A estagiária gostosa

Amigos do Poringa, venho contar outra experiência que tive há algumas semanas. Na empresa onde trabalho, recebemos estagiários para fazer seus estágios profissionais. Eles recebem um salário e, portanto, têm que cumprir horário, alguns de manhã e outros à tarde. Leti é uma dessas estagiárias, uma garota de uns 1,50m, morena clara, com pouca peito mas uma bunda gostosa. Não é gigante porque é proporcional ao corpinho dela, mas é bem redondinha e empinada. Ela joga futebol nos fins de semana. O caso é que uma semana antes da Semana Santa, ela pediu folga na sexta e na segunda pra viajar no fim de semana com os amigos do futebol, mas na semana seguinte só trabalhávamos de segunda a quarta, então neguei o pedido dela. Mais tarde naquele dia, recebo uma ligação da diretoria da empresa por causa de uma reclamação dessa menina, mas é claro que não tinha fundamento. No dia seguinte, ela praticamente me ignorou o tempo todo. À tarde, quando o pessoal começou a ir embora, pedi pra minha assistente marcar uma reunião comigo, e ela aceitou. Chegou a hora combinada, minha assistente me avisou que a Leti tinha chegado e que já estava indo embora — ela era a última a sair antes de mim. Leti entrou no meu escritório e fechou a porta. Sentou na cadeira e começou a me dar uma longa explicação, que eu ouvi sem dizer nada. Quando terminou de falar, expliquei os motivos pelos quais o pedido dela foi negado. Ela respondeu: "Entendo perfeitamente, mas preciso ir nessa viagem e estou disposta a fazer o que for preciso pra conseguir a folga." Falei que podia dar os dias, mas ela teria que repor no escritório, atendendo chamadas ou recebendo encomendas na quinta e na sexta-feira santa. A resposta dela foi se levantar, abaixar a blusa e mostrar os peitos, junto com a frase: "Não podemos resolver isso de outro jeito?" Claro que eu queria pular em cima dela, mas usei toda minha força de vontade e disse não. Aí ela respondeu: "Que tal se eu te chupar até você gozar? que você goze nos meus peitos e ela se aproximou de mim com um peito em cada mão, ajoelhou-se ao lado da minha cadeira, abriu a boca, esticou a língua e com as mãos juntou os peitinhos dela, os bicos já estavam duros e eretos, virei minha cadeira na direção dela e imediatamente as mãos dela foram pro meu jeans e meu cinto, eu resisti com as mãos, e ela disse: "se eu chupar sua pica e você não gostar, você não me dá permissão". Já estava convencido, mas antes mesmo de responder ela fala: "mais ainda, se você gostar e me der permissão, eu chupo de novo na volta". Sem argumento contra, concordei com a cabeça e ela continuou a desabotoar meu jeans e meu cinto, com a mão toca meu pau por cima da cueca e fala: "chefe, se eu soubesse que você tinha essa pica enorme, teria oferecido boquete desde antes". Sorriu e de uma vez engoliu meu pau, apesar do tamanho pequeno dela, entrou metade sem muito problema, enquanto me olhava fixamente começou a enfiar ainda mais, já sentia a garganta dela na minha cabeça e os olhos dela começaram a encher de lágrimas enquanto uns leves engasgos a faziam recuar. Tirou meu pau da boca e, puxando ar, falou: "não vai entrar inteiro, mas vou deixar ele seco", e começou a chupar. De vez em quando tirava e me estimulava com as mãozinhas dela, os dedos finos envolveram e ela falou: "com as duas mãos ainda sobra um pedaço e a cabeça". Continuou mamando e chupando, de vez em quando tirava, beijava a ponta e lambia rodeando o tronco pra engolir de novo, começou a chupar com mais força e mexia a língua no pouco espaço que sobrava, meu pau começou a engrossar, ela começou a chupar sem as mãos e com os dedinhos apertava e girava os biquinhos, estava me preparando pra gozar quando tira meu pau da boca e fica de pé. Devo ter olhado com raiva, mas ela falou: "tá gostoso seu pau, chefzinho". Abaixou o jeans junto com a calcinha, virou e se inclinou colocando as mãos nos joelhos: "mete tudo, papai, só não goza dentro". dentro, hesitei por uns instantes, não tinha camisinha e era um risco. Vai meter ou vou sentar nela? Nem me deixou pensar, quando ela recuou, colocou as mãos nos meus joelhos e habilmente enfiou todo o meu pau naquela buceta jovem e apertada que ela tem, as nádegas lindas, firmes e macias, começou a subir e descer, gemendo sem se importar se alguém podia nos ouvir, gritava que delícia de pirocão, aqui entra inteira, papai, arqueava as costas e olhava pro teto do escritório, que gostoso, papai, sentou com força e senti as contrações da vagina no meu pau, respirava fundo e as pernas tremiam, ofegando me diz, que orgasmo gostoso, você tem um pirocão, sinto ele me abrindo toda, as contrações continuavam e eu quase gozando, levantei ela, coloquei o tronco dela sobre a mesa, exausta, aproveitei pra me acalmar um pouco, não queria terminar ainda, um minuto ou algo assim passou quando ela vira a cabeça e estende as mãos pra trás, pega as próprias nádegas e as abre, vai meter de novo? Eu me ajeitei e coloquei meu pau nas costas dela, fui descendo e ela diz, no meu cu não, nunca meteram lá e você tem ele bem grosso, por um momento hesitei, mas continuei descendo até os lábios dela, fininhos e moreninhos, não tinha notado mas estava escorrendo, fechei as pernas dela pra deixar o quadril mais alto, posicionei a cabeça do pau e meti bem devagar, faltavam uns centímetros e com as mãozinhas ela me para mas empurrou com mais força, deu um grito e me mandou parar, mas comecei a meter com força e cada vez mais rápido, ela gritou mais umas vezes e depois começou a gemer bem alto, pedia cada vez mais, gritava que pirocão, papai, mete forte, abre minha buceta, me enche, papai, forte, forte!!! Continuei assim por não sei quanto tempo e ela continuava gritando, gemendo e pedindo mais forte e mais fundo, logo comecei a sentir meu pau inchando, estava quase gozando e ela diz papai, que grosso, tá doendo e começou a Correr, tremendo e eu tava espremendo a pica. Ela queria meu gozo e pediu: "Me enche de leite, papai, me dá tudo!!!" Dei mais duas enfiadas e tirei, ela gemeu forte de novo. Peguei ela e virei enquanto ela se ajoelhava, com uma mão segurei firme a cabeça dela e com a outra guiei minha pica até a boca dela. Ela abriu e eu meti sem piedade, peguei a cabeça dela com as duas mãos e comecei a comer a boca dela. Gozei pra caralho, meu leite escapava pelos cantos dos lábios dela e pelo tronco da minha pica, escorria e se derramava nos peitinhos dela. Soltei a cabeça dela e devagar ela começou a chupar devagar, limpando todo resíduo do meu pau que continuava duro. Por um momento pensei em continuar comendo ela, mas já tinha passado quase uma hora e a gente tinha que ir. Ela limpou os peitos com os dedos e levou meu gozo à boca, enquanto suspirava me disse: "Chefe, que boa trepada você me deu, me abriu toda a minha bucetinha e já não vai apertar mais no meu namorado." Ela se levantou, com as coxas tremendo e toda aberta igual uma cervinha recém-nascida. Nem um beijo me deu, chefe, me comeu como uma puta. É exatamente isso que você é, Leti, entrou aqui como puta, mas já te fiz minha puta. A gente se arrumou, ela entrou no banheiro e saiu como se nada tivesse acontecido, mas andava como se estivesse aprendendo a andar. "Chefe, o que vou dizer pro meu namorado se daqui a pouco a gente vai jantar?" "Ué, fala que já tem permissão pro fim de semana", respondi. "Chefe, amanhã peço permissão de novo?" Eu ri e falei: "Como quiser, mas amanhã você afrouxa essa bunda ou o passeio tá cancelado." Ela respondeu: "Quero, mas tenho medo. Deixa eu pensar e amanhã te falo." Ela tentou me dar um beijo na boca, mas eu falei: "Ei!! As putas transam sem beijo." Ela riu e colocou a mão na minha pica: "Bom, mas esse aqui pode beijar?" "Ué, se quiser beijar, quando chegar cumprimenta e antes de ir embora se despede." A gente riu, ela me beijou na bochecha e disse: "Pra próxima quero seu leite dentro, não viu o adesivo? Eu me cuido bem." Ela saiu do meu escritório. andando como se tivesse de fralda, ela piscou o olho pra mim e me mandou um beijo. No dia seguinte, pediu permissão de novo, mas isso já é outra história.

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