A gente mora no quarto andar de um apartamento na capital de Buenos Aires. Meu marido sai cedo pra trabalhar e não volta o dia inteiro. Aos 26, tenho uma bunda que chama atenção, e sempre cuido pra ela ficar bem insinuada. A vida sexual com meu marido ficou monótona, e adoro sentir os homens me olhando com desejo. Mesmo não esperando nada além disso, me sentir desejada me dá uma sensação profunda de bem-estar que me ajuda a encarar a vida rotineira que levo. A gente tem um filho, e meu marido tem um filho bem mais velho de outro relacionamento. Passo muito tempo sozinha.
Faz um mês que um cara de uns vinte e poucos anos se mudou pro andar onde a gente mora. Toda hora tem mina desfilando no apê dele, e muitas tardes eu escuto os encontros que ele rola com elas. Acabo me masturbando ouvindo isso. Toda vez que cruzo com ele no elevador, fico na ponta dos pés, tentando fazer ele reparar na minha bunda. Acho que não passa despercebido.
Uns dias atrás, quando eu tava descendo de elevador com meu marido, a gente cruzou com ele. Meu marido tava um pouco na frente, eu mais atrás, e o cara atrás de mim. De repente, senti a mão dele se apoiar de vez na minha bunda e começar a apalpar sem vergonha nenhuma. Acho que minha cara ficou vermelha, mas não fiz nenhum gesto nem me mexi. Me despedi do meu marido na porta, vi o vizinho indo embora sem nem virar pra olhar, e voltei pro meu apartamento, excitada e irritada com a situação. Porque na frente do meu marido, eu não tava muito certa do que tava sentindo, e por outro lado, ficava me perguntando o que eu deveria sentir com tudo isso.
Lá pelas três da tarde, tocaram a campainha do apartamento, fui abrir e era o vizinho voltando da rua. A gente se olhou fixamente e, instintivamente, eu soltei um tapa bem sonoro nele. Quando baixei a mão, ele levou a dela pra apertar o pau dele, que tava durasso, por baixo da roupa. Nenhum dos dois falou nada por um momento que parecia não ter fim. Ele me empurrou pra dentro e fechou a porta, se despiu por completo. O pau dele era realmente imponente, eu não conseguia parar de olhar e sentia minha respiração ofegante. Quando terminou de se despir, me empurrou contra a mesa, de costas pra ele, levantou meu vestido e arrancou minha calcinha. Na mesma hora, ele tava atrás de mim, me furando em silêncio. Só se ouvia a respiração pesada dele e o som dos meus gemidos, cada vez mais altos. Ele não parava nem um segundo, uma metida e tirada constante, o pau inteiro até o fundo e depois quase todo pra fora, e a pélvis forte dele batendo com tudo em mim, sacudindo minha bunda, cada vez mais forte, mais rápido, mais violento, sempre em silêncio, e meus gemidos cada vez mais altos. Num momento, ele tirou e bateu com a ferramenta dele na minha buceta por fora, ficou esperando uns segundos, e eu separei minhas nádegas, mostrando meu desejo, minha vontade, meu total consentimento com tudo que tava rolando. Nenhum dos dois falava, aliás, eu nunca tinha ouvido ele falar, não conhecia a voz dele.
Ai, gatinho… eu falei numa hora e ele pegou minhas nádegas, separando elas agora, e começou de novo uma fodida forte, poderosa, num ritmo que me fazia não parar de gemer. Eu separei minhas nádegas pra ele entrar ainda mais fundo, ele tá na ponta dos pés, como se quisesse meter cada vez mais pra dentro. Sinto que ele acelera o ritmo e a respiração dele fica mais ofegante. Eu parei, empinando mais a bunda pra ele, tentando quebrar minha cintura. Ele me agarra forte na cintura e a bombada dele fica cada vez mais forte, a respiração dele acelera mais e mais. Percebo que nós dois amamos como minhas nádegas balançam com cada estocada dele.
—Você vai gozar assim… não tem camisinha… — eu falo e continuo na posição, me oferecendo bem aberta. Ele continua bombando, com a respiração ofegante, não diz uma palavra e sinto ele se esvaziando. Fazia tempo que não sentia uma explosão assim, escapa dele um gemido gutural, penso que nunca ouvi ele gemer daquele jeito com nenhuma das vadias que ele come, e isso me alegra, me faz sentir especial. E mesmo sem conhecer a voz dele direito, ele fica agarrado firme na minha cintura, me apertando contra ele, terminando de se esvaziar. O pau dele continua duro, fica mais um tempo sem falar, se movendo devagar, até que sinto ele tirar. Abaixo o vestido, viro pra ver ele se vestindo, e logo sai do apartamento. Ele me olha com um sorriso, eu olho sem entender muito, ele me dá um beijo na boca, me chupa a boca enquanto aperta forte minha bunda, e sai do meu apartamento.
Na tarde seguinte, tô nervosa. Fiquei fuçando e descobri que ele é do interior, vai pra faculdade de manhã e volta de tarde pra estudar.
Pontualmente às três, a campainha toca. Sinto que meu coração vai explodir. De novo, ela não diz nada, se despe e me vira contra a mesa de novo. Dessa vez, eu ouço a voz dela.
—Que buceta gostosa você tem — eu só gemo e não respondo, e sinto dois tapas fortes nas minhas nádegas que me deixam ainda mais excitada. — É assim que vou te comer direto… que puta você é… como você gosta de mostrar essa raba hein…? — Não respondo, só gemo cada vez mais. Dessa vez, ele tira meus peitos para fora do sutiã e começa a apalpar eles sem vergonha, com força demais, mas eu tô tão excitada que tudo me agrada, penso que se fosse meu marido a situação já teria acabado, mas com esse cara tudo me deixa com mais tesão.
-Que rabão você tem… e como você gosta de rebolar… tava procurando isso… hein… puta… precisava de pica hein… puta…?
—Que decisão… você é um degenerado… entrou na minha casa e me comeu… — ela me dá um tapa sonoro na bunda e acelera a fodida.
–Quer que eu pare e vá embora… hein… puta de rabão… e esses melões que você tem… não tinha reparado neles… como é que você chama tanta atenção com esse rabão…
—Me come, degenerado…
-Vamos pra cama… -vamo pro quarto, ela me faz tirar a roupa e me jogar de bunda pra cima na cama, por um tempo só fica olhando minha bunda, dá uma volta na cama de vez em quando e dá um toque leve na vara dela. Depois se ajeita, os joelhos dela por fora das minhas pernas e as pernas cruzadas por cima das minhas, como se tivesse me prendendo, isso me esquenta mais, e sinto ela meter aquela vara enorme bem dura de novo e não consigo parar de gemer, ela adora ficar meio sentada vendo minha bunda tremer, me faz sentar nela e se delicia com o movimento do meu rabo.
Não sei quanto tempo passa, mas de novo ele acelera o ritmo, sinto a respiração dele cada vez mais ofegante, sinto ele morder meu pescoço, quase violentamente, ele tá cada vez mais tarado… e de novo sinto a descarga profunda dele misturada com um gemido quase animal, ele cai deitado na cama, pela primeira vez acho que a gente se olha.
-Vai sair correndo de novo, hein…
—Falei pra minha colega não vir estudar hoje… vou te saborear a tarde inteira… putona…
Ele me diz com o pau durasso e eu não consigo parar de sorrir.
E agora já tá me chupando a bunda, parece um desesperado, nós dois sabemos o que vai rolar, mesmo que com meu marido eu não goste, tô morrendo de vontade de sentir o cara por trás.
—Vai doer… —digo, confirmando o que vai rolar…
-Você vai adorar… e toda vez que eu te ver rebolando por aí, vou saber que sou eu que como essa rabuda… hein, putinha…
—Vai devagarzinho, por favor… —e sinto que ele já tá enfiando devagar, vai ganhando terreno aos poucos até que tá toda dentro, me ajuda a ficar de quatro na cama e começa a me furar bem forte, me pega pelo cabelo e levanta minha cabeça, quando viro pra olhar ele com a boca aberta de tesão, ele cuspe violentamente na minha boca e me deixa à beira da loucura de tão excitada. Agora ele se deixa cair de lado, nós dois caímos de lado, o pau dele não sai nem por um segundo, com o braço esquerdo por baixo de mim ele aperta meus peitos, viro a cabeça e a gente se beija de boca aberta, fica um tempão apalpando meus peitos, de vez em quando aperta meu pescoço, mas sempre furando minha buceta bem forte, até que de novo sinto que ele vai gozar, adoro isso, fazia tempo que não curtia tanto assim. O pau dele continua duro, demora um monte pra ficar mole. Ele quer que a gente tome banho junto, adoro, pela primeira vez dou uma chupada do jeito que eu gosto, fico louca chupando uma boa ferramenta, ajoelhada na frente dele, chupo com prazer, olho fixo nos olhos dele, quando ele tá quase gozando, finge que vai tirar, seguro ele firme pela bunda não deixando escapar e sinto ele encher minha boca de porra que vou engolindo, obviamente, meu marido sabe e fica louco de tesão com tudo isso, sabe que eu gosto mais de caras mais novos que ele ou da minha idade.

Faz um mês que um cara de uns vinte e poucos anos se mudou pro andar onde a gente mora. Toda hora tem mina desfilando no apê dele, e muitas tardes eu escuto os encontros que ele rola com elas. Acabo me masturbando ouvindo isso. Toda vez que cruzo com ele no elevador, fico na ponta dos pés, tentando fazer ele reparar na minha bunda. Acho que não passa despercebido.
Uns dias atrás, quando eu tava descendo de elevador com meu marido, a gente cruzou com ele. Meu marido tava um pouco na frente, eu mais atrás, e o cara atrás de mim. De repente, senti a mão dele se apoiar de vez na minha bunda e começar a apalpar sem vergonha nenhuma. Acho que minha cara ficou vermelha, mas não fiz nenhum gesto nem me mexi. Me despedi do meu marido na porta, vi o vizinho indo embora sem nem virar pra olhar, e voltei pro meu apartamento, excitada e irritada com a situação. Porque na frente do meu marido, eu não tava muito certa do que tava sentindo, e por outro lado, ficava me perguntando o que eu deveria sentir com tudo isso.
Lá pelas três da tarde, tocaram a campainha do apartamento, fui abrir e era o vizinho voltando da rua. A gente se olhou fixamente e, instintivamente, eu soltei um tapa bem sonoro nele. Quando baixei a mão, ele levou a dela pra apertar o pau dele, que tava durasso, por baixo da roupa. Nenhum dos dois falou nada por um momento que parecia não ter fim. Ele me empurrou pra dentro e fechou a porta, se despiu por completo. O pau dele era realmente imponente, eu não conseguia parar de olhar e sentia minha respiração ofegante. Quando terminou de se despir, me empurrou contra a mesa, de costas pra ele, levantou meu vestido e arrancou minha calcinha. Na mesma hora, ele tava atrás de mim, me furando em silêncio. Só se ouvia a respiração pesada dele e o som dos meus gemidos, cada vez mais altos. Ele não parava nem um segundo, uma metida e tirada constante, o pau inteiro até o fundo e depois quase todo pra fora, e a pélvis forte dele batendo com tudo em mim, sacudindo minha bunda, cada vez mais forte, mais rápido, mais violento, sempre em silêncio, e meus gemidos cada vez mais altos. Num momento, ele tirou e bateu com a ferramenta dele na minha buceta por fora, ficou esperando uns segundos, e eu separei minhas nádegas, mostrando meu desejo, minha vontade, meu total consentimento com tudo que tava rolando. Nenhum dos dois falava, aliás, eu nunca tinha ouvido ele falar, não conhecia a voz dele.
Ai, gatinho… eu falei numa hora e ele pegou minhas nádegas, separando elas agora, e começou de novo uma fodida forte, poderosa, num ritmo que me fazia não parar de gemer. Eu separei minhas nádegas pra ele entrar ainda mais fundo, ele tá na ponta dos pés, como se quisesse meter cada vez mais pra dentro. Sinto que ele acelera o ritmo e a respiração dele fica mais ofegante. Eu parei, empinando mais a bunda pra ele, tentando quebrar minha cintura. Ele me agarra forte na cintura e a bombada dele fica cada vez mais forte, a respiração dele acelera mais e mais. Percebo que nós dois amamos como minhas nádegas balançam com cada estocada dele.
—Você vai gozar assim… não tem camisinha… — eu falo e continuo na posição, me oferecendo bem aberta. Ele continua bombando, com a respiração ofegante, não diz uma palavra e sinto ele se esvaziando. Fazia tempo que não sentia uma explosão assim, escapa dele um gemido gutural, penso que nunca ouvi ele gemer daquele jeito com nenhuma das vadias que ele come, e isso me alegra, me faz sentir especial. E mesmo sem conhecer a voz dele direito, ele fica agarrado firme na minha cintura, me apertando contra ele, terminando de se esvaziar. O pau dele continua duro, fica mais um tempo sem falar, se movendo devagar, até que sinto ele tirar. Abaixo o vestido, viro pra ver ele se vestindo, e logo sai do apartamento. Ele me olha com um sorriso, eu olho sem entender muito, ele me dá um beijo na boca, me chupa a boca enquanto aperta forte minha bunda, e sai do meu apartamento.
Na tarde seguinte, tô nervosa. Fiquei fuçando e descobri que ele é do interior, vai pra faculdade de manhã e volta de tarde pra estudar.
Pontualmente às três, a campainha toca. Sinto que meu coração vai explodir. De novo, ela não diz nada, se despe e me vira contra a mesa de novo. Dessa vez, eu ouço a voz dela.
—Que buceta gostosa você tem — eu só gemo e não respondo, e sinto dois tapas fortes nas minhas nádegas que me deixam ainda mais excitada. — É assim que vou te comer direto… que puta você é… como você gosta de mostrar essa raba hein…? — Não respondo, só gemo cada vez mais. Dessa vez, ele tira meus peitos para fora do sutiã e começa a apalpar eles sem vergonha, com força demais, mas eu tô tão excitada que tudo me agrada, penso que se fosse meu marido a situação já teria acabado, mas com esse cara tudo me deixa com mais tesão.
-Que rabão você tem… e como você gosta de rebolar… tava procurando isso… hein… puta… precisava de pica hein… puta…?
—Que decisão… você é um degenerado… entrou na minha casa e me comeu… — ela me dá um tapa sonoro na bunda e acelera a fodida.
–Quer que eu pare e vá embora… hein… puta de rabão… e esses melões que você tem… não tinha reparado neles… como é que você chama tanta atenção com esse rabão…
—Me come, degenerado…
-Vamos pra cama… -vamo pro quarto, ela me faz tirar a roupa e me jogar de bunda pra cima na cama, por um tempo só fica olhando minha bunda, dá uma volta na cama de vez em quando e dá um toque leve na vara dela. Depois se ajeita, os joelhos dela por fora das minhas pernas e as pernas cruzadas por cima das minhas, como se tivesse me prendendo, isso me esquenta mais, e sinto ela meter aquela vara enorme bem dura de novo e não consigo parar de gemer, ela adora ficar meio sentada vendo minha bunda tremer, me faz sentar nela e se delicia com o movimento do meu rabo.
Não sei quanto tempo passa, mas de novo ele acelera o ritmo, sinto a respiração dele cada vez mais ofegante, sinto ele morder meu pescoço, quase violentamente, ele tá cada vez mais tarado… e de novo sinto a descarga profunda dele misturada com um gemido quase animal, ele cai deitado na cama, pela primeira vez acho que a gente se olha.
-Vai sair correndo de novo, hein…
—Falei pra minha colega não vir estudar hoje… vou te saborear a tarde inteira… putona…
Ele me diz com o pau durasso e eu não consigo parar de sorrir.
E agora já tá me chupando a bunda, parece um desesperado, nós dois sabemos o que vai rolar, mesmo que com meu marido eu não goste, tô morrendo de vontade de sentir o cara por trás.
—Vai doer… —digo, confirmando o que vai rolar…
-Você vai adorar… e toda vez que eu te ver rebolando por aí, vou saber que sou eu que como essa rabuda… hein, putinha…
—Vai devagarzinho, por favor… —e sinto que ele já tá enfiando devagar, vai ganhando terreno aos poucos até que tá toda dentro, me ajuda a ficar de quatro na cama e começa a me furar bem forte, me pega pelo cabelo e levanta minha cabeça, quando viro pra olhar ele com a boca aberta de tesão, ele cuspe violentamente na minha boca e me deixa à beira da loucura de tão excitada. Agora ele se deixa cair de lado, nós dois caímos de lado, o pau dele não sai nem por um segundo, com o braço esquerdo por baixo de mim ele aperta meus peitos, viro a cabeça e a gente se beija de boca aberta, fica um tempão apalpando meus peitos, de vez em quando aperta meu pescoço, mas sempre furando minha buceta bem forte, até que de novo sinto que ele vai gozar, adoro isso, fazia tempo que não curtia tanto assim. O pau dele continua duro, demora um monte pra ficar mole. Ele quer que a gente tome banho junto, adoro, pela primeira vez dou uma chupada do jeito que eu gosto, fico louca chupando uma boa ferramenta, ajoelhada na frente dele, chupo com prazer, olho fixo nos olhos dele, quando ele tá quase gozando, finge que vai tirar, seguro ele firme pela bunda não deixando escapar e sinto ele encher minha boca de porra que vou engolindo, obviamente, meu marido sabe e fica louco de tesão com tudo isso, sabe que eu gosto mais de caras mais novos que ele ou da minha idade.

3 comentários - Comendo meu vizinho gostoso