Karen, a filha do Pastor - Capítulo 6 O velho Pricilo vai propor à loira que convença a filha a transar com os dois juntos
Seu Pricilo acordou com os choramingos lamentáveis de Andrea. Por um momento, não entendeu qual era a gritaria que a loira estava armando, se só algumas horas atrás ela estava se rebolando gostosamente junto com ele, pensou consigo mesmo, ao notar que talvez a mulher já tivesse se arrependido de todas as putarias que tinham feito juntos.
— E por que você tá chorando, mamacita? Será que não gostou da noite que a gente passou junto? Hehehe — disse ele, apertando-a ainda mais contra sua obesidade, esmagando os peitos nus dela contra seu peito áspero e peludo. Ela, por sua vez, limpou as lágrimas do rosto e se preparou para cortar a canalhice que acabara de cometer contra a filha e o marido sério que estava ausente de casa.
— Seu Pricilo... pelo amor de Deus... isso nunca deveria ter acontecido — dizia ela com voz trêmula e verdadeiro arrependimento, enquanto via o sorriso debochado com que ele a olhava, deixando à mostra aquela parte enegrecida e podre que tinha na dentadura, para então continuar: — Eu prometo que não vou contar ao meu marido o que aconteceu na ausência dele. Só vai embora e me deixa sozinha! Eu imploro!!
— Olha, dona Zavala, quero que me escute bem o que vou dizer — falou o velhote, respirando fundo e se segurando para não ter que surrá-la naquele momento. — Caso você não se lembre, ontem à noite era a senhora mesma quem pedia pra eu meter meu pau como uma verdadeira puta! Hehehe!! E se você não se lembra... também aviso que sua filha, que é tão puta e fogosa quanto você, está dormindo completamente bêbada a poucos metros daqui, hehehe. E pra mim não custa nada levantar, trazer ela pra cá e comer as duas juntas, hehehe. Mas como eu gosto que a coisa seja mais gostosa, quero que seja você mesma a convencê-la a deitar com a gente antes que seu marido chegue. Maridinho puritano testemunha de Jeová, tá claro pra você, vadia? Jejeje...
—Nãooo!!, eu nunca faria uma coisa dessas, a Karen é minha filha, e o que você quer só uma mente doentia poderia desejar!!, exclamava Andrea se mexendo com o corpo, e as mãos como se quisesse se levantar e fugir daquele homem que, embora já tivesse comido ela, agora tava dando medo com as perversidades dele…
—Kkkkkkkk!, Você tem toda razão, Andreita, vocês duas já me deixaram doente, mas doente de tesão!!, jejeje, então não vem com essas besteiras, sua vadia de merda!, falava enquanto as feições do rosto dele iam se contraindo de raiva, —Ou será que não lembra da cara de vadia que você fazia quando olhava a buceta da sua filha!!, kkkkkk!!, eu sei que você olhava, vadia, percebi que só faltava um empurrãozinho e você ia se jogar pra lamber e chupar todos os sucos de puta dela, kkkkk!!, e eu quero que isso aconteça, sua cachorra!!, era só que a outra vadia tava tão bêbada que não ia sentir nada e também não ia poder participar desse joguinho gostoso que eu quero que vocês duas me proporcionem, jejeje, então para de idiotice e vai se preparando, que a partir de hoje vocês duas são minhas éguas, kkkkkk!!
—Olha, vadia, assim como um dia eu falei pra putinha da Karen, jejeje, eu não gosto de ter que dar tapa na cara pra fazer vocês entenderem que me pertencem, mas se ficarem rebeldes, não duvidem que eu vou fazer, jejeje, falava tudo isso enquanto acariciava o rosto dela e os cabelos loiros, como se a Andrea fosse uma boneca de propriedade dele, —Então agora você vai se comportar com o papai!…tá de acordo, querida?...
Andrea conseguiu ver o brilho de maldade safada que brilhava nos olhos do veterano quando ele tava com tesão, brilho que também garantia umas fodas de campeonato, então ela optou por ficar com isso, afinal a filha dela já tinha sobrevivido um mês ao lado do jardineiro, isso era sinal de que, além de umas boas Surras que talvez elas merecessem por serem tão estúpidas, o velhote não ia matá-las.
— Não tô te ouvindo, putona… cê concorda??
— Sim, seu Pricilo, juro que não vou me rebelar, — ela dizia enquanto já mexia as coxas e os joelhos, tentando se esfregar sozinha, e se segurando pra não mijar ali mesmo, já que quase desejava que o velhote lhe desse um tapa bem dado, por vadia…
Seu Pricilo encostou os lábios grossos nos lábios finos e sensuais de Andrea, percebeu que a loira agora estava mais relaxada, desceu as mãos pra agarrar a bunda dela e apertá-la contra a ferramenta dele. Homem e mulher juntaram as línguas, enrolando e batendo uma na outra, a saliva não demorou a aparecer. Quanto mais o beijo se aprofundava, mais babado e nojento ele ficava; em poucos minutos, já era uma quantidade enorme de cuspe saindo das duas bocas. O velhote fazia movimentos aleatórios com a língua, aproveitando pra lamber o rosto inteiro dela, e depois enfiá-la de novo na cavidade oral pequena e fresca da mãe da Karen.
Andrea se deixava beijar e lamber, tudo aquilo era novo pra ela. Sentiu o velhote cutucar sabiamente o apêndice dele contra a curva que ela escondia no meio das coxas, fazendo-a sentir pontadas deliciosas que aos poucos foram se instalando na bucetinha dela. A cada enfiada firme que o velho dava, ficava ainda mais gostoso, por isso ela se sentiu no paraíso quando o amante começou a levantar o vestido dela.
Seu Pricilo já quase adivinhava que ia se divertir pra caralho com aquela mulher casada tão complacente. Embora já tivesse fodido ela como um verdadeiro macho no cio, percebia claramente que a loira queria repetir sem oferecer resistência nenhuma. Enquanto se beijavam desesperadamente na mesma sala de estar onde um dia ele já tinha posto a Karen de quatro, e quando o vestido já estava levantado até a cintura dela, o velho quase desmaiou. Ao notar que Andrea estava pelada de baixo, ou seja, sem calcinha, exatamente como ele havia ordenado naquela mesma manhã, desesperado com sua descoberta, num só puxão arrancou seu vestido e, em seguida, com outro, arrancou o sutiã do mesmo jeito, deixando-a completamente nua. O velhote novamente se abraçou ao corpo nu de sua nova mulher e a levou até a sala, percorrendo com suas mãos ásperas todas as curvas de sua anatomia admirável — este era o inferno do prazer, pensava consigo mesmo. Lentamente, foi guiando-a para se sentar no sofá de três lugares e, com ela sentada nua em seu colo, como se fosse uma bebezinha recém-nascida, ambos não paravam de se beijar nem de enroscar as línguas. Mas, dentro de todo aquele tesão, ele sabia que precisava colocar em ação seu plano para derrubar a loira. Devagar, foi deitando-a no sofá, e ela só deixava ele fazer o que quisesse.
— Quero que a gente veja um filme, hehehe...
— Mas, seu Priscilo... se era pra ver um filme, eu podia ter feito isso vestida, não vejo necessidade de ficar aqui jogada e pelada...
Como o tesão já tinha passado, Andrea mantinha suas lindas pernas bem juntas, uma sobre a outra — agora não queria que aquele velho tarado olhasse o que ela tinha no meio das coxas. Mas seus olhos se arregalaram quando a imagem ficou totalmente nítida, graças aos efeitos embutidos da Smart TV moderna, e ela pôde ver claramente sua filha, completamente nua, sentada numa cama bem pequena, começando a conversar com um homem que ainda não aparecia na imagem...
As primeiras imagens escandalizaram a jovem mãe nua. Ela percebeu que o velho perverso estava mostrando a ela, de forma crua, como tinha estuprado a própria filha. Percebeu isso ao ver e ouvir as imagens que se reproduziam. Quis se levantar e acabar com aquela maldade que a obrigavam a assistir, mas quando seus olhões verdes viram como a... O pau monumental do seu Pricilo era esfregado na cara de Karen. Ela decidiu que ia esperar pra ver se a filha dela tinha sido estuprada de verdade ou se era ela quem tinha provocado aquele velho nojento.
As imagens passavam uma atrás da outra. Andrea, que tava num estado alterado, doentio e emocional, sentia uma vontade imensa de sair dali de uma vez daquela função pornô enlouquecedora e insana, onde a filha linda dela era a protagonista. Já fazia um tempo que ela tinha percebido que a Karen tinha sido estuprada, simples assim. Tinha prestado atenção especial quando a menina tentou sair fora, mas também viu como, depois de um tempo, ela voltou abraçada com o velho e se beijando com ele de um jeito safado, viu ela chupar o pau como uma endemoniada. Aos poucos, a mente dela queria continuar sendo testemunha do que tinha acontecido na própria casa dela, na vez que ela tinha viajado com o marido.
Andrea já via a imagem do velho em cima do corpo da filha, que tava toda aberta de pernas, tentando enfiar o pau pela primeira vez na vida dela, nos seus curtos 18 anos. E quanto mais ele se esforçava, mais atenção ela prestava. Com uma das mãozinhas, ela tocava de leve os poucos pelinhos loiros da buceta, e com a outra mão, sem querer querendo (como dizia o Chaves), ela acariciava um peito. Queria ver o momento em que a filha dela tinha virado mulher.
Inconscientemente, ela tinha bebido o gole de uísque que tinham servido pra ela, e já ia pro segundo. O coração dela batia acelerado. E quando ela ouviu o grito forte de desvirgamento que a filha tinha dado quando enfiaram aquela tranca grossa que ela também já tinha provado, não ligou que o seu Pricilo tivesse a só um metro, observando qual ia ser o comportamento dela. Simplesmente foi abrindo as pernas e começou a se masturbar na frente da tela.
O velho resfolegava, olhando o show que a loira tava dando. Via que, enquanto na televisão ele se mexia mais forte dentro da... Corpo da Karen, a mulher que mais se dedicava à punheta que estava batendo, via como seus dedos faziam círculos enlouquecedores na buceta dela, que não diminuíam de velocidade, e que a cada minuto que passava a loira mais abria as pernas e se esfregava manualmente de forma ainda mais alucinante, então ele decidiu que já era hora de tirar a própria roupa. Enquanto fazia isso, Andrea nem percebia, pois estava totalmente concentrada na foda que estavam dando em Karen, já ouvia a filha de 18 anos gemendo de prazer depois de umas boas tapas na cara por ter se feito de valente.
Quando seu Pricilo já estava completamente pelado e com o pau totalmente duro e firme como aço temperado, foi se aproximando do corpo nu de Andrea, que não parava nem diminuía o ritmo da punheta. Ele se ajoelhou ao lado do corpo dela, com a ferramenta apontando direto pra cara dela, e sem pedir permissão nem nada, segurou a cabeça dela com uma mão pelo outro lado do rosto e começou a esfregar o pau na cara dela, passava pela testa, pelos lábios, pelas orelhas, pelo cabelo. Ela não ligava, só ficava atenta ao que estava rolando na TV, e também curtia a umidade que o pau esfregava em todas as partes do rosto dela.
Num descuido, a loira engoliu gulosamente a piroca do genro, chupando como se quisesse extrair toda a porra.
Por momentos, o velho a deixava em paz. Ele adorava ver o estado de tesão em que ela ficava graças às mesmas degenerações que a filha dela fazia na tela. Andrea continuava se punhetando brutalmente enquanto, segurando firme no pau de Dom Priscilo, também o masturbava. O que ela via na TV a deixava com muito tesão, até que a voz odiosa do velhote quis tirá-la daquele estado erótico em que se encontrava:— Tá gostando do que tá vendo, puta? Hehehe! — Andrea não sabia o que responder. Se dissesse que sim, pensava: que degeneração o velho nojento ia inventar? Só se deu a morder o lábio inferior como resposta, os olhos grudados na Smart TV. — Te perguntei se tá gostando do que tá vendo, seu pedaço de vagabunda!! Ou quer que eu desligue pra depois te estuprar, puta pervertida? Hahahaha!!!
— Nããão!! Dom Priscilo, por favor, não desliga a televisão…
— Hahahaha, você é mais fogosa que sua filha, puta, hahahaha!! — dizia o velhote, rindo e zoando dela. — Eu sabia que você ia gostar disso… Quer ver o filme inteiro, meu amor? — perguntava enquanto apertava com força um peito dela, mas sem machucar.
— Não é gostosa a puta que tá deitada na cama… Vamos, admite que ela é uma delícia, igual à mãe dela… — O velhote, vendo que a loira só respirava ofegante e quase não piscava para não perder nenhum detalhe daquele corpo feminino poderoso com o qual se deliciava visualmente, ameaçou: — Vamos, degenerada de merda, admite que você gosta da puta da sua filha, com quem ficou se excitando esse tempo todo… Diz que ela é gostosaaa!!
Andrea, não aguentando mais e já achando que o velho tinha toda a razão, respondeu:
— Siiim… ela é… gos…to…saaa!…
A loira, que mantinha na retina e em primeira fila as curvas diabólicas do corpo de parar o coração da filha, sofreu um descontrole hormonal e o que pôde ver na… A tela era um corpo feminino diabólico que a convidava a se perder nos encantadores vícios carnais que prometia, então quando quis dar sua resposta negativa, de sua garganta saiu um claro e afirmativo:
—Siiiiiiim, me deixou com um tesão danado… e quero pro…var…elaaaaaaa…Ohhh Meu Deus o que estou falandooooo!!…ohhhh Karennnnnn…você…tá…mui…to…gostosaaaaaa!!.
Dom Priscilo se sentia num sonho do qual não queria acordar, já era demais, como adorava ver a loira se masturbando, assim se passaram longos minutos até o vídeo acabar, agora via Andrea continuando a se masturbar de olhos fechados, esfregando os peitos e a buceta, então decidiu que já era hora de comê-la. Tomou o último gole de uísque e se aproximou do corpo de sua Deusa, tirou as mãos dela da foxy molhada e dos peitos para colocá-las de cada lado da cabeça dela, notou que a mulher excitada não fez o menor esforço para fechar as pernas. Sua arma, como se já soubesse de cor o caminho para a glória, pousou bem na entrada íntima da mulher, ela apenas fechou os olhos para aguentar da melhor forma possível a estocada brutal que já adivinhava que viria.
E de fato, Dom Priscilo se concentrando e olhando para a cabeleira loira bagunçada e espalhada pelo tapete, e perdido nas feições finas do rosto lindo dela, empurrou forte e firmemente para dentro da buceta de Andrea, que o recebeu em toda sua extensão e grossura, arrancando de sua garganta um grito prazeroso de puro tesão.
—Ahhhhhhhhh!... Mmmmmmmm!! … Ohhhhhhhhh!!, gemia a loira quando se sentiu bem atravessada pela estacada impecável de carne dura e quente…
—Arggggghhhhh!! Rosnou o velhote ao sentir o prazeroso calor com que Andrea abrigava seu pau dentro do corpo dela…—Loira do caralho como você me deixou com tesão o dia inteiro… Ohhh que gostoso que tá!… puta boa pra pica!!…
—Dom Prisciloooo… não se mexe…! Deixa ele enfiado mais um pouquinho!... quero sentir ele dentro de mim!!
—Pois sente, gostosa... é todo seu e da sua filha!... pra você ver que eu dou conta das duas!! Ahhhh, que delícia, como você aperta, vagabunda!!
E era verdade, Andrea, perdida no tesão que aquele velho nojento tinha despertado, completamente aberta das pernas e agarrada com os braços no pescoço grosso de seu Pricilo, estava literalmente engolindo o pau com a boceta: contraía a buceta tentando sugar ainda mais a grossa vara de carne que tinham enfiado nela. Quem pudesse observar a operação veria que a vagina da loira se abria um pouco para depois engolir mais um milímetro de pau e comprimi-lo com a carne por dentro, e depois de alguns segundos repetia o processo uma vez e outra... e mais outra... e outra!!
A mulher aguentava como podia os movimentos frenéticos de garanhão no cio que o velho marido da filha fazia no corpo dela. Ela olhava como ele aproveitava, de olhos fechados pelo que estava fazendo, e, por Deus!... como a atraía aquele velho forte e peculiar!!, então ela mesma procurou a boca podre do genro para começar a beijá-lo apaixonadamente, se esforçando para passar a língua fresca dentro da boca de Pricilo, e enquanto ele continuava a fodê-la de forma bestial, ela já quase entendia e compreendia a filha, por que ela tinha ficado tão excitada como viu na TV.
A trepada que estavam dando no tapete da sala era de coleção, o homem e a mulher se entregavam de tudo, os bufos do velho ecoavam por todos os cantos da casa dos Zabala, e os gemidos de prazer da mulher não ficavam atrás. Também não ligava de estar se rolando no chão com o homem que tinha estuprado a filha dela e que, com pretextos e mentiras em conluio com outro homem ainda mais nojento que ele, estava se beneficiando sexualmente dela. Conseguiu casar a filha, mas tava gastando uma buceta boa como nunca imaginou, pensava que essa era a melhor forma de tirar as vontades acumuladas em tantos anos de privações que o marido homossexual a obrigou a se abster.
— Como você tá se divertindo, putonaaaa!!... hahahaha!!! — a voz embriagada de seu Priscilo tirou a loira dos seus pensamentos tarados e sensuais…
— Ahhhh... muito bemnnnn... Ohhhh... não pa... ra si... ga se mexendoooo!! — pedia ela com sua voz feminina entrecortada…
Enquanto isso, lá fora, na varanda… A primeira coisa que Karen sentiu quando acordou foi uma forte dor de cabeça e uma sede que nunca tinha sentido na vida. A última coisa que lembrava da noite anterior foi quando seu Priscilo passou um drinque pra ela enquanto dançava. Estranhou se ver deitada no sofá da varanda, se perguntava o que tinha acontecido com o marido e a mãe. Supôs que o mais lógico era que eles estivessem dormindo cada um no seu quarto. Percebeu que estava nua e só coberta com um cobertor. Sentia o corpo queimando como nunca, então se levantou enrolada na mesma coberta e foi pegar um copo de refrigerante. A sede tava matando. Enquanto bebia, olhava tudo ao redor e viu que o vestido e a roupa íntima estavam dobrados numa cadeira. Não lembrava em que momento tinha se despido. Tudo parecia estranho, muito estranho.
Pegou uma toalha pra cobrir o corpo nu e gostoso pra caralho, saiu descalça pro quintal, atravessou o jardim até a porta da varanda que dava pra cozinha, onde percebeu que ela tava trancada por dentro. Pensou em ir se deitar de novo, mas quando já tava entrando na casinha de madeira, lembrou que no móvel estavam as chaves da casa que Eduardo, o pai dela, tinha dado pro velho, pra quando ele não estivesse e se houvesse alguma emergência. Pegou elas sem vontade, mas não queria que o marido acabasse dormindo no sofá. Assim que que já tinha estado lá dentro, fechou devagar. Estranhou ver o sofá vazio, e conforme avançava, percebeu como era esquisito ver dois almofadas jogadas no chão. Viu os copos que ainda tinham restos de bebida, e que pelo visto também tinham fumado. Tropeçou nas calças do velhote, que estavam largadas no chão junto com o resto da roupa dele. Essa situação a deixou em alerta. Olhou com seus olhos azuis por toda a sala e viu que, além da roupa do marido, num outro canto estava o vestido que a mãe dela tinha usado no dia anterior. Isso sim era estranho, pensou, e foi nesse exato momento que ouviu um barulho estranho vindo do quarto dos pais.
Ela andou devagar em direção ao quarto da mãe. Quanto mais perto chegava, mais claros os sons ficavam. Algo a fez parar para escutar, e aguçando ainda mais os ouvidos, percebeu que os sons eram parecidos com madeira que ameaçava quebrar a qualquer momento. Depois, ao dar mais um passo, também sentiu que esses sons eram acompanhados por rangidos rítmicos de molas subindo e descendo… As pernas começaram a tremer quando a mente dela indicou quais eram os momentos em que uma cama range daquele jeito tão safado. O coração disparou a mil por hora, sentiu a respiração apertar o estômago. Deu mais um passo e já ouviu claramente gemidos abafados de mulher, misturados com os grunhidos sonoros do homem que ela conhecia muito bem.
A luz do quarto estava acesa e a porta entreaberta. Karen, com suas pernas lindas e trêmulas, se aproximou ainda mais para espiar e ver o que estava rolando lá dentro, embora a consciência já estivesse dizendo. Protegida pela escuridão, Karen procurou o ângulo perfeito para olhar sem ser vista. Seus olhos azuis viram com horror e clareza a crueza do que estava acontecendo na cama de casal dos pais dela. Rapidamente levou as mãos à boca pra abafar o grito de choque, a toalha que a cobria caiu no chão, apoiou as costas nuas na parede fria do corredor, sentindo uma vontade danada de mijar de tanto nervoso que tava tomando conta dela, a imagem crua tinha sido de louco… eles… eles!!... tão… tão… transando!!!!, gritou pra si mesma na penumbra da casa.
A doce Karen sentia uma vontade imensa de sair correndo pra qualquer lado, nunca imaginou que ia pegar a mãe linda e inocente numa situação tão embaraçosa e assustadora, ainda tava com as costas desprotegidas contra a parede com a imagem viva da Andrea pelada e de pernas abertas de tudo, gemendo de um prazer dolorido, pelo que mostrava as caras de safada no rosto dela, era isso que ela tava vendo, enquanto a mãe continuava sendo empalada com força pelo seu Pricilo, que investia no corpo dela com uma pressa desesperada, como se o mundo fosse acabar a qualquer momento.
O nervosismo e uma expectativa estranha não deixavam ela sair daquele lugar, fazendo a jovem perturbada continuar ouvindo os gritos quentes e gemidos de prazer que os competidores sexuais soltavam, junto com o enlouquecedor toc! Toc!! Toc!!! Toccc!!!, da cabeceira da cama batendo na parede que aguentava a fúria das pancadas.
Depois que a menina conseguiu se acalmar, e movida por alguma razão estranha, quis dar mais uma olhadinha pra ter certeza do que tava rolando no quarto dos pais.
Devagar, encostou de novo na parede, sentindo o coração batendo forte, os rangidos safados das molas da cama de casal com os movimentos firmes e as reboladas de sobe e desce que faziam em cima dela deixavam ela desesperada, que se misturavam com os gemidos eróticos de prazer da Andrea, e que ela achava que era de dor, junto com os grunhidos de macho que o marido dela soltava. Pricilo, a cada estocada que dava com o pau, tudo aquilo foi uma bomba de tesão que explodiu no temperamento quente da docinha. Uma das mãos dela, trêmula, agarrou uma das tetas e começou a apertar, enquanto a outra desceu decidida pra pegar a sua pequena frestinha íntima. Ela abriu uma perna da outra e simplesmente começou a se masturbar na escuridão do corredor, ouvindo a fodida bestial que os dois estavam dando a poucos metros de onde ela estava.
Minutos depois, no quarto, o velhote ficou alerta, bem no momento em que ia pedir pra Andrea montar nele e cavalgar. Enquanto ela mesma esperava a ordem, de joelhos e se acariciando os lábios loiros da sua bucetinha muito molhada, don Pricilo ouviu uns sons aquosos vindos do lado da porta entreaberta, que se misturaram com um gemido leve que ele já conhecia bem. Um sorriso safado se estampou na cara odiosa dele, e deixando uma confusa Andrea de molho, foi ver o que diabos estava rolando do outro lado da porta. A gostosa e complacente loira não conseguia parar de olhar o balanço do pau enquanto o velho se mexia.
Andrea, no meio do próprio tesão, nem viu quando don Pricilo apareceu com a Karen pelada, agarrada violentamente pelos cabelos, arrastando ela e jogando na cama onde eles estavam se esfregando. A menina, esticada e apoiada só nos cotovelos, ficou olhando toda assustada pra mãe, que também olhava sem saber direito o que tava rolando, até que o próprio velhote esclareceu:
— Olha só quem eu encontrei batendo uma, a safada atrás da porta, hahahaha!!!!
—Então agora cê tá nos espionando, sua piranha?!!!, ele interrompeu pra não deixar passar essa oportunidade incrível. —Pois é, eu e sua mãe távamos bem ocupados dando uma festinha particular, e já que cê tá aí de bisbilhoteira… cê tá convidada, gostosa safada… hahahaha!!!! Andrea já não tava tão certa se queria dar pro velhote o que ele tanto implorou, mas o astuto do seu Pricilo não ia deixar a mulher pensar direito. —Você!! sua vadiazinha nojenta!!!, vai pegar outra garrafa nova que deixei na mesa e traz um copo pra nossa convidada, e prepara uns drinks que agora sim a festa vai começar de verdade, hahahahaha!!!!!
CONTINUA… NO PRÓXIMO CAPÍTULO, O JARDINEIRO DEPRAVADO VAI COMER MÃE E FILHA JUNTAS.
2 comentários - Karen, a Filha do Pastor - Cap. 6