Vacaciones con mi prima (Cap. 2)

As mãos habilidosas da minha prima estavam massageando meus peitos e eu tentava me segurar pra não gemer, era realmente difícil não gemer, porque a Andrea sabia onde tocar.
Andrea era uma garota de cabelo longo e castanho, olhos castanhos e um corpo de matar, as pernas tonificadas pra idade que tinha, era um ano mais velha que eu, os peitos dela eram pelo menos dois tamanhos maiores que os meus, e logo eu descobriria que os lábios dela eram tão macios quanto a pele dela.
– Ahhh… o que você tá fazendo…?
Perguntei tentando não gemer…
Andrea: Quanto tempo faz que você não transa?
Perguntou minha prima enquanto apertava meus mamilos suavemente com os dedos, me causando um prazer enorme que fez minha bucetinha ficar ainda mais molhada do que já estava.
– Ahhh…
Não consegui responder, minha mente começava a ficar nublada, levada pela única coisa importante naquele momento, o prazer que a Andrea me fazia sentir…
Andrea: Faz tempo, pelo visto…
Então Andrea desceu a mão direita até minha entrepernas e começou a massagear minha boceta.
– Aii sim…
Soltou sem nem ter pensado, os dedos de Andrea causavam uma onda de prazer dentro de mim que começava a controlar meu corpo e deslocar minha mente…
Andrea: Mmm, que bucetinha tão macia…
Andrea sussurrava essas coisas no meu ouvido me deixando ainda mais tesuda, os dedos dela sabiam como e onde tocar, o toque dos dedos dela na minha entrepernas me fazia perder totalmente o controle de mim mesma.
– Aahh, assim mesmo… não para… ahhh
Andrea: Shhh…
Disse Andrea e depois calou meus gemidos com um beijo, os lábios dela eram tão macios, não pensei duas vezes e me entreguei àquela situação, abracei ela pelo pescoço e mexi minha cintura buscando meu orgasmo, mas então uma voz interrompeu nosso momento, era meu tio, o pai da Andrea.
Tio: Meninas, tudo bem? O jantar está pronto.
Andrea e eu desfizemos o beijo completamente assustadas, por um momento achei que ele fosse abrir a cortina e nos encontrar assim, com os dedos da Andrea dentro da minha bucetinha e eu abraçando ela.
Andrea: Já vamos, pai!
Tio: Mas se apressem!
Ele tinha razão, a gente tinha perdido totalmente a noção do tempo, voltei à realidade e percebi que podia ter sido o pior erro da minha vida, se nos pegassem assim, não sei o que teria acontecido...
Andrea: A gente termina isso depois...
Ela disse, me deu um selinho e saiu do chuveiro enrolada na toalha dela, me deixando ali, com o coração a mil por hora, não sei se pelo susto ou pelo tesão da situação. Recuperei o fôlego, mas ainda estava com tesão, tinha ficado no meio do meu orgasmo. Fechei o chuveiro e peguei minha toalha pra me enrolar, saí do banheiro e encontrei minha prima secando o cabelo. Não conseguia nem olhar nos olhos dela depois do que aconteceu, mas aí ela me viu e disse:
Andrea: Você tá bem?
Eu balancei a cabeça que sim, sentia vergonha, mas não dela, e sim de mim mesma, por ter deixado minha prima meter os dedos em mim como se fosse a coisa mais normal do mundo. Andrea ficou em silêncio por um minuto e depois disse:
Andrea: Tá cheirando bem, espero que seja de bananinha
Eu simplesmente tirei a toalha e comecei a me vestir, dava pra sentir o olhar da Andrea em mim. Coloquei um top branco com minha calcinha fio dental e um shorts da mesma cor, depois peguei a toalha e comecei a secar o cabelo.
Andrea: Quer hidratante? Trouxe um pouco, só por precaução
Eu só balancei a cabeça que não, meu coração ainda batia forte, me sentia nervosa perto dela. Não a odiava nem nada do tipo, pelo contrário, sentia que amava ela mais do que nunca, só sentia vergonha dela ter me visto daquele jeito. Peguei a bolsa com meu biquíni que tinha tirado e fui pra cozinha.
Quando cheguei, sorri fingindo que nada tinha acontecido e me sentei à mesa. Aí começaram a servir a comida e, alguns segundos depois, Andrea entrou. Normalmente a gente sempre sentava junto na hora de comer, porque adorava conversar enquanto comia, mas dessa vez Andrea pegou uma cadeira e sentou do lado de um dos nossos primos.
Todo mundo comia tranquilo, quando terminamos, meus tios falaram que a gente devia jogar alguma coisa antes desacostumar, então decidimos jogar verdade ou desafio. Pegamos uma garrafa e meu primo colocou no meio da mesa, aí outra prima minha girou a garrafa. A primeira rodada foi entre dois dos meus primos e a noite seguiu assim, entre risadas e brincadeiras. Uma hora depois, meu tio avisou que era hora de ir dormir, porque no dia seguinte a gente tinha planos de visitar vários lugares. Todos se levantaram e se desejaram boa noite, e cada um foi para seu quarto.

Eu me deitei na cama e tentei dormir, mas as lembranças daquela tarde invadiram minha mente. Me senti tão idiota, comecei a me questionar por ter cometido um erro tão grande. Ficava pensando no que poderia ter acontecido se alguém tivesse nos pego assim, podia ter estragado as férias. Meu tio teria ficado puto comigo e com meu pai, por causa da minha safadeza eu teria causado uma briga enorme que terminaria comigo de castigo e afastada da minha prima pra sempre. Não podia me permitir outro erro desses. Minhas lágrimas começaram a escorrer pelo rosto, eu tava com medo de perder a Andrea e, se pra evitar isso eu precisasse me afastar dela, teria que fazer, mesmo que partisse meu coração.

Na manhã seguinte, acordei e não encontrei meu pai. Achei que ele já devia estar na cozinha com o resto da família, então decidi levantar, me vestir e ir tomar café. Assim que entrei na cozinha, cumprimentei todo mundo, mas misteriosamente não vi a Andrea em lugar nenhum.

— E a Andrea? — perguntei preocupada.

Tio: Ela disse que queria dar uma volta e que voltava daqui a pouco.

Tava com medo de que a Andrea estivesse me evitando. Sabia que era justo da parte dela e talvez o melhor pra nós duas, mas não queria que ela pensasse que eu a odiava ou algo assim. Um nó se formou no meu estômago, me impedindo de comer. Comecei a mexer a colher no prato e então um dos meus primos falou:

Primo: Ei, Val, tudo bem? Você não tocou no prato.

— Hã? Sim, tudo bem, só tava esperando esfriar…

Tava preocupada por Andrea, mas aí, eu vi ela entrar pela porta…
Andrea: Bom dia, família!

Andrea entrou sorrindo e aí senti minha alma voltar pro corpo, ela começou a cumprimentar todo mundo e depois me olhou por uns segundos, baixou o olhar e sentou na mesa, de novo longe de mim...

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