Uma tarde que nunca vou esquecer, quando meu filho tava no jardim de infância, eu transei com meu cunhado, o marido da minha irmã. Olha, ele teve tudo a ver, porque já tava me olhando e dando em cima de mim fazia um tempão, e eu, pra não deixar o clima estranho, só ignorava os olhares tarados dele. Depois do meu divórcio, acho que ele sentiu que podia fazer uma loucura a qualquer hora e começou a vir na minha casa, falando que era pra me ajudar com as coisas pesadas, já que meu marido não tava mais ali.
Claro que ele continuou com as indiretas e os olhares, e também não vou me fazer de sonsa, porque no meu estado emocional, comecei a responder e provocar ele também. Tudo acabou numa tarde em que a gente tava sozinho e ele me agarrou e me deu um beijo na boca que eu não esperava. Posso admitir minha culpa também, porque na hora, em vez de empurrar ele e botar ele no lugar dele, verdade seja dita, eu me deixei levar e não parei.
Nunca tive uma relação ruim com minha irmã, jamais quis me meter no casamento dela, mas como eu falei, tava muito sensível, era um momento emocional foda, e todas aquelas emoções horríveis de mulher que a gente às vezes carrega vieram à tona. Comecei a pensar que eu tinha um corpo mais gostoso que o da minha irmã, e que por isso o marido dela me desejava mais do que ela. Deixei as coisas rolarem, e isso foi completamente culpa minha. Meu cunhado me beijou com paixão, começou a agarrar minhas pernas e minha bunda, e de repente senti a mão dele por baixo do meu vestido, tentando puxar minha calcinha fio dental. Ele queria me comer naquela hora, no meio da minha casa.
Eu lembro que falei "não" várias vezes, que a gente não podia fazer aquilo, mas ao mesmo tempo acho que tava falando só pra me convencer de que tava sendo decente, porque não fazia nada pra impedir. Continuamos nos beijando, meu cunhado baixou o decote do meu vestido pra começar a chupar meus peitos e me empurrou pro meu quarto, na direção da cama. meu quarto
Meu cunhado baixou minha calcinha, levantou a saia do meu vestido, baixou a calça dele e, assim, semi-vestidos, me segurou pelas pernas e enfiou o membro inteiro dentro do meu corpo. Não vou negar que senti ele duríssimo e, a partir daquele momento, também parei de me negar a qualquer coisa que ele quisesse fazer comigo. A partir dali, vou admitir que beijei ele, lambi, acariciei e participei ativamente pra fazer o sexo mais gostoso e prazeroso pros dois.
O sexo começou semi-vestidos e com ele por cima de mim, mas aos poucos tiramos toda a roupa enquanto meu cunhado me virava e me colocava em todas as posições que ele queria pra continuar me penetrando. Eu me deixei fazer tudo que ele queria.
Com todos os problemas do divórcio, tava há mais de um ano sem transar e, talvez sabendo que meu cunhado só queria me comer e que ia ser só aquilo, eu mesma provoquei que isso acontecesse. Quando ele vinha, eu andava descalça dentro de casa e usava shorts ou vestidos casuais, mas bem femininos e curtos. Eu sabia que ele tava me olhando e me desejando.
A gente transou por uns 30 ou 40 minutos. Eu não tava me cuidando e, claro, a última coisa que eu queria era que o marido da minha irmã me engravidasse, então, no meio do sexo, entre gemidos, palavras sujas e grunhidos, consegui avisar ele pra não gozar dentro de mim porque eu não tava me cuidando.
Perto do final, quando ele já ia gozar, o sem-vergonha me pediu pra fazer ele gozar na minha boca. Me pegou de surpresa o que ele pediu, principalmente porque isso é algo que nunca fiz com um homem na primeira vez que tô com ele, e com meu ex-marido também fiz poucas vezes. Mas percebi que tava transando com o marido da minha própria irmã, o sexo tinha sido forte e sujo, então não acho que fazia muito sentido bancar a santinha naquele momento. Não pensei muito, me abaixei, enfiei o pau dele na boca e comecei a... Chupar com gosto pra fazer ele gozar.
Terminamos mortos, largados pelados em cima da cama, recuperando o fôlego. Aí, só aí, acho que bateu toda a culpa por ter transado com o marido da minha irmã. A primeira coisa que perguntei foi se ele já tinha traído ela antes, e ele disse que não, que era a primeira vez.
Ele foi carinhoso comigo, beijou minhas pernas e disse que tinha adorado o sexo, que eu tinha matado ele de tão gostoso que fiz ele gozar. Eu não sabia o que responder e acho que até fiquei vermelha com as palavras dele. Deixei meu cunhado se deitar de novo em cima de mim, me beijar na boca e sentir o pau molhado dele no meu corpo.
A gente se levantou, e ele continuou me beijando e me agarrando, principalmente na bunda. Eu me sentia mal porque eram beijos carinhosos, e ele era o marido da minha irmã, mas acho que uma parte bem mulher em mim gostava, porque sentia que pelo menos ele não tinha me usado só pra transar.
Falei que tinha que buscar meu filho no jardim de infância. Mesmo já vestidos, ele continuou me beijando no pescoço e me agarrando inteira, e foi embora. A verdade é que fazia mais de um ano que eu não transava, e eu precisava muito.
Claro que ele continuou com as indiretas e os olhares, e também não vou me fazer de sonsa, porque no meu estado emocional, comecei a responder e provocar ele também. Tudo acabou numa tarde em que a gente tava sozinho e ele me agarrou e me deu um beijo na boca que eu não esperava. Posso admitir minha culpa também, porque na hora, em vez de empurrar ele e botar ele no lugar dele, verdade seja dita, eu me deixei levar e não parei.
Nunca tive uma relação ruim com minha irmã, jamais quis me meter no casamento dela, mas como eu falei, tava muito sensível, era um momento emocional foda, e todas aquelas emoções horríveis de mulher que a gente às vezes carrega vieram à tona. Comecei a pensar que eu tinha um corpo mais gostoso que o da minha irmã, e que por isso o marido dela me desejava mais do que ela. Deixei as coisas rolarem, e isso foi completamente culpa minha. Meu cunhado me beijou com paixão, começou a agarrar minhas pernas e minha bunda, e de repente senti a mão dele por baixo do meu vestido, tentando puxar minha calcinha fio dental. Ele queria me comer naquela hora, no meio da minha casa.
Eu lembro que falei "não" várias vezes, que a gente não podia fazer aquilo, mas ao mesmo tempo acho que tava falando só pra me convencer de que tava sendo decente, porque não fazia nada pra impedir. Continuamos nos beijando, meu cunhado baixou o decote do meu vestido pra começar a chupar meus peitos e me empurrou pro meu quarto, na direção da cama. meu quarto
Meu cunhado baixou minha calcinha, levantou a saia do meu vestido, baixou a calça dele e, assim, semi-vestidos, me segurou pelas pernas e enfiou o membro inteiro dentro do meu corpo. Não vou negar que senti ele duríssimo e, a partir daquele momento, também parei de me negar a qualquer coisa que ele quisesse fazer comigo. A partir dali, vou admitir que beijei ele, lambi, acariciei e participei ativamente pra fazer o sexo mais gostoso e prazeroso pros dois.
O sexo começou semi-vestidos e com ele por cima de mim, mas aos poucos tiramos toda a roupa enquanto meu cunhado me virava e me colocava em todas as posições que ele queria pra continuar me penetrando. Eu me deixei fazer tudo que ele queria.
Com todos os problemas do divórcio, tava há mais de um ano sem transar e, talvez sabendo que meu cunhado só queria me comer e que ia ser só aquilo, eu mesma provoquei que isso acontecesse. Quando ele vinha, eu andava descalça dentro de casa e usava shorts ou vestidos casuais, mas bem femininos e curtos. Eu sabia que ele tava me olhando e me desejando.
A gente transou por uns 30 ou 40 minutos. Eu não tava me cuidando e, claro, a última coisa que eu queria era que o marido da minha irmã me engravidasse, então, no meio do sexo, entre gemidos, palavras sujas e grunhidos, consegui avisar ele pra não gozar dentro de mim porque eu não tava me cuidando.
Perto do final, quando ele já ia gozar, o sem-vergonha me pediu pra fazer ele gozar na minha boca. Me pegou de surpresa o que ele pediu, principalmente porque isso é algo que nunca fiz com um homem na primeira vez que tô com ele, e com meu ex-marido também fiz poucas vezes. Mas percebi que tava transando com o marido da minha própria irmã, o sexo tinha sido forte e sujo, então não acho que fazia muito sentido bancar a santinha naquele momento. Não pensei muito, me abaixei, enfiei o pau dele na boca e comecei a... Chupar com gosto pra fazer ele gozar.
Terminamos mortos, largados pelados em cima da cama, recuperando o fôlego. Aí, só aí, acho que bateu toda a culpa por ter transado com o marido da minha irmã. A primeira coisa que perguntei foi se ele já tinha traído ela antes, e ele disse que não, que era a primeira vez.
Ele foi carinhoso comigo, beijou minhas pernas e disse que tinha adorado o sexo, que eu tinha matado ele de tão gostoso que fiz ele gozar. Eu não sabia o que responder e acho que até fiquei vermelha com as palavras dele. Deixei meu cunhado se deitar de novo em cima de mim, me beijar na boca e sentir o pau molhado dele no meu corpo.
A gente se levantou, e ele continuou me beijando e me agarrando, principalmente na bunda. Eu me sentia mal porque eram beijos carinhosos, e ele era o marido da minha irmã, mas acho que uma parte bem mulher em mim gostava, porque sentia que pelo menos ele não tinha me usado só pra transar.
Falei que tinha que buscar meu filho no jardim de infância. Mesmo já vestidos, ele continuou me beijando no pescoço e me agarrando inteira, e foi embora. A verdade é que fazia mais de um ano que eu não transava, e eu precisava muito.
1 comentários - Com a guarda baixa