Quando eu era adolescente, lá pelos anos 80/90, tinha o costume de me encontrar com uns amigos num boteco do bairro pra tomar um refri. Na maioria das vezes, um figura da vizinhança se juntava com a gente, um cara que na época apelidamos de "o Dude 10". Nem ideia de por que tinha esse apelido. Ele era um senhor de mais de 80 anos, muito, mas muito bem conservado. O homem era aposentado e sempre estava bem vestido, de gravata ou gravata borboleta, até no verão. Ele dizia que tinha sido motorista do Perón. Muitas vezes era ele quem pagava o refri e contava um monte de histórias. Ele falava que comia umas mulheres do bairro, algumas até casadas. A gente só via era umas dessas mulheres se aproximando dele pra tirar dinheiro. Mas muitas vezes a gente via alguma dessas mulheres passar do lado dele e pegar um ônibus, e depois ele ia e pegava outro ônibus. Umas horas depois, voltavam quase juntos, em ônibus diferentes.
Entre as histórias que ele contava, sempre terminava com uma moral ou um conselho. Mas tinha um conselho de vida que ele repetia sempre e que ficou gravado na minha cabeça, e sempre que pude, coloquei em prática. O primeiro conselho era: sempre, mas sempre, a camisinha que você usar tem que ser a que você comprou e abriu. Moral da história: nunca use a camisinha que outra pessoa te der, seja quem for. O segundo conselho era: sempre jogue a camisinha fora você mesmo. Ou seja, você tem que tirar e garantir que jogue no vaso sanitário. Junto com o primeiro conselho: nunca confie em mulher quando o assunto é camisinha. E o terceiro conselho era: NÃO É NÃO. Ele dizia que a gente tinha que respeitar as mulheres e que, se elas dissessem não, era pra parar. Mas também tinha mulher que dizia NÃO e era SIM. Ele falava que no dia em que a gente aprendesse a saber quando uma mulher dizia não mas era sim, nesse dia a gente teria chegado ao céu. Mas, na dúvida, sempre respeitar a mulher se a gente tivesse dúvida se o não era não ou se tinha outro significado. Até hoje eu sigo isso. toda vez que posso, coloco os conselhos dela em prática. Por sorte, na minha vida, poucas vezes duvidei do significado de quando me disseram NÃO. Isso me leva de volta ao ano 2000, eu já com trinta e poucos anos. No meu trabalho, um chefe me designou uma nova aprendiz que estudava design gráfico e queria fazer o estágio. Essa mina tinha uns 18/19 anos e era sobrinha desse chefe. Ele a trouxe pra empresa pra que, trabalhando, servisse pro que ela estudava. Foi assim que eu ensinava tudo que podia, e a tinha como um cachorrinho de colo o tempo todo atrás de mim. Com o passar dos dias, já almoçávamos juntos todo dia, e ela falava pra caralho, me contava do namorado e da vida dela, também era daquelas que fica te tocando ou abraçando o tempo todo. Ela era muito gostosa de rosto, bem alta pra idade dela, e o rabo marcava por baixo do avental. Nunca tinha visto ela de roupa normal, porque quando eu chegava no trabalho ela já tava vestida, e nunca via ela quando saía do trampo, já que eu saía pelo estacionamento pra pegar meu carro. Numa terça, vi ela meio estranha, não falava muito, perguntei o que tinha e, choramingando, me contou que a namorada dela tinha largado ela por outra. Passamos o dia todo falando sobre como ela tava mal. Era a época em que o fenômeno El Niño tava fudendo Buenos Aires, com dias de chuva torrencial. Chegou a hora de sair, quando tô indo pro estacionamento, vejo ela na porta de saída. Nunca tinha visto ela de roupa normal, tava com uma calça jeans bem apertada que marcava a bunda perfeita e uma camiseta decotada que mal deixava ver os peitos de adolescente. Verdade, ela tinha um corpaço perfeito. Chego perto dela e pergunto o que rolava, e ela me diz pra olhar pra fora, a rua tava toda alagada e ela não conseguia andar até o ponto de ônibus. Falei se ela queria que eu levasse, ela hesitou um pouco e depois disse que sim. Enquanto ia pro carro, de olho, olhava a bunda dela. Já no carro, enquanto a gente ia, ela começa a chorar de novo. por causa do namorado. Aí estacionei um pouco na rua e tentei consolá-la, abracei ela, e ela respondeu ao meu abraço me envolvendo com os braços dela. Consegui sentir os peitos dela, não muito grandes, mas durinhos. Continuei consolando ela enquanto ela já chorava menos. Com o abraço, meu pau ficou meia-bomba e passou pela minha cabeça levar ela pra um motel. Mas também pensei na merda em que eu poderia me meter no trabalho e com meu chefe se descobrissem. Eu continuei consolando ela enquanto dirigia e perguntei se ela queria parar pra tomar um café pra se acalmar. Ela respondeu que sim. Lá fora continuava chovendo muito e algumas ruas estavam bem alagadas. A gente ia pela Juan V, bem na área de Liniers, e tivemos que desviar por ruas internas. De repente, passamos bem na entrada de um motel, e sem pensar, entrei de uma vez. Quando ela entrou, me disse:
— O que você tá fazendo?
— Vamos tomar um café — falei, e parei na guarita como se fosse tudo normal. Pedi o quarto e descemos do carro sem dizer nada. Enquanto a gente caminhava pro elevador, ela vinha atrás de mim. Já no elevador, comecei a duvidar, porque ela só olhava pra baixo em silêncio. Ao entrar no quarto, ela ficou parada, sem se mexer. Indiquei pra ela sentar enquanto pedia o café. Em vez de sentar no sofá, ela sentou na cama sem levantar o olhar. Aí lembrei das palavras do mano 10 — NÃO É NÃO. Então pensei: assim que o café chegar, a gente toma e vaza. Bem na hora de quebrar o silêncio do quarto, o café chegou. Convidei ela a se aproximar do sofá pra tomar o café. Ela sentou numa ponta, bem longe de mim. Aí entendi que o não era não. Tomamos o café quase em silêncio. Ela só falou pra dizer como o café tinha feito bem, porque ela tava com um pouco de frio. Assim que terminou o café, ela se levantou, pegou minha xícara e a dela, e levou pra mesa. Depois disso, sentou de novo na cama em silêncio, com a cabeça baixa. Enquanto eu caminhava até a cama, não conseguia parar de olhar pra aquele rabo perfeito dela. Ficamos assim uns dois minutos em silêncio, ela sentada na cama e eu no sofá. Aí criei coragem, sentei do lado dela e diminui a intensidade das luzes, deixando quase no escuro. Com um dedo, levantei o rosto dela pelo queixo e me joguei na piscina e beijei ela. Ela só respondeu meu beijo com os lábios, então não consegui avançar pra meter a língua na boca dela. Ali pensei que dessa vez era não, mas tinha algo na minha cabeça me dizendo que era sim. Então abracei ela e falei no ouvido pra ela ficar tranquila, que não ia rolar nada que ela não quisesse. Ela automaticamente respondeu que estava confusa e sobrecarregada com a situação. E eu beijei ela de novo, e dessa vez ela já respondeu ao meu beijo, abrindo a boca, e nossas línguas começaram a trocar saliva. Na sequência, ela colocou a mão na minha nuca pra me puxar mais pra perto do rosto dela. Ali mesmo entendi que a confusão dela, ou seja, o não dela era um sim. Deitei ela na cama e, enquanto beijava, levantei a camiseta e o sutiã dela pra deixar os peitos no ar. Não eram muito grandes e os bicos estavam duros como sinos. Ela respirava muito excitada enquanto eu chupava os peitos dela e tentava, sem conseguir, desabotoar a calça dela. Então me levantei e tirei minha roupa até ficar de cueca, ela só ficou sentada na cama. Fiquei na frente dela e peguei uma das mãos dela pra ela tocar minha pica por cima da cueca. De novo parecia que não, já que ela só apoiava a mão no meu volume. Então abaixei a cueca e deixei minha pica dura exposta na frente do rosto dela. Ela só ficou olhando sem fazer nada, então com uma mão levei a pica até a boca dela e com a outra segurei a cabeça dela pra empurrar em direção à minha pica. Então enfiei a pica na boca dela meio que forçando. Depois que tava bem no fundo, comecei a comer a boca dela porque ela só enrolava com os lábios, não sei se por falta de experiência ou se não queria fazer. Depois de alguns segundos, começo a Sentir a língua dela no meu pau e uma das mãos dela nas minhas bolas. Enquanto ela me chupava, aproveitei pra tirar a camiseta e o sutiã dela, e ela massageava minhas bolas. Aí coloquei ela de pé e beijei ela. Ela respondeu ao beijo com muita língua e saliva. Enquanto me beijava, consegui desabotoar a calça jeans dela e ajudei a tirar. Sentei na cama e apreciei o espetáculo que era ver aquela bunda apertada saindo da calça. Ela ficou parada na minha frente só de tanguinha. Puxei ela pra perto de mim, desci a calcinha e enfiei a cara na buceta com pelo estilo moicano, enquanto guiava ela pra deitar de costas na cama. Fiquei na posição de 69 em cima dela e metia na boca dela enquanto chupava a buceta com a boca e enfiava a língua o mais fundo que podia. Com as pernas, ela apertava minha cabeça pra eu não parar de chupar a buceta, até sentir o corpo dela tremer. Aí saí de cima dela e coloquei ela de quatro na cama, e ela arqueou as costas pra levantar mais a raba. Então fiquei atrás dela e chupei a buceta e o cu enquanto apertava as nádegas duras dela. Peguei a camisinha que tava na mesa de cabeceira, coloquei e apoiei o pau na buceta dela. Ela ficou imóvel enquanto eu, aos poucos, enfiava até o fundo. Quando cheguei até as bolas, comecei a me mover mais forte e a quicar naquela bunda impecável. Ela suspirava e gemia, dizendo "não" alternando com "me come forte". Não aguentei muito mais e gozamos quase juntos. Quando tirei o pau, voltei a chupar a buceta dela pra sentir o gosto do orgasmo dela. No fim, ela se levantou e foi pro banheiro. Enquanto tava no banheiro, pedi algo gelado pra beber e ouvi o barulho do chuveiro. Pelo visto, ela achava que já tinha acabado. Quando ela saiu do banheiro enrolada na toalha, entreguei o refrigerante que tinha pedido e fiquei por trás, comecei a beijar o pescoço dela enquanto tirava a toalha. Depois disso... posso te despir de novo. fui levando ela até a cama enquanto a beijava. enquanto íamos pra cama, ela me dizia pra gente ir embora, mas não parava de responder meus beijos e não reclamava dos meus dedos dentro da buceta dela. joguei ela na cama e chupei a buceta dela de novo. ela gemia e já não dizia mais que queria ir embora. depois, me ajoelhei do lado do rosto dela e coloquei minha pica na cara dela, enfiando na boca dela enquanto procurava uma camisinha pra colocar. deitei ao lado dela na posição de conchinha, levantei uma perna dela e penetrei pela buceta. enquanto comia ela, beijava o pescoço e apertava os peitos e os bicos. com um movimento, virei ela de bruços com as pernas bem abertas e fiquei deitado sobre as costas dela. ela estava tão molhada que de vez em quando minha pica escorregava pela buceta dela e saía. numa dessas saídas, minha pica ficou bem no cu dela. como eu estava totalmente deitado sobre o corpo dela, ela praticamente não conseguia se mexer. ela percebeu que minha pica estava no cu dela e começou a dizer que não queria. e eu, bem devagar, comecei a enfiar a pica. ela se mexia pra não levar no cu, mas com o peso do meu corpo em cima, o movimento dela só facilitava pra minha pica entrar mais. quando entrou toda, fiquei parado beijando o pescoço e os ombros dela. comecei a mexer a pelve pra entrar e sair do cu dela. ela começou a gemer de novo e a levantar a raba. pelo espelho na parede, dava pra ver o rosto dela cheio de lágrimas porque às vezes ela dizia que doía muito. mas não parava de acompanhar com a bunda os movimentos da minha pica. abracei ela forte pra pegar os peitos dela e, com todo o peso do meu corpo em cima dela, gozei. fiquei um tempo parado em cima dela até minha pica encolher dentro do cu dela. quando me levantei, a camisinha ficou no cu dela. ao tirar com os dedos, notei que estava suja com um pouco de sangue. ela rapidamente se levantou e se trancou de novo no banheiro. e eu escuto de novo. ducha. Quando saímos, ela comenta preocupada que por um tempo ficou limpando sangue do cu. Pedi desculpas, falei que me deixei levar pela tesão e pela bunda linda que ela tem. E ela me disse: "Mesmo você tendo me falado pra não arrebentar meu cu, doeu pra caralho." Tentei amenizar a situação oferecendo algo pra beber. Ela começou a se vestir e pediu de novo pra eu levá-la pra casa. Tomei um banho rápido e fomos embora. De lá até o carro, não trocamos uma palavra. No elevador, ela estava de novo com o olhar baixo. Do lado de fora do hotel, ainda estava chovendo, então a viagem até a casa dela ficou mais longa por causa de algumas ruas alagadas. No começo, a gente ia em silêncio, mas depois eu falei pra ela me desculpar por ter entrado no hotel sem consultar ela. Aí ela me contou que não é a primeira vez que isso acontece com ela, que uma vez um amigo do pai dela, um cara de uns 50 anos, se ofereceu pra levar ela até a faculdade e no caminho entrou de penetra no hotel e, por mais que ela falasse pra irem embora, ele não ligava. Esse cara se pelou e queria comer ela a todo custo, e ela recusava, aí ele gritava com ela chamando ela de piranha. Ela teve que masturbar ele pra poder ir embora. Hoje ela pensou que, ao entrar no hotel, a história ia se repetir. Mas que, quando comecei a beijar ela, ela se sentiu confusa, mas também se sentiu bem, não achou que ia acabar com o cu arrombado. Quando chegou na casa dela, ela desceu do carro só com um "tchau". No outro dia no trabalho, a gente se comportou como se nada tivesse acontecido, e até o fim do estágio dela, nunca mais falamos sobre o ocorrido. Toda vez que chovia, eu oferecia carona, mas ela sempre dizia que não e ia de ônibus. Essa foi a única vez que não me importei de uma mulher dizer não, e por sorte não me meti em encrenca.
Entre as histórias que ele contava, sempre terminava com uma moral ou um conselho. Mas tinha um conselho de vida que ele repetia sempre e que ficou gravado na minha cabeça, e sempre que pude, coloquei em prática. O primeiro conselho era: sempre, mas sempre, a camisinha que você usar tem que ser a que você comprou e abriu. Moral da história: nunca use a camisinha que outra pessoa te der, seja quem for. O segundo conselho era: sempre jogue a camisinha fora você mesmo. Ou seja, você tem que tirar e garantir que jogue no vaso sanitário. Junto com o primeiro conselho: nunca confie em mulher quando o assunto é camisinha. E o terceiro conselho era: NÃO É NÃO. Ele dizia que a gente tinha que respeitar as mulheres e que, se elas dissessem não, era pra parar. Mas também tinha mulher que dizia NÃO e era SIM. Ele falava que no dia em que a gente aprendesse a saber quando uma mulher dizia não mas era sim, nesse dia a gente teria chegado ao céu. Mas, na dúvida, sempre respeitar a mulher se a gente tivesse dúvida se o não era não ou se tinha outro significado. Até hoje eu sigo isso. toda vez que posso, coloco os conselhos dela em prática. Por sorte, na minha vida, poucas vezes duvidei do significado de quando me disseram NÃO. Isso me leva de volta ao ano 2000, eu já com trinta e poucos anos. No meu trabalho, um chefe me designou uma nova aprendiz que estudava design gráfico e queria fazer o estágio. Essa mina tinha uns 18/19 anos e era sobrinha desse chefe. Ele a trouxe pra empresa pra que, trabalhando, servisse pro que ela estudava. Foi assim que eu ensinava tudo que podia, e a tinha como um cachorrinho de colo o tempo todo atrás de mim. Com o passar dos dias, já almoçávamos juntos todo dia, e ela falava pra caralho, me contava do namorado e da vida dela, também era daquelas que fica te tocando ou abraçando o tempo todo. Ela era muito gostosa de rosto, bem alta pra idade dela, e o rabo marcava por baixo do avental. Nunca tinha visto ela de roupa normal, porque quando eu chegava no trabalho ela já tava vestida, e nunca via ela quando saía do trampo, já que eu saía pelo estacionamento pra pegar meu carro. Numa terça, vi ela meio estranha, não falava muito, perguntei o que tinha e, choramingando, me contou que a namorada dela tinha largado ela por outra. Passamos o dia todo falando sobre como ela tava mal. Era a época em que o fenômeno El Niño tava fudendo Buenos Aires, com dias de chuva torrencial. Chegou a hora de sair, quando tô indo pro estacionamento, vejo ela na porta de saída. Nunca tinha visto ela de roupa normal, tava com uma calça jeans bem apertada que marcava a bunda perfeita e uma camiseta decotada que mal deixava ver os peitos de adolescente. Verdade, ela tinha um corpaço perfeito. Chego perto dela e pergunto o que rolava, e ela me diz pra olhar pra fora, a rua tava toda alagada e ela não conseguia andar até o ponto de ônibus. Falei se ela queria que eu levasse, ela hesitou um pouco e depois disse que sim. Enquanto ia pro carro, de olho, olhava a bunda dela. Já no carro, enquanto a gente ia, ela começa a chorar de novo. por causa do namorado. Aí estacionei um pouco na rua e tentei consolá-la, abracei ela, e ela respondeu ao meu abraço me envolvendo com os braços dela. Consegui sentir os peitos dela, não muito grandes, mas durinhos. Continuei consolando ela enquanto ela já chorava menos. Com o abraço, meu pau ficou meia-bomba e passou pela minha cabeça levar ela pra um motel. Mas também pensei na merda em que eu poderia me meter no trabalho e com meu chefe se descobrissem. Eu continuei consolando ela enquanto dirigia e perguntei se ela queria parar pra tomar um café pra se acalmar. Ela respondeu que sim. Lá fora continuava chovendo muito e algumas ruas estavam bem alagadas. A gente ia pela Juan V, bem na área de Liniers, e tivemos que desviar por ruas internas. De repente, passamos bem na entrada de um motel, e sem pensar, entrei de uma vez. Quando ela entrou, me disse:
— O que você tá fazendo?
— Vamos tomar um café — falei, e parei na guarita como se fosse tudo normal. Pedi o quarto e descemos do carro sem dizer nada. Enquanto a gente caminhava pro elevador, ela vinha atrás de mim. Já no elevador, comecei a duvidar, porque ela só olhava pra baixo em silêncio. Ao entrar no quarto, ela ficou parada, sem se mexer. Indiquei pra ela sentar enquanto pedia o café. Em vez de sentar no sofá, ela sentou na cama sem levantar o olhar. Aí lembrei das palavras do mano 10 — NÃO É NÃO. Então pensei: assim que o café chegar, a gente toma e vaza. Bem na hora de quebrar o silêncio do quarto, o café chegou. Convidei ela a se aproximar do sofá pra tomar o café. Ela sentou numa ponta, bem longe de mim. Aí entendi que o não era não. Tomamos o café quase em silêncio. Ela só falou pra dizer como o café tinha feito bem, porque ela tava com um pouco de frio. Assim que terminou o café, ela se levantou, pegou minha xícara e a dela, e levou pra mesa. Depois disso, sentou de novo na cama em silêncio, com a cabeça baixa. Enquanto eu caminhava até a cama, não conseguia parar de olhar pra aquele rabo perfeito dela. Ficamos assim uns dois minutos em silêncio, ela sentada na cama e eu no sofá. Aí criei coragem, sentei do lado dela e diminui a intensidade das luzes, deixando quase no escuro. Com um dedo, levantei o rosto dela pelo queixo e me joguei na piscina e beijei ela. Ela só respondeu meu beijo com os lábios, então não consegui avançar pra meter a língua na boca dela. Ali pensei que dessa vez era não, mas tinha algo na minha cabeça me dizendo que era sim. Então abracei ela e falei no ouvido pra ela ficar tranquila, que não ia rolar nada que ela não quisesse. Ela automaticamente respondeu que estava confusa e sobrecarregada com a situação. E eu beijei ela de novo, e dessa vez ela já respondeu ao meu beijo, abrindo a boca, e nossas línguas começaram a trocar saliva. Na sequência, ela colocou a mão na minha nuca pra me puxar mais pra perto do rosto dela. Ali mesmo entendi que a confusão dela, ou seja, o não dela era um sim. Deitei ela na cama e, enquanto beijava, levantei a camiseta e o sutiã dela pra deixar os peitos no ar. Não eram muito grandes e os bicos estavam duros como sinos. Ela respirava muito excitada enquanto eu chupava os peitos dela e tentava, sem conseguir, desabotoar a calça dela. Então me levantei e tirei minha roupa até ficar de cueca, ela só ficou sentada na cama. Fiquei na frente dela e peguei uma das mãos dela pra ela tocar minha pica por cima da cueca. De novo parecia que não, já que ela só apoiava a mão no meu volume. Então abaixei a cueca e deixei minha pica dura exposta na frente do rosto dela. Ela só ficou olhando sem fazer nada, então com uma mão levei a pica até a boca dela e com a outra segurei a cabeça dela pra empurrar em direção à minha pica. Então enfiei a pica na boca dela meio que forçando. Depois que tava bem no fundo, comecei a comer a boca dela porque ela só enrolava com os lábios, não sei se por falta de experiência ou se não queria fazer. Depois de alguns segundos, começo a Sentir a língua dela no meu pau e uma das mãos dela nas minhas bolas. Enquanto ela me chupava, aproveitei pra tirar a camiseta e o sutiã dela, e ela massageava minhas bolas. Aí coloquei ela de pé e beijei ela. Ela respondeu ao beijo com muita língua e saliva. Enquanto me beijava, consegui desabotoar a calça jeans dela e ajudei a tirar. Sentei na cama e apreciei o espetáculo que era ver aquela bunda apertada saindo da calça. Ela ficou parada na minha frente só de tanguinha. Puxei ela pra perto de mim, desci a calcinha e enfiei a cara na buceta com pelo estilo moicano, enquanto guiava ela pra deitar de costas na cama. Fiquei na posição de 69 em cima dela e metia na boca dela enquanto chupava a buceta com a boca e enfiava a língua o mais fundo que podia. Com as pernas, ela apertava minha cabeça pra eu não parar de chupar a buceta, até sentir o corpo dela tremer. Aí saí de cima dela e coloquei ela de quatro na cama, e ela arqueou as costas pra levantar mais a raba. Então fiquei atrás dela e chupei a buceta e o cu enquanto apertava as nádegas duras dela. Peguei a camisinha que tava na mesa de cabeceira, coloquei e apoiei o pau na buceta dela. Ela ficou imóvel enquanto eu, aos poucos, enfiava até o fundo. Quando cheguei até as bolas, comecei a me mover mais forte e a quicar naquela bunda impecável. Ela suspirava e gemia, dizendo "não" alternando com "me come forte". Não aguentei muito mais e gozamos quase juntos. Quando tirei o pau, voltei a chupar a buceta dela pra sentir o gosto do orgasmo dela. No fim, ela se levantou e foi pro banheiro. Enquanto tava no banheiro, pedi algo gelado pra beber e ouvi o barulho do chuveiro. Pelo visto, ela achava que já tinha acabado. Quando ela saiu do banheiro enrolada na toalha, entreguei o refrigerante que tinha pedido e fiquei por trás, comecei a beijar o pescoço dela enquanto tirava a toalha. Depois disso... posso te despir de novo. fui levando ela até a cama enquanto a beijava. enquanto íamos pra cama, ela me dizia pra gente ir embora, mas não parava de responder meus beijos e não reclamava dos meus dedos dentro da buceta dela. joguei ela na cama e chupei a buceta dela de novo. ela gemia e já não dizia mais que queria ir embora. depois, me ajoelhei do lado do rosto dela e coloquei minha pica na cara dela, enfiando na boca dela enquanto procurava uma camisinha pra colocar. deitei ao lado dela na posição de conchinha, levantei uma perna dela e penetrei pela buceta. enquanto comia ela, beijava o pescoço e apertava os peitos e os bicos. com um movimento, virei ela de bruços com as pernas bem abertas e fiquei deitado sobre as costas dela. ela estava tão molhada que de vez em quando minha pica escorregava pela buceta dela e saía. numa dessas saídas, minha pica ficou bem no cu dela. como eu estava totalmente deitado sobre o corpo dela, ela praticamente não conseguia se mexer. ela percebeu que minha pica estava no cu dela e começou a dizer que não queria. e eu, bem devagar, comecei a enfiar a pica. ela se mexia pra não levar no cu, mas com o peso do meu corpo em cima, o movimento dela só facilitava pra minha pica entrar mais. quando entrou toda, fiquei parado beijando o pescoço e os ombros dela. comecei a mexer a pelve pra entrar e sair do cu dela. ela começou a gemer de novo e a levantar a raba. pelo espelho na parede, dava pra ver o rosto dela cheio de lágrimas porque às vezes ela dizia que doía muito. mas não parava de acompanhar com a bunda os movimentos da minha pica. abracei ela forte pra pegar os peitos dela e, com todo o peso do meu corpo em cima dela, gozei. fiquei um tempo parado em cima dela até minha pica encolher dentro do cu dela. quando me levantei, a camisinha ficou no cu dela. ao tirar com os dedos, notei que estava suja com um pouco de sangue. ela rapidamente se levantou e se trancou de novo no banheiro. e eu escuto de novo. ducha. Quando saímos, ela comenta preocupada que por um tempo ficou limpando sangue do cu. Pedi desculpas, falei que me deixei levar pela tesão e pela bunda linda que ela tem. E ela me disse: "Mesmo você tendo me falado pra não arrebentar meu cu, doeu pra caralho." Tentei amenizar a situação oferecendo algo pra beber. Ela começou a se vestir e pediu de novo pra eu levá-la pra casa. Tomei um banho rápido e fomos embora. De lá até o carro, não trocamos uma palavra. No elevador, ela estava de novo com o olhar baixo. Do lado de fora do hotel, ainda estava chovendo, então a viagem até a casa dela ficou mais longa por causa de algumas ruas alagadas. No começo, a gente ia em silêncio, mas depois eu falei pra ela me desculpar por ter entrado no hotel sem consultar ela. Aí ela me contou que não é a primeira vez que isso acontece com ela, que uma vez um amigo do pai dela, um cara de uns 50 anos, se ofereceu pra levar ela até a faculdade e no caminho entrou de penetra no hotel e, por mais que ela falasse pra irem embora, ele não ligava. Esse cara se pelou e queria comer ela a todo custo, e ela recusava, aí ele gritava com ela chamando ela de piranha. Ela teve que masturbar ele pra poder ir embora. Hoje ela pensou que, ao entrar no hotel, a história ia se repetir. Mas que, quando comecei a beijar ela, ela se sentiu confusa, mas também se sentiu bem, não achou que ia acabar com o cu arrombado. Quando chegou na casa dela, ela desceu do carro só com um "tchau". No outro dia no trabalho, a gente se comportou como se nada tivesse acontecido, e até o fim do estágio dela, nunca mais falamos sobre o ocorrido. Toda vez que chovia, eu oferecia carona, mas ela sempre dizia que não e ia de ônibus. Essa foi a única vez que não me importei de uma mulher dizer não, e por sorte não me meti em encrenca.
0 comentários - NÃO É NÃO