Cruzei o limite e não me arrependo!

Bom, aqui um amigo que passou por isso, mas hoje em dia acho que não tem nada de errado, mas enfim, ele é de outros tempos, suponho. Oi, sou Carlos e essa é minha história. Sou um homem divorciado, mas me divorciei há 2 anos. Muitos anos de casamento, mas enfim, a tranquilidade vale a pena. Tenho 4 filhos, 3 homens e uma filha. Tenho 56 anos, então meus filhos já são adultos e têm suas vidas. Mas enfim, meu filho mais novo, que só tem 19 anos, me apresentou a namorada dele, Caren. Uma gatinha, branquinha, cabelo curto colorido. Ela tinge o cabelo de várias cores, mas quando isso aconteceu, estava com uma combinação de preto e vermelho. Bom, meu filho mora comigo junto com minha filha. Vamos ao que interessa.

Meu filho trouxe a Caren várias vezes pra dormir aqui. Eu sempre recebi ela bem, ela era muito simpática e alegre. Nunca olhei pra ela com outros olhos, mas de vez em quando um olhar me deixava de pau duro. Ela em casa andava de chinelo ou descansava de saia colegial ou shorts. Uma vez cruzei com ela na cozinha de moletom e descansando, não vi nada por baixo, então minha imaginação foi longe (pensei tanta coisa naquele momento). As pernas dela eram tão brancas e os pés tão rosadinhos que me faziam pensar no que tinha entre elas. Mas enfim, com o tempo vi que a Caren não ficou mais em casa e meu filho não falava dela, então supus que terminaram. Tempo depois, cometeria algo por impulso. Um dia chuvoso num semáforo, vi ela sozinha num ponto de ônibus. Quis ser gentil e oferecer carona até a casa dela (não achei que aceitaria). Ela aceitou e eu aproveitei pra conversar com ela. A conversa foi normal e não toquei no assunto do meu filho, são coisas deles. Mas a conversa tomou um rumo estranho. Ela começou a me perguntar coisas em tom de brincadeira: "Seu carro é grande e gostoso, dá pra levar um monte de novinhas como eu, né?" (Tenho uma CR-V) "Com certeza aqui você faz de tudo, né?" "Tem que ser dominante, senhor, as novinhas gostam de homem com pegada." "Você pega todas e ainda com esse carro dá pra subir muitas." E coisas assim... A verdade é que não sei o que ela queria com isso, mas eu... Só respondi que não faço isso, que essas coisas só acontecem em filme, mas ela: "Senhor, o que o senhor tá dizendo? Não vê como são essas piranhas? Tem que aproveitar, o senhor é gostoso". A conversa me deixou curioso, mas terminou com uma troca de números. Não sou muito de usar o telefone, então ela se adicionou sozinha e, do meu celular, mandou uma mensagem pra ela mesma. Depois, só combinamos de conversar. Quando deixei ela em casa, minha cabeça deu um nó. Aquela mina me fez pensar um monte de coisas (aquela mina me deixou louco). Quando cheguei em casa, não consegui largar o telefone, esperando uma mensagem dela. O dia inteiro fiquei pensando nela e em quando ela me mandaria uma mensagem, mas só fui mandar uma mensagem pra ela à noite. Ela respondeu em segundos. Não foi grande coisa, ela disse que esperava que eu falasse com ela e perguntou o que eu tava fazendo. Conversamos e contamos histórias. Ela parecia gostar do que eu contava, sobre minhas viagens, trabalhos, etc. Num momento, ela me perguntou se eu tinha alguma anedota de traição ou algo assim. Contei que uma vez uma mulher me ofereceu sexo por dinheiro na rua, na frente da minha ex-mulher. Entre risadas e stickers, ela me pergunta: "E se fosse eu?" Fiquei sem saber o que responder, mas só falei que não sabia. Ela perguntou de novo, em outras circunstâncias, e aí fui direto: "E aí te levei". Depois ela me perguntou o que eu faria com ela. Já tava gostando, então fui me soltando e fui dizendo todas as formas que eu teria comido ela. Ela só respondia com stickers pesados de desenhos transando de todas as formas e dizendo "assim ou mais?" A conversa foi ficando pesada, mas mantive a cabeça fria quando ela me mandou um áudio com voz ofegante e um tom sexy: "Ai, papai, já deu vontade". (Naquele momento, percebi que era minha hora. Não sou burro, e pensei se o que tava prestes a fazer era certo, mas me deixei levar). Mandei uns áudios e a conversa já chegou no assunto fotos. E, Deus, aquela mina tinha o que é dela: uns peitinhos rosados e uma bucetinha rosada que já... Fazer isso é errado, me prenderem depois. Mandei fotos da minha rola e parece que ela gostou, porque não respondeu por um tempo e, quando respondeu, mandou um vídeo se dedando. Durante uns dias, foi só conversa e fotos, mas eu sabia que tinha que aproveitar um dia especial. Meu filho ia passar o fim de semana na casa da mãe dele, e minha filha sai nos fins de semana, então aquele dia tinha que ser o dia.

Na sexta-feira, decidi trazê-la pra casa. Ela fingiu que ia sair pra farra, assim disse pra mãe, e eu a trouxe toda maquiada. Um top preto e uma saia estilo lenhador, meia de arrastão — imagina só como era essa menininha. Branquinha, garota pequena. Já em casa, quando entramos, ela não dizia nada, tava meio tímida. Na sala, ofereci uma bebida, mas nada forte, só um Gancia (era o que ela gostava). E aos poucos foi se soltando. No sofá, tirou os tênis e subiu as pernas nas minhas, enquanto a gente via alguma coisa na TV e bebia (sinceramente, não sabia bem como levar a coisa).

Entre risadas, me inclinei e chupei ela, toquei aquelas pernas por cima da meia de arrastão, e fui devagar até entre as pernas dela (quem diria que a menina seria assim). Quando consegui enfiar a mão, entre nervosismo e tesão, ela também enfia a mão dela e afasta a calcinha fio dental. Eu não podia acreditar, ela tava toda molhada. Passei os dedos e, entre olhares e beijos, ela me diz: "Quer que eu tire, papai?" Eu: "Tira, vai." Ela: "Como você quer que eu tire?" Eu: "Levanta e fica de costas, e tira devagar." Ela: "Sim, papai." (Levanta e fica de costas pra mim.) Eu: "Devagar, docinho, tira devagar." Ela: "Sim, papai, do jeito que você quiser, meu rei." (Ela se abaixa devagar, descendo a calcinha fio dental, uma calcinha branca com desenhos de flores, ficando só com a meia de arrastão.) Eu: "Nossa, que delícia você tá, docinho, amei." Ela: "Você gosta assim?" Eu: "Sim, amei." Ela: "E assim? Você gosta assim?" (Ela se abaixa e abre a bunda, mostrando a buceta e o cuzinho rosado.) Eu: "Aaah!! Meu amor, você tá muito gostosa!!" Ela: "Obrigada, meu rei, tá novinho, viu?" (Passa um dedo no cuzinho.) Eu: "Sim, que... gostosa, cê tem uma bundinha virgem? Ela: sim, óbvio!, que idade cê acha que eu tenho? Eu: eu sei, docinho, adoro (ela no chat me mostrou a bunda e disse que era virgem) Ela: então, papai, vai me dar alguma coisa pra comer? Eu: claro, docinho, vem comer essa banana (abaixei a calça e a cueca e tirei meu pau) Ela: obrigada, papai (ajoelhou e pegou meu pau com as mãos e começou a chupar sozinha) Ela começou a beijar e passar a língua devagar, chupava minhas bolas, lambia, ficou nisso até que num ponto eu me deixei levar, agarrei ela e fiz ela engolir tudo (ela só beijava e lambia, não colocava na boca), pensei que ia ficar brava, mas ela só me olhou quando soltei e voltou com a mesma coisa, e eu de novo fiz ela engolir, e dessa vez Ela: ai, meu rei, é muito grande Eu: cê gosta, pequena? Ela: adoro, é grande e gostoso Eu: come ele todo, vai Ela: sim, meu rei (começou a chupar meu pau, mas não todo, só a cabeça e um pouquinho) Eu tenho um pau meio grosso, mas não é tão comprido, mas dava pra ver que ela gostava quando eu fazia ela engolir tudo, fiz ela engolir várias vezes, numa eu agarrei e não soltei, esperando pra ver o que acontecia, e quando soltei ela sorriu e riu com uma carinha de inocente, com certeza chupando meu pau por um tempo até que de repente ela me diz Ela: papai, cê vai me comer aqui? (Com voz tímida) Eu: não, docinho, vamos pro quarto Ela: me leva, papai, pra onde você quiser Eu: vamos, pequena (levantei ela e levei pra cama) Já no quarto, ela sozinha na cama tirou as meias de rede e o top, ficou só com a saia, e enquanto eu tirava a camisa e a calça, ela começou a se tocar, quando vi ela tão linda ali se tocando e gemendo, fiquei olhando um tempo (tava hipnotizado), ver ela se tocar, mexer os pezinhos rosados, tocar os peitos, a buceta toda molhadinha enquanto mordia os lábios era algo incrível, voltei a mim quando ela pediu pra eu comer ela Eu aí peguei uma camisinha e coloquei (acho que nunca tinha colocado uma camisinha tão rápido) olhei pra ela um momento mexer as patinhas dela e agarrado na patinha esquerda dela eu meti, devagar mas ela pediu forte, ela começou a gemer que gritar e a pedir duro e bruto eu atendi o pedido dela (quem diria que na mesma casa onde meu filho comeu ela um monte de vezes, o dono da casa ia comer e fazer gritar) eu meti forte, um ritmo duro assim de buceta pra cima e ela gozando pedindo mais, depois fiz ela subir em cima de mim e naquele momento conheci ela de verdade, a menina cavalgou muito forte, acho que os tapas ouviu o quarteirão inteiro, e ela enquanto pulava se tocava os peitos e fazia caras sexy (difícil descrever mas uma carinha de menina boa pervertida, algo assim) ela pulou até cansar, dei um descanso, ela deitou no meu peito e enquanto descansava eu fui tocando ela um pouco e notei que tinha molhado a cama toda (de tesão não percebi) não liguei mas quando ela sentiu meus dedos no cu dela, levantou e me olhou com carinha de dó (essa carinha quase me derreteu) não enfiei os dedos mas não parei de passar a mão na bunda dela, depois ela sozinha começou a se mexer de novo, assim até que numa hora tomei o controle e coloquei ela de quatro, tirei a camisinha, ela olhou mas sem falar nada ou me impedir, enfiei de novo (queria sentir essa buceta) meti assim um tempão quase até gozar, ela gemeu tanto e pediu pra eu ir mais devagar que já não aguentava, mas eu queria aproveitar ela o máximo que podia, além de que ela de quatro tinha uma cintura e uma bunda tão gostosa, quando senti que não aguentava mais, arrisquei de novo (já tinha chegado até aqui, cruzar outra linha não mudava nada), tirei meu pau e comecei a passar molhado com o gozo dela lubrificando o cu dela, mas ela tentou me parar e não queria, mas eu não deixei ela escapar e com ela pedindo pra não arrebentar o cu dela, enfiei inteiro Ela: Ai!!! Papi!!! não por favor dói!!! Ai!! papi tira por favor, ai mais devagar papi!!! Mmmm, devagar papi, devagar ai!! Eu fingi que não ouvia e comecei a meter A foda não durou muito, mas eu meti até gozar dentro do cu dela. Ela já tava com a cabeça enfiada no colchão quando eu terminei. Ela: "Nossa, que gostoso!! Papai, aaah, você me encheu toda. Ai, papai, minha bunda tá doendo. É sua, cuida de mim, por favor." Fiquei com a pica dentro do cu dela por um tempo até amolecer e sair sozinha. No final, ela deu um beijo no meu pé e foi devagarzinha sozinha pro banheiro. Depois dormiu comigo até umas 4h, quando levei ela pra casa. A gente continuou transando por mais um tempo, e um dia ela simplesmente parou de me falar. E é isso, já passei de muitos limites, mas não me arrependo. Na minha idade, não me preocupo mais com essas coisas. História de um parceiro Poringa boy que entrou no site pra caçar mina.

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