Entreguei pra minha chefe

Ela queria explorar essa fantasia de ser submisso, sentia que ele, só de vê-la poucas vezes e por pouco tempo, tinha descoberto um lado dela que pouca gente conhecia. Quando tocou a campainha, dei um beijo nele e tapei os olhos dele com um pano grande vermelho. Desci pra abrir.-íamos subindo no elevador-
Quando abrimos a porta do apartamento, ele não disse nada, foi direto pra Débora. Ficou um tempão parado do lado dela, que tava ajoelhada no chão ao lado do sofá que temos na frente da TV, de frente pro sofá, com as mãos pra frente, vendada, uma delícia. Percebi que a respiração dela acelerou, e ele ficou um tempão imenso parado, sem fazer nada.
Ele baixou as calças até a metade da coxa, não estava de cueca, aquele pauzão que eu tinha visto saiu bem duro na cara da minha mina, bateu nos lábios dela ao sair, ela não fez nada, ele só encostou a cabeça do pau nos lábios dela, deixou ali um tempão apoiado na beirada. Eu não aguentei, entrei rápido no banheiro porque tinha começado a gozar quase sem perceber, me ajeitei um pouco e voltei.
—Começa a chupar ela… tá esperando o quê… —falou com um tom autoritário.
Ela começou a apertar a cabeça dele só com os lábios, foi chupando ele aos poucos, ele deixava ela fazer, enquanto desabotoava com uma mão dois botões da camisa. Ela chupava delicadamente o pau dele. Quando terminou com esses dois botões, com as duas mãos colocou elas de cada lado da cabeça dele e, aos poucos, foi fazendo ela chupar o pedaço dele. Ele deixou as mãos caírem ao lado do corpo e ela continuou mamando do jeito que queria, um pouco mais pra dentro, um pouco mais pra fora, se deliciava chupando aquela ferramenta. Ele segurou a cabeça dela de novo com as mãos e, suave mas decidido, foi guiando ela de novo, metia até o fundo, de vez em quando fazia ela chupar só a cabecinha dele. Eu em nenhum momento tinha perdido a ereção, mesmo depois de gozar, e como acontece comigo quando transamos, meu segundo orgasmo costuma vir quase como uma continuação do primeiro. Saí um pouco da sala, fui pra cozinha, não queria gozar assim de novo, tentei me acalmar, realmente nunca tinha fantasiado com isso e não podia acreditar que essa situação me excitava tanto.
—Agora vai fundo... —disse ele enquanto a guiava. Soltou ela de novo, e ela chupava como se não houvesse amanhã, não tinha visto o tamanho daquela ferramenta, a boca dela já tinha dado todos os detalhes. Ele só soltava sons guturais, enfiou a mão esquerda no decote dela e começou a brincar com o mamilo direito. Num movimento rápido, tirou a cabeça dela do pau e empurrou ela de quatro contra o sofá, deu uns tapinhas suaves na bunda dela enquanto ajeitava. Com a mão esquerda, apertava o ombro dela contra o sofá, enquanto com a direita dava tapas na raba e ia lubrificando e punhetando a buceta dela, com os dedos que ele babava. Puxou a calcinha fio dental pro lado e deu mais uns tapas. Amassou o cu dela.
—Quer sentir essa pica na…? —ela mexia a bunda e ele voltou a salivar os dedos e a brincar com a buceta dela. Enquanto continuava brincando com a mão direita, punhetando ela, enfiou a esquerda por baixo da camisa, pelas costas dela, desabotoando o sutiã. Eu olhava de lado, a saia na cintura dela, ela rebolando em círculos enquanto ele a punhetava. De repente, ele a levantou do chão, fazendo ela se ajoelhar agora em cima do sofá, empurrou a cabeça dela para baixo e a bunda dela ficou ainda mais oferecida, continuou punhetando e salivando ela. Me impressionava a dureza da pica dele, parecia um cara de 20 anos, bem curvada e dura. Ele se acomodou atrás dela e brincou um pouco, esfregando nela. Débora mexia a bunda acompanhando os movimentos, ele se afastou e voltou a salivar e punhetar ela. Agora ele punhetava bem rápido, Débora gemia e os glúteos dela tremiam quando ele dava tapas neles enquanto a punhetava com a palma da mão. Ele se afastou um pouco, pegou um lubrificante que tinha trazido e lubrificou bem a pica dele. Débora continuava se movendo suavemente em cima do sofá. Ele não tinha camisinha, nem colocou. Apoiou a perna direita no sofá, se posicionou atrás de Débora, encaixou na entrada e ela mesma foi enfiando.
-Pega essa pica… vamos…
E não consegui evitar, de novo uma cachoeira de porra jorrou do meu pau, quase sem querer, mas agora me sujei todo. Não me afastei nadinha do lugar, parecia que tava num transe hipnótico.
Com a mão direita, deu um tapa por cima na bunda esquerda dela. Ela gemeu um pouco mais do que já estava gemendo. Começou a meter nela, os dois gemiam, ele com uma voz gutural, dava pra ver a excitação que ela causava nele. Ele não parava de grunhir a cada estocada que dava. Eu me acomodei atrás deles, via a bunda dele se mexendo, a calcinha fio dental da Débora puxada pro lado. Ele levou a mão esquerda pra bater uma pra ela, e ela disse um "sim" com um gemido profundo. Ele tirou o pau, ajeitou ela com o peito apoiado no encosto do sofá, como o sofá tava no meio da sala, a cabeça dela aparecia do outro lado. Tirou a venda dos olhos dela, se posicionou atrás, meteu de novo, e agora segurava ela pela coleira. Ela gemia sem parar com o rosto virado de lado, ele tinha as duas pernas em cima do sofá, puxou a cabeça dela pra baixo com a mão direita, com a esquerda fazia pressão no ombro dela. Saiu dela e foi pro outro lado do sofá, parado na frente dela, enfiou o pau na boca dela pra chupar. Débora gemia e chupava, agora sim via o que tava comendo, ele também não parava de gemir, eram uns gemidos graves. Agarrou a cabeça dela com as duas mãos de novo e agora metia na boca dela, as mãos dela tavam na bocetinha dela se masturbando. Tirou o pau da boca dela, ela se levantou e apoiou os antebraços no encosto do sofá, ele pegou o lubrificante, ela tava sorrindo agora, em nenhum momento tinha olhado pra mim, eu tava duro de novo. Passou um pouco de lubrificante, pareceu que foi na bunda dela, mas não tinha certeza, não via direito de onde eu tava. Ela ia se levantar um pouco, mas ele empurrou ela com força contra o sofá e com as mãos agarrou as nádegas dela com força, ela gemeu.
- Coloca as mãos pra trás… abre os glúteos…
Fui atrás deles pra ver e ele já tava encostando o pau na entrada da bunda dela, aquela ferramenta me dava medo, a gente não fazia por trás. Ele foi enfiando só um pouquinho, ela soltava uns gemidos baixinhos que dava pra ver que era gostoso. Logo ele tirou, deitou ela agora no sofá, no comprido, de barriga pra cima, ela levou a mão na sua bucetinha se acariciando, ele em pé do lado do sofá, ela olhava pro pau dele.
—Gosta, hein…? —ela não respondeu.
- Te perguntei se você gostava…
—Adoro…
Ele se ajoelhou apoiado no sofá entre as pernas dela, que olhou pra ele e sorriu. Com a mão direita, ela se acariciava, enquanto com a esquerda começou a acariciar aquele pau duro. Ela já estava sem camisa, e ele começou a brincar com os mamilos dela. Suavemente, ele tirou a mãozinha dela do pau dele.
—Vamos colocar onde tem que ir… —e enfiou devagar, mas até o fundo. Ela gemia e continuava se tocando com a mão direita. Agora ele metia bem forte na posição de papai e mamãe, os dois gemiam. Em nenhum momento ele tinha beijado ela. Ele estava meio inclinado sobre ela, tirou o pau e ela segurou com muito carinho. Ele puxou ela mais para perto, arrastou ela no sofá e colocou as pernas dela quase dobradas. Enfiou de novo bem fundo, saiu outra vez e ficou de pé. Ela se ajoelhou na frente dele, deu uma chupadinha leve e se acomodou no sofá, apoiada. Ele jogou lubrificante direto do frasco — agora vi claramente — no cu dela e aí sim penetrou fundo e começou a comer ela bem forte.
—Sim, papai… —as duas mãos dele juntas, apoiadas nas costas de Débora, a bunda dela balançava com as investidas dele. Embora custasse pra caralho e, em algum lugar, eu me recusasse a ver, fiquei atrás deles. Não restava dúvida: ele tava metendo bem fundo por trás e bombou até que ela gemeu mais baixinho, no que me pareceu o orgasmo dela. Ela estava de novo sobre o sofá, com o corpo debruçado no encosto. Ele tirou o pau e deixou apoiado entre os glúteos dela, se levantou. Ela levou a mão direita até a bunda, como quem reconhece o território, e depois apertou o peito direito. Pela primeira vez, ela me olhou. Não consegui decifrar o que a cara dela dizia. O chefe foi pro banheiro; quando voltou, já vestido, se despediu dela e me pediu pra acompanhá-lo até embaixo. No elevador, dava pra ver que ele tava sorrindo, felizão.

Entreguei pra minha chefe

2 comentários - Entreguei pra minha chefe

Tu mujer es muy puta y quiero hacerla mi putiesclava y cogermela
de dond esos
@maridoentrega de dónde soy? Oh porque le digo así a tu mujer?