Cornudo, humilhado e punhetinha 3

assim continua essa história
espero que continuem apoiando ela com seus pontos
e os comentários dela




OBRIGADO POR ME LER
























Amor, eu não tenho culpa de você ser um puto viado, isso você sempre foi, minha vida. Lembra como começou? Quando você me reprovava alguma coisa, era só te chamar de puto que já acabava. Você adorava que eu te chamasse de puto, mas adorava muito mais que eu tocasse na sua bundinha minúscula quando você passava do meu lado, até que um dia eu decidi confirmar. E depois de ter transado escondido de você com o Carlos, naquela mesma noite eu te pedi pra chupar minha buceta que estava encharcada com o leite dele. Você tomou tudo e amou, até me disse que tinha um gosto deliciosamente ácido — era o leite do seu amigo, amor. E depois disso, você me entregou sua bundinha minúscula pra eu chupar. Você ficava louco quando eu enfiava minha língua dentro do seu cu, céu. E foi assim que eu me animei a meter os dedos. Eu mesma te vi se contorcendo de prazer e pedindo pra eu não parar de arrebentar seu cu com meus dedos, amor. Desde aquela noite virou costume eu comer sua bunda, bebê. E quando a gente viu aquele vídeo onde o corno chupa a pica do macho da namorada dele, você ficou tão excitado que você mesmo disse que era difícil não fazer isso com uma pica tão linda. Bom, depois eu te pedi pelo Carlos e você aceitou que seu grande amigo me comesse. Você sabia bem o que ia acontecer. Tá certo, o que você não sabia é que fazia tempo que o Carlos me comia. Sim, sim, sim, amor, eu planejei. Eu falei pro Carlos que você era um puto reprimido, é verdade, e também falei que adoraria ver ele arrebentando seu cu. Isso também é verdade. Também é verdade que eu quase te forcei a chupar minha pussy cheia do leite dele com minha calcinha fio dental vestida. O resto não foi coisa minha, amor. O resto você fez sozinho, mesmo tendo doído muito quando o Carlos arrebentou seu cu. Você deixou ele continuar te comendo, bebê. Você pedia mais e gemia como uma verdadeira puta, amor. Nem as zoações do Carlos ou as minhas te faziam reagir. Pelo contrário, você mesmo dizia que era um puto completo e até levantava mais a raba. Lembro também que você ficou doido quando o Carlos te ordenou que limpasse a pica dele. Você a chupou deixaste bem limpinha, mano, você tinha que ver sua cara quando fazia isso, bebê, até lambia ela e chupava as bolas dele, eu não te obriguei a isso, amor, você sempre teve um grande puto dentro de você, bebê, e o pior é que mesmo o Ariel sendo seu inimigo, o que sempre te ganhava em tudo e zoava por isso, você aceitou ele vir em casa com sua buceta sabendo muito bem o que ia rolar, tanto que sabia que você vestiu de novo a calcinha fio dental rosa com aquela camisetinha, você parecia uma gostosa no cio, bebê, e olha se o Ariel te ganhou, sim, dessa vez o Ariel finalmente te ganhou, ele não parou até te ver caído derrotado na frente dele, não só destruiu sua masculinidade arrombando seu cu e fazendo você implorar como a melhor putinha, mas também comeu sua esposa até cansar e te deixou prenha, como os machos prenham uma puta, e foi isso que você mais gostou, então não me culpa por ter te feito viado, amor, e sabe de uma coisa? Eu gosto muito que você seja meu viado, céu, que a gente compartilhe machos e acabe sendo comido pelos dois, amor, sexta-feira o Ariel vem em casa, com ele eu fiz um trato, ele não pode me comer, isso ele só faz em você


Sabe o que acontece, amor, você tem razão em tudo o que diz e não sei por quê, mas acho que já todo mundo sabe da minha condição, às vezes acho que tenho uma placa na testa escrito que sou viado, no trabalho já vários começaram a me olhar diferente, bom, a verdade é que acho que todos me olham igual e tem dois ou três que já falam comigo de outro jeito


Andrea, claro, bebê, com certeza querem te comer, amor, mas toma cuidado, não esquece que você é o dono, pode perder tudo, céu, você sabe disso. Acontece que você já não consegue disfarçar o quão putinho você é, bebê, cedo ou tarde você sabe muito bem que vão te comer. Melhor não ficar tanto no escritório, vai ver as obras, se te comerem, que te comam estranhos e não seus funcionários.


Vou te dar atenção, amor


Andrea, qualquer coisa eu te acompanho, vida.


Ai não, amor, você sabe o que eles podem fazer com você na obra, céu.


Andrea, não tem mais promiscuidade, agora quem manda sou eu e se eu quiser ir na peça com você pra todo mundo me comer, isso vai acontecer e talvez, se você se comportar bem, também te comam.


Sim, meu amor, você tem razão, bebê.


Andrea já te falei, sexta-feira o Ariel vem e você vai cuidar de tudo pra ele, tem que satisfazer ele e assumir de uma vez que você é um perdedor, eu adoro que você seja assim, sempre quis isso pra você.


Valeu, amor, já me transformaste no teu escravo e não reclamo do que me cabe, pelo contrário.


Ser o perdedor diante de quem sempre foi minha sombra me frustrava muito, mas tenho que admitir que me despertava um tesão absurdo me sentir um beta inferior e submisso, só de pensar nisso já me dava vontade de ser usado. Mas naquela noite, mesmo com a Andrea não me deixando tocar nela, eu só conseguia imaginar os peões da obra e como eles nos usariam, fiquei tão excitado que não consegui evitar me masturbar enquanto ela dormia. Foi assim que chegou a sexta-feira e a Andrea já tinha tudo preparado: o avental, a camisetinha e a calcinha fio dental rosinha que eu nunca tinha lavado pra continuar com o cheiro da porra que levei. Minha atitude tinha que ser de um viadinho, o que não me custava nada, e foi assim que recebi meu antigo inimigo. Pensei que ele ia se jogar em cima de mim pra me submeter aos caprichos dele, mas eu me enganei. O Ariel me ignorou desde o começo, a ponto de pedir pra minha mulher mandar eu servir eles, me fazendo sentir completamente invisível. Eu servi comida e bebida e fui obrigado a comer sozinho na cozinha, e depois, de um canto, observar o Ariel usando minha esposa. A verdade é que ao vê-la chupando a pica dele, eu morria de vontade de fazer o mesmo. Vi ele comendo minha mulher no sofá e até ela fazendo um boobs fuck com aquelas tetonas enormes, até que não aguentei mais e perguntei quando era a minha vez.


Ariel, o puto perdedor do seu marido, quer que eu dê a minha rola pra ele.


Andrea, sim, meu amor, o corno não faz ideia do que tá por vir. Vem cá, corno, se arrasta pro seu dono e pede pra ele te dar a pica dele.


Fui de quatro até ele e pedi que me desse, ele não teve pena de mim, pegou minha boca como se fosse uma pussy me fazendo chorar e engasgar, num momento me deixou respirar mas logo cravou o cock dele dentro da minha boca e aí disse TENHO VONTADE DE MIJAR, QUE SERVA PRA ALGUMA COISA ESSA PUTA, minha boca começou a inundar de tal jeito que não consegui evitar engolir muito do que Ariel mijava na minha boca embora também saísse pelo meu nariz me sujando a cara toda e até meu peito, quando terminou eu chupei ele e depois pedi que me comesse me colocando em posição de puta, aí senti um tapa forte na minha bunda e depois a pica dele enfiando toda aquela cock gigante até as bolas enquanto ele zoava de que puta arrastada eu tinha virado mas ele ficava parado, com toda a cock enfiada no meu cu sem mexer, com muita dor comecei a me mexer eu mesma pra sentir como aquela cock enorme entrava e saía, Andrea ria de como eu sozinha comia aquela cock e aí Ariel resolveu me comer com paixão até eu ficar jogada no tapete, assim eles me abandonaram indo tomar um banho e se trancar no meu quarto

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