Passaram-se alguns meses e eu disse pro Charly procurar outras garotas pra ele transar, fiz isso pra não me sentir culpada, já que eu tava saindo várias vezes sem ele saber. Achei que ele não fosse fazer ou que nenhuma garota se interessasse por ele, mas de algum jeito ele conseguiu. Charly encontrou uma mina com quem começou a ter relações. Quando ele me confessou isso, me senti mal, mas ao mesmo tempo me excitava saber que ele tava comendo outra. Naquelas semanas, eu tinha fantasias de ver ele transando ou ele me ver transar sem interferir, mas Charly começou a sair mais com essa garota, a ponto de sumir um dinheiro que eu tinha — desconfiei dele. Quando falei com ele, ele disse que não sabia de nada, mas notei algo estranho na ligação. Decidi ir no trabalho dele, e quando cheguei, ele não tava. Liguei de novo, e ele disse que tava em outro lugar. O pior que imaginei é que ele tinha ido transar. No fim, me sentia péssima, mas nisso, Marco, o cara com quem eu tava traindo o Charly, tava livre. Fui vê-lo, me sentindo horrível, mas ele me consolou. Fomos pra um hotel e, por despeito, transei com ele. Só pensava em como o Charly tava me traindo, e isso me excitava ainda mais. Depois que transei com o Marco, voltei pra casa, e o Charly já tava lá. Naquela noite, brigamos, e daí começaram os problemas.
Um mês depois disso, comecei a provocar outros caras e dei abertura pra eles. Mas o Charly viu que eu tava apaixonada pelo Marco, porque descobriu que eu dedicava coisas pra ele no meu Facebook. Aí tivemos uma briga feia, e o Charly decidiu sair da minha casa. Nessa época, o Marco tinha acabado de casar e o filho dele tinha nascido. Com o Charly indo embora, procurei consolo, mas percebi um problema: ele me sustentava, e eu tinha que pagar a escola do meu filho. Tentei ver se o Gerry me ajudava, mas ele não fez nada ou pediu em troca que eu transasse com ele. Tive que fazer isso porque precisava da ajuda, mas na hora da transa, me senti enojada, nem foi gostosa porque não durou nada. No fim, ele nem me ajudou. Marco me disse pra eu tirar proveito de mim mesma. corpo, já que não peço dinheiro pra ele porque o amo, mas como ainda tinha contato com o primo do Charly, chamado Jorge, naquela época, aproveitei pra ele me ajudar. Ele faz, mas com a condição de eu entregar meu corpo, me ajudando com os pagamentos e gastos que eu tinha, já que o Charly parou de me dar, por mais que eu tentasse convencê-lo. Depois de várias conversas com o Jorge, ele me pede pra ir a um hotel perto de Tláhuac, então me arrumei meio sexy, com uma blusa decotada, e encontrei ele no metrô San Andrés Tomatlán. Ele me recebe e diz pra irmos pro hotel que fica ali perto. Entramos, eu estava nervosa, mas precisava de dinheiro de qualquer jeito. Ao entrar no quarto, o Jorge me pede pra relaxar, aperta uma das minhas nádegas, quando viro, ele me beija e fala como eu tava gostosa. Começa a me despir e, entre beijos, tira a calça que eu tava usando. Ele continua e levanta minha blusa pra ver meus peitos, me diz que tava com vontade de me tocar. Eu entro no jogo pra ele continuar. Devo dizer que ele tem uma língua meio comprida. Me deita na cama e faz o melhor oral que já tive na vida, a ponto de eu tremer. Nisso, vejo ele tirar o pau pra fora, o tamanho era impressionante, mais de 20cm, mesmo sendo gordo. Ele me pergunta se eu gosto da diferença. Sem hesitar, e pela excitação, peço pra ele meter o pau em mim, sem camisinha. Eu grito de prazer ao sentir aquela pica enorme, não parava de me mexer e beijar ele. Ficava de quatro e sentia que ele ia me partir ao meio, porque entrava ainda mais. Depois de uma sessão de beijos e fodas, ele me enche de porra. Eu me sinto aliviada pelo ato. Depois disso, vamos tomar banho e lá ele me fode de novo debaixo do chuveiro, me faz dele e eu termino com um orgasmo. Isso aconteceu algumas vezes até o Charly descobrir e me confrontar. Pra evitar problemas, me fiz de vítima e, aproveitando o momento de fraqueza e dor, levei o Charly pra cama várias vezes pra assim tirar dinheiro dele e contar mentiras ou as coisas com muitas mudanças pra não parecer a puta. Mas no final, ele me usou e não. Me ajudou mais depois da segunda trepada e expôs tudo que eu fiz pra conhecidos. Me afastei dele pra evitar problemas, igual com o primo dele, que arrumava desculpas pra me dar dinheiro depois da terceira trepada. Depois conheci um cara que me oferecia umas paradas estranhas, me levou pra cama, mas só me dava produtos de graça. Foi aí que comecei a transar por dinheiro, tirando porra por grana ou objetos, tudo pra manter minha putaria sem a ajuda do Marco. Assim, vários caras conseguiram me levar pra cama. Amigos do Marco ficaram sabendo e vieram me procurar pra me comer. Até hoje continuo na mesma, com minas e conhecidos.




































Um mês depois disso, comecei a provocar outros caras e dei abertura pra eles. Mas o Charly viu que eu tava apaixonada pelo Marco, porque descobriu que eu dedicava coisas pra ele no meu Facebook. Aí tivemos uma briga feia, e o Charly decidiu sair da minha casa. Nessa época, o Marco tinha acabado de casar e o filho dele tinha nascido. Com o Charly indo embora, procurei consolo, mas percebi um problema: ele me sustentava, e eu tinha que pagar a escola do meu filho. Tentei ver se o Gerry me ajudava, mas ele não fez nada ou pediu em troca que eu transasse com ele. Tive que fazer isso porque precisava da ajuda, mas na hora da transa, me senti enojada, nem foi gostosa porque não durou nada. No fim, ele nem me ajudou. Marco me disse pra eu tirar proveito de mim mesma. corpo, já que não peço dinheiro pra ele porque o amo, mas como ainda tinha contato com o primo do Charly, chamado Jorge, naquela época, aproveitei pra ele me ajudar. Ele faz, mas com a condição de eu entregar meu corpo, me ajudando com os pagamentos e gastos que eu tinha, já que o Charly parou de me dar, por mais que eu tentasse convencê-lo. Depois de várias conversas com o Jorge, ele me pede pra ir a um hotel perto de Tláhuac, então me arrumei meio sexy, com uma blusa decotada, e encontrei ele no metrô San Andrés Tomatlán. Ele me recebe e diz pra irmos pro hotel que fica ali perto. Entramos, eu estava nervosa, mas precisava de dinheiro de qualquer jeito. Ao entrar no quarto, o Jorge me pede pra relaxar, aperta uma das minhas nádegas, quando viro, ele me beija e fala como eu tava gostosa. Começa a me despir e, entre beijos, tira a calça que eu tava usando. Ele continua e levanta minha blusa pra ver meus peitos, me diz que tava com vontade de me tocar. Eu entro no jogo pra ele continuar. Devo dizer que ele tem uma língua meio comprida. Me deita na cama e faz o melhor oral que já tive na vida, a ponto de eu tremer. Nisso, vejo ele tirar o pau pra fora, o tamanho era impressionante, mais de 20cm, mesmo sendo gordo. Ele me pergunta se eu gosto da diferença. Sem hesitar, e pela excitação, peço pra ele meter o pau em mim, sem camisinha. Eu grito de prazer ao sentir aquela pica enorme, não parava de me mexer e beijar ele. Ficava de quatro e sentia que ele ia me partir ao meio, porque entrava ainda mais. Depois de uma sessão de beijos e fodas, ele me enche de porra. Eu me sinto aliviada pelo ato. Depois disso, vamos tomar banho e lá ele me fode de novo debaixo do chuveiro, me faz dele e eu termino com um orgasmo. Isso aconteceu algumas vezes até o Charly descobrir e me confrontar. Pra evitar problemas, me fiz de vítima e, aproveitando o momento de fraqueza e dor, levei o Charly pra cama várias vezes pra assim tirar dinheiro dele e contar mentiras ou as coisas com muitas mudanças pra não parecer a puta. Mas no final, ele me usou e não. Me ajudou mais depois da segunda trepada e expôs tudo que eu fiz pra conhecidos. Me afastei dele pra evitar problemas, igual com o primo dele, que arrumava desculpas pra me dar dinheiro depois da terceira trepada. Depois conheci um cara que me oferecia umas paradas estranhas, me levou pra cama, mas só me dava produtos de graça. Foi aí que comecei a transar por dinheiro, tirando porra por grana ou objetos, tudo pra manter minha putaria sem a ajuda do Marco. Assim, vários caras conseguiram me levar pra cama. Amigos do Marco ficaram sabendo e vieram me procurar pra me comer. Até hoje continuo na mesma, com minas e conhecidos.





































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