Passei uma tarde, esqueci de contar que ela era mãe, então eu já tinha ficado na casa dela e fazia o papel de pai. Isso consistia em levá-la à escola, ajudar com a lição de casa e tal. Vou contar: dia quente, chegou a hora e eu disse pra ela ficar em casa que eu levava a criança na escola. Fui caminhando, demorei 20 min, e quando voltei ela me esperava vestida de diabinha, conjunto vermelho, chifrinhos e um tridente. Assim que vi, a pica já tava dura pra caralho. Me aproximei e comecei a apalpar ela por todo lado, peitos, use a palavra: buceta e a bunda, que era o que me fascinava. Depois, sem tirar nada, comecei a chupar os peitos dela, depois a buceta; em seguida peguei a cabeça dela pelos cabelos, mais exatamente, e meti a pica na boca dela, primeiro pra ela chupar um pouco e depois pra fazer ela rebolar a cabeça e engasgar várias vezes. Quando eu tava quase gozando, tirava e mandava ela cuspir a goma pra depois voltar a fazer ela chupar de novo, obviamente enchia a boca dela de porra e ela engolia. Eu tava no auge e tava muito excitado, então a pica ficava dura rapidinho de novo, mais um pouco de chupada de buceta com dedada, fazia ela gozar e quando ela tava toda molhada, só aí eu metia a pica na buceta dela, lento, rápido, forte, devagar, até encher a buceta dela, tirava, colocava na boca de novo pra continuar comendo ela, já que faltava aquela parte onde ela me perguntava se eu queria brincar com o rabo dela. Essas eram as palavras dela pra eu arrebentar a bunda dela, porque brincar ela não fazia. Como dizia, ela boqueteava e eu mandava ela cuspir pra ficar toda babada, colocava ela de quatro, pegava no cu dela e cuspia, colocando a ponta da pica pra ir abrindo aos poucos. Quando passava inteira, ficava um tempinho ali curtindo a cuzada. Era a hora de começar e eu ia devagar pra não gozar rápido, enquanto falava com ela e perguntava se ela gostava que eu comesse o cu dela, obviamente ela respondia que sim, com certeza todas vão dizer o mesmo. mesmo kkkk meio que eu sentava na bunda dela e pegava no cabelo puxando pra trás arqueando ela e a gente se beijava pra caralho, eu mordia a nuca dela depois deitava ela de bruços e de novo na bunda, eu socava ela contra a cama e ela gritava gemendo o que me deixava mais excitado, aí eu perguntava se ela queria que eu enchesse o cu dela de porra ou se queria em outro lugar, ela pra me agradar pedia no cu. Deu a hora de buscar a criança na escola e fui na maior paz
0 comentários - Loye 4: Outra história pra lembrar