Eu trabalhava numa casa de apostas, ali chega todo tipo de gente. Tinha um grupo de terminais ou máquinas onde vai acumulando um prêmio ou Jackpot, e alguém uma hora pode ganhar. Pois bem, tinha um cliente bem conhecido, ia todo dia jogar naquelas máquinas, e além disso era bem peculiar por ser sem noção e escandaloso. Toda vez que eu chegava perto dele, ele falava: — Chapo, vou ganhar o Jackpot, vou ganhar. E eu sempre entrava na onda, pra manter o clima, por causa do trampo, etc. Um dia ele chegou com a esposa: uma mulher alta, loira, uns peitões no lugar e bem grandes, uma cintura que parecia fina porque vinha acompanhada de um par de quadris carnudos e logo um rabão e umas pernas... uff, o que vem depois. Mesmo sem se vestir de forma provocante, dava pra ver o corpo gostoso dela. Eu me aproximei, obviamente com toda intenção de devorar ela com os olhos de pertinho, disfarçando com um cumprimento educado, mas era difícil não ficar escaneando ela toda. E ela, muito simpática e educada, me sorria. O marido, vidrado no jogo, gritava, ria, xingava... e me disse: — Chapo, vou ganhar essa porra, vou ganhar. Se eu ganhar, TE EMPRESTO MINHA MULHER...!! Kkkkkkk E eu fiquei tipo 😯😯😯, e todo mundo rindo porque ele gritou isso mais de uma vez. Ela, super corada, falava: — Cala a boca, você é louco, mas nunca ficou brava. Dias depois, já mais na confiança com ela e tudo, ela começou a ir mais vezes, a gente conversava, e eu me atrevi a perguntar por que ele disse aquilo. Ela respondeu: — Ele é assim, fala um monte de besteira, mas vou pegar ele na palavra pra ele parar com isso. E me olhou, sorriu e foi embora com ele. Mais tarde, me aproximei e, de repente, uns sinos e alarmes tocaram, e ele gritando como um louco: — GANHEI, GANHEI! E virou pra mim e disse: — Te falei que ia ganhar! Super feliz. Depois da loucura, fui pagar ele e, quando foi saindo, falou: — Vou vir te buscar quando sair. E eu respondi: — Ah, sim, beleza, nem dei bola. importância. Já mais tarde, lá fora fumando, pronto pra ir embora, chega uma caminhonete e abaixa o vidro... — Chapo, bora pra cock, vem. Eu nem lembrava, mas cheguei perto e abri a porta do carona, e tinha uma mina. E eu: "Desculpa", e o cara falou lá atrás. Abri a porta de trás e vinha a esposa dele, não tava entendendo nada... Ele deu partida no carro, e eles: risada e risada, beijo e beijo, e eu ainda mais confuso. Olhava pra ela, e ela me olhava e sorria. Comecei a pegar confiança, cheguei mais perto, a gente conversou e, entre aproximações, fiz cócegas na orelha dela. Depois, minha mão pousou na perna dela, depois na cintura, e beijei ela. Fiquei com tesão, esqueci do marido dela, já não eram beijos tímidos, era vontade de foder os dois. Ele falou: "Vamos pro hotel??" E eu falei: "Sim..!!" Chegamos, cada um no seu quarto. Ela tava com um vestido justo acima dos joelhos, meia-calça preta, salto preto, e me pediu pra abaixar o zíper dela. Abaixei tudo e vi as costas dela, beijei atrás do pescoço enquanto ia descendo o vestido. Fui beijando pra baixo enquanto descia o vestido, cheguei até a bunda dela. Tava com uma calcinha fio dental de renda preta, uma cinta-liga e meia-calça preta de rede 🤤🤤🤤 uma maravilha. Deitei ela na beirada da cama, ela abriu as pernas e ficava tocando a buceta dela por cima da calcinha. Eu tava super tesudo, me joguei naquela buceta gostosa pra lamber e lamber. Tava super depilada, era tipo uma rosa bem florida, os lábios aparecendo e eu adorava chupar eles e abrir ela. Comia tudo que saía dali, ouvia ela gemer e me agarrava pelo cabelo com força. Não parava, mesmo com a mandíbula dolorida, sabia que ia valer a pena. E foi, quando ela começou a se mexer que nem louca, me segurava com força e esfregava a buceta dela no meu rosto até não aguentar mais... E ficou sem ar. Eu me ajeitei, cansado também, e ela chegou perto e começou a chupar. Meteu até o fundo, sem língua, só na garganta. Eu ouvia ela se engasgar, mas não parava. Uff, era a glória. Parei ela porque tava a um passo de jogar toda a porra na garganta dela. É que ver a rachadinha dela no fio dental enquanto ela chupava meu pau era muito excitante. Ela montou e começou a cavalgar, eu via ela de costas no espelho e, ai meu Deus, só via como entrava na buceta dela, e escorria meu gozo, não conseguia segurar, mas ela não parava. Eu metia forte, abria o cu dela e enfiei o dedo, senti que entrou fácil e passei meu pau pro cuzinho dela e aaaah, os dois gemendo de tão gostoso. Ela se agachou e dava sentadas, era um espetáculo ver e ouvir o corpo dela batendo no meu, os gemidos, tapas na bunda, chamar ela de puta porque ela pediu, ela dizia "sou sua puta, sua puta, me come forte, papai" e eu não aguentei mais. Uma explosão de porra estourou dentro daquele cuzinho e continuei metendo, apesar da sensação entre dor e prazer, não queria parar de ver aquela cena de como entrava e saía do cu dela cheio de gozo escorrendo, e gozei de novo... gritei de prazer, gememos os dois e fiquei sem ar. Ela deitou do meu lado, nos beijamos e, passado o momento, ouvi risadas. Era o marido dela vendo tudo. Ele disse: "Sabia que era você o cara certo, você tinha que me fazer de corno. Te empresto ela quando quiser.
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