Nictee finalmente me deu o que eu queria

Agora sim, a última parte do que vivi com a Nictee.Nictee finalmente me deu o que eu queriaDepois de quase um mês fazendo favores pra ela, mas não do jeito que eu queria, um dia ela me disse enquanto me dava a já típica punhetinha no carro:
N: "Ei, amanhã o ***** vai viajar pros EUA, como te falei. Que tal você ir comigo na academia, a gente passa pra comer alguma coisa e depois vem ver um filme no apê 😉"
Y: "Claro, te vejo amanhã cedo na academia."

Meus testículos estavam explodindo, fiquei um mês sem gozar e ela me masturbando todo santo dia. Era uma quinta-feira, mas não era qualquer quinta — era a quinta em que eu planejava dar a foda da vida na Nictee.

Cheguei na academia cedo, umas 7h da manhã. Fiz um pouco de cardio, mas ela não chegava. Comecei a levantar peso e nada. Tava ficando desesperado, pensei em ligar ou mandar mensagem, mas achei que ia parecer emocionado. Foi quando ela chegou, roubando a cena como sempre, atraindo os olhares pra bunda e pros peitos dela. Ela veio reto na minha direção e me deu um beijo na bochecha.

N: "Como cê tá?"
Y: "Bem, bem."
N: "Desculpa, o ***** não ia viajar e eu não queria levantar suspeitas."
Y: "Relaxa. Em que posso ajudar?"
N: "Me ajuda a ver se tô fazendo os exercícios direito."

Ela começou com uns agachamentos, olhando no espelho, enquanto eu admirava a bunda magnífica dela.
N: "O que cê acha?"
Y: "Perfeito."

Depois, ela correu um pouco na esteira. Enquanto isso, eu via de frente os peitões enormes dela quicando.
N: "Normalmente eu só corro uns dois quilômetros na esteira. Cê acha que é suficiente?"
Y: "Sim, pra falar a verdade, cê tá em ótima forma."
N: "Acho que é só isso." Ela só tinha feito pouco mais de 1 km.
N: "É que não tô de calcinha e já tô começando a me molhar."

Olhei disfarçadamente e, de fato, dava pra ver os lábios da buceta dela através da lycra.
N: "Me ajuda a revisar outro exercício."

Ela se inclinou num banco e começou a fazer remada com um haltere. Primeiro, vi ela de frente, com os mamilos duros. Depois, fui pra parte de trás e vi como a buceta dela já tinha molhado aquela rabeta linda que se marca.

Y: "Ei, por que a gente não vai pra sua casa e continua sua rotina lá?"
N: "Ok. Acho que já deu de exercício por hoje. Preciso relaxar. Saímos e, ao subir no carro, dessa vez não teve puxada de pau. Y: Tá puta comigo ou o quê? N: Não, só um pouco cansada da semana. Comecei a perceber que tava entediada, achei que a rotina já tinha me afetado. Chegamos no apartamento. N: Vou entrar e deixar a porta aberta. Entra daqui a uns dois minutos. Pensei que com certeza naquele dia ela não tava no tesão e considerei suspender minha missão. Mas, ao descer, as chaves caíram e, ao ver aqueles lábios molhados me esperando, percebi que não podia perder a oportunidade. Ela entrou no prédio, eu segui como ela mandou e, ao entrar no apartamento, não a vi. Y: Oi? N: Senta no sofá, fica à vontade, já vou. Ela saiu do quarto assim.peitoes
rabaoN: Tira umas fotos minhas.
Y: Claro. Não sei como o namorado dela (agora marido) achava que ela tirava fotos bem enquadradas, mas é óbvio que alguém tirava pra ela. Consegui ver o que ela escreveu no WhatsApp. *Oi meu amor, voltei hoje, me senti meio mal no treino e melhor vim pro apê descansar* Mando as fotos.
N: Que filme você quer ver?
Y: Um pornô, hehe.
N: Não seja porco. Ela me passou o controle com a Netflix já aberta, entendi que ela não tava muito a fim de transar, pelo menos achei. Assim que entrei no catálogo de filmes, tirei a pica pra fora e comecei a bater uma.
Y: Que gênero você mais curte? Ela enfiou minha pica na boca até o fundo.
N: Sei lá, qualquer coisa (ou algo assim, ela tava me chupando). Me recostei pra trás e deixei ela fazer o trabalho dela. Peguei os cachos dela com as duas mãos e movi ela pra cima e pra baixo devagar, ela babava tudo e cada vez que minha cabeça chegava na garganta dela, ela fazia gargarejo (é uma sensação incrível). Finalmente fez sentido por que quando eu batia uma, ela apertava forte pra eu não gozar, porque no momento que sentiu que eu ia gozar, ela apertou com as mãos.
N: Ainda não, espera. Ela sentou de novo no sofá e começou a procurar filmes românticos.
Y: Posso tomar um banho?
N: Não, gosto do seu gosto assim. Comecei a massagear os peitões dela quando ela se deitou nas minhas pernas. Tirei um peito pra fora e quando fui tirar o outro, ela disse:
N: Espera, é verdade, ainda tenho sua lingerie. Ela não me deixou tirar fotos, mas fez uma dança sexy e deixou os peitos de fora do conjunto de renda.
N: Vamos, tira a roupa. Tirei tudo em 3 segundos. Ainda com a pica bem dura, ela esfregou a bunda em mim e toda vez que eu tentava tocar nela, me dava tapas na mão.
N: Não me toca, assim é mais divertido. Puta que pariu, ela é uma puta, não precisei tocar nela pra ficar o tempo todo no talo.
N: Vem (levantei nu e levei ela pro quarto). Ela se deitou de barriga pra cima e puxou a calcinha de renda pro lado da buceta.
N: Não me toca, não me penetra. Só esfrega sua cabeça nos meus lábios. Queria obedecer ela, mas não aguentei mais. mais. Passei uma vez meu pau e no segundo movimento enfiei até o fundo. N: Cê não brinca em serviço, hein? Y: Não, putinha, já queria te ter assim, você vai saber o que é bom pra parar de andar de piranha. N: Dá, papai, era o que eu queria. Tava deitada num travesseirão, coloquei no pescoço dela, puxei ela comigo pra beira da cama. Assim os peitos dela ficaram em cima do umbigo e eu metia o mais forte que podia. Ela gritava como se tivesse possuída e a gente começou a suar como se tivesse correndo uma maratona. N: Assim, papai, assimmmmmmm. Ver a boca dela aberta enquanto gemia, os peitos quicando e meu pau saindo e entrando na buceta dela toda molhada é uma cena que eu adoraria ter compartilhado, mas no calor do momento nem chance de pegar o celular. O telefone dela começou a tocar, era ***** (o namorado dela). Não sei por que isso me excitou pra caralho, ela tentava alcançar o celular. N: Espera, deixa eu atender (disse entre gemidos). Y: Nem fodendo, agora não vou te perdoar. N: Sério, ele vai ficar puto se eu não atender. Y: Vou gozar, vou gozar. (Ela me apertou com as pernas contra ela) N: Dentro, papai, joga tudo dentro. Gozei umas 4 ou 5 vezes, cada vez empurrando mais forte. Ela virou os olhos e eu me deixei cair nos peitos dela. N: Que gostoso, a espera valeu a pena. O telefone tocou de novo e ela conseguiu pegar. Colocou no viva-voz. N: Alô. * Por que você não atende? N: Desculpa, meu amor, tava fazendo uma pipoca. * Como você tá? Tô descendo do avião. N: Já tô melhor, meu amor. (Enquanto passava a mão no meu cabelo) * Quer que eu transfira pro médico? N: Sim, amor, uns $2000. O leite começou a escorrer da buceta dela, ela pegou com um dedo e comeu. N: Amor, vou desligar, vai começar meu filme, te amo. * Te amo, me avisa se precisar de mais alguma coisa. Desligou. N: Toma um banho e vaza, não deixa os vizinhos te verem. Eu fiz. A gente repetiu a rotina de fazer favores pra ela e ser motorista (esperando repetir a dose), mas ela só dava desculpas e um dia disse que ia viajar (pra Europa, tem uma galeria no meu perfil com fotos da buceta dela). múltiplas férias) e, ao voltar, mudaria seu consultório para o sul da cidade. Ficou realmente muito complicado pra mim seguir o rastro dele. Mais ou menos uns 7 meses depois que ele voltou de férias, ele me mandou essas fotos com um 😉vadia
infiel
mexicana
cuck
**Nalgona** em portugues brasilNunca mais procurei ela. Vou viajar de férias, mas se eu chegar nos 500 seguidores, prometo contar a história da minha cunhada.

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