Minha mulher conta e a gente fode como loucos

Ela começou a sair um pouco mais, ia beber algo com os colegas, a maioria mais novos, tava numa fase de se redescobrir. Eu tava cheio de ciúmes e ao mesmo tempo com muito tesão, algo dentro de mim me fazia estimular ela a sair. Eu cuidava do nosso filho, fazia o jantar, ajudava ela a se arrumar, ia escolhendo roupas cada vez mais ousadas e provocantes, mas até então, acho que nada rolava. Uma noite ela voltou lá pras 3 da manhã, ficou só de lingerie, não vestiu a camisola feia que usava em casa. Eu sempre acordava quando ela chegava. Ela me deu um beijo e deitou do meu lado.
Sabe o que aconteceu comigo hoje...?
Só com sua pergunta já fiquei de pau duro. Tentei disfarçar pra ela não perceber, mas a primeira coisa que ela fez foi levar a mão no meu volume.
-Humm, como você tá duro... te deixei meio de lado, né?
- Pra ser sincero, não tenho sido um amante muito bom ultimamente, percebo como muitas vezes você fica na vontade... não consegue gozar...
—Mas eu te amo muito... — disse me beijando e acariciando o volume.
—Você ia me contar o que rolou hoje...
—Uma besteira... a gente tinha tomado uns bons drinks... o Matías me chamou pra dançar... e eu comecei a virar de costas pra ele... a me mexer de um jeito sensual pra ele...
Ele fez uma pausa, enfiou a língua na minha boca, enquanto me masturbava devagar. Se afastou um pouco e disse
-Desculpa, amor, não sei o que deu em mim... você me perdoa...?
- Só isso... é uma bobagem, amor...
- Bom, na real, ele chegou... me pegou pela cintura... me puxou pra perto dele e me fez sentir o quanto ele tava duro... deixando ela no canalzinho da minha bunda por cima do vestido... eu tava toda tesuda... e só ficava rebolando cada vez mais... aí, tipo, eu caí em mim e fui pro balcão com o resto do grupo, tava morrendo de vergonha.
—Amor... é uma bobagem... você saiu pra dançar, bebeu um pouco... não tem problema...
—Vou sair menos... quer que eu te faça gozar assim... batendo uma pra você... porque não quero transar... me sinto suja...
- Eu adoraria gozar...
—Mesmo que seja só te masturbando...? —me pareceu que havia um tom perverso na voz dela.
Passava a mão bem devagar no meu pau por cima da cueca.

Tá bem duro hoje... minha história não te incomodou muito, hein...
Não responde pra ela. Ela voltou a bater uma pra mim devagar. Eu não tinha coragem de perguntar mais, queria mais detalhes mas não parecia a hora certa. Ela parou um pouco de bater uma, me deu linguada por um bom tempo, chegou perto do meu ouvido e falou.
—Quando tava pedindo outra dose, o Matías chegou, me pegou pela cintura e desceu a mão um pouco, começou a acariciar minha bunda... e eu não falei nada, deixei ele fazer... não sei se foi o álcool, o clima, mas eu tava me sentindo uma gostosa do caralho. Me virei pra perguntar o que ele tava fazendo e ele me beijou na boca, eu devolvi o beijo, mas foi só um segundo, logo me afastei dele, saí pra rua, peguei um táxi e vim embora.

Ela voltou a me bater uma punheta devagar.
—E o que você gostou mais... — falei quebrando uma barreira invisível que me segurava — que eu encostasse o volume ou que eu apalpasse sua bunda e comesse sua boca...?
—Que...? —ela disse como se não tivesse me ouvido.
-Você me ouviu direito...
Ela puxou a tanga pro lado e montou em mim. Assim que enfiou, começou a gozar — fazia tempo que não tinha um orgasmo na hora do sexo. Tava uma fogosa.
—Parece que te esquentou toda... cê gozou na hora... hein...? não respondeu minha pergunta...
—Pra que você quer saber...?
—Tô conhecendo a putinha que tu tava escondendo...
O que você decide...?" — disse com uma voz profunda, saindo do fundo da garganta, uma voz de puta gostosa, me pareceu que ela tava chegando de novo.
Adorei quando ele apoiou a mão na minha cintura e foi descendo devagar até minha bunda... ficou acariciando em círculos... eu não conseguia... não queria reagir... amava como ele fazia... sentia que ele tava tomando posse da minha bunda... e quando me beijou... continuava apertando minha bunda e me encostou nele... amei sentir a dureza dele na frente também...
Virei ela na cama, agora eu por cima, e comecei a meter nela como a muito tempo a gente não fazia. Tava fora de mim, puxei os peitos dela pra fora do sutiã e chupei que nem um desesperado. Ela não parava de gemer, parecia que tava num orgasmo que não acabava nunca. A gente não falou mais nada, não sei como aguentei tanto porque ultimamente eu gozava rápido demais. Tive um orgasmo poderoso, como não tinha há muito tempo. Depois ela se aninhou no meu peito, me beijava e acariciava o peito.
Meu aniversário tava chegando e eu falei pra ela enquanto me barbeava e ela tava tomando banho.
—Podia chamar uns amigos seus... eu não tenho muitos amigos, eles são mais velhos... vêm e vão cedo... os moleques saem... sei lá... a gente pode dançar um pouco depois...
-É teu aniversário... tu não conhece eles... quem cê quer que eu convide...?
—Não sei... teu grupo de amigos... — fiz uma pausa, senti um nó na garganta — o Matías...
Ela espiou por trás da cortina do banheiro, olhou pra minha pica dura por baixo da cueca.
—Se vocês quiserem, eu convido...
Convida eles...

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