Durante a semana, o Amo usou nós dois bastante seguido. Ele comeu minha esposa quando estavam sozinhos, comeu ela na minha frente, me comeu e me humilhou pra caralho. Aproveitou quase a semana toda, já que viajou a trabalho por 10 dias. No sábado, minha esposa acordou com tesão e me acordou chupando minha rola e enfiando os dedos na minha bunda. Quando eu tava quase gozando, ela parou e disse que não queria que eu gozasse: "Quero você com tesão pra noite. O que rola à noite? Vamos sair e vou pegar alguém pra comer na sua frente." Ela falava isso enquanto brincava com o vibrador na buceta dela.
O dia passou, e à noite a Paula se arrumou. Vestiu uma calça de couro super justa, que destacava a raba enorme dela, e uma camisa branca sem sutiã. Tava muito puta. Fomos a um bar com pista de dança onde já tínhamos ido com o Amo, um lugar onde rola muito pegação na rua Alsina, em Mar del Plata. Chegamos, comemos alguma coisa, tinha uma banda tocando. A Paula num momento foi ao banheiro e passou por mesas com homens sozinhos, já começou o joguinho de provocação e deixar todo mundo com tesão. Às 23h, começou a dançar. Ficamos no meio da pista. Paula dança muito bem e é muito gostosa fazendo isso. Notei que vários caras já estavam olhando pra ela, especialmente um cara na barra com quem ela tinha trocado olhares várias vezes. "Gostou daquele que você tá olhando?" "Sim, acho ele muito gato." "Vai fazer alguma coisa?" Ela não respondeu e foi na barra pedir uma cerveja, bem do lado onde o cara estava. Ele disse algo, ela sorriu e respondeu. Ficaram conversando. Eu saí da pista e sentei num sofá. Ela, disfarçadamente, me olhou e continuou falando. Começaram a dançar cada vez mais perto. Ela rebolava e encostava a raba na rola dele, até que o cara deu um beijo na boca dela, e ela correspondeu. Continuaram assim por mais um tempo. Ela disse algo no ouvido dele e o trouxe até onde eu estava. "Meu amor, ele é o Lucas. Lucas, ele é o Mati, meu marido." Nos cumprimentamos. Ele tinha uma cara de superioridade, porque... ia foder minha esposa. Convidei ele pra casa, vamos? Vamos sim, se quiser, disse submisso. Saímos os três, fui pro carro, eu dirigi, eles iam no banco de trás se matando, ele chupava os peitos dela e ela masturbava ele por cima da calça. Quando chegamos, eles continuaram se beijando, ela despiu ele, ele tava de pau duro e era muito grande, lindo. Vamos pra cama, disse Paula, me deixa sozinha, ela falou pra mim. Então fiquei lá embaixo ouvindo os gemidos dela. Chupa meu pau, bebê, vai, vai. Goza assim. Me fode, vai. Monta em mim, ele dizia, e eu senti ele gozar. Ela pediu duas cervejas e ele desceu pelado, me viu sentado no sofá. Que puta que é sua esposa, amigo, como ela fode. Foi pra cozinha e voltou pra subir, ficaram conversando um pouco e ele começou a gemer. Chupa meu pau, puta, vai. Ela engasgava. Me fode a bunda, bebê. Vai, ela começou a gemer e reclamar. Ai, devagar, me mata. Aguenta, puta, já entra. Isso, rasga meu cu, me bate. Vai, ele dava tapas na bunda dela e gozou. Ela ainda não tinha gozado. Meu amor, vem, por favor. Subi, ela tava se masturbando de quatro e lambendo as bolas do cara. Lambe meu cu. Tava saindo o gozo dele, lambi por um bom tempo. Ela se virou. Me fode. Me despi e meti, e o pau dele endureceu de novo e ele colocou na boca da Paula, ficando bem perto de mim, olhei pra ele, ele pegou minha nuca e levou pro pau dele, e enquanto eu fodía a Paula, nós dois chupamos o pau dele e ele gozou em nós. Paula gozou gritando que nem louca e eu enchi ela de porra. Às 4 ele foi embora de Uber, deu o celular dele pra Paula e ela deu o dela pra ele. Deitamos, ela me fez chupar a buceta dela até ela gozar de novo. Não quero dormir sem arrebentar teu cu, Mati. Tá bom. Ele colocou o cinto e me comeu enquanto eu me masturbava e assim gozei. Domingo, às 11, Lucas mandou uma mensagem dizendo que adorou a noite e combinaram de se ver na semana. Ela queria ver ele no mesmo domingo, mas ele também é casado, tava dando migué e no domingo não podia sair.
O dia passou, e à noite a Paula se arrumou. Vestiu uma calça de couro super justa, que destacava a raba enorme dela, e uma camisa branca sem sutiã. Tava muito puta. Fomos a um bar com pista de dança onde já tínhamos ido com o Amo, um lugar onde rola muito pegação na rua Alsina, em Mar del Plata. Chegamos, comemos alguma coisa, tinha uma banda tocando. A Paula num momento foi ao banheiro e passou por mesas com homens sozinhos, já começou o joguinho de provocação e deixar todo mundo com tesão. Às 23h, começou a dançar. Ficamos no meio da pista. Paula dança muito bem e é muito gostosa fazendo isso. Notei que vários caras já estavam olhando pra ela, especialmente um cara na barra com quem ela tinha trocado olhares várias vezes. "Gostou daquele que você tá olhando?" "Sim, acho ele muito gato." "Vai fazer alguma coisa?" Ela não respondeu e foi na barra pedir uma cerveja, bem do lado onde o cara estava. Ele disse algo, ela sorriu e respondeu. Ficaram conversando. Eu saí da pista e sentei num sofá. Ela, disfarçadamente, me olhou e continuou falando. Começaram a dançar cada vez mais perto. Ela rebolava e encostava a raba na rola dele, até que o cara deu um beijo na boca dela, e ela correspondeu. Continuaram assim por mais um tempo. Ela disse algo no ouvido dele e o trouxe até onde eu estava. "Meu amor, ele é o Lucas. Lucas, ele é o Mati, meu marido." Nos cumprimentamos. Ele tinha uma cara de superioridade, porque... ia foder minha esposa. Convidei ele pra casa, vamos? Vamos sim, se quiser, disse submisso. Saímos os três, fui pro carro, eu dirigi, eles iam no banco de trás se matando, ele chupava os peitos dela e ela masturbava ele por cima da calça. Quando chegamos, eles continuaram se beijando, ela despiu ele, ele tava de pau duro e era muito grande, lindo. Vamos pra cama, disse Paula, me deixa sozinha, ela falou pra mim. Então fiquei lá embaixo ouvindo os gemidos dela. Chupa meu pau, bebê, vai, vai. Goza assim. Me fode, vai. Monta em mim, ele dizia, e eu senti ele gozar. Ela pediu duas cervejas e ele desceu pelado, me viu sentado no sofá. Que puta que é sua esposa, amigo, como ela fode. Foi pra cozinha e voltou pra subir, ficaram conversando um pouco e ele começou a gemer. Chupa meu pau, puta, vai. Ela engasgava. Me fode a bunda, bebê. Vai, ela começou a gemer e reclamar. Ai, devagar, me mata. Aguenta, puta, já entra. Isso, rasga meu cu, me bate. Vai, ele dava tapas na bunda dela e gozou. Ela ainda não tinha gozado. Meu amor, vem, por favor. Subi, ela tava se masturbando de quatro e lambendo as bolas do cara. Lambe meu cu. Tava saindo o gozo dele, lambi por um bom tempo. Ela se virou. Me fode. Me despi e meti, e o pau dele endureceu de novo e ele colocou na boca da Paula, ficando bem perto de mim, olhei pra ele, ele pegou minha nuca e levou pro pau dele, e enquanto eu fodía a Paula, nós dois chupamos o pau dele e ele gozou em nós. Paula gozou gritando que nem louca e eu enchi ela de porra. Às 4 ele foi embora de Uber, deu o celular dele pra Paula e ela deu o dela pra ele. Deitamos, ela me fez chupar a buceta dela até ela gozar de novo. Não quero dormir sem arrebentar teu cu, Mati. Tá bom. Ele colocou o cinto e me comeu enquanto eu me masturbava e assim gozei. Domingo, às 11, Lucas mandou uma mensagem dizendo que adorou a noite e combinaram de se ver na semana. Ela queria ver ele no mesmo domingo, mas ele também é casado, tava dando migué e no domingo não podia sair.
3 comentários - Noite de chifre e humilhação