O passado se vinga

Como é que vocês estão, amigos? Quero contar uma coisa que rolou comigo há um tempo e que até hoje continua. Tenho 30 anos e estou junto com a Romina há 8 anos. A gente namorou antes disso, e eu fui o primeiro dela. Nunca soube que ela tivesse ficado com outro cara. Ela tem 29 anos, um corpo muito esbelto, uns peitões enormes e uma rabuda gigante. Não é muito alta, mas é muito gostosa. A questão é: na época da pandemia, em 2020, ela teve que ficar com a mãe dela, que tava com problemas de saúde, e por causa das restrições e quarentena, a gente não podia se ver. Foi aí que eu conheci a Evelyn. Começamos como amigos, só trocando ideia pra passar o tempo, até que depois de 1 ano começamos a nos ver mais seguido. Nunca contei que eu era casado, então tive que viver uma vida dupla desde então. Aprendi a dividir meu tempo e fazer as coisas sem levantar suspeitas.

Tudo ia muito bem até que um amigo, o Marcelo, me convidou pro aniversário do pai dele. Como era uma reunião bem familiar e simples, fui com a Romina. A gente passou o tempo, tomou uns drinks, se divertiu, até que em um momento da noite chegou a irmã do meu amigo Marcelo com o atual namorado dela. Eu vi e reconheci na hora, embora ele estivesse bem diferente. Ele se chamava Alberto e, no colégio, era aquele tipinho otário que todo mundo enchia o saco. Eu fui um dos que mais encheu. Sempre fazia piadas pesadas, humilhava ele e até cheguei a bater nele várias vezes. Mesmo que muitos outros colegas fizessem a mesma coisa, admito que fui o mais constante nisso.

O Alberto agora não parecia mais aquele magricela que era no colégio. Parece que ele começou a malhar, porque tava maior do que eu esperava e muito mais bonito também. Ele passou pra cumprimentar o grupo que a gente tava e, quando chegou em mim, ficou me encarando meio surpreso, mas só me cumprimentou com a mão e falou aquele "como é que cê tá?" básico, e eu respondi do mesmo jeito. Passou mais... Passei um tempo e levei a Romina pra casa. Lá, falei que voltaria pra festa, mas na verdade fui buscar a Evelyn. Dessa vez, porém, fomos pro porto da cidade, onde tem um pool bem movimentado na área. Quando a gente tava entrando no local, avistei perto do balcão o Alberto com a namorada dele, a irmã do meu amigo, e com outros amigos dele. Ele me viu do balcão, e eu só levantei a mão pra cumprimentar, mas ele me ignorou completamente. Na hora, pensei que talvez ele ainda estivesse meio puto com o passado e que nas festas só me cumprimentava por respeito à família. Então, parei de dar importância. A gente sentou com a Evelyn numa mesa enquanto esperava liberar uma mesa pra poder jogar. Passamos um tempão de boa, até que decidi ir ao banheiro. Enquanto tava no mictório, ouço alguém entrar. Era o Alberto. Ele foi pro mictório do lado e começou a mijar também. Tentei cumprimentar ele de novo, e ele respondeu que ainda lembrava do que eu fiz com ele no colégio. Fiquei meio surpreso com o que ele disse, depois de tanto tempo. Só respondi que lamentava aquilo, que me arrependia, mas que eu era uma pessoa diferente. Ele falou: "Eu também sou uma pessoa diferente, e vou cobrar cada uma das coisas que você me fez." A verdade é que fiquei meio assustado, porque, como eu disse antes, ele não era mais aquele magrelo; tava bem grandão, até mais alto que eu. Tentei levar a conversa pra um lado mais pacífico, pra não virar violência, porque sabia que eu ia me foder. Depois de mais uns comentários ameaçadores, ele vazou. Eu fiquei meio com medo, porque achava que a vingança dele seria ele e os dois amigos dele me esperando lá fora pra me encher de porrada. Então, só saí do banheiro e, pra me acalmar, fui no balcão comprar cerveja pra tomar com a Evelyn. Enquanto esperava ser atendido, vi que o Alberto tava na mesma mesa que a Evelyn. falando, a primeira coisa que pensei foi que esse filho da puta ia contar pra Evelyn que eu tava na festa com a Romina. Que baixo ele pode ser, né? Compro as cervejas, tô ali do lado deles, mas ele levanta e vai embora. Chego perto da Evelyn, sento e pergunto do que vocês estavam falando. Ela disse que era seu amigo e perguntou por que eu não fui na festa do pai do Marcelo. Só respondi que tava ocupada. Fiquei meio surpreso com a conversa que vocês tiveram, mas deu pra ver no olhar da Evelyn que ela tava puta. Sinceramente, eu nem comentei sobre essa festa. Não te falei nada porque foi de última hora, na real eu nem ia, mas pensei que ia ficar mal se não fosse pelo menos um tempinho. Aquela noite terminou bem, graças a Deus, não teve mais problema com o Alberto e com a Evelyn terminou tudo numa boa. Passaram uns dias, eu tava trabalhando e chegou uma mensagem da Romi. "Amor, seu amigo veio aqui perguntar por você." "Que amigo?" "Ele disse que era o cunhado do Marcelo, que veio falar com você sobre um assunto que conversaram na festa, que parece que anotou errado o número que você passou." "Como assim o cunhado do Marcelo? E o que ele te disse?" "Nada, só isso. Me perguntou se podia esperar, falei que você só saía às 18h, então pediu seu número de novo, passei, e ele disse que ia te escrever depois pra contatar." Senti um arrepio subindo pelas costas. Que porra aquele cara tava fazendo lá? Mas me acalmei quando vi o tom que a Romina usou pra me escrever. Se ela tivesse dito algo, não ia me responder daquele jeito. Então assumi que ele não contou nada sobre a Eve. "Ah, sim, lembrei. Tinha esquecido que falei com ele sobre um negócio. Mas ele ainda tá aí?" "Não, já foi embora faz um tempão." "Ah, ok, meu amor. A gente se vê quando eu sair do trabalho. Quer que eu traga algo pro jantar?" "Pode trazer carne, com isso já fica perfeito." Os dias passaram e eu ainda tava com um nervosismo danado por causa do Alberto. Não sabia o que ele tava tramando. A ousadia de chegar na minha casa e falar com a minha mulher, mas não contar nada pra ela. Pensei que ele só tava me enchendo o saco, só queria me deixar nervoso ou algo assim, porque do contrário também achei muito imaturo da parte dele. Mas como já não sabia mais nada sobre ele, fui esquecendo o assunto... até que um dia, no trabalho, chega uma foto de um número desconhecido. Abro o chat e o que vejo me deixou pior ainda...

Pra resumir essa parte, vou mostrar o print dessa conversa...

(não sei o que aconteceu, não tá deixando eu subir as imagens, mil desculpas, vou deixar nos comentários)O passado se vinga

Aqui esta a traducao para o p

Relatos eroticosDepois disso, não soube mais dele por uma semana, mas algo tinha mudado. Romina, que sempre foi muito prestativa comigo, começou a ter uma atitude um pouco mais distante, a gente não conversava tanto, e com Evelyn não era diferente. Passou tanto tempo que fiquei mais de duas semanas sem transar com nenhuma delas, porque sempre tinham alguma desculpa: período, compromissos, cansaço. E quando dava pra rolar, me enchiam de condições. Comecei a me sentir meio frustrado sexualmente, mas por algum motivo isso me excitava. Nunca fui um cara submisso, muito pelo contrário, mas comecei a vê-las com mais autoridade. Romina começou a sair bastante, se arrumava muito mais do que antes e quase nunca estava em casa quando eu chegava do trabalho, o que me fez ficar mais caseiro também. Eu já não saía mais, ficava em casa depois do expediente. Com Evelyn também não conseguia vê-la; quando pedia pra ir na casa dela ou fazer algo, ela dizia que não ia estar ou que tinha outras coisas pra fazer. E quando conseguia ir vê-la, a situação era difícil, a gente nem chegava a transar por causa das desculpas que ela dava.

Até que um dia, quando voltei do trabalho, Romina não estava. Tomei um banho e fiquei no quarto vendo TV. Lá pelas 20h, Romina chega, entra no quarto onde eu estava, para na porta e me diz:

— Quer comer isso agora?

Apontando pra entreperna dela.

— Vem cá que eu vou te chupar todinho.

Ela se aproximou tirando a calça. Eu me levantei pra abraçar e dar um beijo, mas ela disse que não. Se deitou na cama, abriu as pernas e eu pude ver como a calcinha fio-dental dela estava completamente molhada.

— Limpa ela toda pra mim, papai.

Me inclinei sobre a buceta dela e comecei a lamber por cima da calcinha. Depois, tirei a calcinha e vi como a pussy dela estava toda molhada. Comecei a chupar desesperadamente, aceitando que fazia tempo que não via uma pussy. Passava a língua por cima e por baixo, enfiava dentro da pussy dela e lambia ao redor.

— Você gosta da minha pussy molhada? Adoro estar gostoso pra caralho, você não sabe como senti falta dela. Depois de um bom tempo chupando a buceta, ela me fala que vai tomar um banho e pra eu esperar. Quando ela entra no banheiro e começo a ouvir o chuveiro, chega uma mensagem da Evelyn dizendo pra eu ir pra casa dela que ela tava muito quente, mas pra me apressar porque também tava muito cansada do trabalho. Achei mais factível ir primeiro na Evelyn, e depois voltar pra Romina, então falei pra Romina que tinha dado um problema urgente e eu precisava sair. Ela, do banheiro, respondeu que não tinha problema. Enxáguei um pouco a boca na pia da cozinha e fui pro aluguel da Eve. Quando tava chegando, chega outra mensagem da Evelyn dizendo que ela tava no quarto me esperando, pra eu entrar direto. Vou até onde ela tá e vejo que ela tava deitada pelada na cama, se tocando na pussy. Sem perder tempo, me aproximo e vou direto na buceta dela. Ela me agarra atrás da cabeça e me leva até a pussy dela, mas quando começo a lamber, percebo na hora que tem o mesmo gosto da pussy da Romi. Achei muito estranho, porque nem sempre elas têm o mesmo cheiro e aroma, mas por causa da tesão e também pensei que a abstinência podia estar me pregando uma peça na memória, então continuei comendo toda a pussy dela também. Como a Evelyn é mais nova e mais branquinha, tenho uma certa preferência pela pussy dela. Posso dizer que fiquei quase 30 minutos lambendo e limpando ela toda. Quando já tava um pouco cansado e me posicionando pra transar, vejo que ela tá completamente dormindo. Não podia acreditar na minha má sorte. Tentei mexer nela pra acordar, mas ela só virou de lado e continuou dormindo. Quando chego em casa de novo, a Romina também tava dormindo. Não tive outra opção a não ser me masturbar e também deitar pra dormir. No dia seguinte, acordei e a Romina não tava de novo, mas voltou pouco depois, me dando um baita beijo, comendo minha boca e metendo a língua como ninguém nunca me beijou. Achei estranho, mas não dei muita importância. importância, mas desde então, toda vez que eu voltava de algum lugar ou passava muito tempo fora de casa, ela me beijava do mesmo jeito. Já a Evelin ficava mais ninfomaníaca. Quando a gente se falava ou se via, ela só falava de sexo e até queria experimentar sexo anal, algo que na vida dela nunca tinha feito e nem passava pela cabeça dela, até a gente combinar de fazer. Qual não foi minha surpresa quando coloquei ela de quatro e tava abrindo o lubrificante e vi que o cu dela já tava mais que aberto, não era um cu virgem, e antes não tava assim, era bem apertadinho, e a buceta dela também já não fechava mais depois de eu meter.

Aí me veio a ideia de só cuspir na pica e ver se entrava assim. Depois de lubrificar só com saliva, meti no cu dela e entrou deslizando sem problema nenhum, tanto que nem um gemido ou espasmo eu senti que ela desse. Minha pica não dava prazer pra ela. Eu metia até o fundo e só ouvia os gemidos falsos dela. Até onde minha pica chegava, eu sentia que dava pra entrar muito mais. Fiquei puto, então só fiz o meu e gozei.

Algo tava rolando, eu pressentia. As duas tavam muito diferentes, então comecei a tomar providências. Mas procurei nos celulares delas e nada. Infelizmente não dava pra segui-las, porque não batia com os horários delas. Mas se era real o que eu tava pensando, também não queria que ninguém ficasse sabendo. Então criei um plano. Pra ambas eu falei que teria que viajar no fim de semana, sairia na sexta e voltaria na segunda. Nenhuma me fez pergunta nenhuma e até pareciam felizes. Fui num hotel um pouco afastado reservar um quarto e na sexta de manhã fui ficar lá. Esse primeiro dia fiquei no hotel pra reforçar minha desculpa. No sábado à tarde comecei a conversar com elas, e a Romina me disse que uma amiga viria visitá-la pra tomar algo, e a Evelin me disse que iria na casa de uma amiga visitá-la e tomar algo. Não pode ser tanta coincidência, ainda mais as duas com a mesma mentira. Era óbvio que já sabiam de tudo, por isso estavam tão distantes e putinhas comigo. certeza, queriam armar algo pra zuar comigo ou me expor em público, que com certeza já tavam fazendo, então decidi encarar elas, melhor em casa do que na rua ou em outro lugar que me comprometesse, com sorte eu ficava com uma delas ou a separação não seria tão ruim. Fiquei seguindo a conversa por mais um tempo e depois comecei a me preparar pro que me esperava. Quando a noite chegou, fui pra minha casa, tava muito nervoso, minhas mãos tremiam e eu nem conseguia me concentrar no que dizer ou mentir. Cheguei no endereço e vi um carro estacionado na calçada da casa, não conhecia ele, achei que teria mais gente, mas a luz da sala tava apagada. Me aproximei o mais silencioso que pude da casa, entrei na sala, não tinha nada, fui até o quintal dos fundos, mas também nada. Então ouvi movimentos vindo da janela do nosso quarto. Me aproximei pra olhar e o que vi eu não podia acreditar, acho que quase desmaiei. Sentado na cama, pelado e com as pernas abertas, tava o Alberto, e entre as pernas dele estavam a Romina e a Evelin, de joelhos chupando o pau dele. A Evelin tava nua e a Romina só com uma tanga vermelha que não tapava a bunda nem a buceta dela. Da janela dava pra ver como subiam e desciam as cabeças delas, esfregando o pau do Alberto. Queria chutar a janela e entrar, mas não sei por que não fazia isso, só conseguia ver o que tava rolando. O Alberto agarra a cabeça delas com as duas mãos e começa a guiar de baixo pra cima, elas eram muito submissas. Da minha perspectiva não dava pra ver, mas tinha certeza que o pau dele passava entre os lábios delas. Já dava pra sentir meu membro começando a endurecer, o pior é que as duas rebolavam a bundinha enquanto ele curtia. Num momento, o Alberto faz a Evelin levantar e ela se levanta, mas a Romina não parava de mamar ele. A Evelin sobe uma das pernas dela por cima da Romina e fica em cima do Alberto, quando ela tá se ajeitando melhor, a Romina para de chupar e enfia o pau dele dentro da buceta da Evelin se senta, deixando aquela pica enorme entrar toda dentro dela, e Romina só se abaixa mais pra chupar as bolas dela. Nunca imaginei elas assim, nem fantasiando um menage com as duas. Esse filho da puta realizou meus sonhos exatamente como eu queria. Eu odiava ele, mas também me excitava ver como ele tratava minhas duas paixões como umas putinhas. Eu nunca teria essa chance, muito menos faria Evelin gemer igual ela tava gemendo montando nele. Romina levanta e deita do lado do Alberto, começando a beijar ele nos peitorais enquanto ele tava focado na Evelin, com as mãos segurando a cintura dela, fazendo a penetração ser mais forte e profunda. Evelin gemia cada vez mais ofegante. Romina observava ela com uma inveja saudável, querendo sentir aquilo também. Os movimentos da Evelin começaram a ficar erraticos, mas Alberto não deixava ela parar, tanto que num momento ela não aguentou mais e parou totalmente, se jogando desmaiada em cima do Alberto. Dava pra ver as pernas dela tremendo, mas aquela pica não parava de entrar e sair de dentro dela. Com Evelin entregue, Romina se posiciona em cima deles, pra tirar a pica e meter na boca. Ela deu umas boas chupadas, enfiando até a metade, quase se engasgando, pra depois virar de costas pra eles e sentar na pica do Alberto. Com a calcinha de lado, dava pra ver aquela pica abrindo espaço dentro da Romina, e ela ajudava com movimentos circulares na cintura. Ela mordia os lábios e fechava os olhos sem parar de gemer. A cara dela mostrava prazer, algo que eu nunca vi. Romina coloca as mãos pra trás, nos peitorais do Alberto, pra se recostar um pouco e troca os movimentos circulares por pulos. Com as pernas, ela se impulsionava e se deixava cair cada vez mais rápido. Agora eu não só podia admirar como a buceta dela se abria, mas também a pica toda que entrava cada vez que ela subia. Os peitos dela balançavam de um lado pro outro, às vezes se coordenavam pra cima e pra baixo, e outras vezes não. de forma circular. Naquele momento, percebi que ela estava mais gostosa do que nunca. Meu pau tava explodindo dentro da calça, queria tirar e bater uma, mas também me sentia humilhado, e cada vez ficava pior.
Evelin se recupera e se acomoda ao lado deles, meio sem fôlego ainda. Alberto pega Romina pelo pescoço e a estica, deitando ela sobre ele. Ela já não consegue pular mais na pica e começa a mexer a pélvis desse jeito, continuando a meter aquela porra enorme na buceta dela. De repente, Alberto pega Evelin pela nuca e leva ela até os peitos de Romina, e começa a lamber o mamilo dela. Depois, arrasta ela pela cintura de Romina, colocando ela a poucos centímetros daquela penetração.
Naquele momento, pensei que Evelin ia se afastar e ficar brava ou algo assim, e que até ia acabar tudo do pior jeito. Mas qual foi minha surpresa quando vejo que Evelin, sem hesitar, tira a língua e começa a lamber o clitóris de Romina. Com a mão de Alberto empurrando Evelin e uma mão de Romina acariciando os peitos de Evelin, ela se acomoda cada vez melhor pra poder sentir não só a parceira, mas também o macho dela. A língua dela passava pela rola e pela buceta ao mesmo tempo, alternando com beijos e lambidas frenéticas. Os gemidos de Romina iam ficando mais altos, era óbvio que ela tava prestes a gozar. Romina segura o rosto de Evelin, levando a boca dela direto pro clitóris, enquanto não parava de chupar, e Alberto continuava metendo cada vez mais forte. Com as mãos, ele guiava Evelin cada vez mais fundo e forte. Pela cabeça da minha amante, eu já não conseguia ver quase nada, só a porra do pau de Alberto entrando e saindo com total impunidade. Romina já começava a dar quase gritos e gemidos muito altos, as pernas dela tentavam se fechar, sem controle. Dava pra ouvir entre os gemidos Romina pedindo pra pararem, mas longe de parar, os dois continuavam. Até que, no momento do maior clímax, Romina explodiu, jorrando tudo nela. Espirrou na cara toda da Evelin e sujou tudo ao redor, a pica do Alberto saiu como um míssil da buceta dela. Enquanto ela ainda gozava, a Evelin deu uns segundos pra se limpar e levou a boca direto na cabeça daquela pica insaciável. A Romina, enquanto isso, tentava se levantar, dava pra ver o cansaço dela, com as pernas tremendo, custava a fazer força pra apoiar os pés e dava uns cambaleios. A Evelin, por outro lado, continuava deitada nas pernas do Alberto, enquanto chupava a pica dele, com a mão esquerda massageava os ovos dele e com a outra mão se tocava no clitóris, abrindo as pernas. O Alberto começa a passar a mão na cintura dela e desce até atrás dela, poucos segundos depois a Evelin dá um pequeno espasmo e para de chupar pra olhar pra ele com o olhar mais cúmplice e satisfeito que eu nunca vi nem nos pornôs mais hard. Notei que ela mexe os lábios falando algo pra ele, mas não consegui ouvir, só vejo como esse filho da puta sem escrúpulos só leva a cabeça dela de volta pra pica dele e ela sem resistir nada, pra depois ver como a pelve dela começa a se mover pra frente como se estivessem empurrando, enquanto ela se masturbava, ele enfiava o dedo no cu dela com força e ela só parava de chupar pra gemer.
Minha pica já não cabia dentro da minha calça e tive que tirar ela. Quando coloquei a mão, senti como estava todo molhado, e nunca tinha ficado tão grande, essa merda me excitava pra caralho. O esforço que eu fazia pra não entrar era mais forte que minha vontade de me masturbar, sabia que se entrasse ia tudo pro caralho. Fiquei puto de tesão como esse arrombado fazia minhas mulheres gozarem, nunca vi elas tão putinhas, eu jamais conseguiria fazer elas chegarem naquele nível.
A Evelin se levanta, sem soltar a pica do Alberto, se posiciona em cima dele, levando o cu na ponta do membro do Alberto, ele pega e coloca dentro do cu da Evelin, ela suspira enquanto aquela pedaço enorme vai entrando dentro dela. essa vista na minha frente, ele pega as nádegas dela e abre, deixando ver todo aquele espetáculo, subindo e descendo essa pica, cada vez enfiando mais e mais dentro dela. E vai aumentando a velocidade das sentadas. Não consigo descrever o prazer que me dava ver como essa pica abria caminho no cu dela. Ainda mais sabendo que era minha, digo ERA, porque nunca mais vou recuperar isso.
Alberto solta as nádegas da Evelin pra segurar ela pela cintura e deixa ela parada em cima dele, e começa a bombar, meu amor parecia uma boneca de pano, enquanto essa besta metia forte, as nádegas dela batiam com violência a cada estocada, e cada vez mais rápido e mais rápido, dava pra sentir quase a dor da Evelin que se contorcia e se mexia, até que ele gozou tão rápido que de repente aquele cu começou a só dar empurrões lentos mas bem profundos.
Ficaram parados por alguns segundos, e Alberto levanta a Evelin tirando a pica de dentro dela. Mas ela gemendo forte pra depois ver como escorria sêmen daquela bunda. Ele ajudou ela a deitar de lado enquanto ele, batendo uma, se levantou e foi pro nosso banheiro. Enquanto minha amante estava destruída, quase imóvel na cama, é então que Romina entra de novo na minha visão periférica e eu vejo ela parada em cima de um móvel com o celular dela que tava carregando.
Aproveito e tiro meu telefone do bolso, procuro o número dela e ligo, enquanto tenho o celular no ouvido ouvindo as batidas e vendo a Romina, vejo como ela faz um gesto de tédio e depois me atende.
— Alô? — ROMINA
— Alô, love, como cê tá?
— Tudo bem. Com uma amiga, e você, tudo bem?
— Tudo bem, entediado. O que cês tão fazendo?
— Nada, tomando um fernet e vendo que filme assistir.
— Ah, e ela vai dormir aí?
— Não sei, haha, não perguntei.
Continuamos conversando enquanto eu via o quarto todo, até que Alberto sai do banheiro, pelado e com a pica ainda dura, e se aproxima da Romina e com gesto pergunta com quem ela tava falando.
Ela com gestos também responde que comigo.
A puta que Ela me pariu sabendo tudo que tava rolando e a voz trêmula, não dava pra evitar. Alberto pegou o celular, tirou do carregador, apertou o viva-voz e baixou até o pau dele. Achei ridículo, já ia falar alguma coisa, mas naquele momento a Romina se abaixou e começou a chupar a pica dele com o telefone no viva-voz do lado dela. A conversa continuava tão natural, eu, porque tava vendo a situação, percebia que ela demorava uns segundos pra me responder porque tirava a vara da boca pra falar comigo. A humilhação e a excitação não tinham comparação, ainda mais quando ela me dizia que sentia minha falta e que queria me ver enquanto chupava uma cock. Alberto tocou a cabeça dela e fez sinal pra ela levantar. Com o celular perto dela, ela se levantou e virou de costas pro Alberto, sem parar de falar comigo como se nada tivesse acontecendo. Alberto colocou a mão que segurava o celular no ombro da minha mina, enquanto a outra mão passava os dedos na pussy dela pra meter, até que enfiou. Romina fazia um esforço enorme pra não gemer enquanto esse mastodonte metia com fúria. Aquelas nádegas enormes que ela tinha tremiam cada vez que ele batia, e ela mordia o lábio inferior, respirava e falava comigo. Eu já tava com o pau na mão, me masturbando devagar enquanto via como destruíam a minha garota e a ouvia. É incrível como elas conseguem agir, a violência com que Alberto comia ela e os gestos que ela fazia não tinham nada a ver com o que eu ouvia pela ligação. Alberto passou o celular pra Romina segurar. Romina, com uma mão apoiada na cômoda e a outra segurando o celular, falava comigo enquanto Alberto apalpava os peitos dela e a garchava. É uma experiência muito gostosa, eu sentindo o orgasmo chegando, e Alberto tirando a cock da buceta dela e agarrando ela pelo pescoço, abaixando ela na frente da vara dele. Tudo isso enquanto ela me dizia que me ama e que sente minha falta.
— Sabe que você é o amor da minha vida, né? dizia enquanto Alberto esguichava o leite no rostinho dela, até dava pra ouvir o esperma batendo no microfone do celular. Enquanto Alberto limpava as últimas gotas na boca da Romina, eu gozei. Alberto deixou ela toda suja e foi se deitar na cama, acariciando a Evelin, e juro que vi a cara da Romina cheia de inveja, queria mais.
— Gordo, vou te deixando, o delivery chegou, vou atender.
— Não, espera, queria te falar uma…
Ela desligou na minha cara e foi pra junto deles…
Eu com a piroca mole, querendo mais…

Se gostaram e querem saber como continua, me digam.

3 comentários - O passado se vinga

MRJ33 +1
Que buen relato, espero haya mas