Saímos do cinema e minha mãe falou pra gente ir comer um lanche no McDonald's que tinha no mesmo shopping. Pra você ter uma ideia melhor de quem eu sou, no Facebook você pode me encontrar como Devaney Ficachi, é só me procurar. Pedimos uns combos e sentamos pra comer. Numa das mesas tinha um moleque de uns 18 anos, embora não tenha certeza se era maior de idade. Tinha cara de playboyzinho, cabelo raspado, camiseta justa, calça de moletom, vários cordões de ouro no pescoço e uns anéis na mão. Ele não parava de olhar pra minha mãe, que é uma mulher de 45 anos e me teve bem nova, com 20, então mesmo nessa idade ela se mantinha muito bem. Na real, mesmo eu tendo 25, muitas vezes confundiam minha mãe com minha irmã. O que mais me incomodava naqueles olhares é que minha mãe parecia ter percebido eles também, mas longe de incomodar, parecia que ela tava gostando. Ela também lançava uns olhares de volta quando achava que eu não tava vendo. Fiquei muito surpreso com essa atitude da minha mãe, que eu nunca tinha visto antes, e já tava começando a me irritar. Comecei a pensar se minha mãe também fazia esse tipo de jogo quando saía pra jantar com meu pai. Quando minha mãe terminou de comer o hambúrguer, falou que ia no banheiro. Na hora que ela ia entrar, me pareceu que ela deu uma piscada pro playboyzinho, mas pensei que era coisa da minha cabeça. Um minuto depois, o moleque foi pro banheiro também e, estranhamente, algo fez "clic" na minha cabeça e resolvi ir também. Quando entrei, não tinha ninguém no banheiro masculino. Já era meia-noite e tinha pouca gente no McDonald's, mas o estranho é que o playboyzinho também não tava no banheiro dos homens. Pensei numa parada horrível, mas falei comigo: "Não pode ser, é impossível". Mesmo assim, resolvi entrar discretamente no banheiro feminino. Não tinha ninguém na pia e só uma das portas tava fechada. Eu ouvia uns barulhos, então pensei que era onde minha mãe tava. mãe. Não sei por que motivo não disse nada nem liguei pra minha mãe, em vez disso entrei no banheiro ao lado, tranquei a porta e bem devagar me inclinei pra espiar pelo vão. O que vi quase me fez cair pra trás: o moleque estava dentro do banheiro feminino com minha mãe, beijando ela apaixonadamente. A putinha da minha mãe tinha passado do jogo de olhares pra aquilo. O moleque tirou a camiseta dela e colocou no pescoço dela como se fosse uma toalha, levantou o sutiã sem tirar e começou a chupar os peitos dela sem que minha mãe fizesse nada pra impedir. "Que peitão que a senhora tem", disse o moleque enquanto chupava os mamilos da minha mãe. "Isso sim é uma boa sobremesa, quase que eu parto pra cima dos seus peitos lá fora na frente do seu namorado." "Hahaha, que bobo você é, não é meu namorado, é meu filho." "Seu filho?" "É, tem 25 anos." "Hahaha, pois eu tenho 18 e vou foder sua mãe." Não conseguia acreditar no que via nem no que ouvia, minha mãe tava contando essas coisas pro moleque enquanto esse pivete não parava de chupar os peitos dela, sem se importar de estar num banheiro de merda com o filho esperando lá fora. Minha mãe sentou na privada e abaixou a calça de moletão do moleque, também abaixou a cueca dele, deixando o pau já duro na frente da minha mãe. Pra ser um garoto novo, tinha uma bela ferramenta, o filho da puta. Minha mãe não disse nada, deu umas lambidas naquele pau e depois começou a enfiar na boca. O pivete ajudava segurando a cabeça da minha mãe com as mãos, marcando o ritmo do boquete. Mamãe chupou ele por uns dois minutos, depois levantou e sentou o garoto onde ela tinha sentado, subiu a saia até a cintura e disse: "Me fode logo, senão meu filho vem me procurar porque tô demorando." O moleque riu, abaixou a calcinha da minha mãe e colocou ela sobre as pernas dele, pegou o pau e posicionou na entrada da buceta dela e, descendo minha mãe, penetrou ela. Minha mãe cavalgava naquele pau jovem. enquanto eu chupava o moleque, depois de alguns minutos o moleque tirou a língua da boca da minha mãe e disse: “Encosta na porta que vou te comer de cu”. Sem parar de subir e descer na pica do moleque, ela respondeu: “Agora não dá, meu filho vai começar a desconfiar”. “Porra, mas quero provar sua bunda”. “Na quarta que vem eu falo pro meu filho vir aqui jantar de novo e deixo você me comer de cu”. A puta da minha mãe estava marcando um encontro pra aquele vagabundo comer ela de cu. “Tá bom, mas então deixa eu gozar na sua cara”. “Claro, gostoso”. Minha mãe tirou a pica do moleque de dentro e se ajoelhou na frente dele, o vagabundo começou a bater punheta com força até gozar na cara da minha mãe. Desci do vaso e sentei pensando no que tinha acabado de ver, ouvi minha mãe pedindo a calcinha pro vagabundo e ele dizendo: “Na quarta que vem, depois de te comer de cu, eu te dou”. “Fechado”, respondeu a puta. Ouvi o vagabundo saindo do banheiro, minha mãe lavando o rosto e saindo também. Esperei um minuto e saí do banheiro. O vagabundo não estava mais lá e minha mãe estava na nossa mesa. “Onde você estava, querido?” “No banheiro”, eu disse. “Já tô aqui esperando há um tempinho”. Putassa, pensei, se há pouco você estava dando. Pegamos nossas coisas e já estávamos indo embora quando, quase saindo do McDonald's, minha mãe me disse: “Que filme você quer ver na quarta que vem? A mamãe convida…”
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