Na manhã seguinte, acordei animada, feliz, me sentindo completa. Fui pra cozinha esperando encontrar minha prima. Quando cheguei, vi ela sentada à mesa junto com meus tios, nossos primos e meus pais. Comecei a cumprimentar todo mundo, e quando chegou a vez dela, minha prima me olhou de um jeito provocante, enquanto eu tentava segurar a vontade de beijar a boca dela igual na noite anterior.
— Bom dia, Andy!
Nós duas nos cumprimentamos com um beijo no rosto.
Andrea: Bom dia, Vale.
Sentei do lado dela, e meus tios serviram o café. Andrea colocou uma das mãos na minha coxa e começou a acariciar por baixo da mesa. Isso fez meu coração acelerar e meus nervos ficarem à flor da pele. A gente trocou um olhar cúmplice, e eu rezava pra ela parar, senão eu ia ficar toda molhada.
Tio: Hoje vamos fazer uma expedição em família, dar uma volta pela cidade e conhecer os pontos turísticos mais famosos. O que acham da ideia?
Primos: Isso parece demais!
Quando ouvi isso, só pedia pra ter um momento a sós com a Andrea, nem que fosse rápido, pra poder beijar ela e dizer o quanto a amava.
Andrea: Vocês, homens, sempre pensando nesse tipo de plano.
Primo 1: E vocês, mulheres, sempre pensando em se exibir na piscina.
Tio: Filha, é uma atividade que fortalece a união da nossa família.
Andrea: Eu sei, pai, só esperava poder nadar um pouco e fazer umas compras.
Primo 2: Ah, que chato!
Eu só ficava ouvindo.
Primo 1: E você, Val, o que acha? Sei que você adora caminhar.
— Bom, eu…
Andrea: Nada disso, a Val concorda comigo…
Aí a Andrea desceu a mão um pouco mais, enfiando entre minhas pernas. Tava me deixando louca!
Andrea: Não é mesmo, prima?
Meu coração disparou de novo, e eu mal conseguia formar as palavras que queria dizer.
— B-bom… eu… ahm…
Pai: Filha, tá acontecendo alguma coisa? Você tá vermelha.
Meu pai tinha razão, sentia meu rosto todo quente. A Andrea tinha me deixado nervosa. Tentei disfarçar e falei:
— Só tô um pouco…
Andrea não parava de… acariciar minha perna por baixo da mesa, sorte que ninguém via os movimentos dela ou iam sacar o que tava rolando
—Calor… é, é que… tá quente…
Tio: Ah, querida, desculpa…
Meu tio me deu um copo de suco de laranja gelado, acabado de fazer
Tio: Toma aqui
—Valeu, tio…
Andrea tirou a mão da minha entreperna e falou:
Andrea: Vale sempre foi muito… acalorada…
Andrea me olhou e eu entendi que ela tava falando da nossa aventura noturna, isso fez eu engolir o suco de uma vez, o que me fez ficar com um pouco entalado na garganta e me fez tossir
Tio: Ei, calma, querida, tem suco pra caramba, não precisa se apressar
Andrea: É, Vale, calma
Falou Andrea com uma risada sarcástica
—Desculpa…
Falei como dava, tava meio sem fôlego e Andrea parecia adorar me deixar nervosa
Pai: Bom, querida, o que prefere: ir pra piscina ou fazer uma trilha?
—Por que não os dois?
Tio: Acho uma ideia melhor ainda! Bom, vão se arrumar que a gente tem meia hora
Todo mundo levantou da mesa e eu fui pro meu quarto arrumar minhas coisas e me ajeitar, mas aí alguém me parou…
Andrea: Pai, vou acompanhar a Val, tá? Assim a gente se ajuda
Tio: Claro, filha, vai
Andrea tinha me pegado pelo braço e eu fiquei nervosa
Andrea: Vamos, prima!
Aí Andrea me levou até meu quarto e quando fechou a porta, me encostou na parede
—QUE QUE CÊ TÁ FAZEN…
Andrea: Shhh
Andrea começou a me beijar com paixão, eu sem reclamar, grudei nela e continuamos nos beijando. Uns minutos depois, Andrea se separou do beijo e se ajoelhou
Andrea: A hora do café ainda não acabou…
Andrea tirou meu short e eu tentei impedir ela, sim, tava com tesão e morrendo de vontade que ela metesse a língua na minha buceta, mas não era a hora
—Não! Espera! Agora n… aahh!
Sem me deixar terminar, Andrea mergulhou a língua na minha xereca e eu tive que tapar a boca pra não gritar
—Mhh… mmhh, mmhh…
Andrea chupou minha buceta com gosto e a adrenalina de sentir que podiam nos pegar Assim, aumentava ainda mais a minha tara
Andrea: Mmhh… mal comecei e você já tá toda molhadinha…
Disse Andrea antes de meter a língua de novo na minha buceta, eu me esforçando ao máximo pra não gemer. Uns minutos depois, Andrea se afastou, me deixando no meio do orgasmo
Andrea: Mmm, adoro o gosto da sua coisinha
— Por favor, agora não… tô tão perto!
Andrea deu uma risadinha e depois me beijou
Andrea: Eu sei, mas não podemos molhar o chão agora
— Você é tão cruel!
Andrea começou a lamber os próprios lábios, isso me provocava ainda mais…
— Bom dia, Andy!
Nós duas nos cumprimentamos com um beijo no rosto.
Andrea: Bom dia, Vale.
Sentei do lado dela, e meus tios serviram o café. Andrea colocou uma das mãos na minha coxa e começou a acariciar por baixo da mesa. Isso fez meu coração acelerar e meus nervos ficarem à flor da pele. A gente trocou um olhar cúmplice, e eu rezava pra ela parar, senão eu ia ficar toda molhada.
Tio: Hoje vamos fazer uma expedição em família, dar uma volta pela cidade e conhecer os pontos turísticos mais famosos. O que acham da ideia?
Primos: Isso parece demais!
Quando ouvi isso, só pedia pra ter um momento a sós com a Andrea, nem que fosse rápido, pra poder beijar ela e dizer o quanto a amava.
Andrea: Vocês, homens, sempre pensando nesse tipo de plano.
Primo 1: E vocês, mulheres, sempre pensando em se exibir na piscina.
Tio: Filha, é uma atividade que fortalece a união da nossa família.
Andrea: Eu sei, pai, só esperava poder nadar um pouco e fazer umas compras.
Primo 2: Ah, que chato!
Eu só ficava ouvindo.
Primo 1: E você, Val, o que acha? Sei que você adora caminhar.
— Bom, eu…
Andrea: Nada disso, a Val concorda comigo…
Aí a Andrea desceu a mão um pouco mais, enfiando entre minhas pernas. Tava me deixando louca!
Andrea: Não é mesmo, prima?
Meu coração disparou de novo, e eu mal conseguia formar as palavras que queria dizer.
— B-bom… eu… ahm…
Pai: Filha, tá acontecendo alguma coisa? Você tá vermelha.
Meu pai tinha razão, sentia meu rosto todo quente. A Andrea tinha me deixado nervosa. Tentei disfarçar e falei:
— Só tô um pouco…
Andrea não parava de… acariciar minha perna por baixo da mesa, sorte que ninguém via os movimentos dela ou iam sacar o que tava rolando
—Calor… é, é que… tá quente…
Tio: Ah, querida, desculpa…
Meu tio me deu um copo de suco de laranja gelado, acabado de fazer
Tio: Toma aqui
—Valeu, tio…
Andrea tirou a mão da minha entreperna e falou:
Andrea: Vale sempre foi muito… acalorada…
Andrea me olhou e eu entendi que ela tava falando da nossa aventura noturna, isso fez eu engolir o suco de uma vez, o que me fez ficar com um pouco entalado na garganta e me fez tossir
Tio: Ei, calma, querida, tem suco pra caramba, não precisa se apressar
Andrea: É, Vale, calma
Falou Andrea com uma risada sarcástica
—Desculpa…
Falei como dava, tava meio sem fôlego e Andrea parecia adorar me deixar nervosa
Pai: Bom, querida, o que prefere: ir pra piscina ou fazer uma trilha?
—Por que não os dois?
Tio: Acho uma ideia melhor ainda! Bom, vão se arrumar que a gente tem meia hora
Todo mundo levantou da mesa e eu fui pro meu quarto arrumar minhas coisas e me ajeitar, mas aí alguém me parou…
Andrea: Pai, vou acompanhar a Val, tá? Assim a gente se ajuda
Tio: Claro, filha, vai
Andrea tinha me pegado pelo braço e eu fiquei nervosa
Andrea: Vamos, prima!
Aí Andrea me levou até meu quarto e quando fechou a porta, me encostou na parede
—QUE QUE CÊ TÁ FAZEN…
Andrea: Shhh
Andrea começou a me beijar com paixão, eu sem reclamar, grudei nela e continuamos nos beijando. Uns minutos depois, Andrea se separou do beijo e se ajoelhou
Andrea: A hora do café ainda não acabou…
Andrea tirou meu short e eu tentei impedir ela, sim, tava com tesão e morrendo de vontade que ela metesse a língua na minha buceta, mas não era a hora
—Não! Espera! Agora n… aahh!
Sem me deixar terminar, Andrea mergulhou a língua na minha xereca e eu tive que tapar a boca pra não gritar
—Mhh… mmhh, mmhh…
Andrea chupou minha buceta com gosto e a adrenalina de sentir que podiam nos pegar Assim, aumentava ainda mais a minha tara
Andrea: Mmhh… mal comecei e você já tá toda molhadinha…
Disse Andrea antes de meter a língua de novo na minha buceta, eu me esforçando ao máximo pra não gemer. Uns minutos depois, Andrea se afastou, me deixando no meio do orgasmo
Andrea: Mmm, adoro o gosto da sua coisinha
— Por favor, agora não… tô tão perto!
Andrea deu uma risadinha e depois me beijou
Andrea: Eu sei, mas não podemos molhar o chão agora
— Você é tão cruel!
Andrea começou a lamber os próprios lábios, isso me provocava ainda mais…
1 comentários - Férias lésbicas com minha prima (Cap. 6) Desejo provocado