Fala aí, galera do P! Antes de tudo, quero agradecer todo mundo que escreveu, falou, compartilhou e perguntou por mim. Também peço desculpas por não responder geral. A real é que o site tá caindo aos pedaços e nunca achei um substituto confiável que permita tudo que essa página permite (aceito recomendações se vocês tiverem).
Enquanto isso, fui desenvolvendo mais esse conto, escrevendo um pouco mais curto, mas melhorando a narrativa e deixando a história mais leve. Espero que não broxe ou enjoe (hahaha) e que continuem curtindo ler meus contos, assim como eu curto escrevê-los (admito que tava bem pra baixo por causa disso e de outras paradas pessoais).
Me falem se tiverem alguma ideia, opinião ou o que acham. Também tô pensando em deixar um pouco de lado as fotos, gifs, que tomavam um tempão porque eu escolhia vídeos que encaixassem direitinho na cena que queria e tinha que baixar, converter, editar, fazer gifs, etc..
Tô deixando um novo capítulo dessa história pra ver como vocês reagem! Milhões de agradecimentos e desculpas a todos..
___
Y: Foi demais... não sei o que deu em mim, Maru. Você me deixou... completamente desnorteado.
Ela terminou de me limpar com cuidado, sem falar nada. Dessa vez, nem sorriso, nem piscadela. A expressão dela era neutra, quase vazia. Ela se levantou, jogou o papel no lixo e voltou pra cama como se nada tivesse acontecido.
Y: Maru... dá pra gente conversar um segundo?
Ela se enfiou debaixo do lençol e virou de costas pra mim.
M: Se você quer conversar, a gente conversa amanhã. Tô cansada.
Isso me desmontou. Depois de tudo que rolou... ela ia dormir assim, como se nada? Fiquei olhando pra ela, tentando entender se era parte do jogo ou se ela tava realmente puta, ou pior, se algo tinha acontecido naquela noite que já não era mais brincadeira.
Y: Você tá bem?
Silêncio.
Y: Maru, juro que tô confuso. Foi zoeira, né?
Ela virou de repente. Não parecia brava, mas também não tava brincando. M: E se não foi brincadeira? Você ficou com tesão do mesmo jeito, né?
Isso me pegou. Não sabia se respondia com sinceridade ou se entrava no jogo. Me senti desarmado, como se tivesse passado de um limite sem perceber. Mas ao mesmo tempo, não podia negar que tinha terminado explodindo de prazer como há tempos não acontecia.
Y: Fiquei com tesão, sim… mas também me assustei. É como se eu não soubesse onde termina a brincadeira e começa o real.
Maru me olhou fixo, se aproximou devagar e acariciou meu rosto.
M: Isso é o que mais me atrai nessa história toda… que você já não saiba se é real ou não. Porque se você precisa perguntar… é porque mexe com alguma coisa dentro de você.
Fiquei em silêncio. Ela tinha razão. Algo dentro de mim tremia.
Ela apoiou a cabeça no meu peito e, em voz baixa, como se não quisesse que nem o ar ouvisse, disse:
M: Mas… se você soubesse tudo, não sei se continuaria me querendo assim.
E essa frase… me deixou gelado.
Na manhã seguinte, acordei antes dela. Ela estava coberta até o pescoço, respirando devagar, com uma paz que contrastava totalmente com a noite anterior. Eu, por outro lado, não tinha dormido nada. Os pensamentos giravam como um carrossel na cabeça. Tinha sido tudo um papel? Ou realmente algo aconteceu? Ela falou aquilo para me provocar? Para me castigar? Para me deixar com tesão?
Não sei quanto tempo fiquei olhando ela dormir, até que, sem abrir os olhos, ela disse:
M: Para de pensar tanto, você está queimando minha cabeça com esses pensamentos.
Sorri, apesar de tudo. Esse jeito dela de me ler sem nem me olhar.
Y: Como você sabe que estou pensando?
M: Porque você não me tocou a noite inteira… e isso não é muito você.
Ela se virou devagar, agora sim com um sorriso no rosto. Um sorriso cúmplice, mas com aquele brilho safado que a tornava tão imprevisível.
M: Quer saber mais sobre ontem à noite?
Engoli a saliva. Meu corpo respondia sozinho. O pau já começava a endurecer.
Y: Você quer me contar mais?
M: Eu quero algo mais…
Dito isso, ela puxou o lençol, subiu em cima de mim. meu e começou a se esfregar no meu pau, ainda dormindo mas já meio duro. Me beijou o pescoço, devagar, enquanto os quadris faziam movimentos quase imperceptíveis, só pra me provocar, só pra me incendiar.
M: Sabe... acordei com vontade de tomar um café da manhã gostoso hoje. Ou melhor, de mamar. Hoje quero leite, mas não da geladeira... quero seu leite, do meu namorado. Mas também...
Ela parou. Me olhou direto nos olhos.
M: Também quero o do Matías.
Meu coração deu um pulo. O nome furou meus ouvidos. Matías. Aquele nome que a gente sempre usou na brincadeira, nas histórias, nas fantasias. Mas agora ela falou diferente. Falou com desejo, com fome. E isso me partiu no meio.
Y: Matías? Sério?
M: Agora não... mas sim. Não sei, love, ontem depois do que aconteceu, fiquei com vontade de mais. Me senti desejada, suja, usada... e amei. E se o Matías me olhar igual àquele motorista de aplicativo? E se ele morrer de vontade de me provar?
Y: Mas... você gostaria que rolasse?
Ela baixou a cabeça e enfiou meu pau na boca de uma vez. Assim que sentiu ele dentro, fechou os olhos e soltou um gemido fundo, molhado, como se estivesse saciando mais a alma do que o corpo.
Quando tirou, me olhou com a boca brilhando e disse:
M: Não sei. Por enquanto, quero seu leite, e pensar no dele depois.
E voltou a me chupar, sem aviso, sem freio.
Minha cabeça era um caos. Entre a excitação, o ciúme, a posse e o medo de que tudo que ela disse fosse verdade, não sabia se abraçava ela ou empurrava. Mas quando vi ela puxar a calcinha devagar e subir em cima de mim enquanto chupava os próprios dedos como se fossem outro pau... entendi que não tinha mais volta.
Maru estava diferente. Mais solta, mais livre. Mais selvagem. E eu... eu estava completamente entregue.
Maru montou em mim com uma lentidão deliciosa. O corpo quente, molhado, faminto. Eu segurei os quadris dela, mas ela tirou minhas mãos com um sorriso.
M: Não, não, love... hoje quem manda sou eu. quem decide o que se faz e o que se fala, ok?
Nem esperou minha resposta. Começou a se mexer devagar, como se curtisse cada segundo, cada centímetro que entrava nela. Fechava os olhos e mordia o lábio. Não sei se tava atuando, se tava imaginando, se realmente fazia de propósito. Mas os movimentos dela, os gemidos, a intensidade... tudo me fazia perder o controle.
M: Uff... sim, assim. Adoro sentir você dentro de mim. Sabe o que imaginei ontem à noite? —disse enquanto se inclinava pra mim e começava a cravar as unhas devagar—. Imaginei que era o Matías que me comia assim. Que ele vinha em casa, e você via tudo.
Ela me deu um beijo, profundo, lento, e sem se desgrudar, sussurrou:
M: Você amarrado numa cadeira, sem poder se tocar, vendo como eu me enchia toda de porra.
Gemi. Não dava pra evitar. Só dela falar isso enquanto me cavalgava já me fazia explodir por dentro.
M: Quer que eu conte mais, love? Te excita se eu disser que imaginei o Matías metendo por trás enquanto você implora pra deixar você se tocar?
Ela começou a se mover mais rápido, mais fundo. Cravou o olhar em mim. A voz dela baixou, mais rouca, mais perversa.
M: Imagino ele me olhando do jeito que olhava naquela festa. E se ele quisesse me comer de verdade? E se eu também pensei nisso? (Claro, eu não sabia nada do que realmente aconteceu)
Eu mal conseguia respirar. Sentia as batidas na base da pica, como se fosse explodir. Ela percebeu, claro.
M: Vai gozar, love? Não, ainda não. Me aguenta mais um pouco, que ainda não te contei como imagino ele gozando dentro de mim...
Ela parou. Ficou sentada em cima de mim, imóvel. Apertou meus braços contra o colchão e baixou a voz.
M: Imagino ele gozando toda a minha bunda pequena, enchendo ela com aquela porra quente que deve estar acumulada há muito tempo... e depois —passou a mão no meu rosto com uma ternura falsa— depois, te faria ver eu limpando a pica dele com a boquinha.
Y: N-não... não fala isso...
M: Não gosta? Ou não quer admitir que te excita?
E sem esperar Mais, ela se moveu de novo. Dessa vez, selvagem. Pancadas de quadril firmes, molhadas, me encharcando tudo. Meu corpo reagia sozinho. Não conseguia evitar.
M: Vai, love... goza pra mim. Me dá seu leite, que quero começar o dia com café da manhã completo. Você me dá o seu, e depois... talvez quando você for, vejo se procuro o Mati pra me dar um refil.
Esse último comentário me matou. Me arrepiei inteiro. E gozei.
Com um gemido abafado, o corpo tenso e o coração a mil. Ela não parou, ficou mais uns segundos em cima de mim, deixando meu gozo encher ela enquanto me olhava com aquela mistura de ternura e perversão que só ela tinha.
Depois diminuiu o ritmo, ficou parada e apoiou a testa na minha.
M: Percebe, love? Você é tanto meu, que até quando falo de outro, você se desmancha de prazer.
Eu não conseguia falar nada. Respirava ofegante. Estava encharcado. Ela sorria, satisfeita.
E eu... completamente destruído e rendido.
Maru se levantou, fazendo parte dos nossos fluidos caírem em cima do meu pau. Ela se esticou pra pegar um papel e começou a limpar tudo. O silêncio caiu como um cobertor pesado sobre o quarto assim que ela terminou de me limpar. O papel higiênico molhado de gozo na mão dela e seus movimentos suaves contrastavam com tudo que tinha acontecido minutos antes. Eu estava deitado, ainda ofegando um pouco, o peito subindo e descendo devagar, como se tentasse voltar à realidade. Maru não dizia nada. Não me olhava. Só limpava, como se fosse uma tarefa mecânica, mas com aquela calma que ela tem quando está focada em algo.
O quarto, ainda em silêncio, estava mal iluminado por um raio de sol que entrava pelas frestas da persiana. Maru, nua e quentinha, tinha se acomodado ao meu lado, com uma perna sobre minha cintura e a mão ainda úmida de me ter limpado. Respirávamos em sincronia, como se o ar ainda carregasse a eletricidade do que tinha acontecido. Mas essa calma não durou muito.
M: love...
Y: Que foi?
M: Você está Bravo?
Não respondi na hora. Olhei pra ela. O rosto dela não tinha nenhum traço de culpa, mas sim uma ternura estranha. Como se ela realmente não soubesse se tinha passado do limite… ou se tinha me levado exatamente pra onde queria.
E: Ainda não sei o que pensar… você me deixou meio queimado.
M: Pelo que eu contei do motorista de aplicativo?
E: Por tudo. Pelo jeito que você contou, pelo jeito que me olhava enquanto contava… e porque não sei se era verdade.
M: E se fosse?
E: Eu ia ficar louco.
M: Então… fica louco.
Ela se inclinou sobre mim e começou a beijar meu pescoço. Eu já tava meio mole, mas os lábios macios dela, aquela mania de saber exatamente onde morder sem me machucar, me fez endurecer de novo. Ela percebeu.
M: Viu? Não precisa nem eu te falar… seu pau sabe o que gosta.
E: Você sabe o que eu gosto.
M: Quer que eu conte mais uma coisinha?
Não respondi com palavras. Ela subiu devagar, apoiando a buceta em mim, que já começava a endurecer de novo. Se mexeu suave, com aquela maldita lentidão que me fazia implorar por mais.
M: Essa aqui vai te deixar louco de verdade…
Falou perto do meu ouvido, como se o que ia dizer fosse um segredo que podia me quebrar.
M: Outro dia, enquanto você tirava um cochilo na casa da minha mãe, o Matías me mandou mensagem.
E: Matías? O que ele queria?
M: Nada… no começo a gente trocava umas ideias bestas, sabe… mas depois ele disse que sonhava comigo. Que sonhava que me tinha nua, de costas…
Ela se arqueou sobre mim, deixando eu entrar só um pouquinho. Eu gemi. Ela continuou.
M: …e que abria minha bundinha, assim… com as mãos grandes dele… e metia tudo.
E: P-para…
M: Te incomoda eu te contar?
Claro que sim, cara… mas minha libido, meu tesão falou mais alto. Mesmo tendo gozado agora pouco, meu pau tava duro de novo e só um pouco dentro dela. Impossível negar…
E: Não… continua. – Falei baixo.
M: Ele disse que tava durasso, que ficava puto por ainda não ter me comido (pois é, claro)… e que se um dia rolasse, ele ia me dar bem gostoso por trás. a bunda.
Y: O quê?
M: Sim... ele disse que vai ter que compensar tudo que há anos não me dava e tudo que você não aproveita.
Enfiou até o fundo. Eu gemi com força. Ela não parou.
M: E o pior é que eu pensei... porque o Matías tem uma rola maior que a sua, amor.
Isso apertou meu peito. Mas também me fez querer gozar.
M: Me imaginei deixando ele me comer assim... bem aberta, com as mãos dele segurando firme minha cintura. Isso te excita?
Y: Uff, filha da puta...
M: Te excita ou não? Eu aguentar a rola inteira dele no meu cuzinho, e depois ele encher tudo. Você gostaria que depois eu fosse chupar a sua, enquanto ainda tenho a gozada do Matías lá dentro, bem quentinha?
Me agarrei nos quadris dela, comecei a meter com mais força. Ela sorria, com os olhos brilhando.
M: Vai, amor, me faz gozar como o Mati me faria gozar... porque você me come com amor, com raiva... com ciúme.
E eu comi ela com tudo isso. Com raiva. Com ciúme. E com aquela adoração insana por cada palavra que saía da boca dela, mesmo que queimasse minha alma.
Quando comecei a gozar dentro dela, a Maru só mordeu o lábio e se arqueou pra receber tudo. Não disse mais nada. Só ficou parada, sentindo eu encher ela.
A fantasia ainda flutuava no ar, mas o silêncio era outro. Mais denso. Mais real.
Enquanto isso, fui desenvolvendo mais esse conto, escrevendo um pouco mais curto, mas melhorando a narrativa e deixando a história mais leve. Espero que não broxe ou enjoe (hahaha) e que continuem curtindo ler meus contos, assim como eu curto escrevê-los (admito que tava bem pra baixo por causa disso e de outras paradas pessoais).
Me falem se tiverem alguma ideia, opinião ou o que acham. Também tô pensando em deixar um pouco de lado as fotos, gifs, que tomavam um tempão porque eu escolhia vídeos que encaixassem direitinho na cena que queria e tinha que baixar, converter, editar, fazer gifs, etc..
Tô deixando um novo capítulo dessa história pra ver como vocês reagem! Milhões de agradecimentos e desculpas a todos..
___
Y: Foi demais... não sei o que deu em mim, Maru. Você me deixou... completamente desnorteado.
Ela terminou de me limpar com cuidado, sem falar nada. Dessa vez, nem sorriso, nem piscadela. A expressão dela era neutra, quase vazia. Ela se levantou, jogou o papel no lixo e voltou pra cama como se nada tivesse acontecido.
Y: Maru... dá pra gente conversar um segundo?
Ela se enfiou debaixo do lençol e virou de costas pra mim.
M: Se você quer conversar, a gente conversa amanhã. Tô cansada.
Isso me desmontou. Depois de tudo que rolou... ela ia dormir assim, como se nada? Fiquei olhando pra ela, tentando entender se era parte do jogo ou se ela tava realmente puta, ou pior, se algo tinha acontecido naquela noite que já não era mais brincadeira.
Y: Você tá bem?
Silêncio.
Y: Maru, juro que tô confuso. Foi zoeira, né?
Ela virou de repente. Não parecia brava, mas também não tava brincando. M: E se não foi brincadeira? Você ficou com tesão do mesmo jeito, né?
Isso me pegou. Não sabia se respondia com sinceridade ou se entrava no jogo. Me senti desarmado, como se tivesse passado de um limite sem perceber. Mas ao mesmo tempo, não podia negar que tinha terminado explodindo de prazer como há tempos não acontecia.
Y: Fiquei com tesão, sim… mas também me assustei. É como se eu não soubesse onde termina a brincadeira e começa o real.
Maru me olhou fixo, se aproximou devagar e acariciou meu rosto.
M: Isso é o que mais me atrai nessa história toda… que você já não saiba se é real ou não. Porque se você precisa perguntar… é porque mexe com alguma coisa dentro de você.
Fiquei em silêncio. Ela tinha razão. Algo dentro de mim tremia.
Ela apoiou a cabeça no meu peito e, em voz baixa, como se não quisesse que nem o ar ouvisse, disse:
M: Mas… se você soubesse tudo, não sei se continuaria me querendo assim.
E essa frase… me deixou gelado.
Na manhã seguinte, acordei antes dela. Ela estava coberta até o pescoço, respirando devagar, com uma paz que contrastava totalmente com a noite anterior. Eu, por outro lado, não tinha dormido nada. Os pensamentos giravam como um carrossel na cabeça. Tinha sido tudo um papel? Ou realmente algo aconteceu? Ela falou aquilo para me provocar? Para me castigar? Para me deixar com tesão?
Não sei quanto tempo fiquei olhando ela dormir, até que, sem abrir os olhos, ela disse:
M: Para de pensar tanto, você está queimando minha cabeça com esses pensamentos.
Sorri, apesar de tudo. Esse jeito dela de me ler sem nem me olhar.
Y: Como você sabe que estou pensando?
M: Porque você não me tocou a noite inteira… e isso não é muito você.
Ela se virou devagar, agora sim com um sorriso no rosto. Um sorriso cúmplice, mas com aquele brilho safado que a tornava tão imprevisível.
M: Quer saber mais sobre ontem à noite?
Engoli a saliva. Meu corpo respondia sozinho. O pau já começava a endurecer.
Y: Você quer me contar mais?
M: Eu quero algo mais…
Dito isso, ela puxou o lençol, subiu em cima de mim. meu e começou a se esfregar no meu pau, ainda dormindo mas já meio duro. Me beijou o pescoço, devagar, enquanto os quadris faziam movimentos quase imperceptíveis, só pra me provocar, só pra me incendiar.
M: Sabe... acordei com vontade de tomar um café da manhã gostoso hoje. Ou melhor, de mamar. Hoje quero leite, mas não da geladeira... quero seu leite, do meu namorado. Mas também...
Ela parou. Me olhou direto nos olhos.
M: Também quero o do Matías.
Meu coração deu um pulo. O nome furou meus ouvidos. Matías. Aquele nome que a gente sempre usou na brincadeira, nas histórias, nas fantasias. Mas agora ela falou diferente. Falou com desejo, com fome. E isso me partiu no meio.
Y: Matías? Sério?
M: Agora não... mas sim. Não sei, love, ontem depois do que aconteceu, fiquei com vontade de mais. Me senti desejada, suja, usada... e amei. E se o Matías me olhar igual àquele motorista de aplicativo? E se ele morrer de vontade de me provar?
Y: Mas... você gostaria que rolasse?
Ela baixou a cabeça e enfiou meu pau na boca de uma vez. Assim que sentiu ele dentro, fechou os olhos e soltou um gemido fundo, molhado, como se estivesse saciando mais a alma do que o corpo.
Quando tirou, me olhou com a boca brilhando e disse:
M: Não sei. Por enquanto, quero seu leite, e pensar no dele depois.
E voltou a me chupar, sem aviso, sem freio.
Minha cabeça era um caos. Entre a excitação, o ciúme, a posse e o medo de que tudo que ela disse fosse verdade, não sabia se abraçava ela ou empurrava. Mas quando vi ela puxar a calcinha devagar e subir em cima de mim enquanto chupava os próprios dedos como se fossem outro pau... entendi que não tinha mais volta.
Maru estava diferente. Mais solta, mais livre. Mais selvagem. E eu... eu estava completamente entregue.
Maru montou em mim com uma lentidão deliciosa. O corpo quente, molhado, faminto. Eu segurei os quadris dela, mas ela tirou minhas mãos com um sorriso.
M: Não, não, love... hoje quem manda sou eu. quem decide o que se faz e o que se fala, ok?
Nem esperou minha resposta. Começou a se mexer devagar, como se curtisse cada segundo, cada centímetro que entrava nela. Fechava os olhos e mordia o lábio. Não sei se tava atuando, se tava imaginando, se realmente fazia de propósito. Mas os movimentos dela, os gemidos, a intensidade... tudo me fazia perder o controle.
M: Uff... sim, assim. Adoro sentir você dentro de mim. Sabe o que imaginei ontem à noite? —disse enquanto se inclinava pra mim e começava a cravar as unhas devagar—. Imaginei que era o Matías que me comia assim. Que ele vinha em casa, e você via tudo.
Ela me deu um beijo, profundo, lento, e sem se desgrudar, sussurrou:
M: Você amarrado numa cadeira, sem poder se tocar, vendo como eu me enchia toda de porra.
Gemi. Não dava pra evitar. Só dela falar isso enquanto me cavalgava já me fazia explodir por dentro.
M: Quer que eu conte mais, love? Te excita se eu disser que imaginei o Matías metendo por trás enquanto você implora pra deixar você se tocar?
Ela começou a se mover mais rápido, mais fundo. Cravou o olhar em mim. A voz dela baixou, mais rouca, mais perversa.
M: Imagino ele me olhando do jeito que olhava naquela festa. E se ele quisesse me comer de verdade? E se eu também pensei nisso? (Claro, eu não sabia nada do que realmente aconteceu)
Eu mal conseguia respirar. Sentia as batidas na base da pica, como se fosse explodir. Ela percebeu, claro.
M: Vai gozar, love? Não, ainda não. Me aguenta mais um pouco, que ainda não te contei como imagino ele gozando dentro de mim...
Ela parou. Ficou sentada em cima de mim, imóvel. Apertou meus braços contra o colchão e baixou a voz.
M: Imagino ele gozando toda a minha bunda pequena, enchendo ela com aquela porra quente que deve estar acumulada há muito tempo... e depois —passou a mão no meu rosto com uma ternura falsa— depois, te faria ver eu limpando a pica dele com a boquinha.
Y: N-não... não fala isso...
M: Não gosta? Ou não quer admitir que te excita?
E sem esperar Mais, ela se moveu de novo. Dessa vez, selvagem. Pancadas de quadril firmes, molhadas, me encharcando tudo. Meu corpo reagia sozinho. Não conseguia evitar.
M: Vai, love... goza pra mim. Me dá seu leite, que quero começar o dia com café da manhã completo. Você me dá o seu, e depois... talvez quando você for, vejo se procuro o Mati pra me dar um refil.
Esse último comentário me matou. Me arrepiei inteiro. E gozei.
Com um gemido abafado, o corpo tenso e o coração a mil. Ela não parou, ficou mais uns segundos em cima de mim, deixando meu gozo encher ela enquanto me olhava com aquela mistura de ternura e perversão que só ela tinha.
Depois diminuiu o ritmo, ficou parada e apoiou a testa na minha.
M: Percebe, love? Você é tanto meu, que até quando falo de outro, você se desmancha de prazer.
Eu não conseguia falar nada. Respirava ofegante. Estava encharcado. Ela sorria, satisfeita.
E eu... completamente destruído e rendido.
Maru se levantou, fazendo parte dos nossos fluidos caírem em cima do meu pau. Ela se esticou pra pegar um papel e começou a limpar tudo. O silêncio caiu como um cobertor pesado sobre o quarto assim que ela terminou de me limpar. O papel higiênico molhado de gozo na mão dela e seus movimentos suaves contrastavam com tudo que tinha acontecido minutos antes. Eu estava deitado, ainda ofegando um pouco, o peito subindo e descendo devagar, como se tentasse voltar à realidade. Maru não dizia nada. Não me olhava. Só limpava, como se fosse uma tarefa mecânica, mas com aquela calma que ela tem quando está focada em algo.
O quarto, ainda em silêncio, estava mal iluminado por um raio de sol que entrava pelas frestas da persiana. Maru, nua e quentinha, tinha se acomodado ao meu lado, com uma perna sobre minha cintura e a mão ainda úmida de me ter limpado. Respirávamos em sincronia, como se o ar ainda carregasse a eletricidade do que tinha acontecido. Mas essa calma não durou muito.
M: love...
Y: Que foi?
M: Você está Bravo?
Não respondi na hora. Olhei pra ela. O rosto dela não tinha nenhum traço de culpa, mas sim uma ternura estranha. Como se ela realmente não soubesse se tinha passado do limite… ou se tinha me levado exatamente pra onde queria.
E: Ainda não sei o que pensar… você me deixou meio queimado.
M: Pelo que eu contei do motorista de aplicativo?
E: Por tudo. Pelo jeito que você contou, pelo jeito que me olhava enquanto contava… e porque não sei se era verdade.
M: E se fosse?
E: Eu ia ficar louco.
M: Então… fica louco.
Ela se inclinou sobre mim e começou a beijar meu pescoço. Eu já tava meio mole, mas os lábios macios dela, aquela mania de saber exatamente onde morder sem me machucar, me fez endurecer de novo. Ela percebeu.
M: Viu? Não precisa nem eu te falar… seu pau sabe o que gosta.
E: Você sabe o que eu gosto.
M: Quer que eu conte mais uma coisinha?
Não respondi com palavras. Ela subiu devagar, apoiando a buceta em mim, que já começava a endurecer de novo. Se mexeu suave, com aquela maldita lentidão que me fazia implorar por mais.
M: Essa aqui vai te deixar louco de verdade…
Falou perto do meu ouvido, como se o que ia dizer fosse um segredo que podia me quebrar.
M: Outro dia, enquanto você tirava um cochilo na casa da minha mãe, o Matías me mandou mensagem.
E: Matías? O que ele queria?
M: Nada… no começo a gente trocava umas ideias bestas, sabe… mas depois ele disse que sonhava comigo. Que sonhava que me tinha nua, de costas…
Ela se arqueou sobre mim, deixando eu entrar só um pouquinho. Eu gemi. Ela continuou.
M: …e que abria minha bundinha, assim… com as mãos grandes dele… e metia tudo.
E: P-para…
M: Te incomoda eu te contar?
Claro que sim, cara… mas minha libido, meu tesão falou mais alto. Mesmo tendo gozado agora pouco, meu pau tava duro de novo e só um pouco dentro dela. Impossível negar…
E: Não… continua. – Falei baixo.
M: Ele disse que tava durasso, que ficava puto por ainda não ter me comido (pois é, claro)… e que se um dia rolasse, ele ia me dar bem gostoso por trás. a bunda.
Y: O quê?
M: Sim... ele disse que vai ter que compensar tudo que há anos não me dava e tudo que você não aproveita.
Enfiou até o fundo. Eu gemi com força. Ela não parou.
M: E o pior é que eu pensei... porque o Matías tem uma rola maior que a sua, amor.
Isso apertou meu peito. Mas também me fez querer gozar.
M: Me imaginei deixando ele me comer assim... bem aberta, com as mãos dele segurando firme minha cintura. Isso te excita?
Y: Uff, filha da puta...
M: Te excita ou não? Eu aguentar a rola inteira dele no meu cuzinho, e depois ele encher tudo. Você gostaria que depois eu fosse chupar a sua, enquanto ainda tenho a gozada do Matías lá dentro, bem quentinha?
Me agarrei nos quadris dela, comecei a meter com mais força. Ela sorria, com os olhos brilhando.
M: Vai, amor, me faz gozar como o Mati me faria gozar... porque você me come com amor, com raiva... com ciúme.
E eu comi ela com tudo isso. Com raiva. Com ciúme. E com aquela adoração insana por cada palavra que saía da boca dela, mesmo que queimasse minha alma.
Quando comecei a gozar dentro dela, a Maru só mordeu o lábio e se arqueou pra receber tudo. Não disse mais nada. Só ficou parada, sentindo eu encher ela.
A fantasia ainda flutuava no ar, mas o silêncio era outro. Mais denso. Mais real.
12 comentários - Minha namorada Maru e o gozo (11)
fijate este relato, y decime si poner tantas honomatopeyas sirve de algo