
Depois daquele encontro tão intenso com o Gonza, fiquei com um vazio, sentia falta dele. Passou uma semana sem eu saber nada, ele não respondia minhas mensagens nem me dava bola. Precisava ver ele de novo, sentir o cheiro dele, a pele dele e aquela poronga enorme. Horas depois, outro cara do Poringa começou a conversar comigo, outro bonitinho, simpático e com um pau muito maior que o do Gonza: uma poronga preta de 32 cm, bem grossa, tipo uns 8 cm de diâmetro. Meu cu começou a pulsar só de pensar naquela rola comigo!

Nunca pensei que um negão ia me chamar atenção, porque ele era brasileiro morando aqui na Argentina, e meio perto de onde eu morava. A curiosidade de encontrar com ele acabou quando quase implorei pra ver ele, hehehe tava feita uma putinha, tudo graças ao Gonza. Gael, que é como meu negão se chama, me mandou a localização e disse que tava me esperando, me mandando uma foto da pica dele. Inventei uma desculpa pra minha mina de que ia com um amigo jogar videogame e ela acreditou. Fui normal, com uma mochila onde tinha meu look de mulher. Cheguei na casa dele, a gente se beijou na boca, pouca conversa mas os dois no fogo, ele passou a mão na minha bunda pra caralho. Gael: "— Que rabo gostoso, vou comer." Vale: "— Pai, cadê o banheiro que tenho uma surpresinha pra você?


Ele me mandou trocar de roupa, me maquiar bem de puta e sair. Fui até o sofá onde ele me esperava pelado, me ajoelhei, fiquei de quatro e comecei a chupar aquelas bolas grandes e peludas com devoção enquanto batia uma pra ele. Não vou mentir, minha mão parecia minúscula perto daquele pedaço enorme de carne. Depois, óbvio, me engasguei com aquela pica linda enquanto ele me colocou de quatro no sofá, levantou meu vestido até a cintura, puxou minha tanga pro lado e foi enfiando primeiro um dedo cheio de saliva no meu cu, até meter três dedões no rabo e eu gozei igual uma porca. Gael: "Mas que putinha linda, meu amigo tinha razão, você é uma gostosa." Eu não entendi nada quando, de repente, sinto a cabeça de uma pica entrando devagar no meu cu até as bolas. Abri os olhos feito prato, olhei pra trás e era o meu Gonza. Vale: "Uff, puta que pariu, como eu senti sua falta! Arrebenta meu rabo bem gostoso!" Que puta sacanagem ele tinha me feito, mas não me importou nada, na verdade adorei pra caralho.


A intensidade que ele metia a pica na minha bunda, meu Gonza, me fazia ver estrelas. Gonza: "-como senti falta dessa bunda de puta que você tem, viado de merda". Gael: "-prepara o cu, viado, que hoje à noite a gente vai te deixar numa cadeira de rodas". Com esses comentários e a esporrada, gozei de novo. Já era uma menina, uma puta, a puta deles, e pensava em aproveitar ao máximo. Depois de 10 minutos de foda e boquete no preto, me ajeitei de cócoras no pau do brasileiro, devagar fui sentando, sentindo os 34 cm de vara de carne e veiões no meu pobre cu. Quando os pelos dos ovos dele roçaram minhas nádegas, gozei de novo! Não podia acreditar, como podia ser que esses filhos da puta me faziam gozar tanto? Nunca com nenhuma mulher senti o prazer que estava sentindo com eles dois!! Se o Gonza me comeu forte de quatro, o negão me arrebentou de pica, me agarrou pela cintura e me fazia pular com violência em cima do pau dele!! Meu cu não teve piedade! Assim foi minha noite, entre fodas e boquetes, 4 horas de trepada quase sem parar, porque quando um enchia meu cu de porra, vinha o outro e assim, toda, mas toda a porra deles era jogada no fundo da minha bunda. Fiquei um desastre, meu cu estava super dilatado, tiraram fotos, me filmaram, me usaram como a puta deles, e eu, como uma puta, perdi a conta dos orgasmos que tive. Sinto muito pela minha namorada, mas minha bunda agora pertence a esses machos, e acho que nasci pra ser uma puta. Fim.
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