11 anos depois… (X)




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Compêndio IIIO PRESENTE III

Ficamos um tempo em silêncio, tentando recuperar o fôlego. Violeta continuava olhando pra minha meia-bomba, a mão ainda enfiada na calcinha preta, enquanto Marisol assumia o controle. Ver a irmã mais nova se tocando com tanta intensidade era irresistivelmente excitante. Meu rouxinol sentia a própria excitação crescer, a respiração ofegante com os peitos ardendo se contraindo enquanto a observava.

Foi então que os olhos de Violeta viram a fome nos olhos da minha esposa, quase fazendo ela gozar. Marisol, com uma voz firme e autoritária, empurrou suavemente a irmã pelas costas.

+Se curva! – ordenou com um grunhido que fez um arrepio percorrer o corpo dela.

Os olhos de Violeta pareciam apavorados…

•Mas Mari… é grande demais… – protestou com a voz fraca.

E surpreendendo a nós dois, meu rouxinol mostrou seu lado meigo.

+Eu sei! – confessou Marisol com um tom de nostalgia e doçura. – Na primeira vez, também me assustou… mas eu adoraria que ele tivesse te desvirginado primeiro...

As palavras do meu doce rouxinol nos deixaram pasmos de novo…

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Nos bastidores, era uma conversa que surgia frequentemente na família da Marisol. Tanto a Amelia quanto minha esposa concordavam com a ideia: ter perdido a virgindade comigo foi algo que marcou elas pra sempre. No caso da Amelia, e como também aconteceu muitas vezes com a Verônica, elas tiveram que experimentar caras mais egoístas que não se importavam se elas sentiam prazer. E embora a experiência de se sentir dominadas emocionalmente fosse revigorante, o êxtase era muito mais passageiro comparado a passar a noite com alguém que buscava mais do que uma boa trepada e das próprias necessidades individuais.

No entanto, Verônica entendia meu lado. Como mencionei antes, tanto meu pai quanto meu irmão babam pelas curvas da Amelia. Meu pai traça a linha quando se trata da Violeta.
11 anos depois… (X)Assim como aconteceu comigo quando saí do país (e como acontece agora com a Karen e a Lily, as filhas da Emma e da Izzie, respectivamente), eu via a Violeta como minha primeira filha. E meu pai cuidou da criação dela no meu lugar. Meu velho a viu crescer e se desenvolver, ignorando as belezas que a adolescência presenteou a Violeta. Então, embora meu pai entendesse meu irmão, ele não conseguia entrar na sacanagem de ficar de olho na Violeta.esposa*******************************

Mas a obsessão da Marisol era mais forte que a gente. Ela nos encarava com tesão e ambição enquanto ela mesma me posicionava atrás da irmã dela. Apreciar a redondeza das curvas dela me tirou do torpor. Eu toquei, deslizando minha mão sobre a curva da bunda dela, apalpando a fenda entre as nádegas. A Violeta soltou um gritinho, o corpo dela se tensando de antecipação.

Ao ver que tudo saía conforme os planos dela, a Marisol sentia os próprios desejos pedindo atenção. Ela se colocou do meu lado, a mão dela deslizando para acariciar a buceta da irmã com liberdade.
lesbicasA sensação para a Violeta era de outro mundo. Tendo explorado a própria sexualidade com a Amélia anos atrás, pra minha passarinhona já não era mais desconfortável. A umidade que ela encontrou na minha cunhada era palpável, e a onda de poder que sentiu ao acariciar a pele sensível da irmã. Violeta soltou um gemido sensual, as cadeiras rebolando em busca da minha vara.

Marisol sorriu e, ajoelhando-se, me deu uma última lambida profunda que me levou aos céus, pra depois pegar minha cabeça e guiá-la até a entrada ansiosa da irmã. Com um rebolado suave, empurrei pra dentro, enchendo ela com minha grossura. Violeta se tensionou, um grito abafado no travesseiro enquanto tentava se acostumar com meu tamanho. Sem dúvida, eu era o mais grosso que ela já tinha tido, esticando ela a um ponto que quase começou a doer. Marisol nos olhava sorrindo, os olhos verdes se perdendo na nostalgia da nossa primeira vez, a mão estimulando o próprio clitóris ao notar os tremores de prazer da Violeta.
incestoO quarto virou um redemoinho de prazer enquanto nós três nos movíamos, nossos corpos pintando uma loucura de tesão. Os peitos da Violeta balançavam a cada estocada, uma visão que fazia a Marisol salivar. Ela se inclinou pra irmã, os dentes mordiscando de leve o ombro dela, incentivando a irmã com sussurros, enquanto as mãos da minha rouxinol deslizavam sobre a fenda macia da irmã. A respiração da minha cunhada saía ofegante, os quadris rebolando com mais força pra encontrar meu ritmo castigador.

Assim como aconteceu com as irmãs dela, a Violeta nunca tinha se sentido tão esticada. Enquanto ela gemia em sincronia com nossos movimentos, começou a entender a obsessão da Marisol em transar comigo. A sensação era incrível, e se a Marisol conseguia receber meu pau toda noite, a Violeta achava que a irmã era a mulher mais sortuda do mundo.

Mas apesar de tudo, a Marisol sentiu uma pontinha de ciúme ao ver o prazer da irmã, que foi rapidamente esquecido pelo próprio tesão. Ela se inclinou, beijando o pescoço da Violeta, os dentes roçando a pele sensível dela enquanto a mão estimulava sem parar o grelinho da irmã. O corpo da Violeta reagiu na hora, os gemidos ficando mais altos, os quadris se movendo num ritmo frenético que combinava com a frequência das minhas estocadas.
cunhadaMeu rouxinol me olhava com tanto orgulho, amor e luxúria. Pra ela, eu tinha sido o primeiro em todas as experiências dela: o primeiro amigo, o namorado apaixonado, o marido comprometido. Ninguém acreditou nela no começo quando ela disse que eu era bom na cama, porque eu sempre tento ser discreto e educado. Mas conforme outras mulheres ficaram comigo e perceberam que a Marisol não mentia, esses ciúmes foram se desfazendo rapidinho.

Agora, essa mesma excitação que meu rouxinol sentia enquanto eu pegava a irmã mais nova dela. O jeito que o corpo da irmã dela respondia ao meu era um espetáculo. A forma como ela rebolava e empurrava a bunda pra eu meter mais fundo lembrava a Marisol uma gata no cio implorando pela recompensa dela. Era uma sexualidade crua, sem filtro, no auge, e minha esposa se sentia orgulhosa de ser a mestre de cerimônias.

Mas enquanto eu ia metendo cada vez mais fundo na buceta da Violeta, fazendo ela gemer e gritar, senti um pouco de culpa. Apesar de tudo, a Marisol ainda era a única mulher da minha vida. E é que, mesmo tendo dividido a cama com outras mulheres, ainda me sinto culpado por falhar com a fidelidade dela. Mas, por algum motivo que ainda não entendo direito, a Marisol adora quando eu faço isso, o sexo ficando mais viciante e intenso quando ela sabe que eu dormi com outra mulher. É por isso que sou barro nas mãos do meu rouxinol, já que na maioria das vezes é ela quem escolhe a mulher com quem vou ser infiel.

A buceta apertada da Violeta se fechou no meu pau, os músculos internos dela se contraindo enquanto se acostumava com meu tamanho. O som dos nossos corpos se batendo um no outro quebrava o silêncio conforme eu aumentava o ritmo, minha cintura rebolando que nem um pistão. A Marisol nos olhava viciada, a mão dela seguindo sensual nossos movimentos, deslizando sobre a buceta dela lisa e molhada, o polegar brincando em círculos no mesmo ritmo. A gente tava transando. Meu rouxinol tava quase lá, o corpo dele se esticando igual uma mola pronta pra soltar.
trio hmE para surpresa da minha esposa e da minha cunhada, tirei meu pau de dentro da Violeta, minha rola brilhando com os sucos dela. Me joguei pra trás, minha esposa admirando minha cabeça como se fosse um diamante. Naquela hora, senti uma onda de tesão, um desejo selvagem de possuir as duas.

Naquele momento, Violeta me olhava com uma mistura de emoções, frustração, tesão e espanto sendo as mais fortes. Pra surpresa dela, percebeu que eu conseguia controlar meu orgasmo muito bem, depois de castigar intensamente a bucetinha jovem da Violeta até cansar, fazendo ela gozar pelo menos três vezes. E, mesmo assim, eu tava pronto pra castigar minha mulher também.

Quando enfiei a ponta da minha cabeça na minha amada, beijei ela com suavidade, mostrando o quanto a amo. Pra Marisol, o gesto foi quase como se eu tivesse dado flores e chocolates, os sucos dela transbordando pela paixão daquele beijo e pela sensação do meu pau insaciável, manchado pelos sucos da irmã dela, que parecia vir ao resgate da bucetinha tenra dela naquelas horas desesperadas.
infidelidade consentidaA minha rouxinol fechou os olhos ao sentir meu pau entrando nela. Ela recebeu sem hesitar, a boceta dela se esticando pra aguentar toda a minha grossura. Violeta nos observava exausta do lado dela da cama, a própria mão apagando o fogo descontrolado do clitóris enquanto via o cunhado penetrando a esposa. A cena era tão chocante quanto incrivelmente excitante, e ela começou a sentir outro orgasmo dentro dela.

Meu pau parecia derreter no calor da minha rouxinol. Mas, mesmo querendo extravasar a tesão que tanto ela quanto minha cunhada tinham me causado, eu precisava da minha esposa. Então, depois de um beijo suave nos lábios dela, comecei a meter e tirar devagar da minha esposa.

Marisol gemia pelo meu pau, a sensação de sentir os fluidos da irmã se misturando com os dela a deixando ainda mais ansiosa. Ela me olhou, as esmeraldas dela me encarando com desejo, e sussurrou:

+Me fode gostoso, meu amor!

As palavras safadas dela me acenderam, e comecei a bombear com mais força, já suando depois do encontro com Violeta. Marisol gemeu mais alto, tomando posse do que já era dela como milhares de vezes antes. Minha rouxinol sabia que eu era o homem dela. O dono. O único capaz de fazer ela se sentir a puta e a princesa que ela sabe ser quando quer. O único que faz ela sentir curiosidade de experimentar com outras mulheres e vê-las gozar na frente dela.

Violeta nos olhava, a mão brilhando com os fluidos da boceta estimulada dela. Ela reparava em como eu metia forte na irmã, mas, mais que tudo, ver Marisol se derretendo de prazer era demais pra ela. Ela deslizou o dedo na própria umidade, imitando o ritmo que a gente levava. Nos olhos verdes dela, dava pra ver uma ninfomaníaca desesperada por uma boa rola, igual às irmãs e a mãe dela, insatisfeita com os próprios orgasmos.

Os gemidos da minha rouxinol ficaram mais altos, os quadris dela se rebolando pra receber minhas investidas potentes. Os peitos majestosos dela balançavam a cada estocada, os lençóis elegantes e macios queimando a pele dela. Dava pra ver o orgasmo dela crescendo, uma tempestade de prazer que ameaçava engolir ela inteira. Ela esticou a mão, encontrando a da Violeta com um gemido intenso, e as duas começaram a se mover no mesmo ritmo, os dedos se estimulando os botõezinhos numa melodia silenciosa e erótica.

Meus grunhidos ficaram grossos e guturais. Tava metendo forte e duro no meu rouxinol, com a teimosia de não querer gozar antes delas alcançarem o céu, pra mostrar pras duas irmãs que agora eram minhas.

As estocadas ficaram mais intensas, segurando minha esposa firme pelos quadris enquanto ela me puxava pra meter mais fundo. O orgasmo delicioso que ela tava sentindo, uma fonte de prazer que refletia o prazer que eu sentia da alma, era encantador. Violeta nos olhava, a própria mão se mexendo no ritmo que o próprio clímax dela se aproximava.

Marisol fechava os olhos, se entregando completamente com o corpo em êxtase do meu pau batendo no ponto G dela. Minha esposa sentia os próprios tecidos se apertando, o corpo dela implorando pra eu gozar. Com um gemido potente e desesperado, Marisol alcançou o céu, a buceta quente e sedosa se contraindo com um aperto forte e ganancioso que queria espremer toda a minha existência. Dei tudo, sentindo onda após onda enquanto enchia minha mulher com minha semente quente.

E ao nos ver, com a própria mão trabalhando o botãozinho, a respiração de Violeta se entrecortou em suspiros acelerados. A visão da irmã dela atingindo o topo do prazer foi demais pra ela, culminando no próprio orgasmo, a buceta dela se contorcendo nos dedos enquanto ela mordia os lábios pra calar os gemidos.

Ficamos largados, ofegantes, nossos corpos dando testemunho da putaria vivida. Marisol foi a primeira Ao se mover, seu corpo exausto, com suas esmeraldas ampliando a satisfação no rosto. Meu pau saiu dela ainda inchado, meu gozo e os sucos dela fazendo ele brilhar.

A curiosidade da Violeta ficou irresistível e, sem nojo nem questionamento, ela se inclinou sobre meu órgão, a língua saboreando os restos dos nossos fluidos. O gosto salgado do meu gozo se misturava com a doçura dos sucos da Marisol numa combinação suculenta que a fez gemer baixinho.
11 anos depois… (X)Minha respiração começou a acelerar ao perceber as duas irmãs insaciáveis gravitando em volta do meu corpo. Meu pau começava a recuperar o vigor ao sentir a adoração das línguas delas, fazendo as duas irmãs sorrirem quando me davam chupões na cabeça do pau.

+¡Agora é sua vez! – Ordenou Marisol, com uma voz sedosa e mais quente.

Violeta concordou, sem tirar os olhos do meu pau enquanto se movia em minha direção.

Marisol cedeu espaço para a irmã, o corpo ainda formigando de prazer. Ela observou como Violeta foi me massageando para me deixar duro de novo. Embora no começo as carícias da minha cunhada fossem tímidas, com o passar dos segundos foram ficando mais ousadas. Ela se inclinou, seus lábios suculentos envolvendo a cabeça do meu pau, suas esmeraldas selvagens me olhando ansiosas enquanto o enfiava mais fundo na boca.
esposaAo ver a irmã dela engasgar com o pau do marido, a Marisol se sentia transbordar de orgulho e de amor. Pra mim, meu rouxinol, ele tinha sido o cara mais carinhoso e meigo numa vida cinza e depressiva, e ver a irmã dela curtindo um cara como eu quase fazia ela chorar.lesbicasEnquanto Violeta me devorava com mais gula, o espanto de Marisol só aumentava. Violeta tinha aprendido rápido e assumia a tarefa com mais entusiasmo, as bochechas se contraindo enquanto me engolia mais fundo do que antes.

Eu estava de olhos fechados, curtindo o prazer, segurando Violeta firme pelos cabelos enquanto ela me trabalhava.

A curiosidade da minha esposa estava solta, o tesão dela renascendo enquanto nos observava. Ela se aproximou de nós, as mãos deslizando para apertar os peitos de Violeta, os polegares esfregando os mamilos da irmã. O gemido que Violeta soltou foi abafado pelo meu pau, fazendo a língua dela deslizar dentro da boca.

Comecei a meter mais forte, meu pau entrando e saindo da boca de Violeta com urgência. A visão de Marisol apertando os peitos de Violeta e a ousadia dela de enfiar os dedos no buraco quente e macio da irmã era de enlouquecer. Sem contar o olhar sedento que aquelas esmeraldas doces e pervertidas me davam.

Para Violeta, a experiência tinha ido além de tudo. Assim como com as irmãs Amelia e Pamela (Nota do Marco: Embora Pamela seja prima de Marisol, ela é meia-irmã de Violeta. Vou entrar em mais detalhes no próximo relato), Violeta nunca tinha sentido o toque de outra mulher. A conexão entre os três era elétrica, uma busca insaciável e sorrateira pelo prazer. Quando Marisol lambeu o pescoço da irmã, Violeta sentiu um arrepio, que abafou com uma mordidinha de leve no meu pau.

Ao contemplar as duas, me senti sortudo e grato. Prometi a mim mesmo dar a elas uma noite de prazer que jamais esqueceriam. Me curvei de um jeito que encontrei o botão de carne da minha cunhada, estimulando-o com o polegar em círculos, fazendo ela perder completamente a linha.

A surpresa de se sentir estimulada tanto pela irmã quanto pelo cunhado fez os gemidos dela voltaram tão intensos quanto avassaladores, trabalhando sem parar com a boca. Minha cunhada nunca tinha sentido o tabu das carícias da irmã, a própria mão sucumbindo à curiosidade de explorar a boceta suculenta da minha esposa.

Na cacofonia intensa de movimentos, gemidos e suspiros, Marisol não tirou os lábios do pescoço da irmã, seus beijos incentivando Violeta ao ver sua boca se esticar, tentando me engolir inteiro. Era uma mistura de luxúria e amor que nos mantinha os três presos numa bolha de prazer constante.

Eu podia ver nos olhos de Violeta o quanto ela curtia a massagem nos peitos feita por Marisol. Da minha parte, a sensação do meu polegar no botãozinho dela era deliciosa, fazendo a pressão no corpo dela aumentar com esse orgasmo inesperado. Ela sentia a pele arrepiar com a respiração quente da minha esposa no pescoço, a própria mão explorando mais fundo a boceta da irmã, guiada pelo mesmo ritmo que ela recebia.

O espetáculo me deixava pulsando, não aguentava mais. Tirei ela quase à força da boca de Violeta, mais dura e brilhante por causa da saliva dela.

— Deita! — ordenei, desesperado.

As irmãs me olharam surpresas, mas obedeceram, desembaraçando o emaranhado de carícias e desejo que seus corpos envolviam.

Marisol se deitou ao lado da irmã, as pernas abertas como um convite discreto. Os olhos de Violeta estavam grudados na boceta da irmã, a própria buceta coçando de vontade. E sem que eu ou Marisol disséssemos nada, instintivamente ela lambeu os lábios inferiores da minha esposa, como se fosse uma caravana deliciosa de prazer, o olhar perdido no gozo de Marisol. A vontade estava me matando, meu pau se sentia pesado a cada movimento, desejando buscar alívio em qualquer uma das duas.

Peguei Violeta pela cintura e comecei a meter. Violeta se tensionou, ainda não acostumada totalmente com meu tamanho, mas aos poucos, começou a entrar. A buceta da minha cunhada me recebeu com calor, enquanto eu ia enchendo ela até o fundo. A sensação daqueles momentos era indescritível, uma mistura de amor, tesão e poder que me fazia sentir invencível.

Marisol semicerrava os olhos ao me ver foder a irmã dela com vontade, com estocadas longas e profundas. Ela segurava os peitos enormes dela, que pareciam montanhas poderosas, enquanto a língua implacável da Violeta a acariciava.

Os gemidos da Marisol ficaram mais intensos, o corpo dela se contorcendo a cada estocada que eu dava na irmã dela. E do mesmo jeito que eu fiz, Marisol acariciou a cabeça da Violeta, marcando o ritmo que minha esposa adora.

A cama inteira balançava sem rumo, com um cheiro forte e denso de sexo descontrolado. Marisol me diria depois que a Violeta era incrível chupando a buceta dela, se molhando só de lembrar como ela mordia de leve o botãozinho delicado dela. Os dentes dela roçavam suavemente a pele macia.

Chegou a um ponto que a Marisol se sentia afogando de prazer, perdendo todo o controle do corpo. Minha esposa virou o receptáculo do nosso tesão compartilhado, um brinquedo pros nossos desejos mais perversos. Marisol envolvia a cabeça da irmã com as pernas, puxando ela mais fundo, entregando o corpo inteiro. A boca da Violeta se movia com uma fluidez, fazendo minha mulher tremer de gozo.

E perdendo todo o respeito, Violeta começou a dedar a irmã dela de um jeito impetuoso, impulsivo, que quase fez a Marisol babar. A sensação pra ela era surpreendente. Muito mais intensa que aquelas noites onde a Amélia e a Marisol exploravam os corpos uma da outra.

Já eu, estava curtindo a visão da rabuda da Violeta, que balançava igual gelatina. O jeito que ela arqueava enquanto eu penetrava ela, a forma deliciosa que os peitos dela balançavam. Tudo isso era uma visão que me fazia querer gozar na hora.

Marisol também sentia, um orgasmo profundo que a sacudiria desde a medula e tudo graças à irmã mais nova dela.

Eu tava no limite, minha respiração ofegante sentindo que tava metendo o mais fundo possível. Dava pra sentir o apertinho na buceta da Violeta, um jeito que me espremia com toda a intenção de me drenar. E quando não aguentei mais, senti um formigamento, meu corpo se retesando como o arco de uma flecha antes de soltar tudo.

Com uma estocada potente, me esvaziei na irmã da minha esposa, enchendo ela com minha porra quente que parecia transbordar em jorros. Minha esposa não demorou muito, e a irmã safada dela não hesitou em saborear o néctar delicioso da irmã.

Nós três ficamos mortos na cama, ofegando por ar. A experiência tinha sido uma das mais intensas da nossa vida (por isso esse post saiu tão longo e espaçado). Cada irmã se aninhou num dos meus braços, uma sensação de amor intenso e erotismo tomando conta do ambiente. Nos aconchegamos juntinhos e dormimos.

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Na manhã seguinte, acordamos cedo. Embora a Verónica não ligasse onde passaríamos a noite (parece que ela mesma passou a noite com um dos pasteleiros), pra minha mãe era importante. Então por volta das 7, com uma Violeta de ressaca braba, voltamos pra casa.

Minha mãe me contou que o Jacinto passou uma boa noite e me agradeceu. Mas a Marisol pegou nas mãos dela e agradeceu por ter deixado ela experimentar uma das melhores noites da vida dela.
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