História de gente: a mãe das minhas putas, minha mulher!

Bom, aqui um amigo conta uma história meio interessante, espero que entretenha vocês 🙂 Oi, sou o Maurício, sou divorciado, tenho 45 anos e tô junto com uma mulher que, sem ela saber, eu transformei as filhas dela nas minhas putinhas. Minha mulher é nota 10, é professora, americana loira, mas pinta o cabelo de várias cores e, pra ter 38 anos, tá muito bem cuidada, é magrinha e tem peitão. Mas vou contar como cheguei a conhecê-la. Quando me divorciei, há uns 10 anos atrás, comecei a curtir meu tempo, saindo e passando o tempo. Meus colegas foram me mostrando e apresentando um monte de putas, a maioria novinhas, e num grupo de WhatsApp um compartilhou o contato de uma gostosa, a Sofia, americana, loira, cabelo bem comprido e novinha. A maioria gostou, mas não curtiu os preços (pra mim tava de boa o que ela pedia). Bom, eu aproveitei, falei com ela, que não foi difícil, ela respondia rápido as mensagens e se organizou comigo pra um encontro. Foi no meu apartamento, foram 3 dias de espera. No dia do encontro, a gente conversou durante a tarde e até ela chegar na minha casa não paramos de falar. Ela me encheu de fotos e também de áudios (uma loucura essa mina). Quando ela chegou no meu apartamento, assim que entrou me pediu o adiantamento (ela pedia uma parte do valor combinado). Eu paguei a parte e beleza, dei uma risadinha. Ela tirou o casaco, deixou as coisas num sofá e, enquanto tirava os tênis, me perguntou: "E onde você quer me comer?". Eu mandei ela pro quarto e fui atrás dela (queria ver aquela bundinha branquinha de calcinha fio dental rosa). Quando entramos no quarto, fechei a porta, vi ela de costas, dei um tapa na bunda que até doeu minha mão, ela só soltou um "ai" e mordeu o lábio. Eu me empolguei um pouco, agarrei ela, levantei e comecei a beijar ela de língua, meti a língua, passei a mão na bunda e usei a palavra: buceta por cima e por baixo da calcinha. E aí ela me pergunta: "Como você quer começar, amor? O que você quer fazer primeiro?". Eu mandei ela descer e fazer um boquete. Comecei a tirar minha roupa e ela esperava sentada na cama. Cama, de pernas cruzadas, me olhando tranquila. Quando tirei tudo, me aproximei e perguntei se ela gostava do que via. Ela balançou a cabeça que sim, segurando o cabelo, e começou a chupar meu pau (olha, já trouxe muita piranha, mas essa passava o rodo em todas, uma pela beleza e outra pelos boquetes que dava). Ela engolia inteiro, passava a língua na cabeça, fazia círculos com a língua na buceta. Numa hora, pegou meu pau e começou a chupar e lamber minhas bolas, e a punhetar com a mãozinha. Depois de um tempo, mandei ela deitar, mas antes ela perguntou: "Vou tirar isso, meu amor, e continuar te atendendo, meu amor". Tirou uma blusa de manga longa branca com uma regata esportiva, deixando os peitos de fora. Quando vi, me joguei naqueles peitinhos branquinhos e rosadinhos, mamilos rosados. Ela não tinha muito corpo, mas era muito linda de rosto (uma carinha de menina boazinha), garota branquinha, pequenininha (uma deusa pra mim). Eu peguei nos peitos dela, passei os dedos na buceta (tava bem molhada), acariciei por cima e por baixo da calcinha. Depois me ajeitei e coloquei ela pra chupar de novo, mas dessa vez de bruços, e ela cruzou as perninhas e levantou (dava pra ver a sola dos pés bem rosadinha). Algo gostoso de aproveitar e ver. Deixei ela chupando meu pau uns 20 minutos (tinha uma hora pra transar, então queria aproveitar). Depois, ela deitou pra descansar um pouco, mas eu tirei a calcinha dela e, quando vi aquela buceta branquinha e rosadinha, salivei. Devagar, me ajeitei, coloquei uma perninha dela no meu ombro e comecei a chupar aquela buceta (fazia tempo que não chupava uma buceta, a última vez foi com minha ex-cunhada). Passei a língua por toda a buceta e um pouco no cuzinho, meti os dedos, e ela aos poucos começou a gemer e se contorcer. Ela não falou, mas eu fiz ela gozar — dava pra sentir pelo gosto e pela quantidade de líquido. Depois ela perguntou: "Você vai me comer agora, papai, ou depois?" Eu só peguei uma camisinha e, na frente dela, coloquei. coloquei e enquanto ela mordia os lábios e me olhava, eu meti tudo. Ela soltou uns gemidos e começou: "ai, papai, que gostoso, me come toda, faz o que quiser comigo! mete forte, amor, não tem pena de mim!" Eu na hora comecei a meter forte e pesado (não sou musculoso, mas tenho resistência e, mesmo sendo um pouco gordinho, tenho força, e meu pau me ajuda — não é comprido, mas é grosso, quase quatro dedos meus, pra você ter uma ideia). Ela pedia mais e mais, eu não diminuía o ritmo. Ela tinha uma cintura fininha, minhas mãos quase a envolviam toda, e essa mina era uma beleza. Ela gritava e gemia, e eu continuei assim até que, do nada, ela levantou as pernas, deixando os pés no ar, e me pediu mais e mais. Segui assim até ela dizer: "ai, amor, você gosta? Como eu fico pra você, faz o que quiser comigo, adoro seu pau, papai, não para, mete forte, ai que gostoso." Eu continuei metendo, mas num ponto senti que não aguentava mais, estava quase gozando, então coloquei ela de quatro e comecei a meter por choque (tirava o pau quase até sair e metia de uma vez). Fiquei nessa por um tempo, mas ela começou: "ai, papai, você me destrói, me dá, me dá mais forte, mete duro, muito duro, me faz tua, me faz tua puta!" Eu voltei a meter forte de novo, segurando a vontade de gozar (queria aproveitar essa mina o máximo possível). Num instante, parei de novo e comecei a me mover devagar, enquanto ia apalpando a bunda dela (paguei um completo e já não aguentava mais). E, sem avisar, meti o polegar enquanto a comia — ela não reclamou, mas perguntou: "amor, vai me fazer a booty agora? Rompe meu cu agora se quiser, meu amor." Eu não aguentei mais e tirei a camisinha (pelo cu não tem perigo, então vamos aproveitar). Fui enfiando os dedos no cu dela e meti o pau na buceta pra lubrificar, além da minha saliva. Ela deitou a cabeça e eu comecei a meter o pau (custou um pouco pra entrar). Comecei devagar, mas vi que ela não reclamava, então fui metendo mais forte e mais forte, e ela começou: "ai, papai, me rompe toda, sim, assim rompe meu cu, me deixa aberta, faz o que você me disse por Chat, dale, me manda aberta no Uber! (Nessa altura eu já não sabia mais como me segurar). Dei o máximo que pude, mas aquele bum, além de que de quatro tinha uma cintura e um bum redondinho (vocês não imaginam o tasty que era de aproveitar e ver), ainda tinha minha mão marcada na bunda. Fui dando e aguentando, mas ela: "Ai, papai, quer que eu te ajude a gozar? Olha, me fala se você tá gostando? Tá gostando do meu love?" Começou a apertar minha pica e a rebolar tão tasty, além dos gemidos dela enquanto falava isso, que não aguentei muito. Soltei tudo dentro, uma carga inteira. Quando ela sentiu, falou: "Ai, hey hey!!! Quando você tirou a camisinha? Tá louco? Dois HDMP!!!" Ficou brava por um tempo, mas eu falei quando tirei, e ela só pediu pra avisar na próxima, porque ela não tinha percebido. Continuei em contato com a Sofia, que era a mais velha, e depois conheceria a outra filha, que seria minha próxima puta antes de conhecer minha mulher. Já em outra, a da menina 🙂 Continuem curtindo.História de gente: a mãe das minhas putas, minha mulher!

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