Olá, sou sua querida e favorita tia Mônica. Hoje quero contar uma história bem grande, não sei quantas partes essa história vai ter, mas espero que vocês curtam muito. E quero avisar que vou colocar coisas xxx, mas em nenhuma delas vou aparecer eu, muito menos o sujeito envolvido ou os sujeitos envolvidos nessa história. Mais pra frente vou postar todo tipo de coisa, desde prints de tela até gifs xxx pra explicar bem detalhadamente algo que aconteceu comigo. Então espero que vocês aproveitem essa história e as próximas partes que virão.
Eu sou a Mônica. Na próxima quinta-feira, 22 de maio deste ano, vai completar um aniversário super excitante e importante tanto pra mim quanto pro meu sobrinho. E o que ele tem a ver com esse aniversário? Bom, primeiro um pouco de história. Lembro da data exata em que o primeiro homem que amei gozou um mar de porra dentro da minha buceta. Por causa daquela vez, engravidei. Isso aconteceu num sábado, 10 de novembro de 1990, lembro muito bem daquele dia. Embora já tivesse perdido a virgindade com esse mesmo homem antes, naquela vez que ele finalmente gozou dentro de mim, tive um mar de sentimentos e emoções. Me senti realizada como mulher, mas também suja e usada. Um homem tinha usado minha xereca pra se masturbar e soltar o leite branco dele no fundo da minha buceta. Isso me fez sentir muito estranha, embora nunca tenha sentido arrependimento ou remorso por isso, me senti esquisita. Desde aquele dia, transei muito com esse homem. Com ele, tive 3 filhos. Quando cada um deles fez 18 anos, foram cada um pro seu lado. Minhas duas filhas foram morar com seus parceiros assim que fizeram 18, e meu filho foi morar com o pai dele quando ainda tinha 16 anos. Cada um casou e formou sua família. Por consequência, fiquei "sozinha" desde 2014, porque esse homem que eu amava também foi embora, me abandonou. Digo "sozinha" entre aspas. porque não me abandonaram completamente, nos aniversários deles, meus filhos vinham comemorar aqui em casa, no Natal e em todas as datas festivas eles vinham me ver e eu ia na casa deles, mas já não moravam mais comigo. Então resolvi aproveitar o tempo. Lembro que quando era jovem e saía com minhas amigas do colégio, uma delas tinha uma família que possuía um sítio e nas férias a gente ia toda com ela pra casa no sítio dela. Essa amiga era bem "liberal", como só andávamos de mulher, nós, as amigas dela, as tias e primas, bom, minha amiga costumava andar pelada de um lado pro outro. Com o tempo, eu peguei gosto por essa atitude, então, depois de alguns meses, voltamos pro sítio dela. Quando todas passamos a primeira noite, no dia seguinte todo mundo pegou a mania "liberal" da nossa amiga, a gente andou toda pelada nas férias no sítio dela. Tempo depois, uma amiga contou uma história, ela disse que tinha transado com alguém que chamava de "hormonal". A gente já não era mais o mesmo grupo, mas minha amiga mais "liberal" ainda se encontrava comigo e com outro grupo de amigas bem próximas. Quando isso aconteceu, eu trabalhava como inspetora, então logo entendi do que ela tava falando. Ela disse na história que é extremamente excitante transar com um "hormonal", porque eles desesperadamente querem mais e mais do seu corpo, esquecem que você já é uma mulher mais velha e ficam viciados na sua buceta. Mas uma coisa que está acima de tudo é que, sendo uma mulher mais velha, eles acabam preferindo você a uma novinha. Por quê? Bom, porque sendo uma mulher mais velha, eles podem gozar dentro de você sem risco de engravidar. Então resolvi seguir o exemplo da minha amiga, também procurei meu "hormonal". Com o tempo, acabei ficando amiga de todos aqueles que iam mudar de escola, aproveitei essa situação pra experimentar minha sexualidade e também ajudar eles a descobrirem a deles. preferências sexuais, além de que não pedia dinheiro e tudo isso comecei a fazer porque queria sentir o vigor "juvenil". Quando levei o primeiro "hormonal" pra minha casa, expliquei tudo, até levei camisinhas, não vou dar muitos detalhes do que rolou, mas ele quis fazer. Tudo aconteceu muito rápido, ele entrou no meu quarto, eu tranquei ele lá, fiquei do lado de fora pensando no que ia fazer, quando lembrei da minha amiga "liberal" e que eu tinha perdido a vergonha de ser vista nua, além de que esse "hormonal" que eu tinha prendido no quarto morria de vontade de ver o corpo nu de uma mulher, porque foi isso que ele me contou. Então decidi realizar o sonho dele, me despi completamente do lado de fora do meu próprio quarto, abri a porta e ele me viu exatamente como vim ao mundo, eu estava completamente pelada na frente dele. Eu tinha dois tipos de camisinha no meu quarto, uma pra sexo vaginal e outra pra sexo oral. Então deixei ele escolher, pra não alongar a história, com esse hormonal aprendi a fazer sexo oral e também garganta profunda, porque pra idade dele, ele era bem dotado. Ele continuou me visitando toda sexta-feira até mudar de colégio. Conforme o tempo passava, mais hormonais começaram a ir na minha casa, todos chegavam pra experimentar a mesma coisa, com todos eu usei camisinha, tanto pro sexo vaginal quanto pro sexo oral, nenhum experimentou 100% do meu corpo. O que isso quer dizer? Bom, sempre tinha uma camisinha, uma camada de látex que nos separava, essa camada impedia que eles sentissem 100% a pele interna da minha buceta e impedia que sentissem 100% o calor da minha boca e da minha garganta. Por 2 anos fiquei assim, 2 anos fui visitada por hormonais que queriam descobrir o corpo de uma mulher, tinha 43 anos quando comecei essa fase excitante e prazerosa da minha vida, nunca engoli o esperma de nenhum deles e muito menos deixaram dentro da minha buceta, porque sempre tinha camisinha, continuei com isso. até que, com o tempo, percebi uma coisa muito importante: inconscientemente, procurei em cada um dos hormonais que se saciavam no meu corpo a atitude do meu ex. Percebi que queria encontrar meu "príncipe encantado", aquele guerreiro de espada enorme, um homem que me fizesse dele quantas vezes quisesse, que jorrasse grandes gozadas de porra dentro de mim quantas vezes quisesse, que me fizesse engolir o esperma dele sempre que ele quisesse. Alguém que me dominasse, que me fizesse sua putinha submissa, seu pedaço de carne, alguém que se saciasse no meu corpo quantas vezes quisesse. Eu esperava que algum hormonal tomasse essa atitude, que tirasse a camisinha no meio do ato, seja oral ou vaginal, mas que fizesse isso e me tornasse dele à força. Mas, infelizmente, nenhum fez isso. Todos esperavam que eu tomasse a iniciativa em vez deles. Para minha sorte, acabei encontrando meu "homem ideal". Infelizmente, esse homem com essa atitude ideal para mim acabou sendo meu sobrinho. Pontos e comentários sobre esse relato para que haja uma Parte 2...
Eu sou a Mônica. Na próxima quinta-feira, 22 de maio deste ano, vai completar um aniversário super excitante e importante tanto pra mim quanto pro meu sobrinho. E o que ele tem a ver com esse aniversário? Bom, primeiro um pouco de história. Lembro da data exata em que o primeiro homem que amei gozou um mar de porra dentro da minha buceta. Por causa daquela vez, engravidei. Isso aconteceu num sábado, 10 de novembro de 1990, lembro muito bem daquele dia. Embora já tivesse perdido a virgindade com esse mesmo homem antes, naquela vez que ele finalmente gozou dentro de mim, tive um mar de sentimentos e emoções. Me senti realizada como mulher, mas também suja e usada. Um homem tinha usado minha xereca pra se masturbar e soltar o leite branco dele no fundo da minha buceta. Isso me fez sentir muito estranha, embora nunca tenha sentido arrependimento ou remorso por isso, me senti esquisita. Desde aquele dia, transei muito com esse homem. Com ele, tive 3 filhos. Quando cada um deles fez 18 anos, foram cada um pro seu lado. Minhas duas filhas foram morar com seus parceiros assim que fizeram 18, e meu filho foi morar com o pai dele quando ainda tinha 16 anos. Cada um casou e formou sua família. Por consequência, fiquei "sozinha" desde 2014, porque esse homem que eu amava também foi embora, me abandonou. Digo "sozinha" entre aspas. porque não me abandonaram completamente, nos aniversários deles, meus filhos vinham comemorar aqui em casa, no Natal e em todas as datas festivas eles vinham me ver e eu ia na casa deles, mas já não moravam mais comigo. Então resolvi aproveitar o tempo. Lembro que quando era jovem e saía com minhas amigas do colégio, uma delas tinha uma família que possuía um sítio e nas férias a gente ia toda com ela pra casa no sítio dela. Essa amiga era bem "liberal", como só andávamos de mulher, nós, as amigas dela, as tias e primas, bom, minha amiga costumava andar pelada de um lado pro outro. Com o tempo, eu peguei gosto por essa atitude, então, depois de alguns meses, voltamos pro sítio dela. Quando todas passamos a primeira noite, no dia seguinte todo mundo pegou a mania "liberal" da nossa amiga, a gente andou toda pelada nas férias no sítio dela. Tempo depois, uma amiga contou uma história, ela disse que tinha transado com alguém que chamava de "hormonal". A gente já não era mais o mesmo grupo, mas minha amiga mais "liberal" ainda se encontrava comigo e com outro grupo de amigas bem próximas. Quando isso aconteceu, eu trabalhava como inspetora, então logo entendi do que ela tava falando. Ela disse na história que é extremamente excitante transar com um "hormonal", porque eles desesperadamente querem mais e mais do seu corpo, esquecem que você já é uma mulher mais velha e ficam viciados na sua buceta. Mas uma coisa que está acima de tudo é que, sendo uma mulher mais velha, eles acabam preferindo você a uma novinha. Por quê? Bom, porque sendo uma mulher mais velha, eles podem gozar dentro de você sem risco de engravidar. Então resolvi seguir o exemplo da minha amiga, também procurei meu "hormonal". Com o tempo, acabei ficando amiga de todos aqueles que iam mudar de escola, aproveitei essa situação pra experimentar minha sexualidade e também ajudar eles a descobrirem a deles. preferências sexuais, além de que não pedia dinheiro e tudo isso comecei a fazer porque queria sentir o vigor "juvenil". Quando levei o primeiro "hormonal" pra minha casa, expliquei tudo, até levei camisinhas, não vou dar muitos detalhes do que rolou, mas ele quis fazer. Tudo aconteceu muito rápido, ele entrou no meu quarto, eu tranquei ele lá, fiquei do lado de fora pensando no que ia fazer, quando lembrei da minha amiga "liberal" e que eu tinha perdido a vergonha de ser vista nua, além de que esse "hormonal" que eu tinha prendido no quarto morria de vontade de ver o corpo nu de uma mulher, porque foi isso que ele me contou. Então decidi realizar o sonho dele, me despi completamente do lado de fora do meu próprio quarto, abri a porta e ele me viu exatamente como vim ao mundo, eu estava completamente pelada na frente dele. Eu tinha dois tipos de camisinha no meu quarto, uma pra sexo vaginal e outra pra sexo oral. Então deixei ele escolher, pra não alongar a história, com esse hormonal aprendi a fazer sexo oral e também garganta profunda, porque pra idade dele, ele era bem dotado. Ele continuou me visitando toda sexta-feira até mudar de colégio. Conforme o tempo passava, mais hormonais começaram a ir na minha casa, todos chegavam pra experimentar a mesma coisa, com todos eu usei camisinha, tanto pro sexo vaginal quanto pro sexo oral, nenhum experimentou 100% do meu corpo. O que isso quer dizer? Bom, sempre tinha uma camisinha, uma camada de látex que nos separava, essa camada impedia que eles sentissem 100% a pele interna da minha buceta e impedia que sentissem 100% o calor da minha boca e da minha garganta. Por 2 anos fiquei assim, 2 anos fui visitada por hormonais que queriam descobrir o corpo de uma mulher, tinha 43 anos quando comecei essa fase excitante e prazerosa da minha vida, nunca engoli o esperma de nenhum deles e muito menos deixaram dentro da minha buceta, porque sempre tinha camisinha, continuei com isso. até que, com o tempo, percebi uma coisa muito importante: inconscientemente, procurei em cada um dos hormonais que se saciavam no meu corpo a atitude do meu ex. Percebi que queria encontrar meu "príncipe encantado", aquele guerreiro de espada enorme, um homem que me fizesse dele quantas vezes quisesse, que jorrasse grandes gozadas de porra dentro de mim quantas vezes quisesse, que me fizesse engolir o esperma dele sempre que ele quisesse. Alguém que me dominasse, que me fizesse sua putinha submissa, seu pedaço de carne, alguém que se saciasse no meu corpo quantas vezes quisesse. Eu esperava que algum hormonal tomasse essa atitude, que tirasse a camisinha no meio do ato, seja oral ou vaginal, mas que fizesse isso e me tornasse dele à força. Mas, infelizmente, nenhum fez isso. Todos esperavam que eu tomasse a iniciativa em vez deles. Para minha sorte, acabei encontrando meu "homem ideal". Infelizmente, esse homem com essa atitude ideal para mim acabou sendo meu sobrinho. Pontos e comentários sobre esse relato para que haja uma Parte 2...
1 comentários - Oi, sou Mônica. Seu brinquedo sexual favorito.