Olá, querida comunidade!!! Sentiram minha falta?? Eu senti. Tava com saudade de contar minhas histórias, minhas aventuras. A que vou relatar agora aconteceu não faz muito tempo. Tudo começou no dia que me mudei pro apartamento onde moro agora. Combinei com uma amiga e o marido dela pra me dar uma mão e marcamos pra um sábado. Quando o caminhão da mudança chegou, começamos a descer as coisas e subir tudo até o 5º andar. Nisso, chega o zelador do prédio e me pergunta se quero uma ajuda. Claro, falei, assim a gente termina mais rápido. Não tenho muita coisa, então antes do meio-dia já tínhamos descido tudo do caminhão e subido até o corredor do 5º andar. Faltava terminar de colocar tudo pra dentro do apartamento, mas como minha amiga e o marido tinham outro compromisso, falei: deixa que eu termino. Agradeci pela ajuda e me despedi deles. Mas não tava sozinha, o Eduardo, o zelador, tinha ficado, e ele disse: eu te ajudo a terminar. Eduardo era um senhor de uns 50 anos, não muito alto, com uma barriguinha e meio careca. Mas parecia bem forte. Quando terminamos de colocar tudo pra dentro, ele falou: bom, já terminamos, qualquer coisa que precisar, eu moro lá em cima, no último andar. Agradeci pela ajuda e, como sou meio sem vergonha às vezes, abracei ele e dei um beijo na bochecha. Uns dias depois, comprei um vinho bom e dei pra ele quando o vi na entrada, perguntei se ele gostava de vinho e ele respondeu: siiiim, como não vou gostar, gata!!! Obrigado, não precisava, ele disse. Com o tempo, fomos criando uma boa química, era um senhor muito educado e correto, sempre me perguntava como eu tava, se precisava de algo. A gente conversava quando se encontrava na entrada e assim fiquei sabendo que ele tem 52 anos, que era casado e tinha 2 filhos, e todos moravam lá, no último andar. Um dia, tava em casa e, tentando conectar uma lâmpada, acabei fazendo a luz cair. Antes de fazer merda, pensei em descer pra ver se encontrava o Eduardo. Por sorte, encontrei e contei o que tinha acontecido. Passado, não esquenta, gata, ele me disse, vou pegar umas ferramentas e dar uma olhada. Tava calor, então eu tava de shortinho curto e uma regatinha. Ele toca a campainha e eu abro a porta. Ele entra, mostro o abajur e ele começa a examinar. Edu, falei, quer um negócio gelado pra tomar? — Ah, bora, tá muito calor. Perguntei: água, refrigerante, uma cervejinha? — Uau, uma cervejinha não cairia mal, ele disse. Peguei duas garrafas da geladeira e dei uma pra ele. Depois de uns minutos, ele falou: já foi, era uma bobagem, um fio descascado. Aí ofereci outra cerveja, e ele: bora, minha família não tá em casa, então não preciso voltar correndo. Esse comentário me deu abertura pra perguntar, ou melhor, fazer a conversa ficar mais íntima. Claro, falei, porque sua mulher deve te deixar na coleira curta, você deve se fazer de galã com todas as minas do prédio! — Não, nada a ver, ele disse, eu sou um santo. E a gente riu. A verdade é que Eduardo não era um cara com um físico foda nem nada, não era um cinquentão gostosão daqueles que partem o chão. Mas eu costumo ficar mais afim de homens mais velhos como ele. O tio barrigudo com braços fortes que te pegam e te fazem ver estrelas. Então claramente eu tava a fim dele. Me fazendo de sonsa, me virei e me abaixei fingindo pegar alguma coisa do chão pra ver se o shortinho mostrava minha raba. Quando me virei, ele claramente tava olhando minha bunda e perguntei: perdão?? Tava olhando alguma coisa?? Me fazendo de besta, óbvio. — Não, não, é que... não, não tava. Não sabia o que dizer. — Hum, não se faz de desligado, falei, já sei que tava olhando minha raba!! — Bom, sim, é que... você tem uma raba gostosa, ele disse. — Acha?? Perguntei enquanto me aproximava dele. — Sim, muito gostosa, ele disse. Já quase em cima dele, falei: e o que você faria com essa minha bucetinha?? — Ufa!! Tantas coisas, ele disse, todo excitado e meio nervoso. Na hora, me joguei nele e beijei ele na boca. A gente se beijou e pude confirmar o que suspeitava: ele tinha dois braços e mãos muito fortes que me seguravam pela cintura. Continuamos nos beijando e as mãos dele desceram até minha bunda, começou a apertar e apalpar com força. Na hora senti o pau dele endurecer quando me apertava contra ele. Eu desci uma mão, que estava em volta do pescoço dele, e peguei no pau dele por cima da calça. Percebi que, embora não fosse enorme, era grosso e tinha um comprimento aceitável. Comecei a apalpar bem o pau dele, mas quando tentei enfiar a mão dentro da calça, ele me afastou e disse: não, para, não posso, agora não posso. Pegou as coisas dele e foi embora. Na hora pensei que ele tinha se arrependido porque eu era uma garota trans, ou que ficou com medo, sei lá, algo assim. Uns três dias depois, encontro ele de noitinha, quando eu voltava da academia. Aproveitei que não tinha ninguém e perguntei o que tinha acontecido no outro dia. Não, me perdoa, ele disse, é que me deu um negócio, sabe, eu nunca estive com alguém como você. É isso?? Eu falei. Mas você gostou ou não?? Sim, ele disse, eu gosto de você??? Na mesma hora, olhei pra todos os lados pra ver se vinha alguém, ele me pegou pela mão e disse: vem. Descemos as escadas e fomos pro subsolo. Ele me levou por uns corredores até uma porta. Abriu e disse entra. Era um quarto onde guardava as coisas de limpeza e algumas ferramentas. Fechou a porta, me agarrou e começou a me beijar igual da outra vez. Eu, toda suada da academia, fiquei doida. Ele começou a me percorrer com aquelas mãos grandes e fortes. Apertava minha bunda, enfiou debaixo da minha camiseta e apalpava meus peitinhos. Eu tava pegando fogo e beijava ele enquanto, agora sim, enfiava a mão na calça dele. Acariciava o pau dele que já tava bem duro. Nessa hora parei de beijar ele e me ajoelhei na frente dele. Abri a calça dele, puxei pra baixo e tirei o pau dele. Era grosso, curto, mas grosso, cabeçudo, cheio de veias e tava bem duro. Enfiei como pude na minha boca e comecei a chupar ele. Ele tava super excitado, gemia, a respiração dele ficava entrecortada e ele me segurava pela cabeça pra pressionar contra o membro dele. Quando percebi que ele Eu já tava pronto e eu não aguentava mais. Levantei, desci minha calça legging, minha calcinha, me virei e me inclinei um pouco, deixando minha raba pronta. Ele segurou minha cintura com uma mão enquanto com a outra pegava o pau dele e levava até a porta do meu cu. Cuspiu na ponta e começou a pressionar. Quando enfiou a cabeça dentro de mim, eu soltei um gritinho e ele deu um suspiro. Agora sim, ele me segurou com as duas mãos fortes na cintura e começou a me comer devagar. Cada vez que ele metia, ia mais fundo e mais fundo até que tava tudo dentro de mim. Eu falava: "Isso, Edu, mete mais, me come forte, me faz gritar." Parece que isso deixou ele louco, porque ele começou a tirar e meter com força, me puxando pra trás com as mãos na minha cintura. De verdade, eu sentia ele me abrindo com aquele pau grosso. Meu cu já tava totalmente dilatado e ele continuava. Até que de repente senti a respiração dele e os gemidos aumentarem, e ele se descarregou dentro de mim, inundando meu cu com o leite dele. Parece que ele tava com muita coisa guardada, que fazia tempo que não gozava. Literalmente escorria do meu cu. Assim, toda melada, subi minha calcinha, a legging, beijei ele e falei: "Tchau, Edu, a gente se vê." Depois de vários meses, de vez em quando, ele dá uma passada no apartamento pra "arrumar alguma coisa" e me dar uma boa fodida. O mais sacana de tudo isso é que conheci a esposa dele, e quando ela me vê, me cumprimenta super educada. Ela nem imagina que o marido dela me deixa toda aberta e cheia de porra quando me visita. Espero que não tenham se entediado com meu relato. Prometo continuar contando mais histórias. Não esqueçam de deixar uns pontos e comentar. Amo vocês!!!❤️❤️❤️
3 comentários - Novo conto gostoso!!!