Na manhã seguinte, minha mãe se levantou e foi trabalhar, como todas as manhãs eu me levantei e me arrumei pro meu dia na faculdade, aí vi um bilhete que minha mãe tinha deixado pra mim:
“Filho, saí pra trabalhar, deixei um dinheiro aí pra você comer, vou tentar chegar em casa o mais rápido que puder, te amo, um beijo.”
Minha mãe tinha deixado uma grana junto com o bilhete, era estranho porque normalmente ela sempre falava pra eu chegar em casa na hora do almoço. Peguei o dinheiro e fui pra faculdade. Meu dia passou sem problemas, quando saí da faculdade, liguei pra minha mãe pra perguntar se podia levar alguma comida pra ela, talvez ela tivesse uma reunião no trabalho e por isso não ia conseguir chegar, então pensei que o melhor seria levar comida pra ela não ficar sem almoçar. Só que ela não atendeu. Pensei em fazer uma surpresa pra ela no trabalho, então comprei algo num restaurante perto e fui até lá. Quando cheguei, entrei e uma das colegas dela estava na recepção, conhecia ela muito bem, era como uma tia pra mim.
— Oi, tia Vitória, pode chamar minha mãe, por favor?
Vitória me olhou com um sorriso, mas meio confusa.
Vitória: Oi, querido, mas sua mãe ligou dizendo que tinha uma viagem familiar urgente e que não ia poder vir trabalhar.
Achei estranho, uma viagem familiar? Achei que talvez algum dos meus tios tivesse passado mal e minha mãe tivesse se referido a isso, mas por que ela não me ligou?
Vitória: Quer que eu ligue pra ela, querido?
— Não, tia, fica tranquila, com certeza ela esqueceu de me avisar.
Vitória: Com certeza, mas se precisar de algo, me avisa, tá?
Me despedi da Vitória e saí pra ligar de novo pra minha mãe. Depois de alguns segundos, a caixa postal de novo. Minha mãe continuava sem atender e não tinha ido trabalhar. Não entendia o que podia estar rolando, então liguei pra minha melhor amiga e perguntei se ela queria ir comer alguma coisa. Ela topou, então nos encontramos no meu restaurante favorito, não queria passar o resto da tarde sozinho. Quando chegamos, sentamos e pedimos dois pratos diferentes. Uns minutos depois, nos serviram e, enquanto comíamos, ela me perguntou se estava acontecendo alguma coisa. Falei que não, não queria preocupar ela e ainda mais com umas paradas tão vergonhosas daquelas. Ela me perguntou se eu tinha certeza, e eu disse que sim. Andrea sempre foi fera em perceber quando algo tava errado comigo. A gente era amigo há anos, então enganar ela era quase impossível, mas de vez em quando eu conseguia despistar ela. Então fiz a mesma coisa agora: perguntei sobre umas coisas da faculdade e fingi que tava tendo problema com uma matéria. Ela, toda educada, se ofereceu pra me ajudar, e eu agradeci com um sorriso. Quando terminamos, a gente se despediu porque ela disse que precisava passar em uns lugares antes de ir pra casa. Olhei meu relógio e vi que já passava das 2 da tarde. Voltei pra casa e, como imaginava, minha mãe ainda não tinha chegado. Subi pro meu quarto e recebi uma mensagem de texto dela:
"Oi, querido, desculpa não ter conseguido te responder. Na empresa, enfiaram um monte de trabalho, então não tive tempo de responder. Espero que você tenha comido alguma coisa. Beijos."
Minha mãe tinha mentido na minha cara, mas quis ver se conseguia descobrir alguma coisa, então deixei ela achar que eu acreditava. Umas duas horas depois, enquanto eu tava fazendo tarefa, minha mãe chegou. Subiu e foi pro quarto dela. Saí pra cumprimentar ela, fingindo que tava tudo bem, mas quando entrei no quarto, ela se trancou no banheiro. Fui ver se encontrava algo suspeito, então peguei o celular dela e vi uma mensagem do mesmo chat da última vez:
"Meu homem"
Já tava com saudade de ver essas tetas quicando enquanto você monta em mim, mas tô cansado de não poder passar a noite contigo.
Minha mãe tinha faltado no trabalho pra se encontrar com esse cara, e o pior é que tinham passado o dia quase inteiro transando. Já passava das 6 da tarde. Continuei fuçando o chat pra ver o que mais conseguia descobrir, além das fotos e vídeos dos dois. recebeu uma mensagem
da Carla, uma das amigas dela
“Carla”
Como foi, amiga?Abri o chat e, quanto mais eu lia, mais chocado ficava. Ela estava ajudando minha mãe a se encontrar com aquele cara, dizia que ele era o sonho de todas as mulheres e que ela tinha sorte de ser a que estava com ele. Minha mãe falava que tinha medo de eu descobrir e que eu ia fazer um escândalo. Ela dizia que eu teria que entender se a amasse, e minha mãe respondia que não gostava de mentir pra mim, mas que não conseguia abrir mão dele, que o que sentia por ele era maior e que não podia viver sem ele. Ela ainda disse que minha mãe precisava decidir... Mas aí ouvi a chave virar e tive que sair. Só que vi que a gaveta dela estava semiaberta e dava pra ver uma carteira de cigarros. Minha mãe nunca tinha fumado, por que ela tinha aqueles cigarros ali? Não tinha mais tempo. Saí pro meu quarto e fingi que estava fazendo lição, mas minha mente continuava processando tudo que tinha lido. Minha mãe tinha ficado viciada naquele homem e até sacrificava o trabalho por ele, e pior ainda: agora ela fumava? Uns minutos depois, minha mãe entrou no meu quarto só de roupão.
Mamãe: Oi, amor! Como foi seu dia hoje?
-Foi bem, mãe. E o seu?
Mamãe: Foi bom, querido, obrigada. Desculpa ter chegado tão tarde, meu chefe enfiou um monte de serviço pra gente e, ufa! Me deixou exausta...
Claro que te deixou exausta, pensei, depois de foder o dia inteiro
-Não se preocupa, mãe, eu entendo
Mamãe: Quer jantar, amor? Tô com muita fome
-Claro, mãe, vamos
Minha mãe se virou e desceu pra cozinha.
“Filho, saí pra trabalhar, deixei um dinheiro aí pra você comer, vou tentar chegar em casa o mais rápido que puder, te amo, um beijo.”
Minha mãe tinha deixado uma grana junto com o bilhete, era estranho porque normalmente ela sempre falava pra eu chegar em casa na hora do almoço. Peguei o dinheiro e fui pra faculdade. Meu dia passou sem problemas, quando saí da faculdade, liguei pra minha mãe pra perguntar se podia levar alguma comida pra ela, talvez ela tivesse uma reunião no trabalho e por isso não ia conseguir chegar, então pensei que o melhor seria levar comida pra ela não ficar sem almoçar. Só que ela não atendeu. Pensei em fazer uma surpresa pra ela no trabalho, então comprei algo num restaurante perto e fui até lá. Quando cheguei, entrei e uma das colegas dela estava na recepção, conhecia ela muito bem, era como uma tia pra mim.
— Oi, tia Vitória, pode chamar minha mãe, por favor?
Vitória me olhou com um sorriso, mas meio confusa.
Vitória: Oi, querido, mas sua mãe ligou dizendo que tinha uma viagem familiar urgente e que não ia poder vir trabalhar.
Achei estranho, uma viagem familiar? Achei que talvez algum dos meus tios tivesse passado mal e minha mãe tivesse se referido a isso, mas por que ela não me ligou?
Vitória: Quer que eu ligue pra ela, querido?
— Não, tia, fica tranquila, com certeza ela esqueceu de me avisar.
Vitória: Com certeza, mas se precisar de algo, me avisa, tá?
Me despedi da Vitória e saí pra ligar de novo pra minha mãe. Depois de alguns segundos, a caixa postal de novo. Minha mãe continuava sem atender e não tinha ido trabalhar. Não entendia o que podia estar rolando, então liguei pra minha melhor amiga e perguntei se ela queria ir comer alguma coisa. Ela topou, então nos encontramos no meu restaurante favorito, não queria passar o resto da tarde sozinho. Quando chegamos, sentamos e pedimos dois pratos diferentes. Uns minutos depois, nos serviram e, enquanto comíamos, ela me perguntou se estava acontecendo alguma coisa. Falei que não, não queria preocupar ela e ainda mais com umas paradas tão vergonhosas daquelas. Ela me perguntou se eu tinha certeza, e eu disse que sim. Andrea sempre foi fera em perceber quando algo tava errado comigo. A gente era amigo há anos, então enganar ela era quase impossível, mas de vez em quando eu conseguia despistar ela. Então fiz a mesma coisa agora: perguntei sobre umas coisas da faculdade e fingi que tava tendo problema com uma matéria. Ela, toda educada, se ofereceu pra me ajudar, e eu agradeci com um sorriso. Quando terminamos, a gente se despediu porque ela disse que precisava passar em uns lugares antes de ir pra casa. Olhei meu relógio e vi que já passava das 2 da tarde. Voltei pra casa e, como imaginava, minha mãe ainda não tinha chegado. Subi pro meu quarto e recebi uma mensagem de texto dela:
"Oi, querido, desculpa não ter conseguido te responder. Na empresa, enfiaram um monte de trabalho, então não tive tempo de responder. Espero que você tenha comido alguma coisa. Beijos."
Minha mãe tinha mentido na minha cara, mas quis ver se conseguia descobrir alguma coisa, então deixei ela achar que eu acreditava. Umas duas horas depois, enquanto eu tava fazendo tarefa, minha mãe chegou. Subiu e foi pro quarto dela. Saí pra cumprimentar ela, fingindo que tava tudo bem, mas quando entrei no quarto, ela se trancou no banheiro. Fui ver se encontrava algo suspeito, então peguei o celular dela e vi uma mensagem do mesmo chat da última vez:
"Meu homem"
Já tava com saudade de ver essas tetas quicando enquanto você monta em mim, mas tô cansado de não poder passar a noite contigo.
Minha mãe tinha faltado no trabalho pra se encontrar com esse cara, e o pior é que tinham passado o dia quase inteiro transando. Já passava das 6 da tarde. Continuei fuçando o chat pra ver o que mais conseguia descobrir, além das fotos e vídeos dos dois. recebeu uma mensagem
da Carla, uma das amigas dela
“Carla”
Como foi, amiga?Abri o chat e, quanto mais eu lia, mais chocado ficava. Ela estava ajudando minha mãe a se encontrar com aquele cara, dizia que ele era o sonho de todas as mulheres e que ela tinha sorte de ser a que estava com ele. Minha mãe falava que tinha medo de eu descobrir e que eu ia fazer um escândalo. Ela dizia que eu teria que entender se a amasse, e minha mãe respondia que não gostava de mentir pra mim, mas que não conseguia abrir mão dele, que o que sentia por ele era maior e que não podia viver sem ele. Ela ainda disse que minha mãe precisava decidir... Mas aí ouvi a chave virar e tive que sair. Só que vi que a gaveta dela estava semiaberta e dava pra ver uma carteira de cigarros. Minha mãe nunca tinha fumado, por que ela tinha aqueles cigarros ali? Não tinha mais tempo. Saí pro meu quarto e fingi que estava fazendo lição, mas minha mente continuava processando tudo que tinha lido. Minha mãe tinha ficado viciada naquele homem e até sacrificava o trabalho por ele, e pior ainda: agora ela fumava? Uns minutos depois, minha mãe entrou no meu quarto só de roupão.
Mamãe: Oi, amor! Como foi seu dia hoje?-Foi bem, mãe. E o seu?
Mamãe: Foi bom, querido, obrigada. Desculpa ter chegado tão tarde, meu chefe enfiou um monte de serviço pra gente e, ufa! Me deixou exausta...
Claro que te deixou exausta, pensei, depois de foder o dia inteiro
-Não se preocupa, mãe, eu entendo
Mamãe: Quer jantar, amor? Tô com muita fome
-Claro, mãe, vamos
Minha mãe se virou e desceu pra cozinha.
0 comentários - Minha mãe e o namorado negro dela (Cap. 4)