Olá amigos e amigas do Poringa.net. essa é minha primeira postagem do ano.
Agradeço a todas as minhas leitoras por essa ideia, espero agradar todo mundo.
Esse ano vamos começar com a história de uma das minhas leitoras mais antigas.
É a primeira vez que ela conta isso. Espero que vocês gostem tanto quanto eu gostei.
Como sempre, peço:
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Não deixem de comentar, isso ajuda a gente a continuar melhorando. Não sejam ingratos:
Sem mais, vamos começar.
Meu nome é Amália.
Nasci num povoado pequeno e esquecido no meio de Buenos Aires.
Pedi ao meu amigo Maury pra contar minhas histórias,
porque sou muito ruim nisso. Atualmente tenho 27 anos.
Sou morena, magrinha.
Aqui vai uma foto pra vocês verem um pouco.
Minha história começa quando fui morar com meus avós. Eles trabalhavam numa fazenda.
Comecei ajudando minha avó na cozinha.
Enquanto a empregada da limpeza me ensinava as tarefas dela, porque ia se aposentar.
Quando ela foi embora, me deram o cargo dela.
Enquanto fazia meus deveres, percebia que meu patrão me olhava muito.
Dom Antônio era um homem robusto, alto e de ombros largos.
Sempre com suas roupas de campo, que caíam muito bem nele.
Tinha uns 65 anos, muito bem conservado. Com uma barriga bonita.
Grisalho e com barba, parecido com o Papai Noel da Coca-Cola.
Era viúvo há mais de 10 anos.
Meu grande defeito sempre foi minha curiosidade.
A empregada da limpeza me ordenou que nunca olhasse um móvel que ficava num canto do escritório dele.
Só podia limpar por fora.
Mas quando ela não estava e enquanto fazia minhas tarefas, quis saber por que era proibido.
Aí encontrei escondidas várias revistas pornôs, escondidas entre papéis.
Mesmo sendo virgem, eu entendia alguma coisa sobre sexo.
Já que no meu rancho muitas vezes vi meus pais transando.
Quando perguntei à minha prima mais velha, ela me explicou bem basicamente.
Que era coisa de adulto e que só os mais velhos faziam, e que só os adultos podiam fazer.
Que meninas como eu não deviam perguntar essas coisas e muito menos ficar a sós com um homem.
Isso me deu mais curiosidade naquele momento.
Quando ninguém me via, passava tempo olhando as revistas do patrão.
Lembrando das vezes que vi meus pais assim.
Conseguia reconhecer no banheiro do meu patrão, sentir aqueles cheiros de corpo de homem excitado e o inconfundível cheiro de sêmen que fica no quarto, pouco ventilado.
Como o da minha casa quando meu pai comia minha mãe.
O estranho era que o patrão era sozinho, mas aquele cheiro era inconfundível.
Como toda manhã, levei o café da manhã na cama. Ao não vê-lo deitado,
coloquei a bandeja na cama e fui até o banheiro dele.
Quando estou prestes a bater na porta para avisar que o café da manhã dela já tava pronto.
A gente se encontrou bem na saída do banheiro.
É assim que eu lembro.
Com o torso nu e suado, uma cueca boxer de seda branca que ficava transparente e deixava ver a forma do pau dele bem marcada. Fiquei tipo em transe ao ver ele assim e sentir o cheiro de atividade sexual vindo do banheiro dele.
Ele, ao ver como eu olhava, se cobriu com uma mão e com a outra nas costas tentando esconder a revista pornô.
Ao perceber o desconforto dele, falei gaguejando:
Amália: Patrão, trouxe o café da manhã,
quando terminar me avisa e eu recolho tudo, se quiser eu limpo seu banheiro e quando terminar sigo com o quarto.
se precisar de mais alguma coisa me avisa... Sei lá.
Antônio: Não, tá tudo bem, querida, vai lá que depois te aviso.
Obrigado por ser tão atenciosa. Depois você limpa?
Ao sair, vi como ele me olhava.
Isso despertou um monte de coisas em mim.
Eu sabia o que ele gostava. Pelas revistas dele, a maioria era de colegiais.
Mulheres que fingiam ser garotas da minha idade.
Então decidi brincar de seduzi-lo sem que ele percebesse minhas intenções.
Não sabia por que fazia aquilo, já que, pelo que minha prima me disse, nenhum homem jamais transava com alguém da minha idade.
Isso também me fazia sentir segura de que nada de ruim aconteceria.
Esquecendo os conselhos da minha prima.
Tentei passar tempo a sós com o patrão e tentando receber toda a atenção possível.
Buscando imitar aquelas mulheres, como elas se vestiam, pra que ele pudesse fantasiar comigo como com elas. Usando leggings sem calcinha.
Pra mostrar meus pequenos atributos.
Pronto ele parou de me olhar como se eu fosse neta dele. Meu corpo chamava mais a atenção dele.
Aos poucos, meu patrão me fazia sentir uma menina muito querida.
Uma tarde, enquanto eu fazia meus serviços,
ele me disse assim:
Antonio: Vem cá, minha menina, preciso falar com você.
Você me é muito útil, e tanto você quanto seus avós são da minha absoluta confiança.
Como você se sente morando no rancho com seus avós?
Mas me diga a verdade.
Amália: Obrigada pela confiança, senhor. Eu gosto do meu trabalho.
Estou bem na casinha, é pequenininha, mas seria uma ingrata se reclamasse.
Antonio: Entendo, minha menina.
Um homem da minha idade precisa de uma garota como você pra cuidar de tudo em casa.
Claro, se você topar, eu te ensino tudo que preciso.
Mas você teria que morar comigo aqui.
Mas se não puder, não se preocupa, e vou ter que contratar outra pessoa.
Amália: Se o senhor quiser, não tenho problema, mas isso não depende mais de mim.
Eu teria que largar a escola, e não sei se meus avós vão concordar com isso.
Antonio: Isso deixa comigo.
Acho que aqui você vai ficar melhor. Claro que vou te pagar mais.
Passo muito tempo sozinho, e meus filhos já esqueceram do velho.
Preciso de alguém de confiança como você.
Sei que, se acontecer algo comigo, posso confiar em você.
Não se fala mais nisso, deixa comigo.
Só queria saber se você queria ficar aqui.
Seu Antônio falou com meus avós. Ele fez uma oferta que eles não puderam recusar.
Já que era um bom salário pra mim e me dava um futuro bom.
Desde aquele momento, fiquei morando lá.
Saía de casa muito pouco e sempre com meu patrão, que me ensinava a administrar a fazenda.
Até tinha uma professora que me dava aulas.
O quarto da filha dele agora era meu.
Era o mais perto do quarto dele.
No começo, pensei que era pra eu não ter medo.
Mas depois percebi que era pra me ter mais perto.
Muitas vezes, enquanto eu me trocava, ele entrava no meu quarto. Com alguma desculpa, ele sempre me Eu estava de calcinha e sutiã, no começo me cobria.
Mas ao ver como ele me olhava, minha timidez virou tesão.
Me sentia toda molhada pelo olhar dele e pelos elogios às minhas roupas. Ele pedia desculpa e me dava aquela paz, dizendo que só me via com olhos de avô.
Mas eu sabia que não era bem assim.
Eu explorava minha sensualidade, me deixando ser vista pelo meu patrão.
Antonio: Adoro muito sua lingerie, minha princesa. Se precisar de roupa nova, me fala, sem vergonha.
Eu te levo e compramos tudo que você precisar.
Amalia: Obrigada, patrão... por enquanto tenho essas.
Minha avó comprou pra mim quando vim pra cá.
Com seus elogios, cada vez mais à vontade, me olhava no espelho e me vestia gostosa pra ele.
Não perdia chance de me mostrar enquanto fazia a limpeza.
Só na vista do Dom Antonio.
Sem ninguém perceber.
Cada vez eu me animava mais, levantando minha saia e me abaixando na frente dele. Até subia na escada pra limpar os móveis pra ele, lá de baixo, poder ver como a calcinha se enfiava na minha buceta.
Animada pelo olhar dele, ela ficava cada vez mais provocante. Isso funcionou, pelo visto.
Antes me deixava trabalhar sozinha.
Mas agora ele arrumava qualquer desculpa pra ficar.
Ele me olhava tentando disfarçar.
Mas o volume na calça de campo dele não sabia mentir.
Adorava ver como ele percorria meu corpo com os olhos e como o corpo dele reagia.
Brincar de seduzir ele me dava um tesão danado.
Essa brincadeira fazia ele se trancar no banheiro pra se masturbar.
Perfumando o banheiro com aquele cheiro que me despertava mil sensações.
Mas ele não era o único, eu também caí na armadilha do meu próprio jogo.
Ao sentir os cheiros dele e ver as ereções, eu me trancava no meu quarto.
Onde me esperavam algumas das revistas dele, que eu pegava escondido.
Sem ele perceber. Deitada na cama, olhava aqueles corpos nus.
Aquelas rolas iguais à do patrão.
Dando prazer pra aquelas novinhas com seus peitos e suas bucetinhas como a minha.
Tirava a roupa e comecei a me tocar por cima da calcinha.
Com medo, só me esfregava. Tinha receio de enfiar dedo ou algo lá.
Como faziam nas revistas.
Se sentia gostoso e prazeroso. Só isso já bastava. Se a gente se excitava e gozava escondido.
Ele se dava prazer no banho enquanto eu me dedicava a me dar prazer.
Minha calcinha molhava e minha buceta esquentava.
Jogo proibido, mas muito prazeroso ao mesmo tempo.
Chegando ao orgasmo, ficando exausta.
Assim como ele também fazia.
Muitas vezes a gente se encontrava de madrugada na cozinha.
Onde eu, só com uma camiseta e uma tanga, dava conversa enquanto me deixava ver.
Enquanto dividíamos um copo de suco.
A desculpa era a sede da meia-noite ou não conseguir dormir.
Passando um tempo conversando.
Os olhos dele percorriam meu corpo e eu adorava ver aquela cara de tarado e o volume crescendo. Quando a gente não tinha esses encontros.
Ele passava pelo meu quarto. Onde me olhava dormir.
Essa era a hora dele de admirar sem disfarçar o meu corpo todo.Dormindo, eu nem percebia.
Uma noite, enquanto eu estava deitada, ainda não tinha dormido.
Ouvi meu patrão abrir a porta do meu quarto.
Ele se aproximou de mim e, sussurrando, perguntou se eu estava dormindo.
Não respondi e, na sequência, senti a respiração dele perto de mim.
Não falei nada, só fiquei parada como se estivesse dormindo profundamente.
Ele, com muita suavidade, levantou meu lençol e ficou um tempão olhando pra minha bunda.
Parece que minha camiseta estava atrapalhando e, bem devagarzinho, ele a puxou pra cima.
Ele perguntou de novo se eu tava dormindo, eu não respondi nada, fiquei imóvel, sem reação. Pela primeira vez, senti as mãos enormes e ásperas dele acariciando minha bunda com suavidade.
Quando senti aquilo, minha calcinha começou a molhar.
Enquanto eu pensava no que fazer, ele foi me acariciando por um tempo.
Mas depois ele me cobriu de novo e saiu em silêncio, do mesmo jeito que entrou.
Eu, como se fosse um jogo, me entregava praquilo.
Sem saber direito até onde podia ir.
Isso se repetiu por vários dias.
Enquanto eu fingia que tava dormindo, ele me olhava e cada vez se arriscava mais.
As carícias dele ficavam mais ousadas.
Se eu tava de bruços, ele acariciava minha bunda.
Mas se eu tava de barriga pra cima, ele aproveitava pra pegar nos meus peitos e na minha buceta.
Eu, com os olhos semiabertos, conseguia ver ele se tocando.
Ao receber minhas primeiras carícias na minha bucetinha. Não conseguia evitar fazer algum gesto ou gemido.
Que o assustava e fazia ele ir embora.
Ele se masturbava no banheiro e eu no quarto.
Já quase desejava a pica do meu patrão, mas tinha medo ao mesmo tempo.
Uma tarde, como sempre, estávamos sozinhos.
Ele me pediu pra levar um café pro escritório dele, que era dia de pedidos pro atacado, e pra trazer a lista que minha avó deixou.
Assim fiz, enquanto ele tomava o café, eu comecei a arrumar.
Tirando tudo da escrivaninha pra uma cadeira.
Quando me abaixava, mostrava minha raba por baixo da saia.
Ele tomava o café enquanto olhava meus movimentos.
Antonio: Desculpa pela bagunça.
Que sorte que tenho você, minha menina, o que seria de mim sem você.
Amália: Bom, é bastante bagunçado mesmo, patrão.
Mas se não fosse, o que eu faria, hahaha.
Me surpreendi quando ele disse:
Antonio: Desculpa a pergunta, essa calcinha é nova?
Nunca te vi com ela antes, pode ser?
Amália: Não, patrão, são as que minha avó me deu. Não sei se o senhor já viu.
Por que não gostou?
Antonio: Não, de jeito nenhum. Minha menina... fica muito bem em você.
Só me chamou a atenção.
Amália: Ah... Bom, se não gostou, vou lá e troco.
Levantei minha saia enquanto estava de costas.
Ele começou a acariciar minha raba e a sentir a qualidade do tecido.
Fiquei imóvel.
Antonio: Não, não, de jeito nenhum, gosto de como fica em você e é mais adequada pra sua idade.
O rosa fica muito bem em você e com flores, sim, é ideal pra você.
Além disso, dá pra ver que é um tecido bom e macio.
Não soube o que responder, só senti as mãos dele me acariciando.
Antonio: Sua avó tem bom gosto.
Não se assuste, minha menina. Só quero sentir como é.
Isso parecia, ao tocar com suavidade.
O tecido e os elásticos.
Mil coisas passavam pela minha cabeça até eu sair correndo.
Mas ao mesmo tempo, gostava das carícias dele.
Meu corpo tremendo de medo.
Mas ao mesmo tempo, reagia com passividade e entrega.
Ao sentir os dedos dele brincando na minha bucetinha, só consegui gemer de vergonha e timidez.Antonio: Me desculpa pela ousadia, mas nunca estive com alguém como você...
Pensei que uma garota nunca fosse ficar tão molhada assim.
Se você não gostar, eu paro na hora.
Não consegui dizer uma palavra. Só gemia cada vez mais.
Enquanto ele me tocava, eu acariciava os braços e as mãos dele.
Antonio: Me diz pra parar, minha garota...
Seus gemidos me enlouquecem...
Amália: Ai, patrão, não sei o que dizer... hummm...
Nunca me senti assim antes.
Mas juro que não sei se quero que pare ou que continue.
E ao mesmo tempo, tenho medo.
Antonio: Medo de quê? Não vou te machucar.
Vem cá, minha garota.
Ele me sentou numa das pernas dele.
Nós dois no sofão. Ele me tocava, beijava meus peitinhos.
Enquanto eu me derretia nos braços dele.
Sempre imaginei como seria meu primeiro beijo.
Mas nunca pensei que fosse tão gostoso.
Com gosto de café e cheio de carícias.
Minha bucetinha tava toda molhada e pegajosa.
Depois que meu patrão me arrancou um orgasmo.
Isso me deu vergonha.
Mas pra ele, muita alegria.
Amalia: Uai, patrão, para pelo amor...
Acho que me mijei toda.
Isso é muito vergonhoso.
Antonio: Mmmm... não, minha menina, é só seus suquinhos.
É óbvio que você nunca teve um orgasmo e fico feliz por estar no primeiro.
Fiz de besta, se ele soubesse dos orgasmos que as revistas dele me deram e das brincadeiras à noite.
Mas nunca me molhei tanto de verdade.
Antonio: Não se preocupa, eu resolvo seu desconforto.
Vem, fica de pé que quero te ver.
Eu de pé, pertinho da escrivaninha, enquanto ele, puxando o assento, se ajoelhou na minha frente.
Me acariciou o corpo inteiro enquanto minhas pernas tremiam.
beijou minha barriguinha e foi me acariciando. O nariz dele se encheu dos meus cheiros.
Antonio: hmm... é verdade, você tá toda molhada, mas isso não é xixi.
É o suco da sua bucetinha dizendo que tá pronta.
Se eu provoquei isso, vou resolver.
Sem esforço, me pegou nos braços fortes e me levantou.
Me deu uns beijos no corpo e com cuidado me acomodou na escrivaninha dele.
Abriu minhas pernas e a boca dele começou a me chupar.
Me fez lembrar daquelas imagens das revistas.
Ah... Meu Deus..... Minha buceta foi uma explosão de estímulos. A língua dela subindo e descendo.
Os lábios e o bigode dele tudo me fazia vibrar.....
Antonio: Mmmm.... Que gostoso.... Mmmm....
Ô.... Minha menina..... Faz tempo que não fazia isso.....
Se me deixar fazer isso direto, vou te recompensar muito bem.
Amalia: Mmmm.... Ai meu deus, patrão, sai daí....
Vou mijar.....
ah.... ai...... ah......
Sem me ouvir, ele tomou todos os meus sucos.
Meu orgasmo foi bem recebido na boca dele.
Enquanto eu recuperava o fôlego.
Ele foi se despindo, o pau dele tava duro e empinado.
Olhei assustada.
Ele se masturbava me olhando.
O pau dele ereto, uns 20 cm de comprimento.
Parecia um monstro bravo, cheio de veias e a cabeça grossa.
De susto, sabia o que vinha pelos livros, aquilo ia querer entrar dentro de mim.
Fechei as pernas e pulei pra longe dele.
Amalia: Desculpa, patrão, não tô pronta pra isso.
Essa sua coisa grande pode me machucar muito.
Antonio: Não, minha menina, não tem medo não.
Não vai me deixar assim duro...
Vem, não vou te comer....
Só quero que a gente continue se tocando, quer?
Me aproximei tremendo, sem tirar os olhos daquele pedaço de carne.
Antonio: Só toca nele, eu vou te ensinar como eu gosto.
Não tem medo, são só carícias.
Assim, nós dois pelados, começamos a nos acariciar.
Com medo e vergonha, mas ao mesmo tempo com muita vontade, peguei pela primeira vez o pau dele nas minhas mãos.
Minha primeira vez cheia de dúvidas, mas com muita vontade.
Minhas primeiras sensações. Era duro ao toque, mas ao mesmo tempo macio.
A temperatura era quente nas minhas mãos.
Por inexperiência e nervosismo, puxava ele com força, fazendo doer.
Depois de um tempo mais calma e graças às instruções dele, fui melhorando.
Antonio: Mmmm... Isso, minha menina, mmm...
Muito bem, que delícia são suas mãos.
Ajoelha e dá uns beijinhos nele, isso eu ia adorar.
Vai, não seja ruim...
Demorei pra reagir ao pedido dele, mas fiz.
Timidamente, fui beijando com pequenos toques,
por todo o comprimento do tronco venoso dele.
Ele começou a fazer pedidos quase desesperado,
sem perceber que eu não entendia nada.
Antonio: Beija ele, minha menina, mmm, isso.
Vai, não seja ruim, passa a língua.
Uii... sim, tô muito tesudo.
Fui fazendo o que ele pedia, sabendo o que vinha.
Mas o safado, todo excitado, abriu minha boca com a mão e meteu a pica.
Tentei chupar como ele pedia, minha cabeça a mil.
A pica pulsante dele entrava e saía, espalhando saliva.
Quase me afogava com aquela pica dura.
Amália: Espera, não gosto disso.
Me faz mal...
Deixa comigo, sim, e me fala como fazer.
Antonio: Desculpa, minha menina... tem razão.
Faz você, mas não para de chupar.
Finalmente, consegui fazer e aproveitar aquilo.
Aquele cheiro de couro ficava melhor na minha boca.
Saboreei e degustei como sempre imaginei que faria.
Seu pau pulsando, estimulado pela minha boca e mãos. Cada vez mais duro, quente e inchado.
Ouvi ele me dizer: "é hora da sua merenda".
Mas não entendi.
Até que ele me fez abrir a boca e gozou dentro dela.
Senti como o líquido quente, grosso e viscoso dele enchia minha boca. Não sei por quê, mas não consegui cuspir, escorreu lá pro fundo da minha garganta.
O gosto não foi o que eu esperava, era meio amargo, algo peculiar, não desagradável.
Antonio: Uai... meu Deus, minha menina....
Me desculpa por isso... mas desde que te vi, quis estar com você.
Te prometo que, se a gente fizer isso, quando você quiser, vou te dar tudo o que pedir.
Por favor, não fala nada.
Não soube o que dizer, mas ele me beijou e me mimou por um bom tempo.
Por ser tão doce comigo, me deu aquela segurança que me fazia sentir muito bem.
Fui a head master dele por um tempão. Enquanto ele tentava me convencer a transar.
Mas eu me recusava.
Ele me enchia de presentes e dinheiro.
Cordões e brincos que eram da mulher dele, agora eram meus.
Tinha um cofre com minha própria chave e um comprovante de propriedade de cada coisa que ele me dava.
Ele me garantia que me ajudaria quando não estivesse mais aqui.
Não era desagradável, amava estar com ele, e não pelos presentes.
Eu tava sempre disposta pra ele.
Mas o medo não me deixava ser capaz de foder.
Ao pensar nos presentes dele e na insistência, me fazia pensar.
Que quando ele não estivesse mais aqui e todas as minhas coisas fossem descobertas, como eu ficaria.
Minha avó pensaria que eu era uma puta, e todo mundo também.
Eu era uma menina nova pra ter essa fama.
Talvez isso tivesse saído do controle.
Decidi que era melhor conversar com ele.
Mas não tinha coragem. Uma noite, criei coragem enquanto ele estava pelado na cama me esperando.
Peguei as joias e devolvi pra ele.
Com grande surpresa, ele perguntou por que eu tava devolvendo.
Amalia: Porque eu me sentia uma puta e não queria isso.
Acho que seria melhor a gente não fazer mais isso.
Não quero sentir isso, desculpa. Sei que você só quer sexo comigo e nada mais.
Antonio: Minha menina.....
Você não é uma puta, meus presentes são porque te quero muito e quero mostrar isso.
Isso é seu porque eu decidi assim.
Se não fosse pela diferença de idade, a gente não teria que se esconder. Não vou mentir, minha princesa, eu te amo....
Não esperava por isso, mas dei um pulo de alegria. Subi nele e falei:
Amalia: Cê me ama de verdade?
Não ligo pra idade, nem pros seus presentes, só quero que me ame e ser sua mulher.
Nós dois nos beijamos e nos acariciamos. Desci até o pau dele e comecei a chupar do jeito que ele gosta.
Feliz por saber que ele me amava, como me disse.
Lubrifiquei bem o pau dele com minha saliva.
Aí decidi deixar meus medos de lado.
Sentei entre as pernas dele e o pau dele
segurando o pau dele com minha mão.
Encaixei ele.
Senti como o enorme e duro falo dele se encaixava entre meus lábios da buceta
meu corpo relaxou, uma dor invadiu meu corpo.
Uma dor que nunca senti antes.
Ele ficou imóvel me olhando enquanto eu me empalava sozinha no pau dele.
Pude sentir, junto com uma ardência, meu hímen se rompendo.
A dor me paralisava. Avancei um pouco.
Ele me ajudava, me movendo.
Amalia: Ai... Meu Deus... Porque te amo, vou fazer isso...
Não sou sua puta... Sou mais que isso...
Ai... Dói... Não se mexe... Ai...
Ufs... Deus... não vai entrar... mais... ai... Só até aí...
Antonio: Só relaxa, minha menina.
Já vai passar a dor... ui, que apertadinha... mmmm...
Já é minha mulher... De agora em diante, a gente não se separa mais.
Ao ouvir isso, uma felicidade imensa me invadiu.
Algo que eu queria ouvir há muito tempo.
Mas ao mesmo tempo, minha buceta tinha um pau enorme abrindo ela por completo.
Aguentei e curti o pau descomunal do meu homem.
Amalia: É isso que eu quero... uf...
ai... quero ser sua mulher...
Os pijões dela me faziam vibrar. Minha buceta partida e dolorida se encharcava pra lubrificar aquele poste duro que, como um aríete, entrava e saía.
Doía, mas um orgasmo atrás do outro me fez esquecer tudo e aproveitar.
Sem resistência, ele me manobrava como queria.
Me comia com muita vontade.
Me comia de quatro, mil vezes vi meu pai fazendo isso com minha mãe.
Revivendo toda a minha energia e ouvindo como ela gozava pra mim.Antonio: Uhhh... Minha menina, você gosta, hmmm...
Desde que te vi, sempre sonhei com isso.
Uffs... Meu Deus, você é tão apertada e gostosa ao mesmo tempo... hmmm Amelia: Ah... Devagar... Ah...
Mas não esquece do que te pedi...
Ufs... Deus, teu pau é enorme, vai devagar, amor...
Antonio: Você é minha mulher e minha menina...
De hoje em diante, vou cumprir minha promessa.
Você não é minha puta, meu amor.
Exausta, à mercê da luxúria dele.
Feito uma boneca de pano, ele me levava de uma posição pra outra.
Fechei meus olhos, esperando que aquilo terminasse logo.
Ele me curtia e passou um tempão me comendo e testando minha resistência. Ele me confortava com os beijos dele e falando umas coisas gostosas.
Mas aí ele perdeu o controle e começou a meter forte.
Eu sabia pelos gestos dele o que vinha por aí.
Depois de umas estocadas, ele gozou bem dentro de mim.
Reafirmo o amor dele com palavras, bem doces e lindas. Enquanto minha buceta dolorida e sangrando cuspia aos poucos a porra grossa e abundante dele.
Desde aquele dia, eu fui a mulher dele em segredo.
Aproveitando o sexo sem problemas.
provando todos os prazeres do sexo. me sentia uma aluna sexual com meu experiente mestre.
Assim ele me fez provar de tudo.Foram dois anos de muito sexo e prazer.
No sexo, a gente se unia e virava iguais, não tinha diferença de idade ou classe social. O love e a paixão dela era meu café da manhã, almoço e janta.
Óbvio que isso trouxe consequências.
Engravidei do meu filho. Foi um escândalo na cidade, mas a gente não ligou pra nada.
Nós dois nos amávamos.
Meus avós não gostaram da notícia, e meus pais menos ainda.
Mas ao nos ver tão felizes e apaixonados, não tiveram outra escolha senão aceitar.
Nós seguimos com nossa lua de mel,
sem parar de nos aproveitar.
Casei e tudo foi maravilhoso. Quando ele morreu, meu filho e eu ficamos com tudo.
Hoje tenho uma vida plena.
Tive muitos amantes, mas isso é história pra outra ocasião.
-----Fim-----
PS: Obrigada a todos por me lerem.
Vamos ficar de olho em todos os comentários, desde já muito obrigada.
Comentar é importante para os escritores, deixa teu comentário.
5 comentários - Confissões: Das minhas leitoras 1 Amália