Vou contar pra vocês por que desde os 15 anos eu sempre raspo o pubis, as bolas e o cu. Sempre fui daqueles caras que andava com gente mais velha que eu. Na minha adolescência, se desse, eu me cercava de amigos 4 ou 5 anos mais velhos. No grupo de amigos que eu tinha, tinha um que tinha se mudado pra morar sozinho com a namorada fazia pouco tempo. Toda quarta à noite, a gente se juntava pra comer um churrasco ou um choripan e beber alguma coisa na casa que eles tinham alugado. A gente aproveitava que a namorada do dono da casa ia pra casa da mãe dela. Eu e outro amigo éramos os mais novos do grupo; os outros tinham em média uns 5 anos a mais, ou seja, quase todo mundo tinha uns 20 anos de idade. Na última quarta que fui num churrasco, tava bem frio, então a gente ficou dentro de casa. Às vezes a gente era só 5 ou 6, outras vezes quase 20; nessa vez, éramos 12. Bem na hora que a gente tava terminando de comer, a porta abriu e entrou outro amigo, que a gente chamava de João Louco, e a namorada dele. O João Louco era um figura do bairro que sempre tava metido em alguma treta, nada ilegal, mas sempre batia o carro ou a moto e vivia bêbado. Ninguém tinha convidado ele, mas ele se convidou e, pra piorar, trouxe a namorada. Não convidavam ele porque ele nunca tinha um puto. Aí, depois de cumprimentar todo mundo, ele e a namorada sentaram pra comer como se fosse a última ceia. Os dois já tinham vindo meio bêbados e continuaram bebendo vinho e cerveja, então os dois tavam bem doidões; na real, todo mundo tava bem bêbado. Num certo momento, eu tava vendo o pessoal jogar truco e outro grupo tava sentado no sofá com o João Louco e a namorada. Quando olhei, vi que a mina tava se beijando com uns caras além do João Louco. O dono da casa percebeu e, de brincadeira, falou que já que a gente tava dividindo o churrasco, tinha que dividir tudo. E o João Louco, gritando, disse que não tinha problema, que ele ia dividir a namorada com todo mundo. Foi aí que a mina abaixou a calça e Depois, ela tirou a calcinha e se ajoelhou no sofá, enquanto o maluco e ela perguntavam quem ia primeiro. Aí o dono da casa largou o jogo de cartas, se levantou e ficou atrás dela. E, pra minha surpresa, ele puxou a rola pra fora, bateu uma punheta pra lubrificar e meteu de uma vez na mina. Foi assim que ele começou a foder a peluda. Enquanto comiam ela e ela gemia, o maluco do João perguntava quem vinha depois. E vários falaram pra continuar os caras, se referindo a mim e ao outro moleque de 15. Foi então que, quase nos empurrões, me colocaram na frente da fila que tinha se formado pra comer a garota. A magrinha continuava gemendo e aproveitando a foda como se estivesse sozinha. De repente, sem perceber, eu tava parado atrás dela, com a pussy peluda e molhada na minha frente. Aí eu baixei a calça e já tava com a rola dura igual um cacete, apontei pra pussy e entrei como se fosse nada. E comecei a meter nela igual porta que não fecha. Claro que nessa idade eu não aguentei muito e gozei na hora. Quando tirei a rola da pussy, dava pra ver meu gozo escorrendo entre os pelos pubianos dela. O próximo da fila, sem nem limpar a pussy, penetrou ela e começou a foder. Foi assim que todo mundo comeu ela. Alguns até duas vezes. Eu não fui de novo, porque imaginem como tava aquela pussy: todo mundo gozou dentro e ela nunca se limpou. Foi uma noite realmente louca e irresponsável, já que ninguém usou camisinha. No dia seguinte, quando a gente se viu com os caras, não acreditávamos no que o maluco do João tinha feito com a namorada dele, e o quão louca ela era por ter obedecido e deixado todo mundo comer ela. Depois de alguns dias, senti uma coceira na virilha e andava com dor, como se estivesse assado. Minha mãe percebeu meu jeito de andar e perguntou o que tinha acontecido. Menti, dizendo que tinha levado um chute jogando bola. Na hora, ela me pegou e me levou pro pronto-socorro do hospital. Quando chegou minha vez, uma médica saiu e me chamou. Tava entrando no consultório, falei pra minha mãe que ela tinha que ficar pra fora, disse que eu já era grandinho pra entrar sozinho. A doutora mandou eu sentar na maca e perguntou o que eu tava sentindo. Menti que tinha me machucado jogando bola. Aí ela mandou eu abaixar a calça e começou a examinar, e enquanto ia tocando na minha pica, ela começou a endurecer. Daí ela se virou, pegou uma daquelas palhetinhas de língua e deu uma batidinha na cabeça da pica, e rindo, enquanto minha pica murchava na hora, falou: — Com a doutora não. Continuou examinando e aí disse que a dor não era de bolada, era porque eu tava com chato e tava tudo inflamado. Então me passou uma loção e mandou eu raspar tudo, pra ficar mais confortável. Na saída, falou pra minha mãe que não era nada grave, só pra ficar de repouso. Uns dias depois, fiquei sabendo que todo mundo que tinha ido no churrasco tava com chato. Por isso que foi o último churrasco. A namorada do dono da casa não deixou a gente se juntar nunca mais. Quando falamos pro maluco do João que a namorada tinha passado chato pra gente, ele se fez de desentendido, dizendo que ela não era mais a namorada. Pra vários eu compartilhei a loção que a doutora me deu e o conselho de raspar tudo. Foi aí que desde aquele dia eu sempre raspo o púbis, as bolas e o cu, porque uma vez que você faz, quando cresce um pouco coça pra caralho, então a cada 2 ou 3 dias, quando tomo banho, passo a maquininha e é realmente muito confortável pra qualquer tipo de sexo.
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