NÃO É NÃO

Quando eu era adolescente, lá pelos anos 80/90, tinha o costume de me encontrar com uns amigos num boteco do bairro pra tomar um refri. Na maioria das vezes, um figura do bairro se juntava com a gente, um cara que na época a gente apelidou de "o Dude 10". Não faço ideia de por que ele tinha esse apelido. Ele era um senhor de mais de 80 anos, muito, mas muito bem conservado. O homem era aposentado e sempre estava bem vestido, de gravata ou gravata borboleta, até no verão. Ele era aposentado e dizia que tinha sido motorista do Perón. Muitas vezes, era ele quem pagava o refri e contava um monte de histórias. Ele dizia que comia umas mulheres do bairro, algumas eram casadas. A gente só via era algumas dessas mulheres se aproximando dele pra tirar dinheiro. Mas muitas vezes a gente via alguma dessas mulheres passar do lado dele e pegar um ônibus, e depois ele ia e pegava outro ônibus. Depois de algumas horas, voltavam quase juntos, em ônibus diferentes. Entre as histórias que ele contava, sempre terminavam com uma moral ou um conselho. Mas tinha um conselho de vida que ele sempre repetia e que ficou gravado na minha cabeça, e sempre que pude, coloquei em prática. O primeiro conselho era: sempre, mas sempre, a camisinha que você usar tem que ser a que você comprou e abriu. Moral da história: nunca use a camisinha que outra pessoa te der, seja quem for. O segundo conselho era: sempre jogue a camisinha fora você mesmo. Ou seja, você mesmo tem que tirar e garantir que jogue no vaso sanitário. Junto com o primeiro conselho: nunca confie em mulher quando o assunto é camisinha. E o terceiro conselho era: NÃO É NÃO. Ele dizia que a gente tinha que respeitar as mulheres e que, se elas dissessem não, era pra não avançar. Mas que também tinha mulher que dizia NÃO e era SIM. Ele dizia que no dia em que a gente aprendesse a saber quando uma mulher dizia não mas era sim, nesse dia a gente teria chegado ao céu. Mas, na dúvida, sempre respeitar a mulher se a gente tivesse dúvida se o não era não ou se a gente duvidasse do significado. Até hoje eu sigo isso. toda vez que posso, coloco os conselhos dela em prática. Por sorte, na minha vida, poucas vezes duvidei do significado de quando me disseram NÃO. Isso me leva lá pro ano 2000, eu já com trinta e poucos anos. No meu trabalho, um chefe me colocou pra treinar uma aprendiz nova que estudava design gráfico e queria fazer o estágio dela. Essa mina tinha uns 18/19 anos e era sobrinha desse chefe. Ele trouxe ela pra empresa pra que, trabalhando, ajudasse no que ela estudava. Foi assim que eu ensinava tudo que podia, e ela ficava tipo um cachorrinho de colo o tempo todo atrás de mim. Com o passar dos dias, a gente já almoçava junto todo santo dia, e ela falava pra caralho, me contava do namorado e da vida dela, e era daquelas pessoas que tão sempre te tocando ou te abraçando. Ela era muito gostosa de rosto, bem alta pra idade dela, e o rabo dela marcava por baixo do avental. Nunca tinha visto ela de roupa normal, porque quando eu chegava no trampo ela já tava vestida, e nunca via ela saindo do serviço, já que eu saía pelo estacionamento pra pegar meu carro. Numa terça, vi ela meio estranha, não falava muito, perguntei o que tinha, e ela, choramingando, me contou que a namorada tinha largado ela por outra. Passamos o dia todo falando sobre como ela tava mal. Naquela época, o fenômeno do El Niño tava fudendo Buenos Aires, com dias de chuva torrencial. Chegou a hora de ir embora, quando tô saindo pro estacionamento, vejo ela na porta de saída. Nunca tinha visto ela de roupa normal, ela tava com uma calça jeans bem apertada que marcava a bunda perfeita dela e uma regata decotada que mal deixava ver os peitos de adolescente. Putz, ela tinha uma rabeta perfeita. Chego perto dela e pergunto o que tinha, e ela fala pra eu olhar pra fora, a rua tava toda alagada e ela não conseguia andar até o ponto de ônibus. Falei se ela queria uma carona, ela hesitou um pouco e depois falou que sim. Enquanto ia pro carro, de olho, eu olhava a bunda dela. Já dentro do carro, enquanto a gente dirigia, ela começa a chorar de novo. por causa do namorado. Aí estacionei um pouco na rua e tentei consolá-la, abracei ela, e ela respondeu ao meu abraço me envolvendo com os braços dela. Consegui sentir os peitos dela, não muito grandes, mas durinhos. Continuei consolando ela enquanto ela já chorava menos. Com o abraço, meu pau ficou meia-bomba e passou pela minha cabeça levar ela pra um motel. Mas também pensei na merda que eu poderia arrumar no trampo e com meu chefe se descobrissem. Eu continuei consolando ela enquanto dirigia e perguntei se ela queria parar pra tomar um café pra se acalmar. Ela respondeu que sim. Lá fora continuava chovendo muito e algumas ruas estavam bem alagadas. A gente ia pela Juan V, bem na área de Liniers, e tivemos que desviar por ruas internas. De repente, passamos bem na entrada de um motel, e sem pensar, entrei de uma vez. Ela, ao entrar, me perguntou:
— O que você tá fazendo?
— Vamos tomar um café — falei, e parei na guarita como se fosse tudo normal. Pedi o quarto e descemos do carro sem falar nada. Enquanto a gente caminhava pro elevador, ela vinha atrás de mim. Já no elevador, comecei a duvidar, porque ela só olhava pra baixo em silêncio. Ao entrar no quarto, ela ficou parada, sem se mexer. Indiquei pra ela sentar enquanto pedia o café. Em vez de sentar no sofá, ela sentou na cama sem levantar o olhar. Aí lembrei das palavras do cara 10 — NÃO É NÃO. Então pensei: assim que o café chegar, a gente toma e vaza. Bem na hora de quebrar o silêncio do quarto, o café chegou. Convidei ela pra se aproximar do sofá pra tomar o café. Ela sentou numa ponta, bem longe de mim. Aí entendi que o não era não. Tomamos o café quase em silêncio. Ela só falou pra dizer como o café tinha feito bem, porque ela estava com um pouco de frio. Assim que terminou o café, ela se levantou, pegou minha xícara e a dela, e levou pra mesa. Depois disso, sentou de novo na cama em silêncio, com a cabeça baixa. Enquanto ela caminhava até a cama, eu não conseguia parar de olhar pra aquele rabo perfeito. Ficamos assim uns minutos em silêncio, ela sentada na cama e eu no sofá. Aí criei coragem, sentei do lado dela e diminui a intensidade das luzes, deixando quase no escuro. Com um dedo, levantei o rosto dela pelo queixo e me joguei na piscina e beijei ela. Ela só respondeu meu beijo com os lábios, então não consegui avançar pra meter a língua na boca dela. Aí pensei que dessa vez era não, mas tinha algo na minha cabeça me dizendo que era sim. Então abracei ela e falei no ouvido pra ela ficar tranquila, que não ia rolar nada que ela não quisesse. Ela automaticamente respondeu que tava confusa e sobrecarregada com a situação. E eu beijei ela de novo, e dessa vez ela já respondeu ao meu beijo abrindo a boca, e nossas línguas começaram a trocar saliva. Na sequência, ela colocou a mão na minha nuca pra me puxar mais pra perto do rosto dela. Foi aí que entendi que a confusão dela, ou seja, o não dela era um sim. Deitei ela na cama e, enquanto beijava, levantei a camiseta e o sutiã dela pra deixar os peitos no ar. Não eram muito grandes, e os bicos estavam duros como botões. Ela respirava muito excitada enquanto eu chupava os peitos dela e tentava, sem conseguir, desabotoar a calça dela. Então levantei, tirei minha roupa até ficar de cueca, e ela só ficou sentada na cama. Parei na frente dela e peguei uma das mãos dela pra ela tocar minha pica por cima da cueca. De novo parecia que não, porque ela só apoiava a mão no meu volume. Aí baixei a cueca e minha pica dura ficou exposta na frente do rosto dela. Ela só olhava sem fazer nada, então com uma mão levei a pica até a boca dela e com a outra segurei a cabeça dela pra empurrar em direção à minha pica. Então meti a pica na boca dela meio que forçando. Depois que tava bem no fundo, comecei a comer a boca dela porque ela só enrolava com os lábios, não sei se por falta de experiência ou se não queria fazer. Depois de alguns segundos, começo a... Sentir a língua dela no meu pau e uma das mãos dela nas minhas bolas. Enquanto ela me chupava, aproveitei pra tirar a camiseta e o sutiã dela, e ela massageava minhas bolas. Aí coloquei ela de pé e beijei ela. Ela correspondeu ao beijo com muita língua e saliva. Enquanto me beijava, consegui desabotoar a calça jeans dela e ajudei a tirar. Sentei na cama e apreciei o espetáculo que era ver aquela bunda apertada saindo da calça. Ela ficou parada na minha frente só de tanga. Puxei ela pra perto de mim, baixei a tanga e enfiei a cara na buceta com pelo estilo moicano, enquanto guiava ela pra se deitar de costas na cama. Fiquei na posição de 69 em cima dela e metia na boca dela enquanto chupava a buceta com a boca e enfiava a língua o mais fundo que podia. Com as pernas, ela apertava minha cabeça pra eu não parar de chupar a buceta, até que sinto o corpo dela tremer. Aí saí de cima dela e coloquei ela de quatro na cama, e ela arqueava as costas pra levantar mais a bunda. Então fiquei atrás dela e chupei a buceta e o cu dela enquanto apertava as nádegas duras dela. Peguei a camisinha que tava no criado-mudo, coloquei e apoiei o pau na buceta dela, e ela ficou imóvel enquanto eu, aos poucos, ia metendo até o fundo. Quando cheguei até as bolas, comecei a me mover mais forte e comecei a rebolar naquela bunda impecável. Ela suspirava e gemia e dizia "não" alternando com "me come forte". Não aguentei muito mais e gozamos quase juntos. Quando tirei o pau, voltei a chupar a buceta dela pra sentir o gosto do orgasmo dela. No fim, ela se levantou e foi pro banheiro. Enquanto tava no banheiro, pedi algo gelado pra beber e ouvi o barulho do chuveiro. Pelo visto, ela achava que já era. Quando ela saiu do banheiro enrolada na toalha, entreguei o refrigerante que tinha pedido e fiquei por trás, comecei a beijar o pescoço dela enquanto tirava a toalha. Quando Posso te despir de novo. Fui levando ela pra cama enquanto beijava ela. Enquanto íamos pra cama, ela falava pra gente ir embora, mas não parava de responder meus beijos e não reclamava dos meus dedos dentro da pussy dela. Joguei ela na cama e chupei a pussy dela de novo. Ela gemia e já não falava mais que queria ir embora. Depois, me ajoelhei do lado do rosto dela e coloquei minha cock na cara dela, e enfiei na boca dela enquanto procurava uma camisinha pra colocar. Deitei do lado dela na posição de conchinha, levantei uma perna dela e penetrei pela pussy. Enquanto comia ela, beijava o pescoço dela e apertava os peitos e os bicos. Com um movimento, virei ela de bruços com as pernas bem abertas e fiquei deitado sobre as costas dela. Ela estava tão molhada que de vez em quando minha cock escorregava pela pussy dela e saía. Numa dessas saídas, minha cock ficou bem na bunda dela. Como eu estava totalmente deitado sobre o corpo dela, ela praticamente não conseguia se mexer. Ela percebeu que minha cock estava na bunda dela e começou a falar que não queria. E eu, bem devagar, comecei a enfiar a cock. Ela se mexia pra não deixar eu penetrar a bunda dela, mas com o peso do meu corpo em cima, o movimento dela só facilitava pra minha cock entrar mais. Quando entrou toda, fiquei parado beijando o pescoço e os ombros dela. Comecei a mexer a pélvis pra entrar e sair da bunda dela. Ela começou a gemer de novo e a levantar a raba. Pelo espelho na parede, dava pra ver o rosto dela cheio de lágrimas porque às vezes ela dizia que doía muito. Mas não parava de acompanhar com a bunda os movimentos da minha cock. Abracei ela forte pra pegar nos peitos dela e, assim, com todo o peso do meu corpo em cima dela, gozei. Fiquei um tempinho parado em cima dela até minha cock encolher dentro da bunda dela. Quando levantei, a camisinha ficou na bunda dela. Ao tirar com os dedos, notei que estava suja com um pouco de sangue. Ela rapidamente se levantou e se trancou no banheiro de novo. E de novo eu ouço o... ducha. Quando saí, ela comentou preocupada que por um tempo tava limpando sangue do cu. Pedi desculpas, falei que me deixei levar pela tesão e pela bunda linda que ela tem. E ela me disse: "mesmo eu tendo falado que não, você arrombou meu cu do mesmo jeito, doeu pra caralho." Tentei amenizar a situação oferecendo algo pra ela beber. Ela começou a se vestir e pediu de novo pra eu levar ela pra casa. Tomei uma ducha rápida e fomos embora. Daí até o carro, não trocamos uma palavra. No elevador, ela tava de novo de cabeça baixa. Fora do hotel, ainda tava chovendo, então a viagem até a casa dela demorou mais por causa de umas ruas alagadas. No começo, a gente foi em silêncio, mas depois eu falei pra ela me desculpar por ter entrado no hotel sem consultar ela. Aí ela me contou que não é a primeira vez que isso acontece com ela, que uma vez um amigo do pai dela, um cara de uns 50 anos, se ofereceu pra levar ela até a faculdade e no caminho entrou de penetra no hotel e, por mais que ela falasse pra irem embora, ele não ligava. Esse cara se pelou e queria comer ela a todo custo, e ela recusava, então ele gritava com ela chamando ela de puta que provoca. Ela teve que masturbar ele pra poder ir embora. Hoje ela pensou que, ao entrar no hotel, a história ia se repetir. Mas que, quando eu comecei a beijar ela, ela se sentiu confusa, mas também se sentiu bem, não imaginou que ia acabar com o cu arrombado. Quando chegou na casa dela, ela saiu do carro só dando um tchau. No outro dia no trabalho, a gente agiu como se nada tivesse acontecido, e até o fim do estágio dela, nunca mais falamos sobre o ocorrido. Toda vez que chovia, eu oferecia carona, mas ela sempre dizia não e ia de ônibus. Essa foi a única vez que não me importei de uma mulher dizer não, e por sorte não me meti em encrenca.

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