

http://www.poringa.net/posts/reltos/5935104/El-femboy-del-rio-y-el-macho-de-San-
ANTERIOR

Era uma sexta-feira à noite, e o calor na Zona Norte estava mais pesado do que uma discussão com meu velho pelo controle remoto. Eu, um cara de 25 anos, 1,60 m, de San Fernando, estava em casa, ainda com a cabeça no Tomi, o femboy que me fez ver estrelas em Vicente López. Aquele promíscuo, com seu bumbum redondo, seu calcinha roxa e sua pijaminha patética encharcada, tinha me mandado uma mensagem que deixou meu pau em alerta máximo: “Papi, quero a revanche em San Fer, mas num lugar foda. Escolhe você, que eu levo o calcinha. Essa buceta, essa puta vem com tudo!”, pensei, enquanto vestia um short esportivo preto que marcava meu pau de 18 cm, cabessudo, grosso e veiudo, como se fosse um letreiro luminoso. Com uma camiseta justa que mostrava o shape da academia, um boné de lado e meu carisma de quebrada, combinei com o Tomi num hotel perto da Panamericana, um com luzes de néon, jacuzzi, espelhos no teto e uma placa que dizia “Êxtase Total”. Meu sangue fervia, pronto para arrebentar essa sissy até ela gozar como uma puta anal, implorando pela minha porra enquanto sua masculinidade inútil desmoronava.

E aí, macho de San Fer? Me trouxe pra um hotel pra fazer uma Moria Casán ou o quê?", Tomi soltou, com uma voz suave mas carregada de tesão, se encostando na parede do hotel e cruzando as pernas pra que o vestidinho subisse um pouco mais. Seus olhinhos de raposa me devoravam, e juro que senti meu pau pulsar que nem um tambor. "Moria nada, pequeno. Vim pra arrebentar seu cu com meu pau de 18 cm até você pedir um respirador", respondi, com uma risada de otário que sabe que mandou bem. Tomi morreu de rir, tapando a boca que nem uma diva, e se aproximou, roçando em mim com o ombro. "Você é um tarado, hein? Mas não sei se um cara de 1,60 dá conta dessa sissy num hotel VIP", me desafiou, virando pra que eu visse sua bunda redonda, apertada, que nem um ímã do pecado. "Tarado? Olha aqui, putinha, o único show aqui é o que você vai dar quando eu te foder até a banheira de hidromassagem secar. E eu sou o diretor, tá!", mandei, e saiu tão cafona que ri sozinho. Tomi riu, mas seus olhinhos brilhavam com um tesão que me botou fogo.

Entramos no hotel, pedimos uma suíte com cama redonda, espelhos em todas as paredes, luzes vermelhas suaves e um jacuzzi que parecia feito pro pecado. Antes de mergulhar na putaria, deitamos na cama com umas cervejas do serviço, conversando mais de boa pra nos conhecermos de verdade. "Ei, Tomi, me conta, como você virou a sissy mais gostosa de San Fer?", perguntei, meio zoando mas querendo saber, passando uma latinha pra ele. Ele deu uma risada, ajustando o vestidinho pra mostrar mais da calcinha fio dental preta. "Sempre fui meio diferente, mano. Na escola me zoavam porque eu gostava de pintar as unhas ou usar roupa justa. Mas um dia falei 'foda-se', e comecei a viver como eu queria: maquiagem, calcinhas, meias, o pacote completo. Me sinto uma gostosa livre, saca? E quando te vi em Vicente López, com aquele short marcando o pau, soube que um macho como você ia me fazer gozar até o céu", ele falou, com uma sinceridade que me pegou, mas com uma piscadela que mantinha o tesão. "Haha! Então meu pau foi seu ingresso pro paraíso, pequeno. San Fer agradece!", brinquei, e ele morreu de rir, me dando um empurrãozinho brincalhão. "Mano, você é um idiota, mas um idiota que me deixa a mil", ele respondeu.

Entramos no hotel, pedimos uma suíte com cama redonda, espelhos em todas as paredes, luzes vermelhas suaves e um jacuzzi que parecia feito pro pecado. Antes de mergulhar na putaria, deitamos na cama com umas cervejas do serviço, conversando mais de boa pra nos conhecer de verdade. "Ei, Tomi, me conta, como você virou a sissy mais gostosa de San Fer?", perguntei, meio zoando mas querendo saber, passando uma latinha pra ele. Ele deu uma risada, ajustando o vestidinho pra mostrar mais da calcinha fio dental preta. "Sempre fui meio diferente, mano. Na escola me zoavam porque eu gostava de pintar as unhas ou usar roupa justa. Mas um dia falei 'foda-se', e comecei a viver como eu queria: maquiagem, calcinhas, meias, o pacote completo. Me sinto uma gostosa livre, saca? E quando te vi em Vicente López, com aquele short marcando o pau, soube que um macho como você ia me fazer gozar até o céu", ele falou, com uma sinceridade que me pegou, mas com uma piscadela que mantinha o tesão. "Haha! Então meu pau foi seu ingresso pro paraíso, pequeno. San Fer agradece!", brinquei, e ele morreu de rir, me dando um empurrãozinho brincalhão. "Mano, você é um idiota, mas um idiota que me deixa a mil", ele respondeu.

A conversa fluiu como se a gente se conhecesse a vida toda. Ele me contou que trabalha num salão de beleza em Virreyes, que adora fofocar com as clientes e sonha em montar um show de drag em Palermo. "Quero ser uma diva, papi, mas enquanto isso, me contento com você me arrebentar", ele disse, mordendo o lábio. Eu contei minhas bobagens de San Fer: as noites de cerveja na praça, quando briguei com um otário por uma milanesa queimada, e como uma vez me perdi numa balada e acabei cantando karaokê com uns desconhecidos. "Você é uma bagunça, mano, mas uma bagunça que eu adoro", ele falou, e a vibe era tão massa que quase esqueci do vício... até que Tomi chegou perto, esfregando a perna dele na minha com suas meias de rede, e a tesoura explodiu.

Beleza, pequeno, chega de papinho. Pronto pra eu te arrebentar igual nos vídeos sissy que te deixam doido?, falei, levantando e me aproximando com um sorriso de lobo. Tomi mordeu o piercing do lábio, deixou a cerveja na mesa e se levantou, rebolando até ficar a centímetros. Pronto, papai. Quero que me faça gozar igual uma puta anal em todas as posições, até eu não conseguir nem andar, ele sussurrou, e a voz era puro veneno. Meu pau já estava pronto pra declarar guerra total.

A coisa explodiu num turbilhão de luxúria, puro estilo porno sissy. Tomi subiu na cama, de joelhos, arqueando as costas pra que aquele rabo redondo, mal coberto pela calcinha fio dental preta, fosse o rei do universo. Os dedos pintados puxaram o vestidinho pra baixo, deixando a calcinha exposta, e a pijinha patética dele já estava pingando no lençol, tremendo de desejo. "E agora, papai? Vai me destruir nesse hotel ou vai continuar com piadinhas de merda?", sussurrou, enquanto os olhos de raposa me desafiavam. "Cala a boca, putinha, que o meu pau de 18 cm, grosso e veiudo, vai te fazer gozar até os espelhos quebrarem", eu disse, com uma voz grossa que o fez gemer, tirando o shorts pra que meu pau, livre, pulsasse feito um vulcão. O ar estava pesado, com o cheiro do perfume doce do Tomi, as luzes vermelhas e o suor de um tesão que nos queimava vivos.
















Eu o encostei na parede, de pé, levantando seu vestidinho e puxando a calcinha fio-dental preta pra expor sua bunda redonda, apertada, tremendo de ansiedade. Meu pau, cabessudo e venoso, roçou sua entrada, e Tomi gemeu, arqueando-se pra me receber. "Pai, mete, me arrebenta", suplicou, e eu, com uma mão na sua cintura, o fiz entrar devagar, sentindo como sua bunda se abria, me apertando com uma pressão que me fez grunhir. Cada centímetro que entrava era uma vitória, com Tomi gemendo como uma putinha anal, sua calcinha patética pingando contra o espelho. "Goza, gostoso, que meu pau tá te arrombando", eu disse, e ele, com o corpo tremendo, gritava: "Isso, pai, mais, me destrói". A sensação do meu pau enchendo ele, o calor da sua bunda, e seus gemidos eram puro pornô sissy, com o espelho refletindo cada movimento.







Olá! Estou aqui para traduzir conteúdo adulto do espanhol para o português brasileiro. Por favor, envie o texto que você gostaria que eu traduza.Tomi se ajoelhou, sua boquinha pintada de rosa neon envolvendo meu pau com uma lentidão que me fez rugir. Seus lábios, quentes e úmidos, deslizavam por cada veia, sua língua fazendo círculos na cabeça grossa, lambendo como se fosse uma iguaria. Suas mãos pintadas apertavam minhas coxas, suas unhas se enterrando levemente, enquanto seus olhinhos de sissy me encaravam de baixo, brilhando de luxúria. "Você é uma puta ansiosa, hein? Olha como você chupa, como se meu pau fosse sua vida", eu disse, e ele gemeu, sua calcinha pingando no chão, sua maquiagem começando a escorrer com o esforço. Cada chupada era um show, com sons molhados, seus lábios se esticando pra caber meu pau de 18 cm, sua garganta apertando como se quisesse engolir ele inteiro. "Pai, é tão grosso, me deixa louca", sussurrou entre lambidas, e eu, com uma mão em seu cabelo platinado, o guiava, sentindo cada roçar como um míssil gooner.

Mudei de posição, colocando ele de quatro na cama, a bunda dele no ar, as meias de rede puxadas, e meu pau entrando e saindo com um ritmo que o fazia gemer igual num vídeo trans. As mãos dele agarravam os lençóis, a maquiagem borrada, a calcinha pingando contra o cetim. “Papi, não para, sou sua putinha”, ele suplicava, e eu, com uma mão na cintura dele, fodia com força, cada enfiada era uma pancada de tesão. Depois, sentei ele em cima de mim, o corpo afeminado quicando, as unhas pintadas cravadas no meu peito, a calcinha patética roçando meu abdômen enquanto o espelho no teto mostrava a putaria. “Você é a sissy mais gostosa, pequeno. Essa bunda é de São Fer”, eu disse, meio zoando, e ele, gemendo, respondeu: “E você é o macho que me faz gozar como ninguém, boludo”. Virei ele contra a cabeceira, depois levei pra hidromassagem, com a água espirrando, fodendo ele contra a borda, o corpo tremendo, os gemidos ecoando no quarto. Cada pose era um capítulo de safadeza, com o Tomi entregue, a bunda apertada me deixando louco, a maquiagem arruinada, e a calcinha dele pingando porra morta enquanto ele implorava pela minha gozada.
As conversas anteriores tinham tornado o vício mais intenso, como se nos conhecer melhor nos desse passe livre pra se entregar sem filtro. Cada gemido seu, cada toque do seu corpo maquiado, cada tremor da sua calcinha era um míssil gooner, e eu, com meu pau de 18 cm, levei ele ao limite em todas as posições, até o quarto parecer um set pornô sissy em chamas.
A gente ficou até a manhã seguinte, exaustos, jogados na cama redonda, com os lençóis bagunçados, o jacuzzi desligado e os espelhos embaçados pelo calor de uma noite sem fim. O Tomi, com a maquiagem borrada, o vestidinho amassado e a calcinha fio-dental perdida em algum canto, me olhou com um sorriso de puta satisfeita. "Você é um maluco insano, mano de São Fer. Me arrebentou em todas as posições e juro que não sinto as pernas", ele disse, ofegante, enquanto arrumava o cabelo platinado. Eu, com o pau ainda latejando, soltei: "Calma, sissy, que isso foi só o segundo ato. Me passa seu número e a gente planeja o round três com delivery de empada". Ele deu uma risada, me dando um empurrãozinho brincalhão. "Você é o cara mais nojento que conheci, mas eu adoro", ele respondeu, piscando o olho. A gente se vestiu entre risadas, dividindo uma última cerveja enquanto o sol começava a aparecer na janela. "Pai, isso foi épico. Mas não sei se a gente se esbarra de novo, que a vida é uma bagunça", ele disse, com um tom meio melancólico que me surpreendeu. Dei um tapa na bunda dele e falei: "Fechou, puta. Se o destino quiser, te arrebento de novo". A gente se despediu na porta do hotel, com um beijo voando da parte dele e um sorriso meu de otário.
Mas as coisas deram errado. Na correria, não sei se foi o cansaço ou a ressaca da curtição, mas não salvei direito o número dele, e a mensagem que ele me mandou ("Papi, o round 3 vai ser épico") sumiu quando meu celular travou e reiniciou. Tentei procurá-lo na barbearia de Virreyes, mas ninguém conhecia um Tomi com cabelo platinado. Os dias passaram, e o promíscuo virou uma lembrança tarada, como um sonho que te deixa excitado mas você não consegue repetir. Fiquei olhando a noite da minha janela em San Fer, com uma fugazzeta fria na mesa e um sorriso de idiota, pensando: "Sou um otário, mas um otário que reviveu uma sissy". Isso, mano, vai pro Poringa com um título que queime o servidor, mesmo que, Tomi, onde caralho você estiver, eu te devo o round três.
FOTO DA MINHA ROLA


Meninas sissies, femboys, afeminadas safadas, minha voz hipnótica acaba com vocês. Fechem os olhos: sua pijaminha inútil desaparece, sua masculinidade é uma piada. Repitam 'Sou uma mulher foxy' enquanto meu pau de 18cm grosso e venoso arromba seu cu em suas mentes. Me sigam, viadinhos.
2 comentários - La revancha en el telo de San Fer