Depois de lavar a louça, subi pro meu quarto e dava pra ouvir os gemidos que vinham do chuveiro. Tavam fodendo de novo, parecia que não cansavam. Não consegui evitar uma ereção, então, enquanto escutava, decidi bater uma no meu quarto. Quando terminei, coloquei meus fones e tentei não pensar em tudo que tinha rolado, me distrair daquela batalha sexual toda que tava rolando no chuveiro. Um tempo depois, parei de ouvir os gemidos, então resolvi ir ver o que tava acontecendo, talvez aquele cara tivesse ido embora ou algo assim. Mas quando olhei pro quarto da minha mãe, encontrei os dois completamente pelados e dormindo. Finalmente podia descansar e pensar no que fazer daqui pra frente. Não queria continuar ali, mesmo que me desse um tesão enorme, também me dava nojo ver minha mãe virada na puta daquele homem. Mas pra onde ir? Talvez pudesse ir pra casa da Angélica, uma das minhas amigas mais próximas, e assim descansar dos últimos acontecimentos. Mas também não queria abandonar minha mãe, pensava no que ela era e tinha muita vontade de recuperá-la. Precisava ajudar ela a se tocar, ela só tava louca pela pica daquele cara, mas precisava encontrar um jeito dela voltar a ser como antes.
Um tempo depois, saí do meu quarto, achei que minha mãe tivesse preparando o almoço. Quando cheguei no último degrau, vi aquele sujeito sentado no sofá, de novo pelado, e minha mãe entre as pernas dele, chupando a pica dele. Não podia acreditar, será que não tinha um momento em que eles não fodiam? Quando ele me viu, falou:
Ele: Até que enfim desceu, lixo. Se apressa com a comida que a puta da sua mãe precisa de muita energia.
Ele soltou uma gargalhada.
Ele: Você é insaciável, big booty.
Minha mãe só balançava a cabeça pra cima e pra baixo.
Mãe: Slurp, slurp, slurp.
— Agh.
De má vontade, fui preparar alguma coisa. Tava com fome e não queria que ele me batesse de novo.
Mãe: Que pica gostosa.
Disse minha mãe pra voltar a chupar a pica daquele cara.
Ele: Isso mesmo, gata, tira minha porra, meus ovos ainda tão bem cheios. Eu podia ouvir minha mãe fazendo aqueles sons enquanto chupava a pica daquele cara. Quando terminou, servi a comida e comecei o mais rápido que podia pra poder subir pro meu quarto.
Ele: Big booty, parece que o inútil do seu filho já fez a comida.
Minha mãe tirou a pica da boca, se levantou e foi até a mesa onde eu estava sentado.
Mãe: Obrigada, querido.
Eu só ignorei ela enquanto comia. Os dois sentaram pra comer e, quando terminaram, minha mãe se levantou.
Mãe: Quero minha sobremesa.
Sobremesa? Não tinha feito nada pra sobremesa.
Ele: Poxa, parece que alguém ficou com fome.
Ele deu uma gargalhada e fez um sinal pra minha mãe. Ela deu a volta na mesa e se ajoelhou. Será que ia chupar a pica dele de novo?
—Ah, não, de novo não.
Ele: O que você disse, inútil?
Fiquei com medo de levar uma porrada, então me fiz de sonso.
—Nada…
Ele: Foi o que pensei. Vai, big booty, come toda a sua sobremesa.
Mãe: Mmm, sim, papai.
Minha mãe enfiou a pica daquele cara na boca de novo.
Mãe: Slurp, slurp, slurp.
Ele: Isso aí, deixa eu ver essa rabuda enquanto me chupa.
Minha mãe começou a rebolando de um jeito sensual enquanto chupava a pica daquele cara.
Ele: Ahh, sim, gatinha, oohh, como você chupa bem, oohh.
Minha mãe continuava chupando a pica daquele cara, e eu resolvi vazar dali. Me tranquei no meu quarto e depois ouvi a risada da minha mãe, aquela risada provocante que ela tava tendo ultimamente, parecia uma colegial apaixonada, tava cega.
Mãe: Aahh, sim, amor, aahh, não para, aahh.
De novo os gemidos da minha mãe começaram a ecoar. Não aguentava mais. Decidi sair e vi os dois ali, no meio do hall, minha mãe apoiada na parede enquanto aquele cara metia nela por trás. Eu passei rápido e saí de casa, precisava de ar fresco.
Fui ver a Angélica, precisava contar pra alguém o que tava rolando. Ela abriu a porta e eu abracei ela.
Angélica: Ei! Você tá bem?
Angélica me devolveu o abraço e eu só balancei a cabeça. Ela me convidou pra entrar e a gente sentou no sofá da sala dela. Angélica: Te vejo mal, quer falar sobre isso?
- Só tô meio cansado…
Angélica: Vou pegar uma água pra você…
Angélica levantou e foi pra cozinha, uns segundos depois voltou com um copo d'água e me entregou. Agradeci e ela sentou de novo.
Angélica: Não vou te obrigar a me contar, mas cê sabe que pode contar comigo pra tudo.
- É que…
Angélica: É que, o quê?
Tava nervoso e com vergonha de contar pra Angélica o que tava rolando. Como é que você fala pra uma amiga que sua mãe virou escrava sexual de um cara qualquer? Respirei fundo e decidi falar.
- Minha mãe…
Angélica: Ela tá doente? O que ela tem?
- Não, não é isso…
Angélica: Então?
- Minha mãe arranjou um namorado novo…
Angélica: Bom… é bem normal isso te afetar, mas…
Aí eu cortei ela.
- Não, isso não é o pior.
Angélica: Cê tá me assustando, o que que houve?
- Bom… ele…
Angélica: Bate nela?
- Não, é o contrário…
Angélica me olhava preocupada e eu não sabia como explicar tudo que tava rolando na minha casa…
Voltei pra casa sem ter conseguido confessar pra Angélica o que tinha acontecido. Faltou coragem pra falar que minha casa tinha virado um puteiro com a minha mãe como protagonista. Quando abri a porta, encontrei minha mãe cavalgando aquele sujeito no sofá.
Mãe: Aaahh que gostoso aahh mais, papai aahh!!
Ele tava chupando os peitos da minha mãe enquanto dava tapas na bunda dela. Eu só subi e me tranquei no meu quarto. Umas horas depois, abri os olhos. Tinha dormido, tava escuro, mas consegui ver uma figura bem familiar.
Mãe: Me perdoa, amor…
- Mãe?
Mãe: Não sei o que dá em mim, é que o pau dele é tão grande… não consigo me controlar.
Minha mãe tinha entrado no meu quarto só pra me falar isso, sério?
Mãe: Sei que cê não entende, mas o Jack não é ruim. Ele me dá um prazer que eu nunca senti antes.
- Por favor, sai do meu quarto.
Minha mãe tentou me acariciar, mas eu afastei a mão dela. Dava pra sentir o cheiro de sexo que vinha do corpo dela. Ela levantou e aí eu consegui ver melhor: minha mãe tava pelada, dava pra ver os bicos dos peitos dela. duros
graças à luz que entrava pela minha janela
Mãe: Só queria que você ficasse feliz por mim, agora sou muito feliz
Minha mãe abriu a porta e saiu do meu quarto, alguns minutos depois, os gemidos da minha mãe voltaram a inundar o silêncio da noite
Mãe: Aaah não para!! Aaah adoro o teu pau!!
Os gritos da minha mãe eram acompanhados pelo som de plaf, plaf, plaf, outra ereção tomou conta de mim e decidi me levantar para ir ver alguns minutos, a porta estava entreaberta e pude ver como aquele homem a tinha de quatro enquanto puxava o cabelo da minha mãe
Ele: Oohh que rabão de foxy que você tem!! Oohh puta rabuda!!
Mãe: Aaah love aaah toca nos meus peitos!!
Não conseguia acreditar como era possível que minha mãe falasse daquele jeito, ela sempre tinha sido recatada e respeitável, talvez o que Carla tinha me dito fosse verdade, minha mãe sempre tinha sido uma puta
Ele: Oohh adoro como esses peitões quicam oohh
De repente ele se abaixou para tocar os peitos da minha mãe
Mãe: Aaah sim Deus aaah é tão grande aaah!!
Eu não resisti e tive que começar a bater uma punheta vendo os amantes foderem como animais
Mãe: Aaah vou gozar love vou gozar aaah!!
Ele: Oohh e eu puta oohh!!
Então ele deu as últimas estocadas e soltou um grunhido seguido de um jato que acertou direto nos lençóis, minha mãe tinha gozado e então ele parou
Mãe: Aaah posso sentir seu gozo inundando minha buceta aaah…
ELE TINHA GOZADO DENTRO DA MINHA MÃE, sabia que minha mãe estava tomando as pílulas, mas mesmo assim me preocupava, minha mãe ainda era fértil, e se ela engravidasse daquele cara?
Ele: Oohh que delícia encher sua buceta de puta
Mãe: Mmm papai, você deixou minha buceta morrendo de vontade de sentir seu leite
Ele: Bom, agora que o inútil do seu filho já sabe, não vai ter problema se eu te engravidar
Ele disse soltando uma gargalhada
Mãe: Mmm isso eu adoraria love
Disse minha mãe caindo na cama totalmente nua enquanto ria de forma provocante. Ele tirou um isqueiro e se acomodou do lado da minha mãe
Ele: Toma
Deu um cigarro pra minha mãe
Mãe: Já tava com saudade de fumar com você
Ele: Cê sabe que a melhor erva é comigo
Agora minha mãe fumava erva?
Mãe: E a melhor buceta também
Disse minha mãe enquanto começava a puxar aquele baseado
Mãe: Aah, é uma delícia
Ele: Não sei se cê curte mais a erva ou a minha rola
Falou ele se cagando de rir
Mãe: Mmm, se meter de novo em mim, dá pra conferir
Minha mãe tava praticamente implorando pra ele comer ela de novo
Ele: Boa ideia, mas primeiro me dá um pouco
Minha mãe passou o baseado e ele começou a fumar
Ele: Porra, adoro isso
Mãe: Deus, toda vez que fumo fico com um tesão danado
Ele: Isso não é problema, rabuda
Ele deitou e depois balançou a rola olhando pra minha mãe
Mãe: Mmm, olha esse pauzão
Ele: Vem e monta, peituda
Minha mãe subiu e começou a cavalgar aquele cara enquanto ele fumava
Mãe: Aahh, como adoro montar em você aahh
Não bastava transformar minha mãe numa viciada em sexo, agora queria fazer dela uma viciada em erva também
Ele: Oohh, vai, gostosa, oohh
Mãe: Aahh, isso aahh aahh
Não dava pra acreditar, minha mãe tinha virado tudo que sempre odiou e o pior é que eu não podia fazer nada, ela parecia feliz.
Um tempo depois, ele passou o baseado pra minha mãe enquanto ela montava nele, ela pegou e fumava enquanto cavalgava aquele cara com vontade
Ele: Oohh, isso oohh, vou encher essa buceta oohh
Mãe: Aahh, me dá tudo, meu amor aahh
Não aguentei mais ver, fui pro meu quarto tentar pegar no sono.
Um tempo depois, saí do meu quarto, achei que minha mãe tivesse preparando o almoço. Quando cheguei no último degrau, vi aquele sujeito sentado no sofá, de novo pelado, e minha mãe entre as pernas dele, chupando a pica dele. Não podia acreditar, será que não tinha um momento em que eles não fodiam? Quando ele me viu, falou:
Ele: Até que enfim desceu, lixo. Se apressa com a comida que a puta da sua mãe precisa de muita energia.
Ele soltou uma gargalhada.
Ele: Você é insaciável, big booty.
Minha mãe só balançava a cabeça pra cima e pra baixo.
Mãe: Slurp, slurp, slurp.
— Agh.
De má vontade, fui preparar alguma coisa. Tava com fome e não queria que ele me batesse de novo.
Mãe: Que pica gostosa.
Disse minha mãe pra voltar a chupar a pica daquele cara.
Ele: Isso mesmo, gata, tira minha porra, meus ovos ainda tão bem cheios. Eu podia ouvir minha mãe fazendo aqueles sons enquanto chupava a pica daquele cara. Quando terminou, servi a comida e comecei o mais rápido que podia pra poder subir pro meu quarto.
Ele: Big booty, parece que o inútil do seu filho já fez a comida.
Minha mãe tirou a pica da boca, se levantou e foi até a mesa onde eu estava sentado.
Mãe: Obrigada, querido.
Eu só ignorei ela enquanto comia. Os dois sentaram pra comer e, quando terminaram, minha mãe se levantou.
Mãe: Quero minha sobremesa.
Sobremesa? Não tinha feito nada pra sobremesa.
Ele: Poxa, parece que alguém ficou com fome.
Ele deu uma gargalhada e fez um sinal pra minha mãe. Ela deu a volta na mesa e se ajoelhou. Será que ia chupar a pica dele de novo?
—Ah, não, de novo não.
Ele: O que você disse, inútil?
Fiquei com medo de levar uma porrada, então me fiz de sonso.
—Nada…
Ele: Foi o que pensei. Vai, big booty, come toda a sua sobremesa.
Mãe: Mmm, sim, papai.
Minha mãe enfiou a pica daquele cara na boca de novo.
Mãe: Slurp, slurp, slurp.
Ele: Isso aí, deixa eu ver essa rabuda enquanto me chupa.
Minha mãe começou a rebolando de um jeito sensual enquanto chupava a pica daquele cara.
Ele: Ahh, sim, gatinha, oohh, como você chupa bem, oohh.
Minha mãe continuava chupando a pica daquele cara, e eu resolvi vazar dali. Me tranquei no meu quarto e depois ouvi a risada da minha mãe, aquela risada provocante que ela tava tendo ultimamente, parecia uma colegial apaixonada, tava cega.
Mãe: Aahh, sim, amor, aahh, não para, aahh.
De novo os gemidos da minha mãe começaram a ecoar. Não aguentava mais. Decidi sair e vi os dois ali, no meio do hall, minha mãe apoiada na parede enquanto aquele cara metia nela por trás. Eu passei rápido e saí de casa, precisava de ar fresco.
Fui ver a Angélica, precisava contar pra alguém o que tava rolando. Ela abriu a porta e eu abracei ela.
Angélica: Ei! Você tá bem?
Angélica me devolveu o abraço e eu só balancei a cabeça. Ela me convidou pra entrar e a gente sentou no sofá da sala dela. Angélica: Te vejo mal, quer falar sobre isso?
- Só tô meio cansado…
Angélica: Vou pegar uma água pra você…
Angélica levantou e foi pra cozinha, uns segundos depois voltou com um copo d'água e me entregou. Agradeci e ela sentou de novo.
Angélica: Não vou te obrigar a me contar, mas cê sabe que pode contar comigo pra tudo.
- É que…
Angélica: É que, o quê?
Tava nervoso e com vergonha de contar pra Angélica o que tava rolando. Como é que você fala pra uma amiga que sua mãe virou escrava sexual de um cara qualquer? Respirei fundo e decidi falar.
- Minha mãe…
Angélica: Ela tá doente? O que ela tem?
- Não, não é isso…
Angélica: Então?
- Minha mãe arranjou um namorado novo…
Angélica: Bom… é bem normal isso te afetar, mas…
Aí eu cortei ela.
- Não, isso não é o pior.
Angélica: Cê tá me assustando, o que que houve?
- Bom… ele…
Angélica: Bate nela?
- Não, é o contrário…
Angélica me olhava preocupada e eu não sabia como explicar tudo que tava rolando na minha casa…
Voltei pra casa sem ter conseguido confessar pra Angélica o que tinha acontecido. Faltou coragem pra falar que minha casa tinha virado um puteiro com a minha mãe como protagonista. Quando abri a porta, encontrei minha mãe cavalgando aquele sujeito no sofá.
Mãe: Aaahh que gostoso aahh mais, papai aahh!!
Ele tava chupando os peitos da minha mãe enquanto dava tapas na bunda dela. Eu só subi e me tranquei no meu quarto. Umas horas depois, abri os olhos. Tinha dormido, tava escuro, mas consegui ver uma figura bem familiar.
Mãe: Me perdoa, amor…
- Mãe?
Mãe: Não sei o que dá em mim, é que o pau dele é tão grande… não consigo me controlar.
Minha mãe tinha entrado no meu quarto só pra me falar isso, sério?
Mãe: Sei que cê não entende, mas o Jack não é ruim. Ele me dá um prazer que eu nunca senti antes.
- Por favor, sai do meu quarto.
Minha mãe tentou me acariciar, mas eu afastei a mão dela. Dava pra sentir o cheiro de sexo que vinha do corpo dela. Ela levantou e aí eu consegui ver melhor: minha mãe tava pelada, dava pra ver os bicos dos peitos dela. duros
graças à luz que entrava pela minha janela
Mãe: Só queria que você ficasse feliz por mim, agora sou muito feliz
Minha mãe abriu a porta e saiu do meu quarto, alguns minutos depois, os gemidos da minha mãe voltaram a inundar o silêncio da noite
Mãe: Aaah não para!! Aaah adoro o teu pau!!
Os gritos da minha mãe eram acompanhados pelo som de plaf, plaf, plaf, outra ereção tomou conta de mim e decidi me levantar para ir ver alguns minutos, a porta estava entreaberta e pude ver como aquele homem a tinha de quatro enquanto puxava o cabelo da minha mãe
Ele: Oohh que rabão de foxy que você tem!! Oohh puta rabuda!!
Mãe: Aaah love aaah toca nos meus peitos!!
Não conseguia acreditar como era possível que minha mãe falasse daquele jeito, ela sempre tinha sido recatada e respeitável, talvez o que Carla tinha me dito fosse verdade, minha mãe sempre tinha sido uma puta
Ele: Oohh adoro como esses peitões quicam oohh
De repente ele se abaixou para tocar os peitos da minha mãe
Mãe: Aaah sim Deus aaah é tão grande aaah!!
Eu não resisti e tive que começar a bater uma punheta vendo os amantes foderem como animais
Mãe: Aaah vou gozar love vou gozar aaah!!
Ele: Oohh e eu puta oohh!!
Então ele deu as últimas estocadas e soltou um grunhido seguido de um jato que acertou direto nos lençóis, minha mãe tinha gozado e então ele parou
Mãe: Aaah posso sentir seu gozo inundando minha buceta aaah…
ELE TINHA GOZADO DENTRO DA MINHA MÃE, sabia que minha mãe estava tomando as pílulas, mas mesmo assim me preocupava, minha mãe ainda era fértil, e se ela engravidasse daquele cara?
Ele: Oohh que delícia encher sua buceta de puta
Mãe: Mmm papai, você deixou minha buceta morrendo de vontade de sentir seu leite
Ele: Bom, agora que o inútil do seu filho já sabe, não vai ter problema se eu te engravidar
Ele disse soltando uma gargalhada
Mãe: Mmm isso eu adoraria love
Disse minha mãe caindo na cama totalmente nua enquanto ria de forma provocante. Ele tirou um isqueiro e se acomodou do lado da minha mãe
Ele: Toma
Deu um cigarro pra minha mãe
Mãe: Já tava com saudade de fumar com você
Ele: Cê sabe que a melhor erva é comigo
Agora minha mãe fumava erva?
Mãe: E a melhor buceta também
Disse minha mãe enquanto começava a puxar aquele baseado
Mãe: Aah, é uma delícia
Ele: Não sei se cê curte mais a erva ou a minha rola
Falou ele se cagando de rir
Mãe: Mmm, se meter de novo em mim, dá pra conferir
Minha mãe tava praticamente implorando pra ele comer ela de novo
Ele: Boa ideia, mas primeiro me dá um pouco
Minha mãe passou o baseado e ele começou a fumar
Ele: Porra, adoro isso
Mãe: Deus, toda vez que fumo fico com um tesão danado
Ele: Isso não é problema, rabuda
Ele deitou e depois balançou a rola olhando pra minha mãe
Mãe: Mmm, olha esse pauzão
Ele: Vem e monta, peituda
Minha mãe subiu e começou a cavalgar aquele cara enquanto ele fumava
Mãe: Aahh, como adoro montar em você aahh
Não bastava transformar minha mãe numa viciada em sexo, agora queria fazer dela uma viciada em erva também
Ele: Oohh, vai, gostosa, oohh
Mãe: Aahh, isso aahh aahh
Não dava pra acreditar, minha mãe tinha virado tudo que sempre odiou e o pior é que eu não podia fazer nada, ela parecia feliz.
Um tempo depois, ele passou o baseado pra minha mãe enquanto ela montava nele, ela pegou e fumava enquanto cavalgava aquele cara com vontade
Ele: Oohh, isso oohh, vou encher essa buceta oohh
Mãe: Aahh, me dá tudo, meu amor aahh
Não aguentei mais ver, fui pro meu quarto tentar pegar no sono.
2 comentários - Minha mãe e o namorado negro (Cap. 11) Novas surpresas