Naquela noite, a gente celebrou a despedida de solteira da minha amiga Rocío, que é uma das minhas melhores amigas. A festa tinha sido ideia de outra amiga, a Jenny, e faltavam só três dias pro casamento dela. Eu me desanimei quando a Rocío, toda empolgada, me contou pelo telefone que tinham contratado um show de strippers pra despedida. Pra mim, era meio besta ficar animada com essas coisas depois de uns
ano de casada; já não me dava mais curiosidade ver homens semidespidos dançando. No entanto, entendi que minhas amigas mal estavam chegando a uma fase que eu já tinha alcançado, então cedi, pensando que não devia incomodá-las por causa da minha posição atual como "senhora casada".
A despedida de solteira da Rocío foi na casa da Jenny, que morava com a mãe e também ia ficar pra ver a comemoração. Tudo rolou do jeito típico: primeiro as bebidas, depois os presentes, as brincadeiras e as piadas de duplo sentido. Às onze da noite, a Jenny avisou que estavam tocando a campainha e foi abrir, embora não soubesse quem era. Ela tinha chamado os strippers pra aquela hora, então sabia perfeitamente quem estava tocando. Olhei pro meu relógio e, entediada, entendi o que me esperava. Dois exemplares masculinos imponentes chegaram: um deles vestia roupas justas e muito sensuais, com óculos escuros e chapéu de cowboy. Um negão de calça jeans e capacete amarelo de metal era o segundo. Apesar de mais de uma das convidadas parecer animada, eu continuava com minha cara de tédio, recostada no braço do sofá onde tinha me sentado.
O cowboy, enquanto ouvia música eletrônica, andou pela sala da casa da Jenny e se aproximou de cada uma das convidadas, que, empolgadas, estendiam as mãos pra tocar as coxas do cara. Quando o cowboy tirou a camisa xadrez e despiu a calça jeans, ficando só com uma cueca fio dental preta e curta, ele deixou todas loucas. Lembro da cara da mãe da Jenny quando viu o homem de fio dental: o rosto dela ficou vermelho, mas ela ficou de boca aberta e os olhos grudados nos músculos perfeitos do cara. Balancei a cabeça, achando aquela encenação uma idiotice, e ri.
A música seguinte também começou no estilo eletrônico, e o segundo stripper começou a participar mais ativamente, já que antes só se mexia um pouco no ritmo da música. O homem Moreno conhecido como "César" tinha movimentos mais ousados e tirava a roupa um pouco mais rápido que o cowboy. No meio da música, César já estava de tanga e sua aparência era digna de uma escultura. A pele bem bronzeada tinha um brilho que realçava ainda mais a excelência do seu corpo; além disso, seus músculos pareciam ter sido esculpidos a cinzel.
Acho que foi a dança do César que me chamou a atenção. A combinação dos seus rebolados sensuais com algumas poses de fisiculturismo o fazia parecer arrogante, mas seu sorriso amigável o tornava muito atraente. Apesar do meu ceticismo, fui me interessando aos poucos pela apresentação dele, embora as outras estivessem muito mais empolgadas do que eu, já que a irmã mais nova da Rocío, a Jéssica, se levantou pra dar um beijo na boca do César e depois sentou por causa das reclamações das outras, que diziam que ela não deixava ninguém apreciar o garanhão.
Levantou-se então uma mulher, que descobri mais tarde se chamar Nuria, de uns cinquenta anos, a quem César tinha convidado pra ir ao centro dançar com ela. Mesmo parecendo tranquila, essa mulher se mostrou ansiosa, mas nervosa ao dançar com o cara. A despedida de solteira mudou pra uma direção que poucas de nós imaginávamos. Nuria recebeu as mãos de César e as colocou nos seus quadris, sobre a tanga dele. Depois, com um gesto, indicou que ele as abaixasse. Nuria ficou meio envergonhada, mas os gritos da galera começaram a encorajá-la.
— Tira… tira! — gritavam.
Todas vimos na hora que César tinha uma arma do prazer excepcional quando Nuria aceitou e jogou a tanga fora. O pau dele era enorme e moreno, embora com um tom arroxeado na pele. Me acomodei bem no sofá onde estava, enquanto tentava decidir se o que estava vendo era real. Um dos strippers estava pelado na despedida. Embora não estivesse acostumada com uma situação dessas, levei na boa. Jéssica, a irmã da Rocío, decidiu fazer o mesmo com o Cowboy. Chegou no centro e tirou a tanga dele, deixando à mostra o falo admirável do homem, que, com a ajuda das mãozinhas da Jessica, tirou aquela peça minúscula de roupa.
As coisas começaram a melhorar quando a gente se viu numa salinha com dois caras incrivelmente atléticos e sensuais. Isso já tava pedindo ação. Percebi que a Jenny tava tranquila quando olhou pro lado onde o César estava; quando ela deu sinal pra começar alguma coisa, pensei que já tava tudo planejado. Em vez de se irritar, a Sra. Nuria respondeu acariciando o corpo do stripper enquanto o César começava a apalpar ela. O Cowboy foi direto pra Jessica, que aceitou a situação dando um beijão no branquelo enquanto deixava ele acariciar ela, antes de baixar a saia e a calcinha dela até o tornozelo. A Jessica terminou o beijo tirando a blusa, deixando o corpo dela à mostra, já que não tava de sutiã.
As mãos sabidas do César, que pegou ela por trás e esfregava o pau já duro no corpo da Nuria, também tiraram a roupa dela. A Rocío tava concentrada no que tava rolando enquanto minhas amigas e as parentes da noiva se olhavam umas pras outras enquanto a música ia ficando mais alta. A Rocío virou pra me olhar naquele instante, e eu fiz uma cara de estranhamento e balancei a cabeça negando, mostrando que o que tava acontecendo não me parecia certo.
Mas o César já tinha metido na Nuria antes que a gente percebesse. A gente só notou quando viu ele mexendo a cintura contra a barriga dela. Pra minha surpresa, a Jessica também não resistiu; deitada num dos sofás, abriu as pernas e o Cowboy comeu ela na cara dura. Não dava pra acreditar; ao mesmo tempo, eu tava vendo dois atos sexuais, o que eu achava que seria uma despedida de solteira ousada, mas não esperava que fosse tão longe. As convidadas se aproximaram pra ver de perto como os strippers Elas entravam e saíam daquelas mulheres, acariciavam suas costas e curtiam beijar suas pernas e braços. Com a incerteza do que ia rolar, fiquei parada, bestificada. Olhei pra Jenny, que era a única que, até aquele momento, não estava tocando nos strippers. Ela se levantou e foi pra cozinha.
Os strippers finalmente fizeram as duas mulheres gozarem e sacaram seus paus grossos, enquanto cuspiam porra no corpo das escolhidas. Nuria, que tinha chegado com uma roupa formal e bem refinada, agora tava no chão, despenteada e com manchas de porra visíveis na barriga. Os strippers tiveram pouco tempo de folga depois de largar elas, porque duas convidadas pegaram os membros relaxados pra chupar e bater uma.
Jenny entrou na sala e chamou a atenção de todo mundo:
– Atenção! Isso é só o começo! Apresento pra vocês nosso último convidado: O Capitão Frio.
Então entrou um cara corpudo igual os outros, vestido com roupa de aspecto industrial, metálico, e com uns óculos escuros. O sujeito começou a dançar junto com os outros e aos poucos foi tirando a roupa; mas percebi que ele se despia mais rápido que os outros. Imediatamente as convidadas rodearam ele e ajudaram a tirar a roupa, quase arranhando ele. No entanto, o cara parecia feliz com o impacto que causava nelas. O Capitão Frio tinha a pele mais escura que a do César, porque dava pra ver que ele já era moreno naturalmente, apesar de também ser queimado de sol. Era mais pesado, tinha uns 8 ou 10 anos a mais que os outros dois e a aparência dele era muito mais maciça. O cabelo dele era bem curto, estilo militar. O Capitão Frio tava pelado e a musculatura dele já tava acessível pras mãos de todas, em menos de um piscar de olhos.
“Com certeza vocês querem saber por que ele se chama ‘O Capitão Frio’, né?” – disse Jenny.
– Siiiiiiiiiiiiim!!!!! – gritaram todos juntos.
Jenny respondeu: “Porque não tem mulher que faça ele gozar em menos de três minutos”. Me senti deslocada. Não estava acostumada com aquele linguajar nem com aquelas situações.
Jéssica e Sara se levantaram ao mesmo tempo, mas Jenny só deixou a Jéssica passar pro centro. — Mas tem um prêmio pra quem conseguir! Quem quer ser a primeira? — gritou Jenny. Enquanto isso, o Cowboy e o César continuavam recebendo boquete, e as minas iam se revezando pra provar o gosto dos paus deles.
A irmã mais nova da Rocío, a Jéssica, baixou a saia, e eu não acreditava que uma garota tão nova conseguia fazer aquilo sem se sentir inibida e com tanta facilidade na frente de todo mundo. Depois, tirou a calcinha e, num piscar de olhos, já tava sendo penetrada pelo Capitão Frio, que tava sentado numa cadeira enquanto a Jéssica subia e descia quicando naquele pau poderoso do cara, que fazia cara de quem não sentia nada. Enquanto isso, Jenny ligou o cronômetro no celular e, em dois minutos, o Capitão agarrou a Jéssica pela cintura e mexeu as dele de um jeito especial, fazendo a novinha gritar e gozar. Depois de dar um tapa na bunda dela, o stripper tirou o pinto da buceta da Jéssica e mandou a Sara passar.
Várias das convidadas foram passando uma por uma, na mesma ordem que estavam sentadas, até chegar em cinco. Com a habilidade do experiente Capitão Frio, cada uma chegava misteriosamente aos dois minutos e gozava. A noiva, Rocío, foi a próxima. Olhei pra ela incrédula, porque não achava que ela ia trair o noivo, mesmo sendo uma festa. Naquele momento, já percebi que meus princípios morais eram muito conservadores.
Gritei: — Rocío, não! — mas as outras minas incentivaram ela a passar.
Rocío tirou a saia e a calcinha sem pensar; dava pra ver que tava molhada, o que não me surpreendeu porque, apesar de tudo, minha calcinha também tava molhada. Nuria se aproximou da Rocío e tirou a blusa e o sutiã dela, revelando os peitinhos pequenos, que Pareciam limões.
Rocío se adaptou rapidamente ao pau do Capitão, e apesar de não ser a primeira experiência dela, desde o início dava pra ver que ela não tinha prática. Dava pra notar que o Capitão sabia que ela era a noiva, já que desde o começo ele tratou ela com um cuidado especial, levantando as pernas dela pra colocar nos ombros dele e rebolando a cintura. Ela tava indefesa naquela situação; o garanhão fez ela gozar a cada minuto, massageando o clitóris dela com os dedos e atacando sem piedade. O Capitão tirou da buceta molhada da Rocío o pau dele, duro como uma pedra; depois, com um véu de noiva que a Jenny passou pra ele, ficou do lado dela pra tirarem uma foto. Eu não entendia como minha amiga tinha se rebaixado daquele jeito antes de casar.
Naquele momento, alguém gritou lá atrás: – Étasty!… Deixa a Étasty passar! Levantei na hora e, vendo que algumas das minhas amigas estavam se aproximando, comecei a andar em direção à cozinha, tentando sair da sala.
– Não, que isso! Eu não! – falei, assustada. – Vai, Étasty, você dá conta dele! – disse a Jessica, claramente bêbada, você já é casada e tem prática.
– Ah, não, não. Minha tentativa de ir pra cozinha foi atrapalhada pelas convidadas, que não me deixaram avançar mais de um metro e meio do sofá onde eu tava sentada antes.
Rocío levantou do sofá e disse: “Não seja chata, Étasty; só falta você…”
Senti as mãos da Nuria, a dona da casa, passarem por baixo dos meus braços pra desabotoar minha blusa; coloquei as mãos nas dela pra impedir, e foi aí que aproveitaram pra puxar minha saia e a calcinha fio dental pra baixo, já que eu não tinha como evitar – as outras tinham segurado minhas mãos.
Eu gritava desesperada, sem sucesso, porque elas me despirem rapidinho, apesar dos meus esforços pra me soltar.
– Tá bom, tá bom!… – falei por fim, vendo que não tinha como escapar. Me sentia encurralada, e os olhares de todo mundo em cima de mim pesavam muito; aos poucos foram me soltando, enquanto Caminhava devagar em direção ao centro da sala, onde o Capitão Frio esticava os braços para me receber. Aproximei-me dele com dificuldade, enquanto as mãos das outras mulheres me empurravam. Em cima daquela pica descomunal, que pude ver cheia de fluidos das mulheres que ele tinha penetrado no passado, me obrigaram a me sentar. Não havia nada que eu pudesse fazer, mas senti um pouco de repulsa por isso. Fui descendo aos poucos para me sentar naquele lugar, e Nuria abriu minhas nádegas com as mãos para que todas pudessem ver como o pau do stripper entrava no meu corpo. Conforme eu sentia, minha buceta foi se enchendo aos poucos, e para minha surpresa, os fluidos do pau dele facilitaram a penetração, junto com minha própria lubrificação. Lembrei do meu marido e fechei os olhos para não pensar no que aconteceria se ele descobrisse o que eu estava fazendo.
Enquanto me pegava pelos peitos, que ele amassava sem cuidado, o Capitão Frio começou a se mover. As estocadas dele chegavam no fundo e eu começava a sentir prazer. Os gritos das convidadas, que me incentivavam, se misturavam com o barulho molhado que o pau do homem fazia, entrando e saindo da minha buceta. O sangue subiu para minhas bochechas; devia estar vermelha de tesão. Me excitou ainda mais ser o centro das atenções e ver o cowboy e o César recebendo boquete da Jenny e da mãe dela. Minha xota era batida pelo púbis do Capitão Frio. Apesar de estar perto do orgasmo, continuei aguentando as estocadas dele e apertei os músculos internos da minha buceta para prender o pau dele. Jenny marcou meio minuto. O Capitão Frio não estava tão relaxado, percebi quando ele fez uma careta e me olhou nos olhos.
— Dois minutos! — exclamou Jenny. As convidadas gritaram mais alto e disseram que eu podia ser a vencedora.
“Não goza!”, avisavam. “Você aguenta ele!”
Apertei meus lábios para me manter calma. Com uma das mãos na minha buceta, o Capitão Frio começou a massagear em círculos meu Clitóris. Respirei fundo, estava toda lubrificada e cada carícia dele ia me levar pro paraíso a qualquer momento, mas olhei firme pra Rocío. Com as mãos na cintura e mordendo o lábio inferior, assumi o controle da situação. Sentindo cada milímetro daquele pau suculento do Capitão Frio, comecei a rebolando o quadril pra lá e pra cá. A cara do homem ficou vermelha quando eu girei a cintura apertando minha buceta; agora eu tava no limite do tesão. Eu me movia pra cima e pra baixo, como se fosse fugir; ele me dava tapas na bunda e segurava firme meus quadris, mas parou de se masturbar porque tava perdendo o controle.
“Dois e quarenta e cinco!” Jenny gritou. Eu tinha percebido que ele tava na minha mão, ou melhor, na minha cintura. Mostrei com um sorriso que eu mandava nas sensações dele, enquanto minhas mãos ficavam na cintura. O Capitão Frio gemia e se mexia desesperado, embora com certeza me visse como uma puta completa.
Três minutos!
Depois de sentir uma descarga quente, tirei o pau dele que jorrava porra pra caralho e masturbei ele com a mão direita pra mostrar pra todas que eu tinha conseguido. Aguentar os três minutos e ainda fazer ele gozar. Enquanto batia uma pra ele, me inclinei junto. O sêmen espirrava pra todo lado; caiu no meu rosto e nos meus peitos. O flash de uma foto iluminou a gente.
No fim, deixei minha cabeça cair na barriga dele enquanto ouvia os gritos e aplausos das convidadas e me juntei de novo ao Capitão Frio num boquete delicioso que ia terminar com uma segunda gozada, dessa vez menos abundante, mas dentro da minha boca.
ano de casada; já não me dava mais curiosidade ver homens semidespidos dançando. No entanto, entendi que minhas amigas mal estavam chegando a uma fase que eu já tinha alcançado, então cedi, pensando que não devia incomodá-las por causa da minha posição atual como "senhora casada".A despedida de solteira da Rocío foi na casa da Jenny, que morava com a mãe e também ia ficar pra ver a comemoração. Tudo rolou do jeito típico: primeiro as bebidas, depois os presentes, as brincadeiras e as piadas de duplo sentido. Às onze da noite, a Jenny avisou que estavam tocando a campainha e foi abrir, embora não soubesse quem era. Ela tinha chamado os strippers pra aquela hora, então sabia perfeitamente quem estava tocando. Olhei pro meu relógio e, entediada, entendi o que me esperava. Dois exemplares masculinos imponentes chegaram: um deles vestia roupas justas e muito sensuais, com óculos escuros e chapéu de cowboy. Um negão de calça jeans e capacete amarelo de metal era o segundo. Apesar de mais de uma das convidadas parecer animada, eu continuava com minha cara de tédio, recostada no braço do sofá onde tinha me sentado.
O cowboy, enquanto ouvia música eletrônica, andou pela sala da casa da Jenny e se aproximou de cada uma das convidadas, que, empolgadas, estendiam as mãos pra tocar as coxas do cara. Quando o cowboy tirou a camisa xadrez e despiu a calça jeans, ficando só com uma cueca fio dental preta e curta, ele deixou todas loucas. Lembro da cara da mãe da Jenny quando viu o homem de fio dental: o rosto dela ficou vermelho, mas ela ficou de boca aberta e os olhos grudados nos músculos perfeitos do cara. Balancei a cabeça, achando aquela encenação uma idiotice, e ri.
A música seguinte também começou no estilo eletrônico, e o segundo stripper começou a participar mais ativamente, já que antes só se mexia um pouco no ritmo da música. O homem Moreno conhecido como "César" tinha movimentos mais ousados e tirava a roupa um pouco mais rápido que o cowboy. No meio da música, César já estava de tanga e sua aparência era digna de uma escultura. A pele bem bronzeada tinha um brilho que realçava ainda mais a excelência do seu corpo; além disso, seus músculos pareciam ter sido esculpidos a cinzel.
Acho que foi a dança do César que me chamou a atenção. A combinação dos seus rebolados sensuais com algumas poses de fisiculturismo o fazia parecer arrogante, mas seu sorriso amigável o tornava muito atraente. Apesar do meu ceticismo, fui me interessando aos poucos pela apresentação dele, embora as outras estivessem muito mais empolgadas do que eu, já que a irmã mais nova da Rocío, a Jéssica, se levantou pra dar um beijo na boca do César e depois sentou por causa das reclamações das outras, que diziam que ela não deixava ninguém apreciar o garanhão.
Levantou-se então uma mulher, que descobri mais tarde se chamar Nuria, de uns cinquenta anos, a quem César tinha convidado pra ir ao centro dançar com ela. Mesmo parecendo tranquila, essa mulher se mostrou ansiosa, mas nervosa ao dançar com o cara. A despedida de solteira mudou pra uma direção que poucas de nós imaginávamos. Nuria recebeu as mãos de César e as colocou nos seus quadris, sobre a tanga dele. Depois, com um gesto, indicou que ele as abaixasse. Nuria ficou meio envergonhada, mas os gritos da galera começaram a encorajá-la.
— Tira… tira! — gritavam.
Todas vimos na hora que César tinha uma arma do prazer excepcional quando Nuria aceitou e jogou a tanga fora. O pau dele era enorme e moreno, embora com um tom arroxeado na pele. Me acomodei bem no sofá onde estava, enquanto tentava decidir se o que estava vendo era real. Um dos strippers estava pelado na despedida. Embora não estivesse acostumada com uma situação dessas, levei na boa. Jéssica, a irmã da Rocío, decidiu fazer o mesmo com o Cowboy. Chegou no centro e tirou a tanga dele, deixando à mostra o falo admirável do homem, que, com a ajuda das mãozinhas da Jessica, tirou aquela peça minúscula de roupa.
As coisas começaram a melhorar quando a gente se viu numa salinha com dois caras incrivelmente atléticos e sensuais. Isso já tava pedindo ação. Percebi que a Jenny tava tranquila quando olhou pro lado onde o César estava; quando ela deu sinal pra começar alguma coisa, pensei que já tava tudo planejado. Em vez de se irritar, a Sra. Nuria respondeu acariciando o corpo do stripper enquanto o César começava a apalpar ela. O Cowboy foi direto pra Jessica, que aceitou a situação dando um beijão no branquelo enquanto deixava ele acariciar ela, antes de baixar a saia e a calcinha dela até o tornozelo. A Jessica terminou o beijo tirando a blusa, deixando o corpo dela à mostra, já que não tava de sutiã.
As mãos sabidas do César, que pegou ela por trás e esfregava o pau já duro no corpo da Nuria, também tiraram a roupa dela. A Rocío tava concentrada no que tava rolando enquanto minhas amigas e as parentes da noiva se olhavam umas pras outras enquanto a música ia ficando mais alta. A Rocío virou pra me olhar naquele instante, e eu fiz uma cara de estranhamento e balancei a cabeça negando, mostrando que o que tava acontecendo não me parecia certo.
Mas o César já tinha metido na Nuria antes que a gente percebesse. A gente só notou quando viu ele mexendo a cintura contra a barriga dela. Pra minha surpresa, a Jessica também não resistiu; deitada num dos sofás, abriu as pernas e o Cowboy comeu ela na cara dura. Não dava pra acreditar; ao mesmo tempo, eu tava vendo dois atos sexuais, o que eu achava que seria uma despedida de solteira ousada, mas não esperava que fosse tão longe. As convidadas se aproximaram pra ver de perto como os strippers Elas entravam e saíam daquelas mulheres, acariciavam suas costas e curtiam beijar suas pernas e braços. Com a incerteza do que ia rolar, fiquei parada, bestificada. Olhei pra Jenny, que era a única que, até aquele momento, não estava tocando nos strippers. Ela se levantou e foi pra cozinha.
Os strippers finalmente fizeram as duas mulheres gozarem e sacaram seus paus grossos, enquanto cuspiam porra no corpo das escolhidas. Nuria, que tinha chegado com uma roupa formal e bem refinada, agora tava no chão, despenteada e com manchas de porra visíveis na barriga. Os strippers tiveram pouco tempo de folga depois de largar elas, porque duas convidadas pegaram os membros relaxados pra chupar e bater uma.
Jenny entrou na sala e chamou a atenção de todo mundo:
– Atenção! Isso é só o começo! Apresento pra vocês nosso último convidado: O Capitão Frio.
Então entrou um cara corpudo igual os outros, vestido com roupa de aspecto industrial, metálico, e com uns óculos escuros. O sujeito começou a dançar junto com os outros e aos poucos foi tirando a roupa; mas percebi que ele se despia mais rápido que os outros. Imediatamente as convidadas rodearam ele e ajudaram a tirar a roupa, quase arranhando ele. No entanto, o cara parecia feliz com o impacto que causava nelas. O Capitão Frio tinha a pele mais escura que a do César, porque dava pra ver que ele já era moreno naturalmente, apesar de também ser queimado de sol. Era mais pesado, tinha uns 8 ou 10 anos a mais que os outros dois e a aparência dele era muito mais maciça. O cabelo dele era bem curto, estilo militar. O Capitão Frio tava pelado e a musculatura dele já tava acessível pras mãos de todas, em menos de um piscar de olhos.
“Com certeza vocês querem saber por que ele se chama ‘O Capitão Frio’, né?” – disse Jenny.
– Siiiiiiiiiiiiim!!!!! – gritaram todos juntos.
Jenny respondeu: “Porque não tem mulher que faça ele gozar em menos de três minutos”. Me senti deslocada. Não estava acostumada com aquele linguajar nem com aquelas situações.
Jéssica e Sara se levantaram ao mesmo tempo, mas Jenny só deixou a Jéssica passar pro centro. — Mas tem um prêmio pra quem conseguir! Quem quer ser a primeira? — gritou Jenny. Enquanto isso, o Cowboy e o César continuavam recebendo boquete, e as minas iam se revezando pra provar o gosto dos paus deles.
A irmã mais nova da Rocío, a Jéssica, baixou a saia, e eu não acreditava que uma garota tão nova conseguia fazer aquilo sem se sentir inibida e com tanta facilidade na frente de todo mundo. Depois, tirou a calcinha e, num piscar de olhos, já tava sendo penetrada pelo Capitão Frio, que tava sentado numa cadeira enquanto a Jéssica subia e descia quicando naquele pau poderoso do cara, que fazia cara de quem não sentia nada. Enquanto isso, Jenny ligou o cronômetro no celular e, em dois minutos, o Capitão agarrou a Jéssica pela cintura e mexeu as dele de um jeito especial, fazendo a novinha gritar e gozar. Depois de dar um tapa na bunda dela, o stripper tirou o pinto da buceta da Jéssica e mandou a Sara passar.
Várias das convidadas foram passando uma por uma, na mesma ordem que estavam sentadas, até chegar em cinco. Com a habilidade do experiente Capitão Frio, cada uma chegava misteriosamente aos dois minutos e gozava. A noiva, Rocío, foi a próxima. Olhei pra ela incrédula, porque não achava que ela ia trair o noivo, mesmo sendo uma festa. Naquele momento, já percebi que meus princípios morais eram muito conservadores.
Gritei: — Rocío, não! — mas as outras minas incentivaram ela a passar.
Rocío tirou a saia e a calcinha sem pensar; dava pra ver que tava molhada, o que não me surpreendeu porque, apesar de tudo, minha calcinha também tava molhada. Nuria se aproximou da Rocío e tirou a blusa e o sutiã dela, revelando os peitinhos pequenos, que Pareciam limões.
Rocío se adaptou rapidamente ao pau do Capitão, e apesar de não ser a primeira experiência dela, desde o início dava pra ver que ela não tinha prática. Dava pra notar que o Capitão sabia que ela era a noiva, já que desde o começo ele tratou ela com um cuidado especial, levantando as pernas dela pra colocar nos ombros dele e rebolando a cintura. Ela tava indefesa naquela situação; o garanhão fez ela gozar a cada minuto, massageando o clitóris dela com os dedos e atacando sem piedade. O Capitão tirou da buceta molhada da Rocío o pau dele, duro como uma pedra; depois, com um véu de noiva que a Jenny passou pra ele, ficou do lado dela pra tirarem uma foto. Eu não entendia como minha amiga tinha se rebaixado daquele jeito antes de casar.
Naquele momento, alguém gritou lá atrás: – Étasty!… Deixa a Étasty passar! Levantei na hora e, vendo que algumas das minhas amigas estavam se aproximando, comecei a andar em direção à cozinha, tentando sair da sala.
– Não, que isso! Eu não! – falei, assustada. – Vai, Étasty, você dá conta dele! – disse a Jessica, claramente bêbada, você já é casada e tem prática.
– Ah, não, não. Minha tentativa de ir pra cozinha foi atrapalhada pelas convidadas, que não me deixaram avançar mais de um metro e meio do sofá onde eu tava sentada antes.
Rocío levantou do sofá e disse: “Não seja chata, Étasty; só falta você…”
Senti as mãos da Nuria, a dona da casa, passarem por baixo dos meus braços pra desabotoar minha blusa; coloquei as mãos nas dela pra impedir, e foi aí que aproveitaram pra puxar minha saia e a calcinha fio dental pra baixo, já que eu não tinha como evitar – as outras tinham segurado minhas mãos.
Eu gritava desesperada, sem sucesso, porque elas me despirem rapidinho, apesar dos meus esforços pra me soltar.
– Tá bom, tá bom!… – falei por fim, vendo que não tinha como escapar. Me sentia encurralada, e os olhares de todo mundo em cima de mim pesavam muito; aos poucos foram me soltando, enquanto Caminhava devagar em direção ao centro da sala, onde o Capitão Frio esticava os braços para me receber. Aproximei-me dele com dificuldade, enquanto as mãos das outras mulheres me empurravam. Em cima daquela pica descomunal, que pude ver cheia de fluidos das mulheres que ele tinha penetrado no passado, me obrigaram a me sentar. Não havia nada que eu pudesse fazer, mas senti um pouco de repulsa por isso. Fui descendo aos poucos para me sentar naquele lugar, e Nuria abriu minhas nádegas com as mãos para que todas pudessem ver como o pau do stripper entrava no meu corpo. Conforme eu sentia, minha buceta foi se enchendo aos poucos, e para minha surpresa, os fluidos do pau dele facilitaram a penetração, junto com minha própria lubrificação. Lembrei do meu marido e fechei os olhos para não pensar no que aconteceria se ele descobrisse o que eu estava fazendo.
Enquanto me pegava pelos peitos, que ele amassava sem cuidado, o Capitão Frio começou a se mover. As estocadas dele chegavam no fundo e eu começava a sentir prazer. Os gritos das convidadas, que me incentivavam, se misturavam com o barulho molhado que o pau do homem fazia, entrando e saindo da minha buceta. O sangue subiu para minhas bochechas; devia estar vermelha de tesão. Me excitou ainda mais ser o centro das atenções e ver o cowboy e o César recebendo boquete da Jenny e da mãe dela. Minha xota era batida pelo púbis do Capitão Frio. Apesar de estar perto do orgasmo, continuei aguentando as estocadas dele e apertei os músculos internos da minha buceta para prender o pau dele. Jenny marcou meio minuto. O Capitão Frio não estava tão relaxado, percebi quando ele fez uma careta e me olhou nos olhos.
— Dois minutos! — exclamou Jenny. As convidadas gritaram mais alto e disseram que eu podia ser a vencedora.
“Não goza!”, avisavam. “Você aguenta ele!”
Apertei meus lábios para me manter calma. Com uma das mãos na minha buceta, o Capitão Frio começou a massagear em círculos meu Clitóris. Respirei fundo, estava toda lubrificada e cada carícia dele ia me levar pro paraíso a qualquer momento, mas olhei firme pra Rocío. Com as mãos na cintura e mordendo o lábio inferior, assumi o controle da situação. Sentindo cada milímetro daquele pau suculento do Capitão Frio, comecei a rebolando o quadril pra lá e pra cá. A cara do homem ficou vermelha quando eu girei a cintura apertando minha buceta; agora eu tava no limite do tesão. Eu me movia pra cima e pra baixo, como se fosse fugir; ele me dava tapas na bunda e segurava firme meus quadris, mas parou de se masturbar porque tava perdendo o controle.
“Dois e quarenta e cinco!” Jenny gritou. Eu tinha percebido que ele tava na minha mão, ou melhor, na minha cintura. Mostrei com um sorriso que eu mandava nas sensações dele, enquanto minhas mãos ficavam na cintura. O Capitão Frio gemia e se mexia desesperado, embora com certeza me visse como uma puta completa.
Três minutos!
Depois de sentir uma descarga quente, tirei o pau dele que jorrava porra pra caralho e masturbei ele com a mão direita pra mostrar pra todas que eu tinha conseguido. Aguentar os três minutos e ainda fazer ele gozar. Enquanto batia uma pra ele, me inclinei junto. O sêmen espirrava pra todo lado; caiu no meu rosto e nos meus peitos. O flash de uma foto iluminou a gente.
No fim, deixei minha cabeça cair na barriga dele enquanto ouvia os gritos e aplausos das convidadas e me juntei de novo ao Capitão Frio num boquete delicioso que ia terminar com uma segunda gozada, dessa vez menos abundante, mas dentro da minha boca.
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