Assim segue a história do rei dos chifres.
Espero que vocês curtam.
OBRIGADO POR ME LER
POR ME SEGUIR
E PELOS PONTOS DELA
Os dias passaram e, com minha insistência, a Adriana continuou me contando sobre minhas chifradas enquanto os caras dormiam.
Adriana, amor, você gosta tanto que eu conte seus chifrinhos, adora saber como você ia perdendo sua masculinidade, como os verdadeiros homens te superavam. Bem, vou te contar como eles zombavam de você enquanto me comiam e as coisas que me faziam fazer com você, pra me mostrar o banana que você é. Vou começar: quando fomos pra Córdoba na lua de mel, você já tava com uns chifres enormes. Lembra daquela viagem?
Sim, sim, claro que lembro, a gente se divertiu pra caramba com nossos vizinhos.
Eu me diverti muito mais que você, meu amor. Lembra quando a gente chegou naquela casa de campo à noite e, na hora de ir pra cama, o teu pau não subia? Pois é, no dia seguinte saímos pra explorar o lugar e encontramos nossos vizinhos. Não sei por quê, mas eles sacaram na hora que eu tava precisando de uma rola, e olha que eu não tava vestida de puta. Você nem percebia como os dois me olhavam e falavam comigo. Assim passamos uns dias, até que no final você convidou eles pra casa pra tomar uns drinks. Que otário que é meu marido, logo aqueles dois que estavam morrendo de vontade de me comer. E ainda por cima você teve a brilhante ideia de jogar um jogo, e quem perdia tinha que tomar um copo de tequila como prenda. Você perdeu tantas vezes que logo bateu o sono. Lembra o que aconteceu depois?
Claro, fui dormir, mas eles não queriam que eu fosse e, se eu fosse, eles também iam embora.
Adriana, e se eu fosse corno manso, mas você insistiu pra continuarem brincando comigo — e olha se brincaram, putaria gostosa.
O que aconteceu quando fui dormir, porque mal cheguei na cama já apaguei total.
Adriana, a gente continuou jogando e eles não pararam de me sacanear até eu não aguentar mais. Sentei no sofá pra descansar, meus olhos já estavam fechando, eu sabia que queriam me deixar bêbada pra me dar uma bela de uma fodida e amava essa ideia, então deixei eles agirem. O loiro começou a acariciar minha perna, eu já estava toda molhada, de olhos fechados, e de repente senti os dedos dele massageando minha buceta enquanto me beijava de língua. Tava no céu, juro, e deixei ele fazer o que quisesse. De repente, ele tirou a boca da minha, e o moreno colocou o pau dele na minha boca enquanto o loiro chupava minha xota depois de arrancar minha calcinha fio dental, enquanto eu me contorcia e chupava outro pau, sempre de olhos fechados. Não demorou quase nada pra eu ser penetrada, você não sabe como aquele pau me comia. Já tinha gozado uma vez e ele continuava me fodendo. O moreno tirou o pau da minha boca e o loiro me virou no sofá sem tirar o pau de dentro de mim. O outro filho da puta levantou meu vestido e enfiou o pau no meu cu. Aí eu quis gritar, mas o loiro me deu outro beijo de língua. Abri os olhos e olhei pra ele com paixão, pedindo pra continuarem me fodendo enquanto eu tinha outro orgasmo. Era incrível o que aqueles dois filhos da puta estavam me fazendo sentir. Assim, me encheram de porra e me deram os paus deles pra chupar enquanto zoavam de você, de como você é corno e de como eu sou uma puta, coisa que eu confirmava quase aos gritos. Os dois gozaram de novo, mas dessa vez na minha cara. Depois, eles se vestiram e foram embora, prometendo voltar pra me foder de novo.
E aí, veio assim pra cama?
Adriana, que cuckold, assim eu te enchi de beijinhos e no outro dia não via a hora de vê-los, mas você não se desgrudava do meu lado e não sei se lembra que até andamos a cavalo. Bom, aí quando paramos de cavalgar me levaram pro estábulo, o que o moreno aproveitou e me mostrou um cavalo preto enquanto o loiro falava com você. Esse cavalo tava com o pauzão enorme pra fora e ele perguntou se eu tinha coragem de dar uma chupadinha.
E o que você disse pra ela, minha vida?
Adriana, tenho certeza que você teria chupado ele ali mesmo, sua promíscua, mas eu, por mais que estivesse com muito tesão, falei pra ele que nem fodendo. Mas ele não acreditou, começou a sorrir enquanto admirava baixinho aquela pica enorme, até que disse que só tinha visto um viado ter coragem de chupar a pica do cavalo e me perguntou se você não era viado. Eu falei que não achava que você fosse, e que, no fim das contas, a puta era eu.
Sério que você não chupou a buceta dela? Nem lembro de ter visto isso.
Adriana, não tem cornice que você já viu, nem mesmo naquela tarde quando fizeram o churrasco de despedida pra gente.
Bom, sim, naquela noite me encheram muito o saco e você, eu sempre via com algum deles.
Adriana, então você via algo estranho e não fazia nada? Pra não ficar com uns chifres bonitos, meu otário.
E no final, aquela noite os vizinhos também te comeram.
Adriana, meu amor, me arrebentaram a buceta de novo quase na sua frente. Foi assim, com a buceta toda arrombada, que voltei pra Buenos Aires. Lembra que quando a gente chegou, você falou que se sentia mal por não ter me comido na lua de mel inteira? Você não faz ideia de como eu ria por dentro.
Espero que vocês curtam.
OBRIGADO POR ME LER
POR ME SEGUIR
E PELOS PONTOS DELA
Os dias passaram e, com minha insistência, a Adriana continuou me contando sobre minhas chifradas enquanto os caras dormiam.
Adriana, amor, você gosta tanto que eu conte seus chifrinhos, adora saber como você ia perdendo sua masculinidade, como os verdadeiros homens te superavam. Bem, vou te contar como eles zombavam de você enquanto me comiam e as coisas que me faziam fazer com você, pra me mostrar o banana que você é. Vou começar: quando fomos pra Córdoba na lua de mel, você já tava com uns chifres enormes. Lembra daquela viagem?
Sim, sim, claro que lembro, a gente se divertiu pra caramba com nossos vizinhos.
Eu me diverti muito mais que você, meu amor. Lembra quando a gente chegou naquela casa de campo à noite e, na hora de ir pra cama, o teu pau não subia? Pois é, no dia seguinte saímos pra explorar o lugar e encontramos nossos vizinhos. Não sei por quê, mas eles sacaram na hora que eu tava precisando de uma rola, e olha que eu não tava vestida de puta. Você nem percebia como os dois me olhavam e falavam comigo. Assim passamos uns dias, até que no final você convidou eles pra casa pra tomar uns drinks. Que otário que é meu marido, logo aqueles dois que estavam morrendo de vontade de me comer. E ainda por cima você teve a brilhante ideia de jogar um jogo, e quem perdia tinha que tomar um copo de tequila como prenda. Você perdeu tantas vezes que logo bateu o sono. Lembra o que aconteceu depois?
Claro, fui dormir, mas eles não queriam que eu fosse e, se eu fosse, eles também iam embora.
Adriana, e se eu fosse corno manso, mas você insistiu pra continuarem brincando comigo — e olha se brincaram, putaria gostosa.
O que aconteceu quando fui dormir, porque mal cheguei na cama já apaguei total.
Adriana, a gente continuou jogando e eles não pararam de me sacanear até eu não aguentar mais. Sentei no sofá pra descansar, meus olhos já estavam fechando, eu sabia que queriam me deixar bêbada pra me dar uma bela de uma fodida e amava essa ideia, então deixei eles agirem. O loiro começou a acariciar minha perna, eu já estava toda molhada, de olhos fechados, e de repente senti os dedos dele massageando minha buceta enquanto me beijava de língua. Tava no céu, juro, e deixei ele fazer o que quisesse. De repente, ele tirou a boca da minha, e o moreno colocou o pau dele na minha boca enquanto o loiro chupava minha xota depois de arrancar minha calcinha fio dental, enquanto eu me contorcia e chupava outro pau, sempre de olhos fechados. Não demorou quase nada pra eu ser penetrada, você não sabe como aquele pau me comia. Já tinha gozado uma vez e ele continuava me fodendo. O moreno tirou o pau da minha boca e o loiro me virou no sofá sem tirar o pau de dentro de mim. O outro filho da puta levantou meu vestido e enfiou o pau no meu cu. Aí eu quis gritar, mas o loiro me deu outro beijo de língua. Abri os olhos e olhei pra ele com paixão, pedindo pra continuarem me fodendo enquanto eu tinha outro orgasmo. Era incrível o que aqueles dois filhos da puta estavam me fazendo sentir. Assim, me encheram de porra e me deram os paus deles pra chupar enquanto zoavam de você, de como você é corno e de como eu sou uma puta, coisa que eu confirmava quase aos gritos. Os dois gozaram de novo, mas dessa vez na minha cara. Depois, eles se vestiram e foram embora, prometendo voltar pra me foder de novo.
E aí, veio assim pra cama?
Adriana, que cuckold, assim eu te enchi de beijinhos e no outro dia não via a hora de vê-los, mas você não se desgrudava do meu lado e não sei se lembra que até andamos a cavalo. Bom, aí quando paramos de cavalgar me levaram pro estábulo, o que o moreno aproveitou e me mostrou um cavalo preto enquanto o loiro falava com você. Esse cavalo tava com o pauzão enorme pra fora e ele perguntou se eu tinha coragem de dar uma chupadinha.
E o que você disse pra ela, minha vida?
Adriana, tenho certeza que você teria chupado ele ali mesmo, sua promíscua, mas eu, por mais que estivesse com muito tesão, falei pra ele que nem fodendo. Mas ele não acreditou, começou a sorrir enquanto admirava baixinho aquela pica enorme, até que disse que só tinha visto um viado ter coragem de chupar a pica do cavalo e me perguntou se você não era viado. Eu falei que não achava que você fosse, e que, no fim das contas, a puta era eu.
Sério que você não chupou a buceta dela? Nem lembro de ter visto isso.
Adriana, não tem cornice que você já viu, nem mesmo naquela tarde quando fizeram o churrasco de despedida pra gente.
Bom, sim, naquela noite me encheram muito o saco e você, eu sempre via com algum deles.
Adriana, então você via algo estranho e não fazia nada? Pra não ficar com uns chifres bonitos, meu otário.
E no final, aquela noite os vizinhos também te comeram.
Adriana, meu amor, me arrebentaram a buceta de novo quase na sua frente. Foi assim, com a buceta toda arrombada, que voltei pra Buenos Aires. Lembra que quando a gente chegou, você falou que se sentia mal por não ter me comido na lua de mel inteira? Você não faz ideia de como eu ria por dentro.
2 comentários - Adriana continua me humilhando