Eram muitos os motivos pelos quais teria sido melhor eu ter guardado a pica em vez de entregá-la pra Jimena, a mãe do meu novo companheiro de time e suposto amigo, mas fiquei com os poucos que eu tinha pra justificar. O principal era que eu tava a fim, que aquela mulher tinha conseguido me esquentar o suficiente e despertar minha curiosidade. Mas não era o que mais me movia. Embora pudesse ter me segurado, pelo time, por ganhar aquele torneio que até uns dias atrás parecia impossível, o Juanje tinha me ofuscado, tava curtindo um protagonismo que era meu, e isso eu não podia ignorar. Não me vinha à cabeça vingança melhor do que dar pra Promíscua da mãe dele o que ela tava pedindo aos berros. Jimena tinha meu pau nas mãos e eu esperava ansioso pra meter, queria saber como uma coroa de quarenta galopava. Achava que era isso que ia rolar, pela excitação óbvia dela, mas ela levou ele pra boca. Acostumado com boquetes de novinhas, foi nesse momento que comecei a valorizar a experiência como merecia. Me levantei um pouco pra sentar na cama, ficando recostado na cabeceira. Dessa posição, contemplei o espetáculo, além de sentir na própria pele. Não só chupava com gosto, como Jimena não parava de me olhar nos olhos, pra me provocar, pra me deixar ainda mais tesudo vendo como ela passava a língua no meu membro. Pensei que seria algo momentâneo, que não demoraria pra me foder, mas ela continuou me chupando. De vez em quando parava porque precisava respirar, e aproveitava pra me punhetar com as duas mãos, sem perder contato visual e repetindo que eu tinha uma pica enorme. Eu, que me gabava de ter um aguente foda, tava começando a fraquejar. Era verdade que eu tinha um pau grande, proporcional ao resto do corpo, mas isso não impedia a Jimena de enfiar ele inteiro na boca. As mãos e a língua dela se coordenaram pra me levar a um ponto que eu nunca tinha chegado, sentia que algo imenso tava por vir. Agarrei ela com Força do pelo, não queria que o queixo dela se soltasse das minhas bolas. Bem na frente da cama tinha um espelho que me deixava ver a rabeta dela. A Jimena rebolava o quadril com o cu bem aberto e a buceta toda molhada, não via a hora de meter também naqueles buracos. Esses pensamentos me deixaram elétrico, então o prazer veio e gozei na boca dela, sem avisar. Ela cuspiu um pouco do esperma, mas não pareceu ter se importado. — Caralho, que potência. — E isso que você ainda não me deixou fazer nada. — O que você quer fazer comigo? — Te foder até você gritar tão alto que seu filho ouça. — Não enche o saco do Juan Jesús, que é melhor você ter ele em boa forma na quadra. — Não preciso dele pra ganhar o torneio. — Sou sua maior fã, Andoni, mas nisso você tá errado. — E se você parar de falar e abrir essas pernas? — Hoje não. — Como é que é? — Vou deixar você meter se amanhã vocês se classificarem pra final. — Isso você devia ter dito antes. — Primeiro queria saber como era o tamanho do seu pau. — Agora já sabe, sobe. — Você não tá acostumado a ouvir não, né? — Desesperadas como você não, isso é certeza. — É melhor você ganhar o jogo. Não esperava por isso, tava convencido de que ela tava na minha mão, mas não me fez tão mal assim. A Jimena me deu mais um motivo pra sair no dia seguinte dando tudo. Embora ela merecesse que eu desse o fora por ter brincado comigo, eu não perdia nenhuma, já tinha decidido que ia comer ela e tinha que acontecer. Depois de uma boa gozada, sempre dormia que nem um anjo, e aquela noite não foi exceção. Eu me pressionava pra caralho pra ganhar, pra me exibir na frente de todo mundo, mas tinha tanta confiança em mim que isso não me tirava o sono. Adormeci com um sorriso no rosto, pensando no que o Juanje diria se soubesse que o esforço dele me deixava mais perto de comer a mãe dele. Acordei cheio de energia (é o que dá quando te chupam sem você precisar fazer nada) e com vontade de voltar. Pra me exibir. Como todo dia, desde cedo o time se reuniu pros treinos, pras conversas táticas e pra fortalecer os laços entre nós. Ou entre eles, porque já sabiam que eu tava pouco me lixando pra essas coisas. As vitórias acumuladas faziam a moral ficar lá em cima, até entre aqueles que mal sabiam driblar a bola. Me dava raiva que, sendo tão ruins, começassem a se achar alguém só por causa do meu esforço. Curiosamente, o Juanje, o único que tinha algum motivo pra se gabar, mesmo que me fodesse, parecia ter os pés no chão. — Tão confiantes, né? — São idiotas, já te falei. — Andoni, cê acha que a gente vai ganhar? — Se não achasse, nem aparecia no jogo. — Minha mãe também acha. — Sua mãe? — Sim, acho que ela é sua fã número um. — Finalmente alguém que valoriza meu talento. — Eu também, cara, acho que ainda dá tempo de você ser profissional. — Então me prova passando a bola, não com palavras. — Não curtiu o de ontem? — Nem um pouco, mas vamos focar no que vem pela frente. Fingir não era comigo, era melhor o Juanje saber que era bom me manter feliz, e que pra isso o melhor que ele podia fazer era não roubar meu protagonismo. Pra ser sincero, também podia ter contado como a mãe dele chupava bem, mas qualquer conflito era melhor deixar pra depois do torneio. Antes do nosso jogo, rolava a outra semifinal, e o time inteiro foi assistir. Foi uma vitória tranquila pro time da casa, mas não conseguiram me impressionar. Na verdade, acabei rindo pra caralho, porque tavam tão na bunda que no final colocaram um jogador que não devia passar de um metro e meio. Já me via campeão. Só precisávamos ganhar aquela tarde e no dia seguinte o time do anão não teria chance contra a gente, não se eu jogasse focado. Como eu disse, antes teríamos que vencer nossa semifinal, tarefa que não ia ser nada fácil. menos, simples. Eu tinha outra chance de brilhar. Minha fama tinha se espalhado tanto que naquele dia me defenderam como uma verdadeira estrela. Isso me deixava com tesão. Quanto mais tentavam me anular, mais à vontade eu me sentia na quadra e acertava uma cesta atrás da outra. Eu conseguia jogar e ao mesmo tempo distinguir os gritos da Jimena vindo da arquibancada, torcendo mais por mim do que pelo filho dela. Dessa vez, até o Juanje fez um jogo mediano, o que me colocou como o único salvador quando a partida terminou. Ganhamos por pouco, mas o importante é que estávamos na final, e que a Jimena tinha algo pendente comigo que eu pretendia cobrar o mais rápido possível. Não ia mais aceitar desculpas. — Andoni, onde você vai? — Para o meu quarto. — Mas a gente nem jantou ainda. — Vou pedir pra subirem algo. — Não seja assim, vem comemorar com a gente, cara. — O que exatamente vocês vão comemorar, Juanje? — Que a gente ganhou, óbvio. — Você acha que merecem comemorar? — Bem, eu... — Vocês todos fizeram um jogo ridículo. — Sem a gente, você não teria ganhado. — Disso eu não tenho tanta certeza. — Já sabemos que você é o melhor, não precisa ficar lembrando toda hora. — Sua mãe torce mais por mim do que por você, devia ter vergonha. — Hoje as coisas não deram certo pra mim, mas estou fazendo um bom torneio. — Se você diz... Não importava que eu tivesse acabado de fazer uma grande atuação, estava claro que eu ainda não tinha perdoado ele pelo jogo anterior. Enquanto eles comemoravam como se tivessem sido mais do que meros espectadores da minha atuação prodigiosa, eu fui para o quarto, pedi pra subirem algo pra jantar e esperei a Jimena aparecer na minha porta. Não tinha intenção de aparecer de novo no quarto dela, tinha que ser ela quem viesse, implorando pra um campeão como eu dedicar um pouco do seu tempo a ela. Embora aquela mulher ficasse excitada comigo, ela tava atrás de mim desde o início sem disfarçar, parecia que gostava de brincar com a minha paciência, achar que tinha algo. controle sobre mim. Contra meus próprios princípios, esperei pacientemente. Entendi que primeiro ela precisava jantar e que talvez quisesse se arrumar para me receber como eu merecia. Eu estava exausto, minhas pálpebras começavam a pesar e isso me deixava furioso, porque nenhuma tia era digna de me roubar o sono... e muito menos a mãe daquele metido. Ela merecia que eu a ignorasse, ou que a fizesse passar vergonha de algum jeito, mas antes eu tinha que comer ela, meu orgulho dependia disso. Irritado, saí do meu quarto, direto para o dela. Queria uma explicação e a foda que era minha por direito. Ao chegar, bati na porta e ela me recebeu completamente nua. Fez um sinal para eu segui-la até o chuveiro. - Dá pra saber qual é a sua? - Não te entendo, Andoni. - Por que você me faz te perseguir? Você era a interessada. - Eu ia agora mesmo ao seu quarto. - Eu estava quase dormindo. - Homens precisam esperar um pouco. - Não me trate como se eu fosse mais um. - E o que você acha que é? - Um jovem com um futuro promissor, não uma senhora decadente. - É assim que você me vê? - Agora mesmo, sim. - No entanto, você veio até minha porta se arrastando. - Vou embora. - Se acalma, só queria que você me desejasse, porque sei que você é superior. - Vamos para a cama. - Quero que você tome um banho comigo primeiro. - Porra... tá bom. A única coisa que eu queria era deitar na cama e deixar ela me montar até tirar a última gota de porra, mas ela tinha decidido me fazer perder a paciência e estava conseguindo. Não que eu não achasse excitante tomar um banho com uma coroa gostosa, sabia que ia ser muito erótico. O problema é que eu não lidava bem com perder a iniciativa. Entrei no chuveiro de má vontade, pronto pra mostrar que quem mandava era eu. Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, Jimena me envolveu com os braços e começou a me beijar de língua. Isso me deixava muito tesudo, logicamente, mas, por causa da diferença de altura entre nós, não era uma posição muito confortável pra mim. Mesmo assim, Nós ficamos nos beijando por um bom tempo. Percebi que talvez ela precisasse se aquecer antes de partir pra ação, porque por causa da idade dela não se molhava rápido. Era uma possibilidade, a outra coisa que passava pela minha cabeça era que ela ainda estava brincando comigo, embora fosse inútil, porque não ia escapar daquele chuveiro sem ser fodida. Meu pau pulsava contra a barriga dela enquanto segurava a bunda dela com as duas mãos, me perguntando como ela reagiria se eu deslizasse um dedo pra dentro. Me dava curiosidade e tesão, mas não era muito fã de mexer nesse tipo de buraco, não se a mina não fosse de total confiança, e a Jimena ainda não tinha ganhado isso. Cansado de ficar curvado pra enfiar a língua na boca daquela mulher, levantei ela pra ficar na minha altura. A mãe do Juanje envolveu minha cintura com as pernas sem parar de me beijar. Dessa vez, era a buceta dela, quente e melada, que ficava apoiada na minha barriga. Meus dedos chegavam cada vez mais perto do cu dela. Não queria enfiar um dedo no rabo dela, mas o negócio de ficar nos beijando, embora excitante, começava a me entediar e a mente me desafiava daquele jeito, pedindo pra eu dominar a Jimena. Ela tava muito tarada, dava pra sentir tanto na buceta dela quanto no duro que os bicos dos peitos estavam. Pra ver se pelo menos assim ela reagia, resolvi explorar a bunda dela. - O que cê tá fazendo? - Enfiando um dedo no seu cu. - Sem me perguntar antes? - Aqui se faz o que eu quero. - Não é assim, Andoni. - Se quer decidir, fode um cara da sua idade. - Mas eu gosto de você. - Então deixa eu meter de uma vez, não curto seus joguinhos. - Por que tanta pressa? - Porra, porque tô com tesão e porque eu mereci. - Deixa eu continuar te beijando mais um pouco, por favor... adoro seus lábios. - Tá bom, mas você tem que deixar eu enfiar o dedo. - Com cuidado, meu cu é quase virgem. Estranhei muito que ao longo da vida extensa dela a Jimena já não tivesse enfiado um monte de rola no cu, vendo o quanto ela era safada, mas Do mesmo jeito, não queria ser brusco, pelo menos no começo. Ela enfiou a língua de novo na minha boca enquanto eu segurava ela pelas nádegas. Pensei um monte de vezes, porque não tava certo disso, mas acabei enfiando a ponta de um dedo. Ela deu um sobressalto, mas não soltou minha boca. Foi uma sensação estranha, como se o cu dela, ainda mais apertado do que eu imaginava, estivesse me chupando. Movi o dedo devagar, ganhando milímetros lá dentro. Apesar das minhas dúvidas, o pau ficou ainda mais duro quando comecei a furar a bunda dela com o dedo. Já tava imaginando como seria foder aquele buraco, se ela ia gritar de dor ou se eu ia me perder de prazer vendo ela não parar. Tava de olho na buceta dela, mas meter por trás seria a prova final de que eu mandava nela. Parecia que a Jimena tava lendo minha mente. — Meu cu já aguentou o suficiente por hoje. — Dá pra ir pra cama de uma vez porra? — Não, hoje quero fazer tudo no chuveiro. — Foder aqui deve ser muito desconfortável, posso escorregar. — Calma, Andoni, ninguém falou em foder. — Como assim não? — Sabe que eu gosto de ir com calma. — Vira de costas, que vou meter mesmo que seja aqui. — Não. — Perdão? — Chupa minha buceta. — Você tá de sacanagem. — Me deve esse favor, eu fiz ontem. — Isso não é questão de favor, aqui quem manda sou eu e você tem que me satisfazer. — E vou, mas se eu tô perdendo tempo com um moleque é porque também quero o meu. — Tá achando pouco o prazer que eu posso te dar com essa aqui? — Por via das dúvidas, começa ajoelhando. — Não sou submisso, ainda mais pra uma senhora que podia ser minha mãe. — Então é melhor você voltar pro seu quarto. — Vai me deixar na mão desse jeito? — Não é o que eu quero, mas se você se recusa a me dar prazer... Achava que tinha ela na mão, que eu era um luxo pra ela e que ela faria de tudo pra não me perder, mas a Jimena era um osso duro de roer. Pela primeira vez na vida, me vi obrigado a fazer coisas que não queria pra uma mina me deixar comer ela. Foder ela. Embora em outras circunstâncias eu tivesse me recusado, ali não tinha muita escolha e precisava desabafar. Engolindo a raiva, me ajoelhei no chuveiro. Jimena abriu as pernas e aproximou a buceta da minha boca. Comecei enfiando um dedo, vendo que ela estava tão quente quanto eu, mas nem assim consegui que ela cedesse. Não tinha nada contra comer boceta, não se fosse por vontade própria e se tratasse de uma mina de carne firme e jovem. Embora já passasse dos quarenta, talvez até chegasse aos cinquenta, a buceta da Jimena não era muito diferente das que eu estava acostumado. Não estava larga, nem os lábios vaginais pendurados. Quando minha língua entrou em contato com a virilha dela, recebi uma quantidade enorme de fluidos. Nisso, no sabor, sim, notei diferenças das novinhas. Jimena me agarrou com força pelo cabelo e garantiu que minha boca não se afastasse nem um pouco da boceta dela. Por um instante, curti aquela espécie de submissão, de me tornar uma máquina de dar prazer, ou pelo menos era o que parecia pelos gemidos dela. Não durou muito, porque minha própria excitação pedia pra meter logo, onde fosse. Continuei de boca colada naquela buceta madura, já chupando o clitóris dela e com dois dedos entrando e saindo daquela intimidade escorregadia. Jimena gemia cada vez mais alto, como se fosse a primeira vez que alguém a satisfazia, o que não era verdade. De certo modo, aquilo também era tipo uma competição, o desafio de ser o que mais prazer desse a ela. Engoli uma porrada dos sucos dela, mas tava pouco me fodendo, porque nessa altura já estava no modo competitivo. Quando os gemidos dela já estavam tão altos que eu temia que ouvissem no hotel inteiro, agarrei a bunda dela com as duas mãos de novo, lambi a buceta de cima a baixo e chupei com força até levá-la ao orgasmo. As pernas dela fraquejaram e tive que segurá-la pra não bater. — Meu herói. — Fiz você gozar e te salvei de uma porrada feia. — Isso merece uma Recompensa. — Sim, mas na cama, porque já tô de saco cheio de tanta água. — Assim será, não se preocupa. — Então vamos, que minha pica vai explodir. — Hoje não. — Como é que é? — Você precisa descansar, Andoni. — Tá tirando uma com a minha cara? — Juro que amanhã te dou a melhor foda da sua vida. — Se a gente ganhar o torneio, né? — Não, vou no seu quarto durante o intervalo depois do almoço. — Não me fode, Jimena, não posso ficar tão tesudo. — Vai ter que bater uma punheta. — Bate pra mim. — Não. — Tá brincando comigo, sua raposa velha. — Sua boca é muito suja, e não pelo que você acabou de comer. — Se não cumprir sua palavra... — Calma, amanhã vai ser um grande dia. — Vou ganhar o torneio com certeza, a gente joga contra um time que tem um anão. — Por via das dúvidas, não se confia. — Vou detonar eles sozinho, fala pro seu filho que pode ficar na cama. Sobre a final do dia seguinte, não tinha dúvida nenhuma, tava convencido de que ia ganhar sem precisar de ajuda de ninguém, nem do Juanje. Mas com a Jimena, não tava tão certo assim, achava que ela ia me passar a perna de novo. Naquela noite, fui dormir pensando em formas de me vingar se ela não cumprisse, todas envolvendo fazer o filho dela descobrir que puta ela era. Continua...
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