As mãos habilidosas da minha prima estavam massageando meus peitos e eu tentava me segurar pra não gemer, era realmente difícil não gemer, porque a Andrea sabia onde me tocar.
A Andrea era uma garota de cabelo longo e castanho, olhos castanhos e um corpo de matar, as pernas tonificadas pra idade que tinha, era um ano mais velha que eu, os peitos dela eram pelo menos dois tamanhos maiores que os meus, e logo eu descobriria que os lábios dela eram tão macios quanto a pele dela.
– Ahhh… o que você tá fazendo…?
Perguntei tentando não gemer…
Andrea: Quanto tempo faz que você não transa?
Perguntou minha prima enquanto apertava meus mamilos suavemente com os dedos, me causando um puta prazer que fez minha bucetinha ficar ainda mais molhada do que já tava
– Ahhh…
Não consegui responder, minha mente começava a nublar, levada pela única coisa importante naquele momento, o prazer que a Andrea me fazia sentir…
Andrea: Faz tempo, pelo visto…
Então a Andrea desceu a mão direita até minha entrepernas e começou a massagear minha xereca
– Aii sim…
Soltou sem nem ter pensado, os dedos da Andrea causavam uma onda de prazer dentro de mim que começava a controlar meu corpo e desligar minha mente…
Andrea: Mmm que bucetinha tão macia…
Andrea sussurrava essas coisas no meu ouvido me deixando ainda mais tesuda, os dedos dela sabiam como e onde me tocar, o toque dos dedos dela na minha entrepernas fazia eu perder totalmente o controle de mim mesma
– Aahh assim mesmo… não para… ahhh
Andrea: Shhh…
Disse Andrea e depois calou meus gemidos com um beijo, os lábios dela eram tão macios, não pensei duas vezes e me entreguei àquela situação, abracei ela pelo pescoço e mexi minha cintura buscando meu orgasmo, mas aí uma voz interrompeu nosso momento, era meu tio, o pai da Andrea
Tio: Meninas, tudo bem? O jantar tá pronto
Andrea e eu desgrudamos o beijo completamente assustadas, por um momento achei que ele ia abrir a cortina e ia nos pegar assim, com os dedos da Andrea dentro da minha bucetinha e eu abraçando ela
Andrea: Já vamos, pai!
Tio: Mas se apressem!
Ele tinha razão, a gente tinha perdido perdi completamente a noção do tempo, voltei à realidade e percebi que poderia ter sido o pior erro da minha vida, se nos pegassem assim, não sei o que teria acontecido...
Andrea: A gente termina isso depois...
Ela disse, me deu um selinho e saiu do chuveiro enrolada na toalha dela, me deixando ali, com o coração a mil por hora, não sei se pelo susto ou pelo tesão da situação. Recuperei o fôlego, mas ainda estava com tesão, tinha ficado no meio do meu orgasmo. Fechei o chuveiro e peguei minha toalha, me enrolei nela, saí do banheiro e encontrei minha prima secando o cabelo. Não conseguia nem olhar nos olhos dela depois do que aconteceu, mas então ela me viu e disse:
Andrea: Você tá bem?
Eu balancei a cabeça que sim, sentia vergonha, mas não dela, e sim de mim mesma, por ter deixado minha prima meter os dedos em mim como se fosse a coisa mais normal do mundo. Andrea ficou em silêncio por um minuto e depois disse:
Andrea: Tá cheirando gostoso, espero que seja de bananinha
Eu simplesmente tirei a toalha e comecei a me vestir, podia sentir o olhar da Andrea em mim. Coloquei um top branco com minha calcinha fio dental e um shorts da mesma cor, depois peguei a toalha e comecei a secar o cabelo.
Andrea: Quer hidratante? Trouxe um pouco caso precise
Eu só neguei com a cabeça, meu coração ainda batia forte, me sentia nervosa perto dela. Não a odiava nem nada do tipo, pelo contrário, sentia que a amava mais do que nunca, só sentia vergonha dela ter me visto daquele jeito. Peguei a bolsa com meu biquíni que tinha tirado e fui para a cozinha.
Quando cheguei, sorri fingindo que nada tinha acontecido e me sentei à mesa. Daí começaram a servir a comida e alguns segundos depois, Andrea entrou. Normalmente a gente sempre sentava junto na hora de comer, porque gostávamos de conversar enquanto comíamos, mas dessa vez, Andrea pegou uma cadeira e sentou ao lado de um dos nossos primos.
Todo mundo comeu tranquilo, quando terminamos, meus tios disseram que a gente devia jogar alguma coisa antes. desacostumar, então decidimos jogar verdade ou desafio. Pegamos uma garrafa e meu primo colocou no meio da mesa, aí outra das minhas primas girou a garrafa. A primeira rodada foi entre dois dos meus primos e a noite seguiu assim, entre risadas e brincadeiras. Uma hora depois, meu tio avisou que era hora de ir dormir, porque no dia seguinte a gente tinha planos de visitar vários lugares. Todos se levantaram e se desejaram boa noite, e cada um foi para seu quarto.
Eu me deitei na minha cama e tentei dormir, mas as lembranças daquela tarde invadiram minha mente. Me senti tão idiota, comecei a me questionar por ter cometido um erro tão grande. Ficava pensando no que poderia ter acontecido se alguém nos pegasse daquele jeito, podia ter arruinado as férias, meu tio teria ficado puto comigo e com meu pai. Por minha culpa, teria causado uma briga enorme que acabaria comigo de castigo e afastada pra sempre da minha prima. Não podia me dar ao luxo de cometer outro erro daqueles. Minhas lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto, eu tinha medo de perder a Andrea e, se pra evitar isso eu precisasse me afastar dela, teria que fazer, mesmo que partisse meu coração.
Na manhã seguinte, acordei e não encontrei meu pai. Achei que ele já devia estar na cozinha com o resto da família, então resolvi me levantar, me vestir e ir tomar café. Assim que entrei na cozinha, cumprimentei todo mundo, mas misteriosamente não vi a Andrea em lugar nenhum.
— E a Andrea? — perguntei preocupada.
Tio: Ela disse que queria dar uma volta e que voltava daqui a pouco.
Fiquei com medo de que a Andrea estivesse me evitando. Sabia que era justo da parte dela e talvez o melhor pra nós duas, mas não queria que ela pensasse que eu a odiava ou algo assim. Um nó se formou no meu estômago, me impedindo de comer. Comecei a mexer a colher no prato e então um dos meus primos falou:
Primo: Ei, Val, tudo bem? Você não tocou no seu prato.
— Hã? Sim, tudo bem, só tava esperando esfriar…
Eu tava preocupada por Andrea, mas aí, eu vi ela entrar pela porta…
Andrea: Bom dia, família!
Andrea entrou sorrindo e aí senti minha alma voltar pro corpo, ela começou a cumprimentar todo mundo e depois me olhou por uns segundos, baixou o olhar e sentou na mesa, de novo longe de mim...
A Andrea era uma garota de cabelo longo e castanho, olhos castanhos e um corpo de matar, as pernas tonificadas pra idade que tinha, era um ano mais velha que eu, os peitos dela eram pelo menos dois tamanhos maiores que os meus, e logo eu descobriria que os lábios dela eram tão macios quanto a pele dela.
– Ahhh… o que você tá fazendo…?
Perguntei tentando não gemer…
Andrea: Quanto tempo faz que você não transa?
Perguntou minha prima enquanto apertava meus mamilos suavemente com os dedos, me causando um puta prazer que fez minha bucetinha ficar ainda mais molhada do que já tava
– Ahhh…
Não consegui responder, minha mente começava a nublar, levada pela única coisa importante naquele momento, o prazer que a Andrea me fazia sentir…
Andrea: Faz tempo, pelo visto…
Então a Andrea desceu a mão direita até minha entrepernas e começou a massagear minha xereca
– Aii sim…
Soltou sem nem ter pensado, os dedos da Andrea causavam uma onda de prazer dentro de mim que começava a controlar meu corpo e desligar minha mente…
Andrea: Mmm que bucetinha tão macia…
Andrea sussurrava essas coisas no meu ouvido me deixando ainda mais tesuda, os dedos dela sabiam como e onde me tocar, o toque dos dedos dela na minha entrepernas fazia eu perder totalmente o controle de mim mesma
– Aahh assim mesmo… não para… ahhh
Andrea: Shhh…
Disse Andrea e depois calou meus gemidos com um beijo, os lábios dela eram tão macios, não pensei duas vezes e me entreguei àquela situação, abracei ela pelo pescoço e mexi minha cintura buscando meu orgasmo, mas aí uma voz interrompeu nosso momento, era meu tio, o pai da Andrea
Tio: Meninas, tudo bem? O jantar tá pronto
Andrea e eu desgrudamos o beijo completamente assustadas, por um momento achei que ele ia abrir a cortina e ia nos pegar assim, com os dedos da Andrea dentro da minha bucetinha e eu abraçando ela
Andrea: Já vamos, pai!
Tio: Mas se apressem!
Ele tinha razão, a gente tinha perdido perdi completamente a noção do tempo, voltei à realidade e percebi que poderia ter sido o pior erro da minha vida, se nos pegassem assim, não sei o que teria acontecido...
Andrea: A gente termina isso depois...
Ela disse, me deu um selinho e saiu do chuveiro enrolada na toalha dela, me deixando ali, com o coração a mil por hora, não sei se pelo susto ou pelo tesão da situação. Recuperei o fôlego, mas ainda estava com tesão, tinha ficado no meio do meu orgasmo. Fechei o chuveiro e peguei minha toalha, me enrolei nela, saí do banheiro e encontrei minha prima secando o cabelo. Não conseguia nem olhar nos olhos dela depois do que aconteceu, mas então ela me viu e disse:
Andrea: Você tá bem?
Eu balancei a cabeça que sim, sentia vergonha, mas não dela, e sim de mim mesma, por ter deixado minha prima meter os dedos em mim como se fosse a coisa mais normal do mundo. Andrea ficou em silêncio por um minuto e depois disse:
Andrea: Tá cheirando gostoso, espero que seja de bananinha
Eu simplesmente tirei a toalha e comecei a me vestir, podia sentir o olhar da Andrea em mim. Coloquei um top branco com minha calcinha fio dental e um shorts da mesma cor, depois peguei a toalha e comecei a secar o cabelo.
Andrea: Quer hidratante? Trouxe um pouco caso precise
Eu só neguei com a cabeça, meu coração ainda batia forte, me sentia nervosa perto dela. Não a odiava nem nada do tipo, pelo contrário, sentia que a amava mais do que nunca, só sentia vergonha dela ter me visto daquele jeito. Peguei a bolsa com meu biquíni que tinha tirado e fui para a cozinha.
Quando cheguei, sorri fingindo que nada tinha acontecido e me sentei à mesa. Daí começaram a servir a comida e alguns segundos depois, Andrea entrou. Normalmente a gente sempre sentava junto na hora de comer, porque gostávamos de conversar enquanto comíamos, mas dessa vez, Andrea pegou uma cadeira e sentou ao lado de um dos nossos primos.
Todo mundo comeu tranquilo, quando terminamos, meus tios disseram que a gente devia jogar alguma coisa antes. desacostumar, então decidimos jogar verdade ou desafio. Pegamos uma garrafa e meu primo colocou no meio da mesa, aí outra das minhas primas girou a garrafa. A primeira rodada foi entre dois dos meus primos e a noite seguiu assim, entre risadas e brincadeiras. Uma hora depois, meu tio avisou que era hora de ir dormir, porque no dia seguinte a gente tinha planos de visitar vários lugares. Todos se levantaram e se desejaram boa noite, e cada um foi para seu quarto.
Eu me deitei na minha cama e tentei dormir, mas as lembranças daquela tarde invadiram minha mente. Me senti tão idiota, comecei a me questionar por ter cometido um erro tão grande. Ficava pensando no que poderia ter acontecido se alguém nos pegasse daquele jeito, podia ter arruinado as férias, meu tio teria ficado puto comigo e com meu pai. Por minha culpa, teria causado uma briga enorme que acabaria comigo de castigo e afastada pra sempre da minha prima. Não podia me dar ao luxo de cometer outro erro daqueles. Minhas lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto, eu tinha medo de perder a Andrea e, se pra evitar isso eu precisasse me afastar dela, teria que fazer, mesmo que partisse meu coração.
Na manhã seguinte, acordei e não encontrei meu pai. Achei que ele já devia estar na cozinha com o resto da família, então resolvi me levantar, me vestir e ir tomar café. Assim que entrei na cozinha, cumprimentei todo mundo, mas misteriosamente não vi a Andrea em lugar nenhum.
— E a Andrea? — perguntei preocupada.
Tio: Ela disse que queria dar uma volta e que voltava daqui a pouco.
Fiquei com medo de que a Andrea estivesse me evitando. Sabia que era justo da parte dela e talvez o melhor pra nós duas, mas não queria que ela pensasse que eu a odiava ou algo assim. Um nó se formou no meu estômago, me impedindo de comer. Comecei a mexer a colher no prato e então um dos meus primos falou:
Primo: Ei, Val, tudo bem? Você não tocou no seu prato.
— Hã? Sim, tudo bem, só tava esperando esfriar…
Eu tava preocupada por Andrea, mas aí, eu vi ela entrar pela porta…
Andrea: Bom dia, família!
Andrea entrou sorrindo e aí senti minha alma voltar pro corpo, ela começou a cumprimentar todo mundo e depois me olhou por uns segundos, baixou o olhar e sentou na mesa, de novo longe de mim...
3 comentários - Vacaciones con mi prima (Cap. 2)