Neste sexta-feira santa, aconteceram coisas nada santas. Fui visitar minha avó, que também é avó da minha prima Liz. Normalmente, Liz passa muito tempo na casa da vovó, e ontem não foi diferente. Estávamos os dois na sala com a vovó, quando, depois de meia hora, ela foi ao banheiro. Minha prima Liz não pensou duas vezes e colocou aquele rabo enorme e gostoso no meu pau. J: "Cê tá louca? A vovó só foi no banheiro, pode sair rápido." L: "Relaxa, sempre fomos assim, ou você não gosta mais?" J: "Claro que gosto, adoro sentir suas nádegas em mim, mas e se ela descobre?" L: "Ela demora, é só você ficar de olho na porta e, quando ela abrir, eu paro." Foi o que fiz. Ela começou a rebolando a cintura no meu pau, a sensação era deliciosa e eu já tava durasso. Quando ouvi a porta, ela levantou e sentou do meu lado, tudo normal. A vovó foi pra sala de jantar comer alguma coisa, e eu me desculpei com uma ligação pra demorar mais. Minha prima me deixou com uma ereção violenta, então demorei um pouco pra conseguir acompanhá-las. Depois de algumas horas, já ia embora, e minha prima Liz pediu pra eu levá-la em casa. Aceitei. J: "Gostou de me colocar em apuros?" L: "Sabe que sim, adoro o perigo." J: "E agora, pra sua casa ou pra minha?" L: "Vamos pra sua. Faz tempo que não vou lá, e acho que sua cama precisa do meu cheiro pra você dormir bem." Seguimos rumo à minha casa, entre olhares, risadas e provocações. Eu passava a mão nas pernas dela, e ela só abria mais pra sentir meus dedos. Mal chegamos em casa, assim que entramos pela porta, começamos a nos beijar. Eu passava a mão naquele rabo gostoso e apertava sem parar. Sem dizer nada, virei ela de costas, abaixei o shortinho que ela tava usando, puxei a calcinha de lado e enfiei a cara na bunda dela. L: "Que delícia, priminho lindo, você me comendo assim. Sua língua é tão boa, continua aí." Fui descendo em direção ao cu dela e comecei a lamber. Ela não esperava por isso. L: "Nossa, cê tá com fome mesmo, hein priminho? Não quer perder tempo, né? Tá bom, chupa bem minha bunda. e vou deixar você penetrar, vou deixar você arrebentar meu cu. Continuei com meu trabalho, e comecei a enfiar um dedo na bunda dela, queria dilatar bem, fui enfiando mais dedos até serem 3, ela só gemia e gritava, quando achei que já era suficiente, tirei a pica e, do jeito que estávamos, comecei a enfiar no cu dela. L: que gostoso, só vai devagar primeiro, faz tempo que você não mete no meu cu, deixa acostumar. Quanto mais eu metia, mais ela forçava, apertava os dentes e soltava um monte de xingamento. L: você é um filho da puta, arrebenta meu cu, arrebenta o cu da sua priminha, você é um filho de uma puta e me come bem gostoso, priminho. Pelo apertado do cu dela, depois de 30 minutos gozei dentro do intestino dela, ela caiu exausta. L: só passaram 30 minutos, mas eu senti como se fossem horas, vamos tomar um banho e depois dormir, priminho, hoje quero dormir na sua cama. Fizemos isso, tomamos banho, onde só teve carícias e beijos, e fomos para a cama, acordei antes dela, eram 8 da manhã, fui ao banheiro, mijei e escovei os dentes, dormimos pelados, então comecei a chupar a buceta dela de novo, não demorou pra ela acordar. L: que jeito bom de acordar alguém você tem, priminho, continua me chupando e depois mete, mas só na buceta, nada de anal, ficou claro? Como resposta, continuei debaixo dela, chupando, depois que ela gozou 2 vezes, decidi que era minha vez, meti e fui devagar, até esvaziar minhas bolas dentro dela. L: tudo isso é muito gostoso, priminho, mas temos que voltar a dormir, tô muito cansada.







































1 comentários - Sexta-feira Santa nem tão santa