Tudo começou numa manhã de verão, janeiro de 2021. Eu tinha passado a noite doente, sem que minha esposa percebesse. Fui trabalhar às 7h30, minha esposa se despediu de mim, ela ficou deitada na nossa cama. Peguei o rumo do trampo, que fica dentro da nossa cidade, no sul de Tucumán. Cidade pequena, todo mundo se conhece. Enfim, naquela manhã eu tava doente, minha esposa não sabia, tava com muita febre. Cheguei no trabalho e, por volta das 8h40, me reportei doente e fui embora, feliz por aproveitar a manhã. Pensava em voltar pra casa, deitar do lado da minha esposa e descansar.
Ao chegar, entro em casa e escuto uma conversa vindo do quarto. Eu, na sala de jantar, consigo ouvir uma conversa meio quente. Minha esposa, Yesica, estava com um amante, e o que eu ouvia me fazia ferver o sangue. Comecei a tremer, uma ansiedade tomou conta de mim, uma angústia e uma raiva terrível me dominavam. Não conseguia fazer nada, e também sentia um tesão mórbido. Fui ao banheiro, lavei o rosto, quase comecei a chorar, e decidi ir para o quarto acabar com aquela situação. Estava chegando e ouvia sons de beijos e alguns gemidos. A porta estava um pouco aberta, mas não tive coragem de entrar. E ali a vi: ela de thong preta com minha camiseta, a mesma camiseta minha que ela usa pra dormir porque assim sente meu cheiro, como ela diz. Enquanto isso, com as mãos, ela desabotoava a camisa do amante, beijava o pescoço dele, o peito, mordia e deixava marcas de chupão. Dava pra ver como a temperatura subia. As mãos do cara roçavam a buceta dela por cima da thong, e a outra mão apalpava os peitos dela por cima da minha camiseta. Ela tira a camisa dele e tira a própria camiseta, deixando os peitões dela à mostra. O amante, que era nosso amigo de longa data, chama Ivan, começou a chupar e morder os peitos dela. Ela já estava gemendo, e nem percebi quando começou a bater uma punheta pra ele na rola. E minha raiva aumentou ainda mais quando pude ver uma rola grossa, talvez maior que a minha, não tanto, mas era maior. Ele tira a calça, fica todo nu, e ela senta ele na cama, se ajoelha na beira e começa a chupar a rola dele. Ficou 30 minutos chupando aquele pedaço de carne. Ela curtia, mordia, sugava. A chupada parecia de filme, e ela se engasgava. Ao mesmo tempo, repetia: "Que rola linda que você tem". Ele revirava os olhos. Depois, ele a pega, levanta, e ela sozinha ficou de quatro. Ele se abaixa e chupava a bunda dela, lambia da buceta até o fim do cu, com a thong ainda vestida. Ela implorava pra ele comer ela: "Me come, por favor, enfia a rola em mim.
Ivan puxa a tanga dela e, de uma vez, enfia o pedaço de carne, e foi constante a bombada que ele dava, ela gritava e mordia os lençóis pra não gritar, ele pegava ela com força e dava tapas na bunda da minha esposa, deixava a marca das mãos. Não pensei duas vezes, peguei meu celular e tirei uma foto, e uns vídeos, porque eu precisava de provas, tava puto da vida, queria matar os dois, e largar ela. Logo depois, vejo ele deitar e ela começar a pular em cima da pica, até gozar dentro, e ela grita "nãoooo, tô ovulando, você vai me engravidar", ele pede desculpa, e eu não aguentei mais, empurrei a porta e os dois pareciam ter visto o diabo. Ele se vestiu rápido, não falei nada, só olhei pra minha esposa com a pussy escorrendo porra, me encarando pálida e preocupada, com lágrimas nos olhos. Deixei ele ir, e perguntei "você se divertiu? por que faz isso?" ela só pediu desculpa, quis se vestir, eu resisti, não deixei, ela tentou me subornar com um boquete, não deixei. Enfim, só voltei pro carro, ela se vestiu rápido, correu atrás de mim, e eu fui embora, fui dirigindo, tava fora da cidade, pensava, chorava de raiva, não sabia o que fazer, porque 7 anos de casados, e eu amava ela, obviamente mais do que ela me amava. Consegui me acalmar, voltei pra casa, notei que ela tinha tomado banho, e tomado a pílula do dia seguinte, tava dormindo, de peitos de fora, e uma tanga, só me deitei e dormi, de tanto chorar...
CONTINUA... ACREDITE SE QUISER, A HISTÓRIA TRISTE E MAIS ANEDOTAS DA VAGABUNDA DA MINHA ESPOSA SEGUEM
Ao chegar, entro em casa e escuto uma conversa vindo do quarto. Eu, na sala de jantar, consigo ouvir uma conversa meio quente. Minha esposa, Yesica, estava com um amante, e o que eu ouvia me fazia ferver o sangue. Comecei a tremer, uma ansiedade tomou conta de mim, uma angústia e uma raiva terrível me dominavam. Não conseguia fazer nada, e também sentia um tesão mórbido. Fui ao banheiro, lavei o rosto, quase comecei a chorar, e decidi ir para o quarto acabar com aquela situação. Estava chegando e ouvia sons de beijos e alguns gemidos. A porta estava um pouco aberta, mas não tive coragem de entrar. E ali a vi: ela de thong preta com minha camiseta, a mesma camiseta minha que ela usa pra dormir porque assim sente meu cheiro, como ela diz. Enquanto isso, com as mãos, ela desabotoava a camisa do amante, beijava o pescoço dele, o peito, mordia e deixava marcas de chupão. Dava pra ver como a temperatura subia. As mãos do cara roçavam a buceta dela por cima da thong, e a outra mão apalpava os peitos dela por cima da minha camiseta. Ela tira a camisa dele e tira a própria camiseta, deixando os peitões dela à mostra. O amante, que era nosso amigo de longa data, chama Ivan, começou a chupar e morder os peitos dela. Ela já estava gemendo, e nem percebi quando começou a bater uma punheta pra ele na rola. E minha raiva aumentou ainda mais quando pude ver uma rola grossa, talvez maior que a minha, não tanto, mas era maior. Ele tira a calça, fica todo nu, e ela senta ele na cama, se ajoelha na beira e começa a chupar a rola dele. Ficou 30 minutos chupando aquele pedaço de carne. Ela curtia, mordia, sugava. A chupada parecia de filme, e ela se engasgava. Ao mesmo tempo, repetia: "Que rola linda que você tem". Ele revirava os olhos. Depois, ele a pega, levanta, e ela sozinha ficou de quatro. Ele se abaixa e chupava a bunda dela, lambia da buceta até o fim do cu, com a thong ainda vestida. Ela implorava pra ele comer ela: "Me come, por favor, enfia a rola em mim.
Ivan puxa a tanga dela e, de uma vez, enfia o pedaço de carne, e foi constante a bombada que ele dava, ela gritava e mordia os lençóis pra não gritar, ele pegava ela com força e dava tapas na bunda da minha esposa, deixava a marca das mãos. Não pensei duas vezes, peguei meu celular e tirei uma foto, e uns vídeos, porque eu precisava de provas, tava puto da vida, queria matar os dois, e largar ela. Logo depois, vejo ele deitar e ela começar a pular em cima da pica, até gozar dentro, e ela grita "nãoooo, tô ovulando, você vai me engravidar", ele pede desculpa, e eu não aguentei mais, empurrei a porta e os dois pareciam ter visto o diabo. Ele se vestiu rápido, não falei nada, só olhei pra minha esposa com a pussy escorrendo porra, me encarando pálida e preocupada, com lágrimas nos olhos. Deixei ele ir, e perguntei "você se divertiu? por que faz isso?" ela só pediu desculpa, quis se vestir, eu resisti, não deixei, ela tentou me subornar com um boquete, não deixei. Enfim, só voltei pro carro, ela se vestiu rápido, correu atrás de mim, e eu fui embora, fui dirigindo, tava fora da cidade, pensava, chorava de raiva, não sabia o que fazer, porque 7 anos de casados, e eu amava ela, obviamente mais do que ela me amava. Consegui me acalmar, voltei pra casa, notei que ela tinha tomado banho, e tomado a pílula do dia seguinte, tava dormindo, de peitos de fora, e uma tanga, só me deitei e dormi, de tanto chorar...
CONTINUA... ACREDITE SE QUISER, A HISTÓRIA TRISTE E MAIS ANEDOTAS DA VAGABUNDA DA MINHA ESPOSA SEGUEM
6 comentários - Mi esposa me engaña, es doloroso