Uns anos atrás, um erro de cálculo com o clima me fez ficar uma semana em Santiago do Chile. Fiz uma viagem de carro até o Chile com um colega para buscar umas peças e trocar os pneus do carro. Antes de partir, pesquisei direitinho como ia estar o clima, porque eu viajava na sexta e voltava no sábado. A previsão do tempo anunciava vários dias de neve na cordilheira a partir do domingo. Com meu colega, antes de viajar, a gente tinha alugado um apê pequeno na região da Estação Central, sabendo que é uma área meio perigosa, mas ao mesmo tempo os aluguéis são muito baratos. Então, com tudo pronto, a gente partiu. Ao cruzar o túnel da cordilheira, já do lado chileno, paramos em Los Andes e trocamos os pneus para gastar um pouco e não parecerem novos na volta. Depois disso, seguimos viagem pra Santiago. Quando chegamos, fomos direto pro apê que a gente tinha alugado e depois fomos comprar as peças e os insumos que precisávamos. Quando caiu a noite, começou a chover. Depois de jantar, guardamos tudo no carro pra voltar no outro dia cedo, já que tínhamos que deixar o apê às 10h. Quando acordamos de manhã, vimos nos noticiários que a passagem internacional estava fechada por causa da neve e que ia ficar assim por uns 4 a 5 dias. Então ligamos pra dona do apê pra falar que íamos ficar mais dias, mas que não sabíamos quantos. Felizmente, ela disse que não tinha problema, que a gente podia ficar e que ela passava e cobrava o dia toda manhã até a gente poder ir embora. Mas meu colega também trabalhava numa empresa e na segunda de manhã tinha que se apresentar no trabalho, então ele teve que comprar uma passagem de avião caríssima e voltar pra Mendoza. Ele conseguiu passagem só pro domingo às 23h. No domingo, umas 20h, pra chegar com bastante tempo, levei ele no aeroporto. A chuva ainda continuava bem torrencial. Ao sair do apê na região da Estação Central, tem umas... ruas como se fosse uma zona de meretrício, onde tem várias putas e travecos na rua. Quando paro num sinal, vejo várias mulheres se oferecendo, mas uma me chama a atenção debaixo de um beiral: uma mulata, baixinha, com uns 1,60m de altura e muito novinha, usando uns saltos agulha bem altos, meia arrastão, uma minissaia preta bem curtinha e uma jaquetinha jeans por cima. Olhei bem pra ela e pensei: na volta, vou pegar ela. Deixei meu colega no aeroporto e voltei a dar voltas pra reencontrar a morena. Como não conhecia bem a área, dei várias voltas vendo várias putas e travecos muito mais gostosos, mas eu já tinha ficado de pau duro com a neguinha. Quando já ia desistir da procura, encontro ela noutro lugar. Parei, abaixei o vidro e perguntei o preço. Aí percebi que aquela negra era um traveco. Quase não dava pra notar que era uma travesti, principalmente pela juventude e pelo sotaque centro-americano diferente. Pra não molhar e por causa do frio, além do trânsito, mandei ela entrar no carro. Já dentro do carro, ela me explicou o que tava incluso no preço, que ainda tinha que somar o custo do quarto. Falei que tinha um apê a umas quadras, e ela disse que era melhor. Fiquei na dúvida se levava ela pro apê, porque me falaram que a área era perigosa e tinha muito roubo. Também já tinha lido que muitas putas eram viúvas negras, te drogavam e te roubavam. Mas essa neguinha, agora que eu sabia que era traveco, me deixava mais tesudo ainda. Ela apoiou a mão meio molhada na minha perna enquanto falava: — Vamos, assim a gente esquenta um pouco e tira o frio. Então fui direto pro apê, e quando ela viu que era tão perto, disse que dava pra voltar andando. Coloquei o carro na garagem subterrânea e fomos pro elevador. Lá dentro, enquanto subia pro décimo andar, passei a mão na bunda redonda e dura dela. Ela respondeu ao meu toque levantando um pouco a saia por trás pra eu sentir a pele dela. Ao enfiar um dedo no meio do rabo dela, pude sentir por baixo da calcinha o pau dela, que ela mantinha escondido pra trás. Ao entrar no apartamento, ela me pede pra pagar. Depois que guardo o dinheiro, ela tira da bolsinha uma cartela de camisinhas e um pote de gel lubrificante, e me perguntou se eu queria fazer no sofá ou na cama. Falei que na cama, e então ela pediu pra ir ao banheiro se secar um pouco. Enquanto ela tava no banheiro, por segurança, escondi dentro de uma panela na cozinha a carteira, o celular e o relógio. Ela saiu do banheiro já sem a minissaia, tava usando meia-calça preta com liga e uma calcinha que mal escondia o pau dela, que agora ela já tinha colocado pra frente. Em cima, só tinha um sutiãzinho que tapava os peitos quase inexistentes dela. Então ela se aproximou de mim, me pegou pela mão e me guiou até a cama enquanto ia desabotoando minha camisa. Depois, sentou na cama e puxou minha calça pra baixo enquanto eu tirava o tênis. De repente, ela se inclinou pra frente e começou a beijar meu pau por cima da cueca. Meu pau tava tão duro que já aparecia pelo elástico da cintura da cueca. Então ela se levantou e aproximou o rosto do meu pra eu beijá-la. Aí a gente se entregou a uns beijos longos e profundos de língua enquanto ela, com as mãos, puxava minha cueca pra baixo. Quando fiquei totalmente nu, dei uns passos pra trás pra admirar o corpo negro perfeito dela, principalmente o pau já meio duro por baixo da calcinha. Não tem nada que me excite mais que o pau de uma trans por baixo da calcinha. Então me ajoelhei na frente dela e pude ver a bela virilha dela aparecendo por baixo da calcinha e, como ela tinha feito, comecei a beijar o pau dela por cima da calcinha. Quando vi que tava bem duro, puxei a calcinha dela pra baixo e pude ver o pau preto dela, era grosso na base e fino na ponta, com prepúcio circuncidado e bem comprido. Embora o pau dela tivesse duro, pendia lindamente entre as pernas. Sem pensar, peguei ele e Comecei a me masturbar e comecei a chupar ela. Quando ela enfiava até o fundo da minha boca, eu sentia o pequeno tufo de pelos pubianos que ela tinha, fazendo cócegas no meu nariz. Ela segurava minha cabeça e acompanhava o movimento com as mãos. Aí ela me pegou pelo ombro e me fez ficar de pé pra beijar minha boca. A língua dura dela e a saliva invadiam toda minha boca enquanto a gente se deitava, e eu fiquei na posição de 69, mas de lado. Foi assim que ela começou a chupar meu pau docemente, enquanto eu já fazia o mesmo, mais frenético. Cada vez o corpo dela descia mais, e ela começou a chupar minhas bolas e esticar a língua pra tentar chegar no meu cu. Aí eu coloquei ela de barriga pra cima e sentei na cara dela pra ela chupar minhas bolas e meu cu. Quase a asfixiei com meu corpo enquanto ela já começava a enfiar a língua dura no meu ânus. Com um movimento brusco, ela me tirou de cima dela e me colocou de barriga pra cima na borda da cama. Ela montou em mim e me beijava, dizendo como eu era lindo, que cu gostoso eu tinha, que pau gostoso eu tinha. Ela continuava falando enquanto começava a descer pelo meu corpo até ficar de joelhos no chão. Começou a lamber meu pau de cima pra baixo várias vezes até parar no meu cu, e enquanto chupava bem e babava tudo, enfiava um dedo e tirava. Depois de alguns minutos, já eram dois e às vezes três dedos que ela enfiava no meu cu. Aí ela se levantou, pegou uma camisinha e colocou no pau preto dela, encheu de lubrificante o pau dela, o meu, e enfiou os dedos besuntados de gel no meu cu. Me acomodou em cima da cama de barriga pra cima, colocou minhas pernas nos ombros dela e apoiou a cabeça do pau no meu ânus. Assim, só com a pontaria, ela começou a me penetrar. Com movimentos pequenos, foi levando o pau pra dentro do meu cu até o fundo. Quando já estava tudo dentro, ela começou a mexer o quadril e começou a me comer devagar. Meu pau balançava com os movimentos dela, então ela pegou mais gel e espalhou entre minhas pernas e com Suas mãos fecharam minhas pernas sobre os ombros dela e apertou meu pau entre minhas pernas. Enquanto fazia isso, me perguntava: "Você gosta de putaria, quer que a gente goze junto? Agora vai ver como vou arrebentar seu cu." Então começou a acelerar o ritmo, e meu pau se movia entre minhas pernas. Praticamente, ela estava me punhetando com o movimento, minhas pernas cheias de lubrificante. Até que, de repente, sem eu perceber, meu pau começou a soltar pequenos jatos de porra que caíam na minha barriga. No quarto, tinha um cheiro forte de sexo misturado com um pouco de cheiro de merda. Isso deixou ela mais excitada e acelerou ainda mais o ritmo, e eu pude ver na cara dela o êxtase que sentiu quando gozou no meu cu. Quando gozou, abri as pernas e tirei dos ombros dela, e vi como ela tirou do meu cu o pau dela com a camisinha cheia de uma boa quantidade de porra. Ela tirou a camisinha do pau, que ainda continuava duro, mas pendurado entre as pernas. Foi para o banheiro, enquanto eu me limpava e me recuperava da fodida que ela tinha me dado. Então ela saiu do banheiro me pedindo algo para beber, mas ainda estava nua. Eu pensei que ela tinha ido se vestir. Servi algo para ela beber e, olhando para fora, vi que ainda continuava chovendo. Então ela me pergunta: "Descansamos um pouco e você me fode? Fico mais um tempo, já que trouxe muita coisa e não vai ter trabalho nenhum." Depois me perguntou se podia fumar, e eu disse que era proibido fumar no apartamento. Então ela sentou numa cadeira ao lado da janela da sacada, abriu um pouco e fumou um cigarro. Enquanto conversávamos, me contou que tinha 25 anos, parecia muito menos, que era venezuelana, mas desde pequena morava no Equador. Mas que tinha ido para o Chile há 2 anos para juntar dinheiro para fazer os peitos e o tratamento hormonal. Enquanto ela falava, eu não parava de olhar para ela e ver que o rosto negro dela tinha só traços femininos. Era muito difícil perceber que era uma transexual. Passamos umas duas horas conversando, os dois nus, e começamos a sentir frio. Como a conversa não tinha... Nada de erótico, nossas picas tinham murchado de frio. Aí ela se levantou, foi pro banheiro de novo. Não parei de olhar aquele cuzão preto, redondo, perfeito — os saltos altos deixavam ele ainda mais empinado. Quando saiu do banheiro, eu já tava deitado de barriga pra cima na cama. Ela veio até mim com uma toalha molhada e limpou meu pau, minhas bolas e meu cu, tirando os restos de lubrificante que tinham ficado, e depois foi com a boca direto pro meu pau adormecido. Só com a boca e sem usar as mãos, em segundos deixou ele durinho. A cabeleira preta dela se perdia entre minhas pernas cada vez que ela mergulhava a boca preta até a base do meu pau. Estendi a mão pra pegar uma camisinha e falei: "Coloca em mim e monta". Ela colocou quase sem eu perceber e sentou em cima do meu pau, enfiando até o fundo. A buceta dela era bem apertada. O corpo preto dela ficava esplêndido empalado no meu pau. Ela começou a se mexer devagar enquanto se deitava em cima de mim pra me beijar, e eu sentia o pau dela, que tinha endurecido entre nossos corpos. Com um movimento, virei ela e ficou de barriga pra baixo sem tirar o pau da buceta dela em nenhum momento. Meu pau saiu da buceta dela, então fiz ela ficar de quatro, apoiando as mãos na cabeceira da cama. Abri bem as nádegas dela e comecei a meter por trás. Ver meu corpo batendo naquele cuzão duro me deixava mais excitado, ainda mais com os gemidos dela e as coisas que ela falava me incentivando a meter mais forte. A imagem das costas pretas dela com o cabelo preso pela minha mão pra ela arquear a cabeça pra trás me deixava mais louco. Até que não aguentei mais e gozei bem na hora que tava com o pau enfiado fundo na buceta dela. Aí caí exausto em cima dela na cama até meu pau dormir e sair da buceta dela. Saí de cima do corpo dela e ela foi de novo pro banheiro. Eu fiquei deitado na cama, exausto. Quando ela saiu do banheiro, já tava vestida e com o cabelo arrumado. Tirou um pouco de maquiagem da bolsa e se ajeitou enquanto eu me vestia pra descer. abrir a porta. Quando saímos do elevador e chegamos na porta do prédio, vimos que tava chovendo ainda mais do que antes e que as ruas estavam cheias d'água. Aí ela me pergunta: "te incomoda se eu ficar mais um pouco até a chuva dar uma trégua? Afinal, com esse temporal, não ia trabalhar nada essa noite." Quando estávamos no apartamento, notei que já eram 2 da manhã. A gente ficou sentado um tempão olhando a chuva, e então eu falo: "fica pra dormir, amanhã cedo você vai embora." Ela responde sorrindo: "você quer me comer de novo, né?" E eu digo: "ou você quer me comer de novo?" "Beleza, vou ficar", ela falou enquanto ia pro banheiro. Enquanto isso, eu tava pensando: "que merda eu tô fazendo?" Imaginava que, enquanto eu dormisse, ela poderia me roubar e vazar. Então tranquei a porta com a chave e escondi. Ela saiu do banheiro descalça, só de calcinha e sutiã, e foi pra cama. Já na cama, me perguntou de que lado eu dormia, e eu falei pra ela se deitar do lado que quisesse. Deitei do lado dela de barriga pra cima, e aí ela virou de costas pra mim, pegou minha mão e colocou atrás dela, na posição de conchinha. Assim a gente dormiu, com minha mão dentro da calcinha dela, segurando a buceta dela. De manhã, quando acordei, a gente tava ao contrário na conchinha, mas ela atrás de mim. Ela enfiou a mão dentro da minha cueca e começou a acariciar meu pau. Aí eu estiquei a mão pra trás e ela já tava com o pau duro pra fora da calcinha. Bati uma punheta pra ela por um tempo, enquanto ela pegava uma camisinha na bolsa e colocava. Ela cuspiu bem no meu cu e encostou o pau na entrada do meu ânus, enquanto falava: "enfia você, porque vai doer um pouco." Claro, meu cu não tinha tido nenhuma preparação pra uma penetração. Por sorte, o pau dela era fininho na ponta e grosso na base. Então eu mesmo, devagarzinho, fui enfiando o pau no meu cu. Ela pegou uma das minhas pernas e colocou um pouco mais pra frente que a outra, pra minha bunda ficar mais aberta. Assim que a metade da pica já tinha entrado, ela tirou minha mão e começou a se mexer, me comendo devagar, fazendo entrar mais da pica. Cada vez que ela enfiava mais fundo até o talo, doía mais. Ela percebia, tirava e colocava mais saliva no meu cu. Foi aí que ela começou a me comer mais forte e, de repente, me fez virar de bruços com as pernas bem abertas e o corpo todo dela em cima de mim. Assim ela me comia com movimentos de quadril enquanto beijava meu pescoço. A boca dela perto do meu ouvido não parava de perguntar se eu gostava que ela arrombasse meu cu. De repente, ela tirou a pica do meu cu, me virou e, quando ia colocar a pica na minha boca, gozou na minha cara e dentro da minha boca. Depois que chupei até a última gota, ela me beijou e foi pro banheiro. Tomou banho e saiu vestida do banheiro. Depois que se arrumou, eu acompanhei ela lá embaixo, com o azar de que no elevador encontramos a zeladora do aluguel dos apartamentos. Ao chegar lá embaixo, antes de se despedir, ela me disse que já sabia onde eu tava, caso quisesse vê-la de novo. Ao subir, a zeladora estava de novo no elevador e me disse que ninguém que não estivesse registrado podia dormir no apartamento. Que eu só podia ter visitas. Eu disse que era uma parente que teve que ficar porque choveu muito ontem à noite. Ela deu um sorriso cúmplice e desceu no sétimo andar. Nem preciso dizer que nas outras 7 noites que tive que ficar em Santiago, procurei a negra e só uma noite a encontrei, e ela ficou só uma hora, que era o combinado pelo serviço. Só transei com ela e ela comigo, e ela foi embora. Que otário, nunca pedi o Facebook ou Instagram dela pra poder contatar ela toda vez que fosse pro Chile.
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