Meu cunhado e eu num ônibus

Relato compartido por seguidora

Oi, quero compartilhar minha história com vocês. Essa história conta a vez que tive minha primeira relação sexual, literalmente minha primeira vez, e o sortudo que rompeu minha virgindade foi meu cunhado. Isso aconteceu quando eu tinha apenas 12 anos. Naquela época, eu estava de férias na casa da minha irmã. Eu morava com meus pais, mas eles me deixaram passar as férias na casa dela. Éramos muito unidas, sabe como é, a relação entre irmã mais velha e irmã mais nova. Com meu cunhado também tínhamos uma excelente relação; desde que ele era namorado da minha irmã, sempre nos demos bem, mas o tempo que passei convivendo com eles na casa deles tornou nossa relação de cunhada e cunhado ainda mais próxima.

Durante o tempo que morei com eles, dormíamos os três na mesma cama, e havia noites em que eles transavam, achando que talvez eu não percebesse. Mas eu sempre tive o sono muito leve, pode-se dizer, ou seja, o menor movimento na cama onde estou dormindo já me acorda na hora. Então, quando eles transavam, acho que tentavam fazer o mínimo de barulho possível ou não se mexer muito, mas eu acordava, sem me mexer nem nada, porque sabia o que estavam fazendo. Só ficava lá, me fazendo de dormida e tentando escutar alguma coisa. Em algumas ocasiões, eu ficava de frente para eles, e quando a ação começava, eu acordava do mesmo jeito, me fazendo de dormida. Como eles faziam as coisas com a luz apagada, a única coisa que iluminava um pouco o quarto era a luz da janela, e eu, com os olhos semicerrados, tentava ver o máximo que podia. Devo confessar que conseguia ver bastante, porque, mesmo nos momentos de paixão, eles ficavam alertas caso eu me mexesse ou algo assim hahaha, mas nunca perceberam que eu os observava...

Todas as cenas que eu via me deixavam muito excitada, mas eu não fazia nada além de ficar excitada e não ter o que fazer até o sono me vencer de novo. Naquelas vezes que eu via alguma coisa que eles faziam, me excitava muito mais, sentia meu corpo queimando por dentro, com uma vontade quase incontrolável de me tocar, mas nunca fiz, nem me mexia, sempre segurava até pegar no sono de novo. Nas orações em que via algo, notei que meu cunhado tinha um pau de bom tamanho, e minha irmã curtia pra caralho. Desde essas ocasiões, só de imaginá-lo sem roupa me chamava muita atenção. Pra não alongar a história, quando minhas férias terminaram, um dos dois tinha que se virar pra me levar de volta pra casa, ou pelo menos me acompanhar no ônibus até o terminal onde meus pais iam me buscar... Os dois trabalhavam e eram responsáveis, mas quem se ofereceu pra me levar foi meu cunhado, pra minha irmã não faltar no serviço, foi ele quem teve que pedir uma folga pra poder me levar. No dia da viagem, saí da casa da minha irmã vestida com uma calça jeans, uma blusa de manga três quartos, por baixo eu tava de calcinha boxer pequena, e por baixo dela uma calcinha tipo fio dental, e nos peitos um sutiãzinho. Não levei muita bagagem, porque foram só umas duas semanas, e minha única roupa cabia numa mochila escolar. Chegamos no terminal onde pegaríamos o ônibus pra ir pra casa, e pra nossa má sorte não tinha serviço de primeira disponível logo, e se quiséssemos esperar seriam horas pro próximo ônibus, então optamos por um serviço de segunda, daqueles que param em vários pontos, sabíamos que ia demorar mais pra chegar, mas pelo menos sairíamos logo. Quando subimos no ônibus, ele tava com metade da lotação, como nesses não dão número de assento, escolhemos um par de lugares no meio do ônibus... O carro saiu, meu cunhado ficou vendo filmes no celular dele e eu vendo umas coisinhas antes de ficar sem sinal, durante o caminho o carro foi parando onde gente descia e descia e descia, meu cunhado... Lei e eu, Ivan, relaxados depois de ficar sem sinal nos celulares... Depois ele ficou de boa, mas eu tava meio agitada... Levantei pra ver como tava o movimento no ônibus, e dava pra contar umas 5 ou 6 pessoas até a frente, então sem pensar muito voltei pro meu lugar e comecei a provocar meu cunhado, dando uns beijos no pescoço dele. Ele ria e falava pra eu não fazer aquilo porque era um dos pontos fracos dele kkkk eu ria e perguntava por quê... Ele só dizia pra não fazer, mas eu insistia e continuava dando beijos, ele falava que não mas não se afastava, e eu dizia pra ele me falar o motivo até que ele disse que se eu realmente queria saber... Eu falei que sim, senão não parava de encher o saco... Ele disse que ia me contar, mas que não valia sair chorando (de brincadeira)... Pegou minha mão e colocou no pau dele por cima da calça — Por isso! — ele falou... Eu ri um pouco e disse que por que ele tava excitado. — Ué, você me deixou excitado com seus beijos no pescoço... E é melhor se acalmar porque você não vai fazer nada e fica me provocando. Eu sabia o que queria e também queria, mas não ia falar na lata assim. Fiquei só provocando com a mesma coisa... beijos e mais beijos no pescoço dele... — Se você não se acalmar, vou fazer o mesmo com você. Kkkkk eu ria... — Se não vai fazer nada, para sério, porque já tô muito excitado por sua causa. Aí ele levantou e foi uns dois bancos pra trás, me deixando sozinha... Eu sabia que ele não ia ficar bravo de verdade comigo, e que eu também atraía ele... Então peguei uma roupa da minha mochila e fui em direção ao banheiro, lá no fundo, só passei do lado dele deixando minha mochila nos bagageiros em cima dos bancos... — Vou no banheiro — falei... Já no banheiro, tirei a calça e coloquei uma saia que batia acima do joelho, não era justa mas também não era muito larga, tirei a calcinha e fiquei só com a minha lingerie. Voltei pra onde ele tava e sentei do lado dele, em cima o lado do corredor, já que ele estava do lado das janelas... Isso sim, eu coloquei minha calça e minha cueca, que ele não viu, na minha mochila. — E pra que você trocou de roupa? — ele me perguntou. — Porque tô com calor — respondi. E em seguida comecei a beijar o pescoço dele de novo. — Vai começar de novo? Sério, se acalma, menina, ou você vai fazer eu fazer o mesmo com você. — Você não faz — falei num tom de deboche. — Anda, vem pra cá — ele disse. Trocamos de lugar e ele se inclinou pra ver se ninguém vinha. Depois chegou perto do meu ouvido e falou: — Agora é minha vez de me vingar. Em seguida, começou a me dar beijos no pescoço, e era uma delícia. Eu também tava começando a esquentar mais, porque eu já sabia o que queria dele... Ele me beijava e beijava, e levou a mão até minhas pernas. — O que cê tá fazendo? — perguntei, me fazendo de sonsa. — Eu te avisei e você não ficou quieta, então agora aguenta. Continuou me beijando e acariciando minhas pernas, eu tava fervendo por dentro. Quando percebeu que eu não resisti mais, ele se inclinou de novo pra ver se ninguém vinha e começou a enfiar a mão entre minhas pernas. Eu, sem mais, abri o máximo que pude pra mão dele chegar no alvo. Chegou na minha bucetinha, que já tava bem molhadinha de tantos beijos e carícias. — Olha só... Mas que gostosura você tem aqui, cunhadinha... — ele sussurrava enquanto me beijava, ao mesmo tempo que se inclinava discretamente pra ver se ninguém ia nos descobrir. — Me ajuda a tirar sua calcinha, mas sem levantar sua saia... — falou bem baixinho no meu ouvido. Eu tava queimando por dentro de tão excitada, então levantei só um pouquinho pra conseguir puxar minha calcinha fio dental, tirei ela completamente e coloquei na borda do banco. Ele continuava se inclinando discretamente pra garantir que ninguém nos visse... Quando tirei minha roupa íntima, ele reclinou o banco dele o máximo que pôde... Depois voltou e falou no meu ouvido: — Você vai subir em cima de mim como se fosse sentar, mas não levanta muito pra... que te vejam e comecem a desconfiar. Eu só balançava a cabeça dizendo que sim. Ele se reclinou e, bem discretamente, desabotoou a calça sem tirar o cinto, abaixou a braguilha e tirou o pau da cueca. Era a primeira vez que eu via o pau dele em cores e de perto. Tava duro e escorrendo um líquido pegajoso igualzinho minha bucetinha... Nós dois távamos bem molhados... Ele falou pra eu subir sem me levantar muito... E eu obedeci sem pensar duas vezes, já queria que ele me comesse. Subi e sentei, deixando o pau dele entre minhas nádegas... Uuuuuufff, que sensação gostosa só de sentir ele entre minhas bundinhas... Aí me levantei um pouco enquanto ele encaixava na minha entradinha, quando senti que tava na frestinha da minha buceta, uma sensação de formigamento percorreu meu corpo todo, que gostoso já tava sentindo e ele nem tinha entrado ainda... Depois de me posicionar, ele me segurou pela cintura e me deu um tapinha, eu sabia que era eu quem tinha que enfiar sozinha aquele pedaço gostoso de carne... Então, aos poucos, comecei a fazer movimentos de sentar, subir, bem devagar pra não me machucar, mas minha excitação era tão grande que não aguentava a vontade de sentir o pau inteiro dentro de mim, então com um pouco mais de força ao me mexer, senti o pau dele entrar em mim rompendo minha virgindade, uma sensação quente invadiu minha bucetinha toda acompanhada de uma dor suave... Aos poucos fui enfiando mais, até que minhas nádegas caíram de vez sobre a barriga dele... Aaaaaahh que gostoso, tinha o pau inteiro dentro de mim... Fiquei parada um momento sobre ele, pegando as mãos dele e levando aos meus peitos pra ele apalpar por cima da blusa... Depois ele me deu um tapinha pra eu voltar a fazer os movimentos, era tão delicioso transar com meu cunhado num ônibus... Uuuummmm... Eu me mexia dando sentadinhas suaves, agora era eu quem discretamente olhava ao mesmo tempo que subia e descia pra ver se não vinha ninguém... Depois de alguns minutos, quando eu deixava cair, cravando todo o pau dele em mim por completo, ele também começou a fazer movimentos pra cima, uuummmm, mais gostoso ainda, sentia que o pau dele ia sair pela minha boca, eu me cravando toda ao me deixar cair e ele metendo de baixo pra cima... uuuuuufff, que gostoso... Depois de alguns minutos, senti que os movimentos dele aceleraram um pouco mais, e isso fez uma sensação começar a percorrer meu corpo inteiro ao mesmo tempo que a gente se mexia. Depois de mais alguns minutos, meu corpo começou a formigar todo trêmulo, e minhas pernas e minha bucetinha, todos os meus músculos começaram a se contrair. Ao mesmo tempo que isso acontecia comigo, sentia meu cunhado bombando todo o semen quente dele dentro da minha bucetinha, no fundo do meu ventre... Aaaaaahhh!! Que sensação tão gostosa, deliciosa, maravilhosa... Meu primeiro orgasmo na minha primeira vez com meu primeiro homem... Ficamos parados por alguns minutos... Depois, bati na mão dele como sinal de que a gente tinha que se arrumar... Voltei pro meu assento, coloquei minha calcinha fio dental rápido antes do sêmen dele começar a vazar de mim pra não fazer uma bagunça... E ele se arrumou com a cueca dele e tudo... — Me passa minha mochila aí, por favor. Peguei minha calcinha pra não escorrer nada, coloquei, ajeitamos tudo, e até meu perfume tive que borrifar por todo lado pra não ficar nem o cheiro de sexo... — Isso não devia ter acontecido, mas de algum jeito aconteceu... Que fique só entre eu e você... A verdade é que gostei muito e se você voltar algum dia pra nos visitar, tomara que dê pra repetir... Ele falou bem carinhosamente... — Eu volto... Quantas vezes você quiser, onde você quiser, cunhado lindo. Falei. Depois de uns 30 minutos, chegamos no terminal, descemos e ele, como tinha que voltar no mesmo lugar, só desceu pra comprar a passagem... A gente se despediu normal, como se nada tivesse acontecido, pra meus pais não suspeitarem de nada... Ele voltou, eu fui com meus pais, e depois de alguns meses, terminei meu namoro. Escolar e foi minha formatura... Falei pros meus pais que não queria mais estudar, que era melhor deixar eu ir com minha irmã pra ver no que eu podia ajudar ela (já sabem quais eram meus planos)... Meus pais tentaram me convencer a continuar os estudos, mas não conseguiram nada... Então fui com minha irmã, e desde então, por mais 4 anos, fui a amante (puta) do meu cunhado... A gente transava sempre que dava, aproveitava cada oportunidade que aparecia... Até quando minha irmã saía pra comprar tortilhas, assim que ela passava pela porta, a gente corria pra transar rapidinho... Hoje em dia ainda transo com ele, mas não fazemos mais escondido... Depois, em outro relato, vou contar o que aconteceu quando minha irmã nos descobriu... Espero que gostem e que tenham entendido minha escrita ruim... Abraços

2 comentários - Meu cunhado e eu num ônibus

🍓Aquí puedes desnudar a cualquier chica y verla desnuda) Por favor, puntúala ➤ https://da.gd/erotys
Uff, qué rico. Por lo que entendí al final, ahora tu hermana y tú comparten macho. Trío, lrsbianismo e incesto todo junto

Yo perdí mi virginidad a los trece (un año más que tu) y fue casi en trio, me besaba con mi amiga mientras su novio me cogía 😍