Minha escrava engole.
Este relato não contém os nomes verdadeiros dos seus protagonistas por causa de possíveis represálias contra mim, por parte da pessoa afetada (o marido da minha escrava sexual).
Resolvi escrever pra uma revista de contatos, na seção de donos/escravas, onde pedia exclusivamente pra me satisfazer sexualmente; ou seja, oferecia minha pica pra qualquer mulher saudável que fantasiava em chupar uma pica grande e gozar na boca dela, e em troca eu faria o mesmo nela.
Aos três meses, recebi uma carta da Genma, uma mulher de 35 anos que dizia querer me conhecer. Respondi passando meu telefone, e um mês depois ela ligou pra gente se encontrar e se conhecer.
A sorte tava do meu lado, já que a Genma morava perto de Santiago. A gente marcou de se encontrar num café. Eu vi ela e fiquei observando por um tempo; mesmo não sendo muito bonita, ela não era gorda e tinha uns peitões de respeito, pelo que dava pra ver na roupa (meio antiga, sim) que ela tava usando. A gente se apresentou e começou a conversar pra caralho.
Ela me contou que queria ser prudente porque era casada, mas que fazia isso porque o marido desprezava ela, já que era pescador de alto-mar e só passava 4 meses por ano em terra, período em que se dedicava a ir pras putas por não se sentir mais atraído por ela, e ela aceitava submissa que ele comesse o cu dela 3 ou 4 vezes nesse tempo, porque era a única coisa que ainda excitava ele nela.
Ela também me contou que era de um povoadinho de Cáceres e que a casa onde morava agora ficava num morro, por isso não tinha contato com ninguém. O marido dela tinha dito pras poucas vizinhas que ela tinha uma doença infecciosa, então ninguém na vila queria ter amizade com ela. E sem meios de se locomover, ela se via fadada à solidão daquela casa isolada.
Eu contei pra ela que relacionamento sério não era meu forte, e que também tava cansado de transar do jeito tradicional porque acabava sendo um exercício cansativo pra tão pouco prazer (eu sou magro, mas gosto de meter bem forte).
Rimos concordando comigo, embora me olhando de um jeito estranho por isso eu sentenciei: -Olha Genma, só quero que me façam boquetes e ponto final, eu em troca posso te dar uma companhia agradável; mas se não quiser, então cada um pro seu lado, eu só pedi isso nos contatos, não vamos perder tempo à toa, desculpa.
Fiz menção de me levantar pra ir embora e ela me segurou pelo braço e disse: – Não, por favor, não vai, aqui não tenho ninguém e preciso de você. Vou adorar fazer tudo o que você quiser, serei sua escrava se você pedir, mas por favor não me deixe sozinha, você é o primeiro homem com quem converso em dois meses, desde que meu marido foi embora, e além disso, você me atrai pra caralho.
Naquele momento, imaginei o que poderia me esperar e fiquei com um pau duro do caralho. Então me sentei e falei que ela podia me testar pra ver se eu correspondia às expectativas, e ela concordou toda submissa, implorando pra que eu fizesse isso. «Tá bom», falei; a gente terminou o café e eu disse que ia levá-la pro meu apê.
No elevador, pedi pra ela me beijar e comecei a passar a mão na bunda dela, nos peitos e enfiei a mão dentro da calcinha dela pra apalpar a bucetinha, que já tava toda molhada.
Abri a porta e fui direto pro meu quarto, mandei ele entrar e ordenei friamente: – Fica desse lado da cama e tira a roupa enquanto eu também me desnudo.
Eu me despi devagar pra ela observar meu corpo, mas sem olhar pra ela. Ela também fez o mesmo, mas tímida, tanto que ficou de calcinha e sutiã. Me aproximei dela com o pau bem duro e ela se surpreendeu com o tamanho (sempre acontece a mesma coisa comigo), e eu disse: – Bom, nós dois sabemos pra que viemos aqui, quero que você seja minha escrava e só pense em me dar prazer, então senta na cama e chupa meu pau.
— Sim, Luis.
– Sim, Luís, não. Você deve dizer sim, meu amo. E tire toda a calcinha.
– Sim, meu amo, também quer que eu tire o sutiã? – Claro que sim, preciso esfregar essas tetas pra gozar melhor.
Ela fez na hora e começou a me dar beijinhos na cabecinha. Fiquei impaciente e falei: – Coloca ela na boca e chupa, porque assim não me dá prazer.
– Sim, meu amo. O senhor gosta agora de como eu chupo? – Não faz tão rápido, não quero que você me punhete com a boca, quero que você me chupe, se liga direito, puta.
– Sim, meu amo. Tá assim bom? – Tá assim bom, mas não fala se eu não perguntar. Agora deita na cama pra continuar chupando minha pica.
Nós dois deitamos de lado, um de frente pro outro, e ela desceu até encontrar meu pau de novo.
-Vamos lá, sua puta, agora chupa minha pica como se sua vida dependesse disso, você tem que entender que está aqui só pra me dar prazer com sua boca. A partir de hoje, você vai ser a escrava da minha pica, ela vai ser a coisa mais importante na sua vida, a qualquer hora do dia. Meu leite vai ser sua bebida mais preciosa, e você vai ter que beber tudo, sem deixar uma gota. Toda vez que eu mandar, você vai me fazer um bom boquete, do jeito que eu pedir, entendeu?
-Sim, meu dono, seu esperma será minha bebida e minha comida mais desejada, vou adorar que goze todos os dias na minha boca e sempre vou engolir toda a sua porra. Minha boca será o depósito para o meu dono se aliviar.
Eu adorava ver ela tão humilhada na frente do meu pau, desejando me dar o maior prazer e beber meu doce leite.
– Beleza, agora chupa minha cabecinha enquanto bate uma pra mim com sua mão bem devagar, mas apertando meu pau pra me dar mais prazer.
Desse jeito a visão era brutal, então enfiei uma mão entre as dela e apertei e amassei os peitos dela pra me excitar ainda mais. Eu já tava sentindo que ia gozar e xingava ela pra humilhar mais e sentir a submissão dela diante de mim.
Quando percebi que ia gozar, tirei a pica da boca dela e falei: -Escrava, olha pra mim. Agora você vai abrir a boca, vou meter a pica até a metade e você vai chupar forte até sentir que eu tô gozando, não encosta a mão na minha pica, eu fodi a sua boca e vou jogar meu leite dentro dela. Quero que não caia nada dos seus lábios, você vai engolir todo o esperma e não vai parar de mamar até eu mandar, quero dormir com minha pica na sua boca. Enfia na boca e chupa, puta safada.
– Sim, meu dono, goza tudo na minha boquinha.
Naquele momento, apertei com minhas mãos na cabeça dela e comecei a gozar, soltando uma enxurrada de porra na boca dela. E foi nessa hora que ela parou de se mexer e só chupava bem devagar pra facilitar meu orgasmo.
– OOOOOOHHHHHH sua puta, toma toda minha porra. Bebe, vagabunda.
Gozei pra caralho e ela engoliu tudo, me dando muito prazer. E, exatamente como eu tinha mandado, dormi com meu pau na boca dela.
Ao acordar, mandei ela me fazer outro boquete, e mais dois depois, porque adorava ver ela engolir toda a minha porra. Ela era minha escrava e o único objetivo da vida dela era me chupar. Continuei dando a ração tripla de sêmen todo dia, e é uma das formas mais fodas de submissão.
De vez em quando mando ela me foder com a bucetinha dela ou meter no cu pra eu gozar e dormir com meu pau dentro dessa bunda tão gostosa, embora o que eu mais goste ainda sejam os boquetes dela e a voracidade pelo meu leite, mas isso já é outra história que vou contar mais pra frente.
Este relato não contém os nomes verdadeiros dos seus protagonistas por causa de possíveis represálias contra mim, por parte da pessoa afetada (o marido da minha escrava sexual).
Resolvi escrever pra uma revista de contatos, na seção de donos/escravas, onde pedia exclusivamente pra me satisfazer sexualmente; ou seja, oferecia minha pica pra qualquer mulher saudável que fantasiava em chupar uma pica grande e gozar na boca dela, e em troca eu faria o mesmo nela.
Aos três meses, recebi uma carta da Genma, uma mulher de 35 anos que dizia querer me conhecer. Respondi passando meu telefone, e um mês depois ela ligou pra gente se encontrar e se conhecer.
A sorte tava do meu lado, já que a Genma morava perto de Santiago. A gente marcou de se encontrar num café. Eu vi ela e fiquei observando por um tempo; mesmo não sendo muito bonita, ela não era gorda e tinha uns peitões de respeito, pelo que dava pra ver na roupa (meio antiga, sim) que ela tava usando. A gente se apresentou e começou a conversar pra caralho.
Ela me contou que queria ser prudente porque era casada, mas que fazia isso porque o marido desprezava ela, já que era pescador de alto-mar e só passava 4 meses por ano em terra, período em que se dedicava a ir pras putas por não se sentir mais atraído por ela, e ela aceitava submissa que ele comesse o cu dela 3 ou 4 vezes nesse tempo, porque era a única coisa que ainda excitava ele nela.
Ela também me contou que era de um povoadinho de Cáceres e que a casa onde morava agora ficava num morro, por isso não tinha contato com ninguém. O marido dela tinha dito pras poucas vizinhas que ela tinha uma doença infecciosa, então ninguém na vila queria ter amizade com ela. E sem meios de se locomover, ela se via fadada à solidão daquela casa isolada.
Eu contei pra ela que relacionamento sério não era meu forte, e que também tava cansado de transar do jeito tradicional porque acabava sendo um exercício cansativo pra tão pouco prazer (eu sou magro, mas gosto de meter bem forte).
Rimos concordando comigo, embora me olhando de um jeito estranho por isso eu sentenciei: -Olha Genma, só quero que me façam boquetes e ponto final, eu em troca posso te dar uma companhia agradável; mas se não quiser, então cada um pro seu lado, eu só pedi isso nos contatos, não vamos perder tempo à toa, desculpa.
Fiz menção de me levantar pra ir embora e ela me segurou pelo braço e disse: – Não, por favor, não vai, aqui não tenho ninguém e preciso de você. Vou adorar fazer tudo o que você quiser, serei sua escrava se você pedir, mas por favor não me deixe sozinha, você é o primeiro homem com quem converso em dois meses, desde que meu marido foi embora, e além disso, você me atrai pra caralho.
Naquele momento, imaginei o que poderia me esperar e fiquei com um pau duro do caralho. Então me sentei e falei que ela podia me testar pra ver se eu correspondia às expectativas, e ela concordou toda submissa, implorando pra que eu fizesse isso. «Tá bom», falei; a gente terminou o café e eu disse que ia levá-la pro meu apê.
No elevador, pedi pra ela me beijar e comecei a passar a mão na bunda dela, nos peitos e enfiei a mão dentro da calcinha dela pra apalpar a bucetinha, que já tava toda molhada.
Abri a porta e fui direto pro meu quarto, mandei ele entrar e ordenei friamente: – Fica desse lado da cama e tira a roupa enquanto eu também me desnudo.
Eu me despi devagar pra ela observar meu corpo, mas sem olhar pra ela. Ela também fez o mesmo, mas tímida, tanto que ficou de calcinha e sutiã. Me aproximei dela com o pau bem duro e ela se surpreendeu com o tamanho (sempre acontece a mesma coisa comigo), e eu disse: – Bom, nós dois sabemos pra que viemos aqui, quero que você seja minha escrava e só pense em me dar prazer, então senta na cama e chupa meu pau.
— Sim, Luis.
– Sim, Luís, não. Você deve dizer sim, meu amo. E tire toda a calcinha.
– Sim, meu amo, também quer que eu tire o sutiã? – Claro que sim, preciso esfregar essas tetas pra gozar melhor.
Ela fez na hora e começou a me dar beijinhos na cabecinha. Fiquei impaciente e falei: – Coloca ela na boca e chupa, porque assim não me dá prazer.
– Sim, meu amo. O senhor gosta agora de como eu chupo? – Não faz tão rápido, não quero que você me punhete com a boca, quero que você me chupe, se liga direito, puta.
– Sim, meu amo. Tá assim bom? – Tá assim bom, mas não fala se eu não perguntar. Agora deita na cama pra continuar chupando minha pica.
Nós dois deitamos de lado, um de frente pro outro, e ela desceu até encontrar meu pau de novo.
-Vamos lá, sua puta, agora chupa minha pica como se sua vida dependesse disso, você tem que entender que está aqui só pra me dar prazer com sua boca. A partir de hoje, você vai ser a escrava da minha pica, ela vai ser a coisa mais importante na sua vida, a qualquer hora do dia. Meu leite vai ser sua bebida mais preciosa, e você vai ter que beber tudo, sem deixar uma gota. Toda vez que eu mandar, você vai me fazer um bom boquete, do jeito que eu pedir, entendeu?
-Sim, meu dono, seu esperma será minha bebida e minha comida mais desejada, vou adorar que goze todos os dias na minha boca e sempre vou engolir toda a sua porra. Minha boca será o depósito para o meu dono se aliviar.
Eu adorava ver ela tão humilhada na frente do meu pau, desejando me dar o maior prazer e beber meu doce leite.
– Beleza, agora chupa minha cabecinha enquanto bate uma pra mim com sua mão bem devagar, mas apertando meu pau pra me dar mais prazer.
Desse jeito a visão era brutal, então enfiei uma mão entre as dela e apertei e amassei os peitos dela pra me excitar ainda mais. Eu já tava sentindo que ia gozar e xingava ela pra humilhar mais e sentir a submissão dela diante de mim.
Quando percebi que ia gozar, tirei a pica da boca dela e falei: -Escrava, olha pra mim. Agora você vai abrir a boca, vou meter a pica até a metade e você vai chupar forte até sentir que eu tô gozando, não encosta a mão na minha pica, eu fodi a sua boca e vou jogar meu leite dentro dela. Quero que não caia nada dos seus lábios, você vai engolir todo o esperma e não vai parar de mamar até eu mandar, quero dormir com minha pica na sua boca. Enfia na boca e chupa, puta safada.
– Sim, meu dono, goza tudo na minha boquinha.
Naquele momento, apertei com minhas mãos na cabeça dela e comecei a gozar, soltando uma enxurrada de porra na boca dela. E foi nessa hora que ela parou de se mexer e só chupava bem devagar pra facilitar meu orgasmo.
– OOOOOOHHHHHH sua puta, toma toda minha porra. Bebe, vagabunda.
Gozei pra caralho e ela engoliu tudo, me dando muito prazer. E, exatamente como eu tinha mandado, dormi com meu pau na boca dela.
Ao acordar, mandei ela me fazer outro boquete, e mais dois depois, porque adorava ver ela engolir toda a minha porra. Ela era minha escrava e o único objetivo da vida dela era me chupar. Continuei dando a ração tripla de sêmen todo dia, e é uma das formas mais fodas de submissão.
De vez em quando mando ela me foder com a bucetinha dela ou meter no cu pra eu gozar e dormir com meu pau dentro dessa bunda tão gostosa, embora o que eu mais goste ainda sejam os boquetes dela e a voracidade pelo meu leite, mas isso já é outra história que vou contar mais pra frente.
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