saborear a pasta de prepúcio mais nojenta e fedorenta imaginável do pau de burro sem lavar desse cara de pinto de cavalo. Depois de mastigar por quase um minuto inteiro, começou a dar grandes goladas, sentindo aquele queijo grosso e nojento abrindo caminho pela garganta, contaminando ela ainda mais ao se depositar no estômago. Quando terminou de engolir tudo, abriu a boca bem grande e esticou a língua para mostrar pro seu novo garoto favorito que tinha consumido obedientemente cada montinho de manteiga de macho que ele deu de comer pra ela. Manchas do brie de prepúcio dele, meio esbranquiçado, grudaram nos lábios, dentes, gengivas e língua dela. O hálito dela fedendo a sujeira velha de pinto dele. —Porra! Você comeu tudo. E agora, o que você diz, cachorrinha? Obrigada, Dante. Obrigada por me alimentar com tanto do seu esmegma nojento. Seu queijo de pinto fede mais do que qualquer outro que já cheirei, e tem um gosto tão forte que sinto que saturou minha boca e garganta com seu pinto fedorento, mijo e porra velha. Eu amo! Boa cachorrinha de banheiro! Agora agradece ao meu pau com sua maldita boca. Brittany nem hesitou, simplesmente se inclinou pra frente e envolveu com seus lábios carnudos a ponta exposta de Dante. No estado mais ereto dele, era muito maior que uma ameixa, e quase do tamanho de uma porra de uma maçã! Teve que abrir a boca muito mais pra acomodar a circunferência enorme dele, o que fez com gosto enquanto afundava os lábios cada vez mais até que quase toda a ponta do pinto dele estivesse na boca dela. Os olhos dela olharam pra ele, semicerrados e bêbados como os de uma cachorrinha, e ela começou a chupar a cabecinha deliciosa dele. Furtivamente, chupando, chupando, chupando! Dante colocou uma mão na cabeça dela e mordeu o lábio enquanto essa mulher adulta se submetia a ele e chupava a cabeça do pau dele como um bebê chupando mamadeira. —Porra! Que puta gostosa! Toma mais um pouco pra engolir, raposinha. Os olhos da Brittany se arregalaram quando a cabeça já enorme do pau do Dante inchou na boca dela e, enquanto mexia a língua pra cima e pra baixo na fenda grande dele cheia de porra, sentiu que abria mais e então ele mijou um jorro longo e pesado de pré-gozo leitoso na boca de raposinha dela. As bochechas dela encheram de pré-gozo turvo e cheio de esperma das bolas grandes e gordas do valentão de sete anos, filho dela. Brittany soltou um gemido borbulhante com a boca cheia daquele pré-gozo incrivelmente viril. O sabor era inebriante. As pré-gozadas desse moleque eram tão cheias dos nadadores dele que tinham um gosto mais forte que as gozadas completas que ela já tinha engolido de homens adultos. Sentiu a buceta apertar e, sem perceber, começou a ovular na hora por ter a língua banhada no pré-gozo cheio de esperma do Dante. Ela olhou nos olhos dele enquanto engolia a bocada enorme com uns goles grandes, sentindo a cabeça rodar enquanto ficava ainda mais bêbada pelo pré-esperma desse garoto do ensino fundamental com pau de jumento. Quer mais? Me mostra o quanto você quer, raposinha. Ansiosa pra provar o quão inútil era pra chupar porra de criança, Brittany torceu a língua contra a mijada do Dante, lambendo o líquido pré-seminal que escorria, e então começou devagar a enfiar a ponta fina da língua dentro do buraco do pau dele, sentindo a passagem estreita, quente e viscosa mal ceder à língua exploradora dela. Empurrou mais e mais fundo, gemendo em volta da cabeça do pau dele enquanto ficava excitada com o fato de que o buraco dele era grande o bastante pra ela foder com a língua. Enfiou a língua pra dentro e pra fora devagar, lambendo o interior da uretra dele, lambendo tanto do pré-gozo e da mijada presos lá dentro quanto Conseguiu. Dante respondeu com um grunhido, colocando a outra mão na cabeça dela, segurando-a no lugar com as duas agora. Porra! Cê gosta de beijar minha bunda, sua raposinha suja? Ufa! Se continuar assim, vou te dar mais do que só líquido pré-gozo. Os olhos dela brilharam, e ela gorgolejou em volta do pau enorme dele, balançando a cabeça com entusiasmo pra promessa de Dante de alimentá-la mais. Ela começou a beijar o pau dele com ainda mais vontade, chupando e sugando o membro enquanto a língua se contorcia dentro da uretra sensível dele, faminta pelo que o garoto pudesse dar. Dante enfiou os dedos no cabelo encharcado de mijo dela, apertando mais forte e arrancando um gemido abafado da boca cheia de pau dela. Caralho! Aqui vem sua recompensa, seu lixo maldito! Brittany gemeu ao sentir a uretra de Dante se abrir ainda mais enquanto alguma coisa empurrava o cano de esperma dele pra dentro da língua dela. Ela sentiu aquilo pressionar a ponta da língua, grosso, quente e sólido, empurrando devagar pra cima e pra fora. Dava pra perceber que era outro daqueles vermes de geleia incrivelmente densos, igual aos que Dante tinha derramado tão cruelmente na cama do Nicholas. Até a ponta da língua dela roçando de leve naquele cordão de esperma poderoso mandava ondas de prazer pelo corpo dela enquanto ela provava o sêmen puro dele pela primeira vez. Por mais que odiasse fazer aquilo, ela tirou a língua do buraco do pau dele pra deixar aquele verme de geleia empurrar pra fora. Ansiosa pra agradar o amante de segundo grau, ela afastou os lábios da cabeça do pau dele e abriu bem a boca, esticando a língua bem debaixo da fenda de esperma dele, mostrando onde depositar a semente nojenta. —Isso aí, vagabunda! Assim mesmo. Toma essa porra dessa corda pros seus testículos! Ele contemplou com admiração e tesão a fenda de mijo do garoto enquanto ela se dilatava e um verme de esperma gelatinoso, grosso como um dedo e branco perolado, coroava e começava a se expelir devagar por cima sua língua. Ela revirou os olhos e começou a tremer com eletricidade pré-orgásmica enquanto suas papilas gustativas eram sobrecarregadas pelo sabor avassalador e penetrante do sêmen mais completo, concentrado e viril que ela já tinha provado. A fenda urinária de Dante emitia sons suaves e úmidos enquanto aquele verme de sêmen continuava empurrando do fundo dos seus testículos, subindo pelo seu duto de sêmen intumescido e sobre a língua daquela mulher adulta que deveria estar cuidando da festa de aniversário do filho, mas em vez disso oferecia sua boca como um banho de porra para o valentão abusivo e dominador do seu filho. O grosso cordão de geleia de esperma se amontoou na língua dela enquanto mais e mais saía, até que finalmente seu ân arrotou a ponta daquela extensão acre e fedorenta de geleia de nozes. Imediatamente depois, outro jato de líquido pré-seminal leitoso explodiu na boca dela por um instante, antes de ele direcionar o pau para cima para espirrar o resto na cara dela, nos olhos dela, e finalmente, empurrou o pau escorrendo bem contra a narina dela para mijar o pré-sêmen cheio de porra diretamente nas malditas narinas dela. Brittany aspirou o líquido pré-seminal dele e deixou inundar suas narinas, levando-o de volta para a garganta para engolir. Então, ela teve convulsões de prazer orgásmico e começou a jorrar através do biquíni e de novo no chão do banheiro. "Sua puta de banheiro estúpida, você goza por ter o maldito nariz cheio da minha pré-porra". A única resposta dela foi gargarejar com a pré-carga leitosa de Dante como uma puta desesperada, com o verme enorme de geleia dele balançando na boca dela, cavalgando as ondas ondulantes do pré-sêmen dele. Finalmente, ela terminou de gozar e ficou ajoelhada ali, ofegante pelo nariz, com a boca ainda aberta para mostrar a Dante o verme de sêmen dele flutuando na poça enorme de pré-sêmen na boca dela. "Agora come, sua puta de peitões". Ela fechou a boca de puta e engoliu o líquido dele. pré-seminal, depois ele moveu o cordão espermático dele em direção à bochecha dela, igual tinha feito com o esmegma. Quando ela mordeu aquela corda gelatinosa, viu estrelas piscarem na visão enquanto o verme de sêmen liberava mais daquele gosto salgado e picante. Ela mastigou ruidosamente, a textura grossa e encaroçada fazia sons sujos enquanto ela mascava como se fosse um verme gomoso gigante feito de puro esperma de merda. Ela jurou que conseguia sentir os espermatozoides poderosos dele se contorcendo e se agitando na língua dela, na busca interminável por óvulos para bombear cheios do material genético dele. Ela perdeu toda a noção do tempo, de onde estava ou até mesmo de quem era. Naquele momento, a única coisa que importava era consumir o máximo de esperma possível. Depois de mastigar por uns momentos felizes, saboreando aquela gelatina de bola perfeita, ela começou a engolir, sentindo o quanto era grosso descendo. Sem ninguém mandar, ela abriu a boca de novo e esticou a língua pra mostrar que tinha comido até o último pedaço do verme de sêmen que o pau dele tinha parido na boca dela. Uns pedacinhos gelatinosos grudaram nos dentes aqui e ali, mas no geral ela tinha engolido tudo. O pau do Dante se flexionou e mijou outra rajada de líquido pré-seminal quente na cara toda dela. Porra, agora você me deixou muito excitado. Pode ser que eu até deixe você chupar minhas bolas. Você ia gostar, sua raposinha do caralho? Meu Deus, sim! Por favor, Dante! Deixa eu cheirar e chupar suas bolas enormes! Dá pra ver elas através da sua calça. Elas parecem enormes! Por favor, enfia elas na minha maldita boca e deixa eu lavar elas com a língua! — Até poderia, mas só se você me disser quem você é. Fala, raposinha. Diz exatamente quem você é. "Eu sou um imbecil do caralho que goza no vaso sanitário pra um moleque de sete anos com um pau igual ao de um maldito cavalo!" — É, isso é exatamente o que você é. E o que você quer, seu imbecil sem cérebro? Eu quero que você use minha cara, boca e corpo do jeito que quiser, me usa como seu brinquedo sexual! Eu quero que você intimide minha buceta, minha boca, a garganta e o cu, como você intimida a foxy do meu filho! Quero que me trate como seu brinquedo sexual inútil e sem cérebro, e quero que me jogue fora quando terminar comigo! Me joga num maldito lixo, não tô nem aí! Só deixa eu chupar você! Enquanto falava essa última parte, Brittany derramou mais suco de buceta no chão do banheiro, gozando só de expressar em voz alta o quanto queria ser usada por esse garanhão do ensino fundamental. — Seu viadinho! Agora traz essa bunda de caminhão pro seu quarto. Vou ser tão bonzinho a ponto de deixar você chupar minhas malditas bolas por ser tão idiota e chupar crianças. Brittany se levantou rápido e virou pra porta. Dante esticou o braço pra trás e deu um tapa forte na bunda dela. WHAP!! Ela gritou, a bunda tremendo com o impacto. Tinha uma marca vermelha na bochecha direita, tão pequena que era claramente a mão de um menino. No espelho, Brittany viu a silhueta rosada da mão de Dante na bunda enorme dela, que se destacava atrás, e mordeu o lábio ao pensar nele marcando o corpo dela daquele jeito, deixando claro pra qualquer um que visse que ela era uma boneca sexual pra um moleque pré-púbere. Ela correu pro quarto, com Dante seguindo de perto, observando a bunda dela quicar a cada passo.
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